REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202510211818
Givonete Nair Sousa Mota Silva1
Simone Silva Santos Vigiato1
Anderson Gabriel Matos Maia2
Flávia Socorro Vieira dos Santos2
Daniela Martens Fernandes3
Resumo
A exodontia desencadeia um processo fisiológico de remodelação óssea que frequentemente resulta em perda significativa de altura, espessura e volume do rebordo alveolar, podendo comprometer a reabilitação oral futura. Nesse contexto, a preservação alveolar constitui uma técnica essencial na odontologia contemporânea, pois visa minimizar a reabsorção óssea e manter o arcabouço anatômico necessário para futuras reabilitações com implantes. Este estudo tem como objetivo relatar um caso clínico de preservação alveolar pós-exodontia com uso de enxerto ósseo xenógeno e membrana de politetrafluoretileno (PTFE), demonstrando sua eficácia na manutenção das dimensões ósseas e na regeneração tecidual guiada. Trata-se de um estudo descritivo, na modalidade de relato de caso, realizado na Clínica Odontológica da Faculdade Metropolitana de Rondônia. O procedimento cirúrgico foi realizado imediatamente após a extração do dente 45, com inserção do biomaterial enxertado, cobertura com membrana de PTFE e confecção de pôntico protético para proteção do alvéolo. O acompanhamento clínico e radiográfico, incluindo tomografia computadorizada após quatro meses, evidenciou preservação satisfatória da altura e espessura óssea, sem sinais de infecção ou inflamação, indicando sucesso da técnica. Conclui-se que a preservação alveolar com o uso combinado de enxerto ósseo xenógeno e membrana de PTFE representa uma alternativa previsível e eficaz para minimizar a perda óssea pós-exodontia, proporcionando melhores condições para reabilitações futuras e resultados estéticos e funcionais superiores.
Palavras-chave: Preservação alveolar, enxerto ósseo, membrana de PTFE.
Abstract
Tooth extraction triggers a physiological bone remodeling process that often results in a significant loss of height, thickness, and volume of the alveolar ridge, which may compromise future oral rehabilitation. In this context, alveolar ridge preservation is considered an essential technique in contemporary dentistry, as it aims to minimize bone resorption and maintain the anatomical framework required for future implant rehabilitation. This study aims to report a clinical case of postextraction alveolar ridge preservation using a xenogeneic bone graft and a polytetrafluoroethylene (PTFE) membrane, demonstrating its effectiveness in maintaining bone dimensions and promoting guided tissue regeneration. This is a descriptive study, presented as a case report, conducted at the Dental Clinic of the Faculdade Metropolitana de Rondônia. The surgical procedure was performed immediately after the extraction of tooth 45, with placement of the grafting biomaterial, coverage with a PTFE membrane, and fabrication of a provisional pontic to protect the socket. Clinical and radiographic follow-up, including cone beam computed tomography after four months, revealed satisfactory preservation of alveolar bone height and thickness, with no signs of infection or inflammation, indicating the success of the technique. It can be concluded that alveolar ridge preservation using a combination of xenogeneic bone graft and PTFE membrane represents a predictable and effective approach to minimize post-extraction bone loss, providing optimal conditions for future rehabilitation and achieving superior esthetic and functional outcomes.
Keywords: Alveolar ridge preservation; Bone graft; PTFE membrane.
1 INTRODUÇÃO
A exodontia desencadeia um processo fisiológico de remodelação óssea que acarreta perda significativa de altura, espessura e volume do rebordo alveolar, reduzindo o tecido ósseo tanto vertical quanto horizontalmente e aumentando a faixa de mucosa queratinizada (Lima et al., 2022, apud Araújo et al., 2015). Segundo Loures et al. (2020), essa reabsorção é multifatorial, relacionada à interrupção do suprimento sanguíneo do ligamento periodontal, o que compromete a integridade do osso remanescente e favorece sua reabsorção.
As técnicas de preservação alveolar, especialmente quando aplicadas imediatamente após a exodontia, reduzem significativamente a perda óssea e favorecem a regeneração tecidual (Verardo et al., 2023; Guerra et al., 2018). Nesse contexto, a literatura enfatiza a importância do uso de biomateriais com propriedades osteocondutoras e osteoindutoras para atenuar o colapso volumétrico pós-extração, sobretudo na parede vestibular, onde as perdas podem alcançar até 63% da espessura óssea em seis meses (Pereira et al., 2023).
A utilização de barreiras mecânicas, como as membranas de politetrafluoretileno (PTFE), também tem demonstrado eficácia na prevenção da invasão epitelial e na estabilização do coágulo, promovendo osteogênese previsível. Pilger et al. (2020) destacam que as membranas não reabsorvíveis de d-PTFE, por sua baixa porosidade e resistência à contaminação, permitem regeneração óssea mesmo quando expostas, atuando como barreiras seletivas na regeneração óssea guiada (ROG).
Esses biomateriais, de natureza sintética ou xenógena, apresentam biocompatibilidade, estrutura porosa e propriedades osteocondutoras que favorecem a vascularização e a formação de novo tecido ósseo (Verardo et al., 2023; Pilger et al., 2020). Assim, o presente estudo, tem como objetivo relatar um caso clínico de preservação alveolar pós-exodontia com uso de enxerto ósseo xenógeno e membrana de PTFE, visando minimizar a perda fisiológica e proporcionar volume ósseo adequado para futuras reabilitações estéticas e funcionais.
2 RELATO DE CASO
Paciente A. B. S., sexo feminino, 31 anos de idade, compareceu à Clínica Odontológica da Faculdade Metropolitana relatando que havia fraturado um dente do lado inferior esquerdo, o qual estava causando desconforto e ferindo a língua. Ao exame clínico, constatou-se que a paciente se referia ao dente 45, apresentando extensa destruição coronária, com perda significativa das paredes mesial, distal, lingual e oclusal (Figura 1).
Figura 1: Imagem inicial, apresentando a fratura coronária.

A face vestibular do dente apresentava-se fragilizada, com presença de tecido mole aderido à estrutura remanescente, indicando comprometimento da integridade coronária. Por meio da radiografia periapical (Figura 2), observou-se que a estrutura coronária remanescente encontrava-se ao nível cervical, inviabilizando a possibilidade de restauração. Para confirmação do diagnóstico inicial, foi solicitada a realização de uma tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), com corte detalhado da região correspondente ao dente 45, a qual confirmou a extensa perda de estrutura dentária e o comprometimento da tábua óssea vestibular (Figura 3).

Após a confirmação do diagnóstico de fratura coronária do dente 45, optou-se pela exodontia minimamente invasiva, seguida de preservação alveolar com enxerto ósseo e membrana de PTFE. Antes do início do procedimento, foi verificada a pressão arterial da paciente, apresentando valores dentro da normalidade (110×60 mmHg) e temperatura 36,5ºC. Foi realizada anestesia local com articaína 4% associada à epinefrina 1:100.000, utilizando as técnicas de bloqueio dos nervos alveolar inferior, mentual e infiltrativas. O procedimento foi conduzido pela técnica fechada, empregando fórceps 69 e extratores do Kit Seldin, garantindo a preservação das tábuas ósseas vestibular e lingual. Após a exodontia, realizou-se curetagem cuidadosa e irrigação abundante com soro fisiológico, assegurando a remoção de tecido de granulação e de possíveis detritos (Figura 4).

Em seguida, procedeu-se ao preenchimento do alvéolo com o biomaterial LuminaBone (Critéria Ltda.), uma matriz mineral óssea bovina com granulação média entre 425 e 600 µm (Lote: LB 0210/25_1; ANVISA: 80522420001), visando a manutenção do volume e suporte para a neoformação óssea (Figura 5 e 6).


O coágulo foi protegido com Lumina-Coat, membrana biológica bovina, reforçando a vedação e o controle da contaminação bacteriana (Figura 7).

Sobre o enxerto, foi posicionada uma membrana não absorvível de PTFE -LuminaPTFE (Critéria Ltda.), (Lote: LP 028/24; ANVISA: 80522420004), recortada e personalizada de modo a cobrir totalmente o defeito alveolar e estabilizada por meio de suturas tipo U e pontos simples, com fio de nylon 5-0 (Figura 8, 9 e 10).


O procedimento cirúrgico foi finalizado com a confecção de um pôntico provisório em resina composta, realizado no mesmo dia da exodontia e instalação do enxerto. O pôntico teve como objetivo proteger a região operada, preservar o coágulo e evitar trauma mecânico direto sobre o biomaterial e a membrana de PTFE. Além da proteção local, o pôntico proporcionou melhor conforto estético e funcional à paciente durante o processo de cicatrização (Figura 11).

O procedimento ocorreu sem intercorrências. Foi realizada uma radiografia periapical pós-operatória imediata, que demonstrou o preenchimento completo do alvéolo com o material de enxerto ósseo. A paciente recebeu terapia medicamentosa pós-operatória composta por Amoxicilina 500 mg (8/8 h por 7 dias), Ibuprofeno 600 mg (8/8 h por 4 dias) e Toragesic 10 mg (sublingual, 6/6 h por 3 dias), além de orientações de higiene oral, alimentação pastosa e uso de enxaguante bucal com clorexidina 0,12% duas vezes ao dia por sete dias (Figura 12).

No primeiro retorno, realizado sete dias após o procedimento, observou-se cicatrização satisfatória dos tecidos moles, com ausência de sinais clínicos de inflamação, sangramento ou exsudato purulento. A paciente relatou leve desconforto local nos dois primeiros dias, controlado adequadamente com o uso da medicação prescrita. A inspeção clínica revelou integridade da membrana de PTFE, que permanecia estável, sem mobilidade ou sinais de contaminação. O pôntico permaneceu íntegro, estável e sem fraturas, garantindo a proteção adequada da área enxertada e mantendo o contorno gengival e o volume alveolar (Figura 13).

Na reavaliação de vinte e um dias, o quadro clínico continuou favorável, evidenciando formação tecidual saudável ao redor da membrana e ausência de infecção. A remoção da membrana foi realizada em ambiente clínico, sem necessidade de retalho, seguindo o protocolo estabelecido para o uso de membranas PTFE expostas, uma vez que este material apresenta baixa permeabilidade bacteriana e tolerância à exposição oral. Durante a remoção, observou-se preservação do volume alveolar e início da neoformação óssea, com preenchimento adequado da cavidade (Figura 14).

Após quatro meses do procedimento de preservação alveolar pós-exodontia com enxerto ósseo particulado e membrana de PTFE, observou-se manutenção satisfatória das dimensões ósseas alveolares na região tratada.
A tomografia inicial evidenciava fratura coronária com perda estrutural e leve reabsorção do processo alveolar, indicando a necessidade de preservação imediata do rebordo. No exame de controle, verificou-se formação de tecido ósseo, com contornos regulares e densidade compatível com osso maduro, demonstrando eficaz regeneração e remodelação alveolar. As análises comparativas nos cortes parassagitais confirmaram preservação adequada da altura e da espessura do rebordo alveolar, assegurando condições ideais para o futuro planejamento de reabilitação com implante osseointegrado. O canal mandibular e o forame mentoniano permaneceram íntegros, sem evidências de reabsorção patológica ou comprometimento das corticais ósseas adjacentes.



Esses achados demonstram que a técnica de preservação alveolar com membrana de PTFE foi eficaz na estabilização do coágulo e controle do espaço e estímulo, permitindo adequada regeneração óssea e preservação volumétrica do rebordo alveolar no período avaliado, para posterior instalação de implante dentário.
3 METODOLOGIA
A exodontia desencadeia um processo fisiológico de remodelação óssea que acarreta perda significativa de altura, espessura e volume do rebordo alveolar, reduzindo o tecido ósseo tanto vertical quanto horizontalmente e aumentando a faixa de mucosa queratinizada (Lima et al., 2022, apud Araújo et al., 2015). Segundo Loures et al. (2020), essa reabsorção é multifatorial, relacionada à interrupção do suprimento sanguíneo do ligamento periodontal, o que compromete a integridade do osso remanescente e favorece sua reabsorção.
As técnicas de preservação alveolar, especialmente quando aplicadas imediatamente após a exodontia, reduzem significativamente a perda óssea e favorecem a regeneração tecidual (Verardo et al., 2023; Guerra et al., 2018). Nesse contexto, a literatura enfatiza a importância do uso de biomateriais com propriedades osteocondutoras e osteoindutoras para atenuar o colapso volumétrico pós-extração, sobretudo na parede vestibular, onde as perdas podem alcançar até 63% da espessura óssea em seis meses (Pereira et al., 2023).
A utilização de barreiras mecânicas, como as membranas de politetrafluoretileno (PTFE), também tem demonstrado eficácia na prevenção da invasão epitelial e na estabilização do coágulo, promovendo osteogênese previsível. Pilger et al. (2020) destacam que as membranas não reabsorvíveis de d-PTFE, por sua baixa porosidade e resistência à contaminação, permitem regeneração óssea mesmo quando expostas, atuando como barreiras seletivas na regeneração óssea guiada (ROG).
Esses biomateriais, de natureza sintética ou xenógena, apresentam biocompatibilidade, estrutura porosa e propriedades osteocondutoras que favorecem a vascularização e a formação de novo tecido ósseo (Verardo et al., 2023; Pilger et al., 2020). Assim, o presente estudo, tem como objetivo relatar um caso clínico de preservação alveolar pós-exodontia com uso de enxerto ósseo xenógeno e membrana de PTFE, visando minimizar a perda fisiológica e proporcionar volume ósseo adequado para futuras reabilitações estéticas e funcionais.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
A técnica empregada neste caso demonstrou resultados clínicos compatíveis com a literatura contemporânea sobre preservação alveolar pós-exodontia, confirmando sua eficácia em manter o volume e a morfologia óssea do rebordo. Segundo Atieh et al. (2020) e Verardo et al. (2023), a remodelação óssea fisiológica após extrações dentárias pode resultar em perda de até 63% da tábua vestibular nos primeiros seis meses, caso não sejam adotadas medidas preservadoras. A utilização de biomateriais no momento da exodontia, como o enxerto xenógeno e a membrana de PTFE, reduz substancialmente essa reabsorção e favorece a reabilitação protética e estética futura. (Atieh et al., 2020; Verardo et al., 2023).
A membrana de PTFE tem papel fundamental nesse processo, atuando como barreira seletiva para impedir a migração de tecidos moles sobre o enxerto e manter o espaço necessário para a regeneração óssea guiada. Essa função é amplamente documentada na literatura, que descreve o papel das barreiras físicas na proteção do coágulo e na organização da neoformação óssea. Por sua baixa porosidade, a membrana densa de PTFE apresenta alta resistência à colonização bacteriana, podendo permanecer exposta ao meio bucal com baixo risco de infecção, fato confirmado neste caso, onde não houve complicações durante a cicatrização. (Costa et al., 2016; Batista et al., 2021). O uso do enxerto ósseo xenógeno particulado, descrito por Pilger et al. (2020) e Pereira et al. (2023), mostrou-se eficiente por suas propriedades osteocondutoras e biocompatíveis, atuando como matriz para deposição de novo osso sem causar resposta inflamatória significativa. Os resultados clínicos observados reforçam essas evidências, demonstrando previsibilidade na manutenção do volume ósseo e ausência de reabsorção significativa no pós-operatório imediato. (Pilger et al., 2020; Pereira et al., 2023).
Além disso, a literatura destaca que a preservação alveolar facilita a posterior instalação de implantes osseointegrados, reduzindo a necessidade de enxertos adicionais e otimizando o resultado funcional e estético. Estudos recentes apontam que áreas previamente preservadas apresentam maior densidade óssea e melhor qualidade do tecido peri-implantar, garantindo estabilidade primária adequada e estética satisfatória. (Lima et al., 2022; Souza et al., 2022).
O uso do pôntico provisório logo após o procedimento cirúrgico foi fundamental para proteger a área enxertada e favorecer a cicatrização. Além de atuar como barreira física, o pôntico auxiliou na estabilização do coágulo e na manutenção do contorno gengival, prevenindo colapso tecidual e garantindo melhor resultado estético e funcional. Dessa forma, o dispositivo contribuiu para o sucesso da preservação alveolar e para a integração harmoniosa entre os tecidos duros e moles, conforme evidenciado por estudos que destacam os benefícios de dispositivos protetores na fase pós-operatória (Batista et al., 2021; Verardo et al., 2023).
Portanto, os resultados obtidos neste caso sugerem que a técnica de preservação alveolar com membrana densa de PTFE associada ao enxerto ósseo xenógeno é segura, previsível e clinicamente eficaz, promovendo condições ideais para a reabilitação com implantes. Além de preservar o contorno alveolar e facilitar a osseointegração, a abordagem proporciona um pós-operatório favorável e de baixa morbidade, alinhando-se aos princípios da odontologia regenerativa moderna. (Pilger et al., 2020; Verardo et al., 2023; Lima et al., 2022).
5 CONCLUSÃO
A técnica de preservação alveolar com uso de membrana densa de PTFE associada a enxerto ósseo xenógeno mostrou-se eficaz na manutenção do volume e contorno do rebordo alveolar após a exodontia, proporcionando condições ideais para futura reabilitação com implantes. O caso apresentou cicatrização satisfatória e ausência de complicações, corroborando com estudos que destacam o papel das membranas não reabsorvíveis na regeneração óssea guiada e a biocompatibilidade dos biomateriais xenógenos. Assim, confirma-se que essa abordagem é previsível, segura e biologicamente favorável, contribuindo para resultados estéticos e funcionais superiores na odontologia regenerativa contemporânea.
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¹Acadêmicas de Odontologia: Givonete Nair Sousa Mota Silva – graduanda em odontologia pela Faculdade Metropolitana de Rondônia – e-mail: givonete.silvaa@gmail.com / Simone Silva Santos Vigiato – graduanda em odontologia pela Faculdade Metropolitana de Rondônia, e-mail: simonesabtos15@gmail.com
²Co-autores: Anderson Gabriel Matos Maia – Cirurgião Dentista, formado pela FIMCA – Centro Universitário Aparício Carvalho, e-mail: andersongabrielmaia@gmail.com / Flávia Socorro Vieira dos Santos – Cirurgiã Dentista – formada pelo Centro Universitário São Lucas, e-mail: flavia.svieira@hotmail.com
³Orientadora: Daniela Martens Fernandes – Cirurgiã Dentista – formado pela Centro Universitário São Lucas, email: danielamartens@hotmail.com
