PREVALÊNCIA DE ANEMIA FERROPRIVA NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202512061224


Amanda Martins Araújo1
Arilana de Jesus Carretilha2
Aline Martins Araújo do Nascimento3
Eric Oliveira da Silva4
Leidiane Braz de Sousa5
Maurício de Jesus Carretilha6


RESUMO

Anemia ferropriva caracteriza-se pela diminuição ou ausência dos estoques de ferro, baixa concentração de ferro sérico, baixa saturação de transferrina e baixa concentração de hemoglobina ou valor de hematócrito. O ferro é um micronutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese de células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio no organismo. Este trabalho tem como objetivo primário buscar e avaliar através de evidências cientificas disponíveis na literatura, a prevalência de anemia ferropriva no período gestacional e os fatores de riscos, e por meio dos objetivos secundários analisa as consequências para o recém-nascido; discorrer sobre o tratamento e prevenção da anemia ferropriva; e destacar os benefícios do uso habitual do sulfato ferroso e ácido fólico na gestação. Trata-se de uma revisão da literatura, com abordagem qualitativa, a partir da produção cientifica nas bases de dados Scielo, BVS e LILACS, referentes aos anos de 2010 a 2021. Conforme os resultados verificou- se que é considerado um problema comum em mulheres no período gestacional, no qual o surgimento da anemia ferropriva causa várias complicações acarretando baixa nutrição e má qualidade de vida.

Palavras-chave: Anemia. Deficiência ferropriva. Ácido fólico. Sulfato ferroso. Gestação.

INTRODUÇÃO

A anemia ferropriva pesar de ser uma das carências mais prevalentes no mundo, é um problema comum que persiste afetando, na maioria dos casos, gestantes e crianças em idade pré-escolar (LOPES et al., 2015).

Anemia ferropriva caracteriza-se pela diminuição ou ausência dos estoques de ferro, baixa concentração de ferro sérico, baixa saturação de transferrina e baixa concentração de hemoglobina ou valor de hematócrito. Nesta condição, os eritrócitos estão hipocrômicos e microcíticos e a capacidade de ligação do ferro está aumentada (LEITÃO; OLIVEIRA, 2016).

Considera-se que o ferro é um micronutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese de células vermelhas do sangue (hemácias) e no transporte do oxigênio no organismo. Há dois tipos de ferro encontrado nos alimentos: ferro heme que são de origem animal, sendo mais bem absorvido e ferro não heme encontrado nos vegetais (BRASIL, 2013).

Diante do destacado anteriormente, cita-se a partir de Rodrigues et al. (2010) que alguns grupos populacionais ainda apresentam altas prevalências de anemia ferropriva, comprometendo diversas funções do organismo. Dentre esses grupos de risco, podem ser citadas as gestantes, as crianças menores de dois anos e mulheres em idade fértil, que merecem especial atenção devido à sua vulnerabilidade à carência e ao aumento significativo de suas necessidades, que não são acompanhados por aumento suficiente no consumo ou na absorção de ferro.

O profissional farmacêutico em conjunto com a equipe multiprofissional tem papel fundamental no processo terapêutico, visando informações para melhoria do estado de saúde da paciente, já que ele detém o conhecimento específico dos medicamentos podendo auxiliar a adesão ao tratamento do paciente e contribuir para a avaliação do risco-benefício da terapia medicamentosa. Durante a gestação a atenção farmacêutica ajuda a garantir a segurança em relação ao potencial teratogênico do uso de medicamentos e fornece educação a gestante no tratamento prescrito (BURKEY et al., 2013).

Neste estudo, será abordado a deficiência do ferro e os fatores de risco no período gestacional. Busca-se identificar através de pesquisas que poderão contribuir com informações atuais sobre a problemática envolvendo anemia ferropriva.

Trata-se de um problema comum em mulheres no período gestacional, no qual o surgimento da anemia ferropriva causa várias complicações acarretando baixa nutrição e má qualidade de vida, com o aparecimento de múltiplos sintomas dentre eles destacam-se comprometimento do sistema imune, com aumento da predisposição a infecções, aumento do risco de doenças e mortalidade perinatal para mães e recém-nascidos, aumento da mortalidade materna e infantil, redução da função cognitiva, do crescimento e desenvolvimento neuropsicomotor de crianças com repercussões em outros ciclos vitais, diminuição da capacidade de aprendizagem em crianças escolares e menor produtividade em adultos.

A relevância deste estudo consiste em informar a importância da prevenção e controle da anemia ferropriva no período gestacional. Portanto, o tema justifica-se pela necessidade de planejar e priorizar a suplementação de ferro através de tratamento medicamentoso em doses profiláticas.

Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo primário, buscar e avaliar através de evidências cientificas disponíveis na literatura, a prevalência de anemia ferropriva no período gestacional e os fatores de riscos, e por meio dos objetivos secundários analisa as consequências para o recém-nascido; discorrer sobre o tratamento e prevenção da anemia ferropriva; e destacar os benefícios do uso habitual do sulfato ferroso e ácido fólico na gestação.

MATERIAL E MÉTODOS

Trata-se de uma pesquisa descritiva do tipo exploratória e explicativo desempenhada por meio de uma revisão de literatura sobre anemia ferropriva em gestantes, demonstrando a importância do Sulfato Ferroso e Ácido Fólico para as gestantes, medicação necessária para o desenvolvimento do feto, evitando problemas futuros ou mesmo durante o pré-parto, parto, pós- parto e promoção do desenvolvimento do recém-nascido.

Realizou-se levantamento bibliográfico no portal da Biblioteca Virtual em Saúde, a partir das bases de dados da Scientific Eletronic Library (Scielo), Lilacs e pubmed abordando pesquisas referentes ao ano de 2010 a 2021, as palavras-chave utilizadas para o levantamento do material foram: anemia, deficiência ferropriva, ácido fólico, sulfato ferroso, gestação.

Para análise dos artigos os critérios de inclusão adotados foram os artigos que correspondiam ao respectivo assunto no idioma português disponíveis na integra online em textos completos, foram excluídos artigos com mais de 7 anos de publicação, artigos repetidos, publicação apenas com resumo, reflexões e resenhas. Desta forma, a amostra deste estudo totaliza 10 artigos.

RESULTADOS

Diante do exposto a figura (1) abaixo, refere-se a detalhes do número de artigos encontrados e selecionados por cruzamento das palavras-chaves utilizadas conforme estão esquematizados na Figura. Depois de realizada uma leitura sistematizada dos títulos e dos resumos dos artigos completos, sempre respeitando os critérios de inclusão e exclusão, foram eleitos 10 artigos para análise minuciosa.

Figura 1: Fluxograma do número de artigos encontrados e selecionados após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, segundo os descritores das bases de dados.

A busca nas bases de dados estabelecidas resultou em 35 artigos, sendo vinte (20) artigos científicos da base de dados SCIELO, dez (10) da BVS e cinco (5) da LILACS. Por meio da análise dos dez artigos, verificou-se que os 10 estudos (100%) foram selecionados a partir do banco de dados da LILACS e que 5 publicações (62,5%) estiveram presentes, também na SCIELO e BVS. Em relação ao ano das publicações, observou-se que o de 2014 correspondeu ao período com maior número de artigos científicos publicados sobre a temática investigada, com 3 publicações (37,5%). O ano de 2017 e 2016 apresentaram um quantitativo de 2 artigos (25%). Os anos de 2010, 2012, 2013 e 2015 obtiveram apenas 1 estudo (12,5%), cada.

DISCUSSÃO

Conforme os resultados, mostrou-se a relevância através dos estudos de Pereira et al., (2019) o ácido fólico e sulfato ferroso deve ser prescrito conforme a necessidade da gestante. Concorda-se que já na primeira consulta do pré-natal se inicia com os medicamentos, e o ácido fólico deve ser iniciado três meses antes da gravidez, durante os primeiros 28 dias ocorre o fechamento do tubo neural e é nesse período que o ácido fólico é mais importante, e outro papel importante do ácido fólico é para evitar o deslocamento prematuro da placenta, abortos e má formações como anencefalia e a fenda palatina.

O sulfato ferroso deve ser iniciado a partir da 20ª semana de gestação, o ferro ajuda a formar as células vermelhas do sangue, que são responsáveis pelo transporte de oxigênio no cérebro, e na falta desta suplementação ocorrerá anemia na gestante, além de consequências para o recém-nascido como prematuridade e baixo peso ao nascer (PEREIRA et al., 2019).

Machado et al. (2016) afirmam que no período inicial do quadro de deficiência de ferro observa-se uma anemia normocítica e normocrômica, com anisocitose discreta, entretanto, adotando medidas preventivas seguindo uma alimentação balanceada rico em ferro e com auxílio de medicação é possível minimizar o problema.

Desta forma com o contínuo déficit de ferro no organismo, podemos observar eritrócitos hipocrômicos e microcíticos. Porém, as alterações morfológicas não costumam ser evidentes até a queda da hemoglobina (Hb) abaixo de 10 a 11 g/dl, quando surgem os aspectos característicos da anemia ferropriva (MACHADO et al., 2016).

No período gestacional comumente é observado através do exame de hemograma que as grávidas possuem deficiência de ferro, sendo necessário intervenção medicamentosa e realização dos exames laboratoriais solicitados nas consultas de pré-natal. A deficiência de ferro na gestação constitui um fator de risco para o parto pré-maturo e para o baixo peso do recém- nato, sendo necessário acompanhamento (MODOTTI et al., 2015).

A contagem das células do sangue se modernizou nas últimas décadas com a sofisticação tecnológica laboratorial. Exames como hemoglobina/hematócrito (Hb/Ht), eritrograma, leucograma e contagem de plaquetas foram substituídos pelo hemograma completo automatizado com contagem diferencial de leucócitos em cinco tipos: neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos e basófilos, sendo realizado em menos de 1 minuto em analisadores hematológicos automatizados (ROSENFELD, 2012).

A suplementação de ferro e ácido fólico é de suma importância durante a gestação e durante a fase escolar da criança. No entanto, é recomendada como parte do cuidado no pré- natal para reduzir o risco de baixo peso ao nascer da criança, anemia e deficiência de ferro na gestante (CORREA et al., 2014).

A suplementação com ácido fólico deve ser iniciada pelo menos 30 dias antes da data em que se planeja engravidar para a prevenção da ocorrência de defeitos do tubo neural e deve ser mantida durante toda a gestação para a prevenção da anemia (CORREA et al., 2014).

Brogonoli et al. (2017) menciona em seus estudos que a suplementação de ferro, deve ser fornecida através dos alimentos e dos medicamentos, possibilitando condições favoráveis no período gestacional, prevenindo complicações como morbimortalidade materna e fetal.

A prevenção é a melhor forma de se evitar a anemia ferropriva, garantindo melhor qualidade de vida e saúde. Assim, é importante a procura por um médico quando houver suspeita de anemia, visto que diagnóstico e tratamento corretos são fundamentais para diminuir e evitar os riscos à saúde (RABELO et al., 2017).

Como forma de facilitar a visualização do diagnóstico, a tabela abaixo, traz de que forma este é identificado laboratorialmente, para anemia ferropriva.

Tabela 1. Diagnóstico laboratorial para anemia ferropriva.

Fonte: (YAMAGISH et al., 2017 apud CABRAL, 2019).

A relação do Anemia Ferropriva na gestação, pode ocasionar múltiplas repercussões fetais, sendo assim atenta-se para abortamentos, óbito fetal, hipóxia (aumento do consumo de oxigênio aumenta até 14%), parto prematuro, baixo crescimento e desenvolvimento fetal e  raramente o ácido fólico está associado modificações neurológicas no feto (OLIVEIRA et al., 2015 apud CABRAL, 2019 p. 17).

Os problemas pertencentes à anemia encontram-se claramente ligados ao binômio mãe e feto. Na mãe pode ocasionar maior riscos de infecções, respiratórias e gastrintestinais, risco de pré-eclâmpsia (aumento da pressão arterial, que pode acontecer no pré-parto ou durante), modificações cardiovasculares, esgotamentos dos fâneros e risco de maior perda sanguínea durante o parto (MAGALHÃES et al., 2018).

O ácido fólico previne outras alterações também como doenças do coração, do trato urinário e fissura lábio palatina. Sob a perspectiva de sanar essa deficiência no período gestacional, o Ministério da Saúde recomenda a suplementação do ácido fólico na dosagem de 5mg/dia para a mulher desde os últimos três meses antes da concepção até a 14ª semana gestacional (ESPOLADOR et al.,2015).

Podemos assim observar que o uso de medicamentos na gestação sempre representa um desafio, pois pode implicar em dano tanto para a gestante quanto para o feto, e esse risco é potencialmente aumentado no primeiro trimestre gestacional, onde é um período crítico, pois acontece a formação de todas as estruturas anatômicas e fisiológicas, sendo importante o ácido fólico, especialmente nos últimos meses que antecedem a gravidez, para o adequado fechamento do tubo neural do feto é condição bem estabelecida na literatura (ESPOLADOR et al., 2015).

Em conformidade com a pesquisa a Suplementação diária oral de ferro fólico é recomendada como parte da assistência pré-natal para reduzir o risco de baixo peso no nascimento, anemia materna e deficiência de ferro, entre outros fatores de risco que podem ocorrer (OMS, 2013, p.5).

Nesse contexto, a alimentação saudável, o uso do sulfato ferroso como estratégia preventiva e práticas educativas em saúde são elementos que evitam a deficiência de ferro. O pré-natal e as visitas domiciliares têm papel importante na promoção da orientação nutricional, esclarecimento de dúvidas e no monitoramento da suplementação de sulfato ferroso (RABELO et al., 2017).

Se a deficiência de ferro for grave o suficiente para prejudicar a produção de glóbulos vermelhos, a anemia por deficiência de ferro pode se desenvolver, recomenda-se a administração intravenosa de ferro para anemia grave, em não respondedores (MANSOUR et al., 2021).

No estudo de Báhindy et al. (2011) revelam resultados da importância da suplementação Ferro e/ou ácido fólico no periodo gestacional, a pesquisa mostra que dos 22.843 casos com anomalias congênitas, 3.242 (14,2%), tinham mães com anemia. Não houve maior taxa de prematuridade e baixo peso ao nascer nos recém-nascidos de gestantes anêmicas suplementadas com ferro. No entanto, as mulheres grávidas anêmicas sem tratamento com ferro tiveram uma idade gestacional significativamente menor no parto com uma taxa um pouco mais alta de partos prematuros, mas esses resultados adversos do parto foram evitados com suplementação de ferro.

Devido à sua elevada prevalência e às suas consequências, o combate à anemia ferropriva é uma das prioridades para os profissionais responsáveis pelo planejamento de Programas de Nutrição em Saúde Pública, encontrando respaldo político no compromisso social assumido pelo Brasil de reduzir a anemia por carência de ferro (MACHADO et al., 2016). 

Durante a gravidez a mulher necessita de mais ferro do que o habitual para suprir as necessidades do seu corpo e as necessidades do bebê. Há um aumento na quantidade de sangue, implicando maior quantidade de ferro. A anemia ferropriva na gravidez requer particularmente muita atenção dos profissionais de saúde em seu acompanhamento. Ela pode ser evitada através de uma alimentação balanceada ou através do uso de suplementos de ferro antes e durante a gestação (PEREIRA et al., 2019).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O período gestacional acarreta vários sintomas e fatores que contribuem para utilização de medicamentos, conforme prescrição médica, dentre os medicamentos cita-se o ácido fólico e o sulfato ferroso, bastante comum a utilização no período gestacional. Neste contexto, a pesquisa mostrou que o profissional farmacêutico tem atribuições importantes na promoção do uso racional de medicamentos e da segurança na sua utilização por grávidas a fim de garantir a eficácia da farmacoterapia e promover o bem-estar da gestante.

Os resultados foram analisados de acordo com a leitura de cada artigo, tornando -se possível analisar os trabalhos realizados com gestantes obtiveram resultados terapêuticos favoráveis, mostrando a importância do profissional na promoção da adesão ao tratamento proporcionando maior compreensão, para as gestantes, dos eventos que são intercorrentes a gestação.

A prática da atenção farmacêutica se inicia quando a paciente disponibiliza informações a respeito do seu tratamento, sendo que as primeiras referências são coletadas no prontuário médico e comprovadas por meio de entrevista diretamente com o paciente, durante a dispensação da medicação.

REFERÊNCIAS

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BURKEY, B. W.; HOLMES, A. P. Avaliando o uso de medicamentos na gravidez e lactação: o que todo farmacêutico deve saber. Jornal de farmacologia pediátrica e terapêutica, v.18, n. 3, p: 247-258, 2013.

BÁNHIDY, F; ÁCS, N; PUHÓ, E. H; CZEIZEL, A. E. Anemia por deficiência de ferro: desfechos da gravidez com ou sem suplementação de ferro. Nutrição, v.27, n.1, p:65-72, 2011.

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ROSENFELD, R. Hemograma. Jornal Brasileiro de Patologia Medica e Laboratorial, v. 48, n. 4, p. 244, 2012.


¹Farmacêutica, graduada pelo IESPES-Instituto Esperança de Ensino Superior, Pós-Graduada em e Microbiologia e controle de qualidade. E-mail: amandhamartins27@gmail.com
²Farmacêutica, Pós-Graduada em Microbiologia e controle de qualidade. E-mail: arilanacarretilha12@gmail.com
3Enfermeira, pós-graduada em Saúde Pública. E-mail: martins.aline@live.com
4Farmacêutico, graduado pela UNAMA- Centro Universitário da Amazônia, Pós-Graduado em Farmácia Hospitalar. E-mail: ericstm98@gmail.com
5Enfermeira, pós-graduada em Unidade de Terapia Intensiva, mestranda em Biociências pela UFOPA. E-mail:leidybraz@hotmail.com
6Enfermeiro, pós-graduado mauriciocarretila@gmail.com