PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MORBIDADE POR INSUFICIÊNCIA CARDÍACA DA PARAÍBA EM COMPARAÇÃO COM O NORDESTE BRASILEIRO, NO PERÍODO DE 2021-2024

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202507101216


João Lucas de Andrade Castro1; Adailton Barboza da Silva Tomé1; Anielle Vilar dos Santos1; Pablo Rodrigo de Almeida1; José Sandro Diniz Júnior1; Ariella Monique Dantas Nóbrega1; João Arthur Macêdo Cabral2; Nattacya Mayesker Alves dos Santos2; Adriano Cardoso Farias2; Maria Eduarda Freire Burgos Diniz3


RESUMO 

A insuficiência cardíaca configura-se como uma das principais causas de mortalidade  cardiovascular no Brasil, afetando de forma especialmente crítica os estados do  Nordeste, onde persistem desigualdades no acesso a diagnóstico precoce, terapias  eficazes e acompanhamento especializado. Este estudo teve como finalidade  examinar os padrões de mortalidade por IC entre 2021 e 2024 na Região Nordeste,  com enfoque específico na Paraíba, considerando recortes sociodemográficos como  sexo, idade e raça/cor. A investigação baseou-se em dados secundários provenientes  do DATASUS, tratados conforme critérios metodológicos consistentes. Os resultados  revelaram concentração elevada de óbitos nos estados da Bahia e Pernambuco, além  de uma tendência de aumento contínuo ao longo dos anos. A mortalidade foi mais  significativa entre indivíduos com mais de 70 anos e entre mulheres, refletindo o  impacto do envelhecimento populacional e das particularidades clínicas da IC em  diferentes perfis biológicos. Em relação à variável racial, a maioria das mortes ocorreu  entre pardos e brancos, mas a alta proporção de registros sem identificação racial  compromete uma análise mais precisa. A Paraíba, embora com menor número  absoluto de óbitos, manteve índices proporcionais relevantes, compatíveis com o  cenário regional. Os achados reforçam a necessidade de medidas estruturadas para  ampliar o acesso a cuidados cardiológicos contínuos, fortalecer a atenção primária e assegurar a aplicação das diretrizes terapêuticas de forma equitativa em toda a  região. 

Descritores: Insuficiência Cardíaca; Morbidade; Epidemiologia; Saúde Pública.

ABSTRACT 

Heart failure remains one of the leading causes of cardiovascular mortality in Brazil,  with particularly critical impacts in the Northeast region, where disparities in access to  early diagnosis, effective therapies, and specialized follow-up persist. This study  aimed to examine mortality patterns related to heart failure from 2021 to 2024 in the  Northeast, with a specific focus on the state of Paraíba, considering sociodemographic  variables such as sex, age, and race/color. The analysis was based on secondary  data from DATASUS, treated using consistent methodological criteria. The findings  revealed a high concentration of deaths in the states of Bahia and Pernambuco, as  well as a continuous upward trend throughout the study period. Mortality was most  significant among individuals over 70 years of age and among women, reflecting the  impact of population aging and the clinical characteristics of heart failure across  different biological profiles. Regarding race, most deaths were recorded among mixed race and white individuals, although the high proportion of entries without racial  information limited more detailed interpretations. Paraíba, while having a lower  absolute number of deaths, showed proportional rates similar to the regional average.  These findings highlight the urgent need for structured measures to expand access to  ongoing cardiological care, strengthen primary health care, and ensure the equitable  application of evidence-based treatment guidelines throughout the region. 

Keywords: Heart Failure; Morbidity; Epidemiology; Public Health Surveillance. 

1. INTRODUÇÃO

A insuficiência cardíaca (IC) constitui uma síndrome clínica complexa,  caracterizada pela incapacidade do coração de manter débito suficiente para suprir  as demandas metabólicas dos tecidos. Representa uma das principais causas de  hospitalização e mortalidade cardiovascular no mundo, especialmente entre idosos e  pacientes com comorbidades associadas (Zamorano & González-Leal, 2024). No  Brasil, a IC configura-se como um importante problema de saúde pública, gerando  elevado número de internações, custos hospitalares crescentes e impactos  significativos na qualidade de vida dos pacientes. 

A fisiopatologia da IC abrange desde a disfunção sistólica e/ou diastólica até a  ativação neuro-hormonal e acúmulo de volume intravascular, resultando em sintomas  como dispneia, fadiga e edema periférico. O tratamento da IC tem evoluído  significativamente nos últimos anos, com destaque para o estabelecimento dos  “quatro pilares” terapêuticos: inibidores do sistema renina-angiotensina (IECA/ARA II/ARNI), betabloqueadores, antagonistas dos receptores mineralocorticoides e  inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 (iSGLT2). A introdução precoce e  simultânea dessas terapias tem se mostrado fundamental na redução da mortalidade  e das reinternações por IC (Pérez-Belmonte et al., 2023; Ferreira et al., 2023). 

Além disso, estratégias diagnósticas mais refinadas têm sido incorporadas à  prática clínica, com o uso de ecocardiografia avançada, biomarcadores como o NT proBNP e ferramentas para avaliação da congestão hemodinâmica, que desempenha  papel central na descompensação da IC. A avaliação e o controle rigoroso da  congestão são hoje considerados pontos-chave no manejo da síndrome, visto que a  presença persistente de sobrecarga volêmica está associada a piores desfechos  clínicos (Molina et al., 2021). 

Do ponto de vista terapêutico, as evidências atuais indicam que a  implementação rápida e ordenada dos pilares do tratamento farmacológico pode ser  realizada em um intervalo de 4 a 6 semanas, mesmo em pacientes recém hospitalizados, promovendo otimização precoce e mais efetiva da função cardíaca  (Ferreira et al., 2023). Além disso, os inibidores de SGLT2 têm demonstrado  benefícios mesmo em pacientes com fração de ejeção preservada, expandindo o  espectro de indicação da terapia e reduzindo as taxas de eventos adversos em  diversos subgrupos clínicos (Martínez-Sellés et al., 2023). 

No Brasil, a distribuição desigual de recursos entre as regiões reforça a  necessidade de dados regionais específicos. A Região Nordeste, marcada por desigualdades socioeconômicas e limitações de acesso a tecnologias de saúde,  carece de investigações aprofundadas sobre o perfil clínico-epidemiológico dos  pacientes com IC. Assim, este estudo propõe-se a analisar a incidência, as  características sociodemográficas e os desfechos clínicos da insuficiência cardíaca  na Região Nordeste do Brasil no período de 2021 a 2024, com atenção especial a  variáveis como idade, sexo, raça/cor, mortalidade e reinternações hospitalares. Tal  análise visa subsidiar políticas públicas mais eficazes, além de promover maior  equidade no cuidado cardiovascular. 

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

2.1 Definição e classificação da insuficiência cardíaca: 

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica complexa caracterizada pela  incapacidade do coração de manter débito cardíaco adequado às necessidades  metabólicas do organismo, sendo resultado final comum de diversas doenças  cardiovasculares (Zamorano & González-Leal, 2024). Classifica-se principalmente  com base na fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) em três categorias: IC  com fração de ejeção reduzida (ICFER), IC com fração de ejeção preservada (ICFEP)  e IC com fração de ejeção levemente reduzida (ICFElr) (Ferreira et al., 2023). Essa  estratificação permite direcionar abordagens terapêuticas específicas e  monitoramento adequado dos pacientes. 

2.2 Fatores de risco e progressão da doença: 

Os principais fatores de risco associados à IC incluem hipertensão arterial sistêmica,  doença arterial coronariana, infarto agudo do miocárdio, diabetes mellitus, obesidade,  tabagismo, e idade avançada (Martínez-Sellés et al., 2023). A progressão da  síndrome está relacionada à ativação neuro-hormonal compensatória, como o  sistema renina-angiotensina-aldosterona e o sistema nervoso simpático, que, a longo  prazo, contribuem para remodelamento cardíaco e piora clínica. A presença de  congestão persistente também se destaca como marcador prognóstico negativo,  sendo alvo terapêutico relevante (Molina et al., 2021). 

2.3 Diagnóstico e avaliação da congestão:

O diagnóstico da IC envolve a combinação de achados clínicos (dispneia, fadiga,  edema), exames laboratoriais e métodos de imagem, como a ecocardiografia para  estimativa da FEVE. Biomarcadores como NT-proBNP e BNP são amplamente  utilizados para confirmação diagnóstica e estratificação de risco (Ferreira et al., 2023).  A quantificação da congestão, considerada central na abordagem clínica, pode ser  realizada por meio da avaliação de pressão venosa jugular, peso corporal, exames  de imagem e bioimpedância elétrica, sendo essencial para orientar decisões  terapêuticas e prevenir descompensações (Molina et al., 2021). 

2.4 Tratamento farmacológico e otimização terapêutica: 

O tratamento da IC passou por grandes avanços com a introdução do que se  convencionou chamar de “quatro pilares terapêuticos”: inibidores da enzima  conversora da angiotensina (IECA) ou bloqueadores do receptor de angiotensina  (BRA) ou ARNIs, betabloqueadores, antagonistas dos receptores mineralocorticoides  (ARM), e inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 (iSGLT2) (Pérez-Belmonte  et al., 2023). A introdução precoce e simultânea desses fármacos, conforme  evidenciado em estudos recentes, reduz mortalidade e reinternações, promovendo  melhora funcional mesmo em pacientes com IC recém-diagnosticada (Martínez Sellés et al., 2023). A titulação ideal das doses pode ser alcançada em até seis  semanas, mesmo após hospitalizações por descompensação (Ferreira et al., 2023). 

2.5 Diretrizes clínicas e novos paradigmas terapêuticos 

As diretrizes internacionais mais recentes priorizam a implementação precoce dos  quatro pilares terapêuticos, independentemente da estabilidade clínica inicial, como  forma de reduzir eventos adversos e acelerar a recuperação funcional (Martínez Sellés et al., 2023). Além disso, o uso de estratégias personalizadas, com base na  fenotipagem do paciente e resposta clínica, tem ganhado destaque. A prática  baseada em evidências, aliada à atuação de equipes multiprofissionais e ao  seguimento ambulatorial estruturado, é considerada fundamental para o controle da  doença e a melhoria dos desfechos clínicos (Zamorano & González-Leal, 2024). 

3. METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se como uma análise descritiva e retrospectiva, cujo  objetivo foi examinar o perfil da mortalidade por Insuficiência Cardíaca na Região  Nordeste do Brasil no período de 2021 a 2024. Os dados foram obtidos a partir do  banco de informações do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde  (DATASUS), por meio do sistema TabNet. 

Para assegurar a qualidade e a confiabilidade dos dados analisados, registros  incompletos foram excluídos. A extração das informações foi realizada utilizando o  software Tabwin, com posterior conversão para formatos compatíveis com o Microsoft  Excel, permitindo um tratamento estatístico mais refinado e uma análise detalhada  dos indicadores. 

Por se tratar de um estudo baseado em dados secundários de domínio público,  disponibilizados de forma agregada por estados e municípios, sem identificação  individual dos pacientes, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética  em Pesquisa. O estudo está em conformidade com a Resolução nº 466, de 12 de  dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Saúde (CNS, 2012), garantindo o  respeito aos princípios éticos e a inexistência de riscos para os indivíduos. 

As variáveis analisadas incluíram gênero, faixa etária, raça, número anual de  óbitos e taxa de mortalidade, permitindo uma visão abrangente do impacto dessas  doenças na população nordestina.  

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 

Os dados evidenciam uma variação expressiva na taxa de mortalidade por  insuficiência cardíaca (IC) entre os estados da Região Nordeste no período de 2021  a 2024 (Figura 1). Estados como Pernambuco e Piauí apresentaram as maiores  taxas, possivelmente devido a barreiras no acesso a centros especializados, atraso  na otimização terapêutica e subutilização dos quatro pilares do tratamento  farmacológico (Zamorano & González-Leal, 2024; Ferreira et al., 2023). A Paraíba,  analisada de forma individualizada, demonstrou uma taxa relativamente mais estável,  embora ainda relevante, sugerindo desafios crônicos na atenção primária e  especializada.

Figura 1: Taxa de mortalidade por IC, registrados na Região Nordeste no período de  2021-2024.

Fonte: DATASUS, 2025.

No recorte por gênero, observa-se uma predominância de óbitos entre  indivíduos do sexo feminino em todos os estados analisados (Figura 2). Esse achado  contrasta parcialmente com a literatura internacional, que costuma apontar maior  prevalência de IC com fração de ejeção reduzida (ICFER) em homens. No entanto, a  maior sobrevida das mulheres e a maior frequência de IC com fração preservada  (ICFEP) em idosas podem explicar essa distribuição (Martínez-Sellés et al., 2023). A  elevada letalidade entre mulheres reforça a importância de protocolos específicos  para esse grupo, com ênfase na abordagem multidimensional da doença.

Figura 2: Número de óbitos por gênero por IC, registrados na Região Nordeste no  período de 2021-2024.

Fonte: DATASUS, 2025.

O número absoluto de óbitos por IC aumentou progressivamente ao longo do  período estudado, especialmente entre 2022 e 2023 (Figura 3). Esse crescimento  pode estar relacionado à transição demográfica, ao aumento da detecção e à possível  falha na adesão ou na implementação precoce da terapêutica baseada em evidências  (Pérez-Belmonte et al., 2023). Além disso, as internações frequentes por IC  descompensada contribuem para o agravamento clínico, especialmente em regiões  com menor infraestrutura hospitalar.

Figura 3: Número de óbitos por IC, registrados na Região Nordeste no período de  2021-2024.

Fonte: DATASUS, 2025.

Em relação à faixa etária, os dados mostram que a mortalidade é mais  significativa entre indivíduos com 70 anos ou mais (Figura 4), refletindo a natureza  degenerativa da síndrome. Isso está em consonância com os achados de Molina et  al. (2021), que destacam a sobrecarga volêmica crônica e a presença de múltiplas  comorbidades nessa faixa como fatores determinantes para desfechos desfavoráveis.  Ainda assim, é notável a presença de óbitos entre pacientes com idade inferior a 60  anos, o que sugere necessidade de diagnóstico mais precoce e controle rigoroso de  fatores de risco.

Figura 4: Número de internações por faixa etária em adultos por IC, registrados na  Região Nordeste no período de 2021-2024.

Fonte: DATASUS, 2025.

A análise por raça/cor revela que a maior parte dos óbitos foi registrada entre  pardos, seguidos por brancos e pretos (Figura 5), perfil que acompanha a distribuição  étnica predominante no Nordeste. No entanto, a elevada proporção de registros sem  informação compromete a análise mais aprofundada, evidenciando fragilidades nos  sistemas de notificação (Ferreira et al., 2023). Disparidades no acesso a terapias  avançadas e acompanhamento ambulatorial de qualidade podem agravar os  desfechos entre grupos raciais vulneráveis.

Figura 5: Número de internações por IC dividido por raça em adultos, no Nordeste,  no período de 2021-2024.

Fonte: DATASUS, 2025.

Ao comparar os dados da Paraíba com os demais estados, nota-se que,  embora o número absoluto de óbitos seja menor, proporcionalmente à sua população,  os indicadores permanecem elevados. Isso reforça a necessidade de fortalecer  políticas públicas estaduais voltadas à detecção precoce, controle rigoroso da  congestão e acesso ampliado aos pilares terapêuticos (Zamorano & González-Leal,  2024; Molina et al., 2021). A implementação de linhas de cuidado regionais pode ser  decisiva para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com  IC no Nordeste brasileiro. 

5. CONCLUSÃO 

A análise da mortalidade por insuficiência cardíaca (IC) na Região Nordeste  entre 2021 e 2024 evidencia sua elevada carga sobre o sistema de saúde, com  variações expressivas entre os estados e desigualdades marcantes entre os grupos  populacionais. Estados como Pernambuco e Piauí apresentaram as maiores taxas de  mortalidade, o que sugere fragilidades no acesso a diagnóstico precoce, acompanhamento ambulatorial especializado e terapias farmacológicas baseadas em  evidências (Zamorano & González-Leal, 2024; Ferreira et al., 2023). A predominância de óbitos em idosos e a maior incidência entre mulheres apontam para o impacto do envelhecimento populacional e das particularidades  fisiopatológicas femininas, especialmente em contextos de IC com fração de ejeção  preservada (Martínez-Sellés et al., 2023). A presença persistente de congestão e a  descompensação clínica recorrente, quando não monitoradas adequadamente,  agravam ainda mais o prognóstico, sobretudo nas faixas etárias mais elevadas  (Molina et al., 2021). 

A maior concentração de óbitos entre pardos e brancos, acompanhada por  uma proporção expressiva de registros sem informação racial, evidencia limitações  nos sistemas de vigilância epidemiológica, dificultando análises mais refinadas e  intervenções baseadas em equidade (Pérez-Belmonte et al., 2023; Ferreira et al.,  2023). No caso da Paraíba, a estabilidade relativa dos indicadores ao longo dos anos,  embora ainda com valores significativos, reforça a influência de fatores estruturais e  regionais na evolução clínica dos pacientes. 

Diante desse cenário, torna-se imprescindível o fortalecimento de estratégias  integradas de prevenção primária e secundária, otimização da terapêutica  tripla/quádrupla de base e monitoramento da congestão com ferramentas clínicas e  laboratoriais eficazes (Molina et al., 2021; Zamorano & González-Leal, 2024). A  adoção plena das diretrizes contemporâneas de manejo da IC, com foco na  personalização do cuidado e no acesso universal, é essencial para reduzir a  mortalidade e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. 

Os resultados aqui apresentados fornecem subsídios concretos para a  formulação de políticas públicas regionais, com foco na equidade, integralidade e  resolutividade do cuidado à insuficiência cardíaca no âmbito do Sistema Único de  Saúde (SUS). 

6. REFERÊNCIAS 

1. CNS, Conselho Nacional de Saúde. Resolução n° 466 de 12 de dezembro de  2012. Regulamenta a Resolução nº 196/96 acerca das Diretrizes e Normas  Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos. Brasília (DF):  Ministério da Saúde, 2012. Disponível em:  http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf.

2. DATASUS. Departamento de Informática do SUS. Banco de dados sobre  internações hospitalares por queimaduras no Brasil. Brasília, DF:  Ministério da Saúde, 2024. Disponível em: http://www.datasus.gov.br.  

3. FERREIRA, João Pedro et al. Advances in the management of heart failure in  2023. International Journal of Cardiology, v. 392, p. 143-153, 2024.  Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC11381943/. 

4. MARTÍNEZ-SELLÉS, Manuel et al. Optimisation of treatments for heart failure  with reduced ejection fraction: when, how and by whom? Revista Española de  Cardiología, v. 76, n. 8, p. 623–631, 2023. Disponível em:  https://www.revespcardiol.org/en-optimisation-of-treatments-for-heart-faiarticulo-S1885585723000737. 

5. MOLINA, Ángel Manuel et al. Cuantificación y tratamiento de la congestión en  la insuficiencia cardíaca. Nefrología, Madrid, v. 41, n. 6, p. 634–645, 2021.  Disponível em: https://www.revistanefrologia.com/es-linkresolver cuantificacion-tratamiento-congestion-insuficiencia-cardiacaS0211699521001144. 

6. PÉREZ-BELMONTE, Luis M. et al. Enfoque terapéutico moderno en la  insuficiencia cardíaca. Archivos de Cardiología de México, 2023. Disponível  em: https://www.archivoscardiologia.com/frame_esp.php?id=711. 

7. ZAMORANO, José Luis; GONZÁLEZ-LEAL, Rosa. Avances en insuficiencia  cardíaca. Medicina Clínica, Barcelona, 2024. Disponível em:  https://www.elsevier.es/es-revista-medicina-clinica-2-linkresolver-avances insuficiencia-cardiaca-S0025775324000708.


1Discente do curso de Medicina da Universidade Federal de Campina Grande – Campina Grande, PB.

2Discente do Curso de Medicina. Centro Universitário Facisa – Campina Grande, PB.

3Discente do curso de Medicina da Faculdade Nova Esperança de João Pessoa – João Pessoa, PB.

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