REGISTRO DOI:
Ingrid Matos Bezerra
Orientador: Dr Carlos Eduardo Alencar Almeida
RESUMO
Introdução: As úlceras gástricas (UG) são lesões na mucosa gástrica que resultam de um desequilíbrio entre fatores agressivos, como o ácido clorídrico e o Helicobacter pylori, e fatores protetores. Apesar da redução na mortalidade global por UG, complicações como hemorragias e perfurações ainda geram desfechos desfavoráveis, especialmente em populações vulneráveis. Objetivo: Descrever o perfil e taxa de mortalidade por úlceras gástricas no Ceará nos últimos cinco anos (2019 a 2023) Método: Este estudo descritivo e retrospectivo, com abordagem quantitativa, analisou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS) para descrever o perfil e a taxa de mortalidade por UG no estado do Ceará entre 2019 e 2023. Foram avaliadas variáveis como faixa etária, sexo, cor/raça, estado civil e distribuição geográfica, com dados organizados em tabelas e gráficos no software Excel. Resultados: Observou-se 548 óbitos por UG no período, com predominância entre idosos acima de 80 anos (29,6%), indivíduos pardos (60,8%) e residentes na Macrorregião de Fortaleza (47,5%). A mortalidade apresentou uma leve tendência de aumento, com picos em 2022 (104 óbitos). A distribuição por estado civil mostrou maior prevalência entre casados (32,8%) e solteiros (28,3%). A análise revelou disparidades regionais, com aumento progressivo de óbitos em áreas rurais, como no Litoral Leste/Jaguaribe. Conclusão: As UG continuam a representar um problema de saúde pública no Ceará, destacando a vulnerabilidade de populações idosas e de baixo nível socioeconômico. Os achados reforçam a
necessidade de políticas públicas voltadas à erradicação do H. pylori, uso racional de anti-inflamatórios e ampliação do acesso a diagnósticos precoces e tratamentos especializados. Além disso, os resultados apontam para a importância de estratégias direcionadas ao manejo das UG em populações vulneráveis e à redução das desigualdades no acesso à saúde. Descritores: Úlcera Gástrica; Mortalidade; Epidemiologia; Fatores de Risco
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
As úlceras gástricas (UG) constituem uma lesão na mucosa do estômago que se estende além da camada muscular da mucosa, resultando de um desequilíbrio entre fatores agressivos e protetores no ambiente gástrico (SANCHES; PUGAS, 2020). Esses fatores incluem ácido clorídrico, pepsina e a presença de agentes como o Helicobacter pylori (H. pylori), além de uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Embora a incidência de UG tenha diminuído em países desenvolvidos devido à ampla disponibilidade de terapias de erradicação do H. pylori, essa condição ainda representa um importante problema de saúde pública em contextos globais (MASCARIN et al., 2024).
A mortalidade associada às UG também diminuiu globalmente, embora as complicações, como hemorragias e perfurações, ainda sejam responsáveis por um número significativo de óbitos. Em países de baixa renda, o acesso limitado a diagnósticos precoces e tratamentos efetivos contribui para desfechos desfavoráveis (COELHO et al., 2024).
No Brasil, as UG continuam sendo um desafio, especialmente em populações vulneráveis. A infecção por H. pylori apresenta alta prevalência, estimada em 60-80% da população adulta em algumas regiões, especialmente entre indivíduos de baixo nível socioeconômico (BEZERRA et al., 2024).
Os óbitos por UG no Brasil, embora menos frequentes que em décadas passadas, ainda ocorrem em números significativos, particularmente em idosos e indivíduos com comorbidades como diabetes mellitus. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) apontam que as complicações, como hemorragias digestivas, são as principais causas de morte associadas à condição (COELHO et al., 2024).
A principal etiologia das UG envolve a infecção pelo H. pylori, uma bactéria gram-negativa que coloniza o epitélio gástrico e induz uma inflamação crônica, com consequente disfunção das barreiras protetoras da mucosa. Além disso, o uso de AINEs é um fator relevante, uma vez que esses medicamentos inibem a síntese de prostaglandinas, reduzindo a produção de muco e bicarbonato, essenciais para a proteção gástrica. Outros fatores de risco incluem o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e algumas comorbidades (COSTA et al., 2024).
Sua manifestação frequentemente está associada a dor epigástrica, que pode ter relação ou não à ingestão de alimentos. Outros sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de peso e anorexia. Complicações mais graves, como hemorragia digestiva alta, perfuração e obstrução gástrica, também podem ocorrer e representam emergências médicas (OMIWADE; PREVALLET, 2024). O diagnóstico é confirmado por endoscopia digestiva alta, que permite a visualização direta da úlcera e a coleta de biópsias para pesquisa de malignidade e detecção de H. pylori (MUÑOZ-PRIETO et al., 2024).
Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento, UG continuam a ser uma importante causa de morbidade e mortalidade, especialmente devido às complicações, como hemorragias e perfurações. No contexto do Ceará, um estado caracterizado por desigualdades socioeconômicas e disparidades no acesso a serviços de saúde, a análise desse perfil é essencial para compreender como fatores como idade, sexo e condições de vida impactam a evolução da doença e seus desfechos.
Além disso, a identificação de padrões temporais e geográficos na mortalidade por UG pode subsidiar intervenções direcionadas e estratégias de prevenção mais eficazes. Dados específicos sobre o Ceará também são fundamentais para orientar políticas públicas regionais, promovendo equidade no cuidado e alocação de recursos.
- OBJETIVO
Descrever o perfil e taxa de mortalidade por úlceras gástricas no Ceará nos últimos cinco anos (2019 a 2023)
- METODOLOGIA
- Tipo de Estudo
Este estudo é descritivo e retrospectivo, com abordagem quantitativa, e visa descrever o perfil e a taxa de mortalidade por UG no estado do Ceará de 2019 a 2023, utilizando dados secundários.
Estudos retrospectivos analisam dados previamente coletados, permitindo identificar padrões e características sem que o pesquisador interfira na coleta de informações. A abordagem descritiva tem como foco principal caracterizar o fenômeno estudado sem manipular variáveis ou buscar relações causais, oferecendo um panorama detalhado sobre o perfil e a mortalidade por UG ao longo do período analisado. O uso de dados secundários implica que as informações foram inicialmente coletadas para outros fins e são agora reaproveitadas para responder às perguntas desta pesquisa, sendo uma metodologia eficiente e sustentável, especialmente quando uma nova coleta de dados é inviável (SOARES et al., 2018).
Com a abordagem quantitativa, a análise será realizada de forma numérica, aplicando estatísticas para quantificar e identificar tendências, ajudando a compreender objetivamente o perfil e a evolução das taxas de mortalidade (Soares et al., 2018).
- Local e População
Os dados utilizados referem-se ao estado do Ceará, considerando indivíduos que faleceram por complicações de UG entre os anos de 2019 e 2023.
- Variáveis
O período temporal considerado foi de 2019 a 2023. A localização geográfica analisada foi o estado do Ceará. A variável preditora refere-se a diagnósticos de úlcera gástrica, e o desfecho é a ocorrência de óbito.
3.4 Critérios de Inclusão e Exclusão
Critérios de inclusão: óbitos ocorridos no Ceará entre 2019 e 2023 cuja causa principal foi úlcera gástrica. Critérios de exclusão: indivíduos residentes no Ceará que faleceram fora do estado e casos sem registro no DATASUS relacionados a UG.
3.5 Coleta de Dados
A coleta de dados considerou aspectos como idade, sexo e faixa etária dos indivíduos, além das classificações de UG conforme o CID-10. Dois pesquisadores realizaram a coleta de forma independente no site DATASUS (), extraindo as informações para planilhas Excel. Posteriormente, a consistência dos dados foi verificada para garantir a precisão na análise e interpretação dos resultados.
3.6 Análise de Dados
Os dados foram organizados e analisados no software Excel (versão 2013) com abordagem quantitativa, sendo apresentados por meio de gráficos e tabelas para ilustrar a evolução da mortalidade e as características demográficas no período em estudo.
3.7 Aspectos Éticos
Como esta pesquisa utiliza dados secundários e de acesso público, não é necessária a aprovação de um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). Ressalta-se que os dados foram extraídos de fontes públicas, sem envolvimento direto com participantes, apresentando risco mínimo.
4. RESULTADOS
A Tabela abaixo (Tabela 1) apresenta variação entro o perfil dos óbitos por UG no Ceará, totalizando 548 registros. Em relação à faixa etária, observa-se maior concentração de óbitos entre idosos de 80 anos ou mais (162 casos, 29,6% do total), seguidos pelas faixas de 70 a 79 anos (113 casos, 20,6%) e 60 a 69 anos (86 casos, 15,7%). As faixas etárias mais jovens apresentaram números consideravelmente menores, com destaque para menores de 19 anos (7 casos, 1,3%) e 20 a 29 anos (7 casos, 1,3%).
Tabela 1. Perfil de óbitos por UG no Ceará nos últimos cinco anos (2019 a 2023), Ceará, Brasil.
Fonte: DATASUS
Quanto à variável cor/raça, indivíduos declarados pardos representaram a maioria dos óbitos (333 casos, 60,8%), seguidos por brancos (123 casos, 22,4%) e pretos (25 casos, 4,6%). Apenas um caso foi registrado entre indígenas.
No que diz respeito ao estado civil, os casados corresponderam à maior proporção de óbitos (180 casos, 32,8%), seguidos pelos solteiros (155 casos, 28,3%) e viúvos (107 casos, 19,5%). Pessoas separadas judicialmente e aquelas que declararam outro estado civil apresentaram números inferiores, com 23 (4,2%) e 17 casos (3,1%), respectivamente.
A Tabela 2 apresenta que o total acumulado no período foi de 482 óbitos, com variações anuais e
diferenças entre as macrorregiões. A Macrorregião de Fortaleza apresentou o maior número de óbitos em todos os anos, totalizando 229 casos (47,5% do total), com um padrão relativamente estável, variando de 35 óbitos em 2021 a 54 em 2019. Sobral foi a segunda macrorregião com maior incidência, somando 109 óbitos (22,6%) e exibindo oscilações anuais, com picos em 2020 e 2023 (26 e 24 óbitos, respectivamente).
Tabela 2. Perfil de óbitos por UG no Ceará nos últimos cinco anos (2019 a 2023), Ceará, Brasil.
Fonte: DATASUS
A Macrorregião do Cariri acumulou 78 óbitos (16,2%), com destaque para os anos de 2021 e 2022, quando registrou 20 e 19 óbitos, respectivamente. No Litoral Leste/Jaguaribe, foram registrados 37 óbitos (7,7%), com aumento progressivo ao longo dos anos, alcançando o maior número em 2023 (12 casos). Já a Macrorregião do Sertão Central contabilizou o menor total, com 29 óbitos (6,0%), destacando-se os anos de 2020 e 2022, ambos com 8 óbitos registrados.
Gráfico 01. Distribuição em cinco anos de óbitos por UG no Ceará, Ceará, Brasil.
Fonte: DATASUS
No total, os óbitos por UG apresentam uma leve tendência de aumento, com algumas variações anuais. Em 2019, foram registrados 91 óbitos, seguidos por 92 em 2020 e 93 em 2021, indicando um crescimento contínuo, embora discreto, nesses três primeiros anos. O ano de 2022 apresentou o maior número de óbitos do período, com 104 casos, marcando um aumento mais expressivo. Em 2023, houve uma leve redução em relação ao ano anterior, com 102 óbitos registrados.
5. DISCUSSÃO
Esta pesquisa evidencia importantes tendências epidemiológicas, que dialogam com achados de outras regiões e estudos. A concentração de óbitos entre indivíduos mais velhos, particularmente os com 80 anos ou mais (29,6% do total), está em linha com pesquisas que apontam o envelhecimento como um fator de risco para complicações graves de UG, devido ao maior uso de medicamentos como AINEs e à presença de comorbidades, como diabetes e hipertensão arterial, que comprometem a capacidade de cicatrização da mucosa gástrica (DUTRA et al., 2023).
Estudos realizados no Brasil indicam que populações negras e pardas estão mais expostas a fatores de risco associados a UG, como a infecção por H. pylori, uso inadequado de AINEs e menor acesso a tratamentos especializados (COELHO et al., 2024). Além disso, a maior concentração de óbitos em Fortaleza, principal centro urbano e de saúde do estado, pode estar associada à maior densidade populacional e ao encaminhamento de casos graves de regiões interioranas, que enfrentam limitações nos cuidados de alta complexidade.
Outro achado relevante foi o aumento progressivo de óbitos no Litoral Leste/Jaguaribe, que passou de 2 casos em 2019 para 12 em 2023. Este dado sugere uma possível piora no acesso a cuidados preventivos e terapêuticos ou um crescimento na prevalência de fatores predisponentes, como tabagismo e consumo de álcool, em áreas rurais e semiurbanas. Estudos de Coelho et al. (2024) indicam que áreas com menor infraestrutura de saúde são mais vulneráveis a complicações graves de UG, como hemorragias e perfurações, devido ao diagnóstico tardio e à indisponibilidade de procedimentos terapêuticos.
Apesar de uma ligeira redução nos óbitos em 2023 em relação a 2022, o período analisado apresentou uma tendência geral de aumento nos óbitos, em especial durante a pandemia de COVID-19 (2020-2021). Essa tendência pode ser atribuída as desigualdades regionais como falta de acesso a um exame de alta complexidade que resulta na postergação de diagnósticos e tratamentos eletivos, um fenômeno amplamente relatado em outras condições gastrointestinais durante a pandemia (COSTA et al., 2024).
Adicionalmente, a distribuição de óbitos por estado civil, com maior prevalência entre casados (32,8%) e solteiros (28,3%), pode ser interpretada em conjunto com fatores socioeconômicos e de suporte social, influenciando o manejo e a evolução das UG. Dados de estudos regionais mostram que o apoio familiar, a escolaridade e a renda impactam significativamente os desfechos de saúde relacionados a doenças crônicas (Oliveira et al., 2020).
Em termos de políticas públicas, os resultados deste estudo reforçam a necessidade de estratégias específicas para controle das UG no Ceará, incluindo campanhas de erradicação do H.
pylori, treinamento de profissionais para uso criterioso de AINEs e ampliação do acesso à endoscopia digestiva. A concentração de óbitos em faixas etárias mais altas sugere também a importância de intervenções focadas na saúde do idoso, como programas de educação para o autocuidado e melhor acesso a tratamentos profiláticos e de manejo (KAVITT et al., 2019).
A maior proporção de óbitos entre indivíduos declarados pardos reflete as desigualdades socioeconômicas que marcam o estado do Ceará e, em termos mais amplos, o Brasil. A cor/raça parda é frequentemente associada a condições de menor renda e menor acesso a cuidados de saúde de qualidade, o que pode retardar diagnósticos precoces e dificultar o manejo adequado das complicações de UG (COSTA et al., 2024). Estudos semelhantes realizados em outros estados brasileiros também identificaram uma associação entre cor/raça e desfechos desfavoráveis em diversas condições de saúde, incluindo doenças gastrointestinais (COELHO et al., 2024).
Os dados regionais demonstraram que a Macrorregião de Fortaleza concentrou quase metade dos óbitos registrados, corroborando estudos que apontam para a concentração de serviços especializados em saúde nas capitais e regiões metropolitanas. No entanto, a mortalidade em Sobral e Cariri ressalta a importância de fortalecer os sistemas de saúde nas regiões interioranas, que, frequentemente, enfrentam desafios relacionados à insuficiência de infraestrutura e à escassez de profissionais qualificados para realizar diagnósticos e intervenções precoces (CHIYONAGA et al., 2025). A progressão do número de óbitos no Litoral Leste/Jaguaribe sugere a necessidade de investigações mais detalhadas sobre os determinantes específicos dessa macrorregião, como características populacionais e acesso a serviços de saúde.
Os achados deste estudo corroboram pesquisas globais que apontam para a necessidade de estratégias de prevenção primária e secundária mais robustas, especialmente em populações vulneráveis. A erradicação do Helicobacter pylori, por exemplo, permanece subótima no Brasil, apesar de sua eficácia comprovada na redução da incidência de UG e de suas complicações.
6. CONCLUSÃO
Esse estudo destaca a importância de compreender os contextos locais, como as desigualdades regionais e os perfis demográficos, para embasar políticas públicas efetivas e equitativas. A análise dos padrões temporais e espaciais no Ceará fornece um modelo que pode ser replicado em outras regiões do Brasil, contribuindo para a formulação de estratégias de saúde pública que reduzam a mortalidade e as complicações associadas às UG.
Além disso, ser revisado o fluxo já que parte das demandas são descentralizadas da capital do estado e essas ações de complexidade são direcionadas para o Hospital Regional Do Cariri porém não são suficientes considerando as limitações como dimensões da quantidade de município e distência dos mesmos, por exemplo.
Portanto, este estudo contribui para o panorama epidemiológico das UG no Brasil, destacando as especificidades regionais e reforçando a relevância de ações de saúde pública que considerem os determinantes sociais e as desigualdades estruturais no acesso ao cuidado.
REFERÊNCIAS
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