OS EFEITOS DA FISIOTERAPIA EM CRIANÇAS COM SÍNDROME  DO PÉ TORTO CONGÊNITO COM ÊNFASE NO MÉTODO PONSETI:  REVISÃO DE LITERATURA 

THE EFFECTS OF PHYSIOTHERAPY ON CHILDREN WITH CONGENITAL  CLUBFOOT SYNDROME WITH EMPHASIS ON THE PONSETI METHOD:  LITERATURE REVIEW 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511060440


Cleomara Araújo De Carvalho1, Marcidris Emanuelle Leal Aparício1, Marcondes Martins Dos  Santos1, Shelda Leandra Curico Sevalho1, Jéssica Farias Macedo2 


Resumo 

Introdução: O pé torto congênito é uma deformidade comum em neonatos, e o método Ponseti  é amplamente reconhecido como a abordagem padrão para seu tratamento. Este método envolve  manipulações e imobilizações com gessos, visando a correção gradual da deformidade.  Objetivo: Descrever a eficácia dos efeitos da fisioterapia associada ao Método de Ponseti no  tratamento de crianças com pé torto congênito, buscando compreender como essa abordagem  pode contribuir para a correção das deformidades e para o desenvolvimento motor das crianças  afetadas. Materiais e método: Foram revisados estudos que incluíram crianças tratadas com o  método Ponseti, analisando dados clínicos sobre a taxa de correção, recidivas e a eficácia do  tratamento sob a supervisão de fisioterapeutas. Resultados: A taxa de sucesso do tratamento  variou entre 60,6% e 93,5%, com altas taxas de recidiva observadas especialmente em casos não  idiopáticos. A formação adequada dos fisioterapeutas foi identificada como crucial para a  eficácia do método. Conclusão: O método Ponseti é eficaz no tratamento do pé torto congênito,  mas a personalização do tratamento e um acompanhamento a longo prazo são essenciais para  otimizar os resultados e minimizar recidivas. 

Palavras-chave: Pé torto congênito. Método Ponseti. Fisioterapia. Recidivas. Tratamento. 

Abstract 

Introduction: Clubfoot is a common deformity in neonates, and the Ponseti method is widely  recognized as the standard approach for its treatment. This method involves manipulations and  immobilization with casts, aiming for gradual correction of the deformity. Objective: To  describe the effectiveness of the effects of physiotherapy associated with the Ponseti Method in  the treatment of children with congenital clubfoot, seeking to understand how this approach can  contribute to the correction of deformities and the motor development of affected children.  Materials and methods: Studies involving children treated with the Ponseti method were  reviewed, analyzing clinical data on correction rates, recurrence rates, and treatment efficacy  under the supervision of physical therapists. Results: The treatment success rate ranged from  60.6% to 93.5%, with high recurrence rates observed, especially in non-idiopathic cases.  Adequate training of physical therapists was identified as crucial to the method’s effectiveness.  Conclusion: The Ponseti method is effective in treating clubfoot, but personalized treatment  and long-term follow-up are essential to optimize results and minimize recurrence. 

Keywords: Clubfoot. Ponseti method. Physical therapy. Recurrence. Treatment. 

1 INTRODUÇÃO 

A Síndrome do Pé Torto Congênito (PTC) é uma deformidade congênita que afeta a  estrutura dos pés de recém-nascidos, caracterizando-se por um alinhamento anômalo que pode  atingir um ou ambos os membros inferiores. Essa condição tem uma incidência aproximada de  1 em cada 1.000 nascimentos e é mais prevalente em meninos, com uma razão de 2:1. Em cerca  de 50% dos casos, observa-se comprometimento bilateral (Ministério da Saúde, 2025). Os pés  afetados apresentam deformidades como a posição equina, que faz com que o pé fique voltado  para baixo, e a adução, onde a parte anterior do pé se inclina para dentro, resultando em uma  aparência torta (ENWELUZO et al., 2024). É comum também que a panturrilha do lado afetado  seja mais fina e que o pé tenha um tamanho ligeiramente menor em comparação ao normal.  Apesar dessas deformidades, a maioria dos bebês não apresenta dor (ENWELUZO et al., 2024;  Ministério da Saúde, 2025). 

O diagnóstico do pé torto congênito pode ser suspeitado durante a gestação por meio  de ultrassonografia e é confirmado após o nascimento através de um exame físico realizado por  um ortopedista especializado, geralmente sem a necessidade de exames complementares  (MARANHO; VOLPON, 2011). A etiologia do pé torto congênito ainda é objeto de estudos,  mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais desempenhem papéis significativos.  Pesquisas continuam a investigar essas causas e a eficácia dos tratamentos, visando otimizar os  resultados a longo prazo para os pacientes afetados (MARANHO E VOLPON, 2011; Ministério  da Saúde, 2025). Segundo Dobbs et al. (2009), apesar de ser uma das anomalias congênitas  mais frequentes nos membros inferiores, compreender suas origens genéticas e fornecer  tratamentos efetivos ainda representa um desafio. O entendimento da etiologia genética do pé  torto é crucial para determinar prognósticos e escolher métodos de tratamento adequados  (SPIEGEL et al., 2009). 

A deformidade do pé torto congênito é geralmente classificada como idiopática, mas  pode estar ligada a condições como mielodisplasia e artrogripose. As causas conhecidas  envolvem distúrbios do sistema nervoso, indicando que o pé torto resulta de falhas na unidade  neuromuscular. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo fatores genéticos e ambientais, como  tabagismo na gestação e complicações da amniocentese. A carga genética pode afetar a  prevalência entre etnias, sendo mais comum em populações do Pacífico. Embora o mecanismo  genético exato não seja totalmente compreendido, há indícios de causalidade complexa e  possivelmente poligênica (MARANHO; VOLPON, 2011).

O tratamento do PTC é fundamental e deve ser iniciado nas primeiras semanas de vida.  O método mais eficaz e amplamente utilizado é o Método de Ponseti, que consiste em  manipulações manuais seguidas da aplicação de gessos. Esse tratamento é realizado  semanalmente, levando em média de 4 a 5 semanas para corrigir a maioria dos casos. Após a  remoção do gesso, pode ser necessária uma pequena cirurgia para corrigir deformidades do  tendão, e o uso de órteses é recomendado até os 4 anos de idade (HALANSKI et al., 2009;  MARANHO; VOLPON, 2011). Estudos demonstram que o Método de Ponseti tem uma taxa  de sucesso superior a 95%, levando a pés funcionais e esteticamente agradáveis, permitindo que  os pacientes levem uma vida ativa e saudável, incluindo a prática de esportes. 

A compreensão da Síndrome do PTC é essencial, principalmente devido à sua alta  prevalência em recém-nascidos e às implicações que pode ter no desenvolvimento motor e na  qualidade de vida das crianças afetadas. O tratamento precoce, especialmente através do Método de Ponseti, é fundamental para corrigir as deformidades e garantir umdesenvolvimento saudável.  Além disso, a análise da eficácia desse método e das variáveis que influenciam os resultados é  crucial para otimizar abordagens clínicas e sociais relacionadas à PTC. A fisioterapia também  desempenha um papel vital no processo de reabilitação, promovendo a manutenção dos ganhos  funcionais e prevenindo recidivas. Portanto, este trabalho busca contribuir para um  entendimento mais profundo da PTC e para a melhoria do manejo dessa condição, impactando  positivamente a vida das crianças e suas famílias. 

Em síntese, compreender a Síndrome de PTC é de suma importância, especialmente  considerando sua alta prevalência em recém-nascidos e as implicações que pode ter no  desenvolvimento motor e na qualidade de vida das crianças afetadas. O objetivo principal deste  trabalho é analisar a eficácia do método de Ponseti no tratamento do PTC, além de investigar  as variáveis que influenciam os resultados e discutir as implicações clínicas e sociais da  condição. Além disso, busca-se destacar o papel da fisioterapia como parte essencial do  processo de reabilitação, atuando na manutenção dos ganhos obtidos com o método, na  prevenção de recidivas e na promoção da funcionalidade motora. 

2 MATERIAIS E MÉTODO 

Este estudo é realizado por meio de uma revisão da literatura, conforme a metodologia  proposta por Ferreira (2021). O principal objetivo dessa abordagem é identificar e analisar a  produção científica disponível em bases de dados eletrônicas, com a finalidade de verificar a  existência de materiais relevantes sobre o tema em questão. 

A busca bibliográfica foi conduzida nas seguintes bases de dados: SciELO (Scientific  Electronic Library Online), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da  Saúde), BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) e PubMed (Public/Publisher MEDLINE). A escolha  dessas bases justifica-se porsua relevância no cenário científico e porsua capacidade de auxiliar  no gerenciamento das informações, abrangendo atividades como a disponibilização, o  armazenamento e a recuperação de dados, conforme descrito por Silva (2023). O período de  análise dos artigos abrange os últimos 15 anos, compreendendo o intervalo de 2009 a 2024,  garantindo a contemporaneidade e a relevância das informações. A coleta de dados nas bases  foi realizada em agosto de 2025. 

Para a seleção dos artigos, foram aplicados critérios rigorosos de inclusão e exclusão.  Foram incluídos estudos produzidos tanto em Língua Portuguesa quanto em inglês que  abordaram especificamente o Método de Ponseti no tratamento do pé torto congênito,  abrangendo estudos clínicos e artigos originais pertinentes ao tema. Excluem-se, por outro lado,  textos que não se enquadram no período temporal estabelecido (2009-2024), aqueles que não  apresentaram relação direta com o Método de Ponseti em pacientes com pé torto congênito,  textos duplicados e estudos que não estão disponíveis em formato completo. 

A estratégia de busca foi fundamentada na utilização das seguintes palavras-chave,  combinadas entre si e aplicadas nos idiomas português e inglês: “Fisioterapia” (Physiotherapy),  “Método de Ponseti” (Ponseti Method) e “Pé torto congênito” (Congenital Clubfoot). Essa  combinação de descritores visa refinar a pesquisa, assegurando que os resultados sejam  direcionados e pertinentes à temática investigada. 

As etapas percorridas durante a revisão da literatura estão esquematizadas em formato  de fluxograma, a fim de ilustrar visualmente o processo de seleção dos estudos. Os resultados  provenientes da busca e seleção dos artigos nas bases de dados estão organizados e apresentados  em formato de tabela, facilitando a análise sistemática e a compreensão dos dados coletados. 

3 RESULTADOS 

A pesquisa revelou um total de 1.571 publicações, distribuídas entre diversas bases de  dados: 852 na PubMed, 51 na SciELO, 100 na LILACS e 568 na BVS. Dentre esses trabalhos,  149 estavam em português e 1.422 em inglês. Após uma análise detalhada, foram estabelecidos  critérios de inclusão que levaram em conta a relevância dos artigos para o tema, a qualidade  metodológica e a atualidade das publicações. Como resultado, apenas 7 estudos (Figura 1) foram considerados aptos para integrar a revisão. Os demais foram excluídos por não atenderem  aos critérios estabelecidos (Quadro 1). 

Esses achados sublinham a importância de uma seleção rigorosa na revisão da literatura,  garantindo que somente os estudos mais relevantes e de alta qualidade sejam incluídos na  análise final. 

Figura 1. Fluxograma de identificação e seleção para pesquisa. 

A síntese dos estudos incluídos nesta pesquisa encontra-se na Tabela 1 

QUADRO 1 – Relação de trabalhos encontrados nos bancos de dados. 

4 DISCUSSÃO 

O método Ponseti tem se consolidado como uma abordagem eficaz e amplamente  adotada no tratamento do pé torto congênito, especialmente em crianças. A análise dos estudos  revisados revela que a taxa de sucesso do método é bastante promissora, o que reforça sua  utilização. Por exemplo, o estudo de Bitew et al. (2022) destaca uma taxa de sucesso de 93,5%  em crianças menores de 2 anos, sublinhando a importância de iniciar o tratamento  precocemente. Essa evidência é corroborada pela literatura que sugere que intervenções  precoces são cruciais para maximizar a correção do pé torto e minimizar complicações futuras.  Por outro lado, um aspecto que merece atenção é a recidiva, que continua sendo um desafio  significativo. 

O estudo de Xia et al. (2020) revelou que, apesar de 60,6% dos pés tratados terem  alcançado correção, a alta taxa de recidiva observada nesse grupo, que incluía crianças com  síndrome da medula presa, aponta para a complexidade do tratamento em casos associados a  condições neurológicas. Isso sugere que a presença de comorbidades pode influenciar  negativamente os resultados do tratamento, tornando necessário um acompanhamento mais  rigoroso e, possivelmente, estratégias terapêuticas adicionais para esses pacientes. 

Pesquisas como a de Abbas et al. (2008), analisaram os resultados iniciais do  tratamento do pé torto congênito idiopático (PTEV) utilizando o método de Ponseti,  comparando-o a outras abordagens. A análise incluiu 100 pacientes com 156 pés tortos, sendo  80 meninos e 20 meninas, com idade média de 4,5 meses. A avaliação foi realizada com a  pontuação de Pirani e registros fotográficos, mostrando uma melhora significativa após o  tratamento, com correção da deformidade em 95% dos casos. Esses resultados sugerem que a  liberação do tecido mole pode não ser necessária na maioria dos casos de PTEV idiopático. 

Além disso, um estudo adicional revelou que cinco pacientes com deformidade bilateral  do pé torto iniciaram o tratamento com uma idade média de 54,8 dias. Todos foram submetidos  à técnica acelerada de Ponseti, e após três semanas com gesso, a mediana da pontuação foi de  0,59, evidenciando a correção efetiva da deformidade. Todos os pacientes utilizaram órteses e  não relataram complicações a curto prazo. A técnica acelerada de Ponseti demonstrou ser segura  e eficaz para a correção inicial de deformidades graves em crianças menores de três meses,  embora mais pesquisas sejam necessárias para um acompanhamento detalhado (AHMAD et  al., 2020). 

No contexto de pés tortos não idiopáticos, Xá et al. (2020) relataram uma taxa de  recidiva de 42,5%, enquanto a taxa de sucesso no grupo idiopático foi de 87,7%. Esses dados  indicam que as características individuais de cada paciente, como a natureza do pé torto, podem  impactar diretamente os resultados do tratamento. Essa diferença destaca a necessidade de  personalização do tratamento, onde abordagens podem ser adaptadas com base nas  particularidades de cada caso. 

A importância do acompanhamento a longo prazo é evidenciada no estudo de Dunkley  et al. (2015), que acompanhou crianças tratadas por fisioterapeutas usando o método Ponseti.  Com um acompanhamento médio de 4,6 anos, o estudo revelou uma taxa de recidiva de 40%  no grupo não idiopático, sugerindo que a vigilância contínua é vital para garantir a eficácia do  tratamento e monitorar eventuais complicações. A elevada taxa de recidiva em casos não  idiopáticos reafirma a necessidade de intervenções mais proativas e um suporte contínuo para  esses pacientes. 

Além disso, o estudo de Sætersdal et al. (2023) comparou o método Ponseti a  tratamentos anteriores e mostrou que as crianças tratadas com o método Ponseti apresentaram  um menor número de cirurgias, melhor função e menor dor relatada. Esses resultados não  apenas destacam a eficácia do método, mas também sugerem que ele pode oferecer uma melhor  qualidade de vida às crianças afetadas. A redução da necessidade de cirurgias subsequentes é  um indicador importante de sucesso, refletindo não apenas a eficácia clínica, mas também a  satisfação dos pacientes e de suas famílias. 

Um aspecto crítico discutido por Fincato et al. (2020) é a aplicabilidade do método  Ponseti por fisioterapeutas. Embora o método tenha se mostrado eficaz, existem desafios na  formação e na implementação das técnicas em diferentes contextos. A capacitação adequada  dos fisioterapeutas é essencial para garantir que o método seja aplicado corretamente,  aumentando assim as chances de sucesso. Isso implica em uma necessidade urgente de programas de formação contínua e intercâmbio de experiências entre profissionais, a fim de  compartilhar melhores práticas e superar barreiras no tratamento. 

Diante do exposto, é evidente que, embora o método Ponseti tenha se estabelecido  como uma estratégia eficaz no tratamento do pé torto congênito, a complexidade associada a  diferentes tipos de pé torto e a presença de comorbidades requerem um enfoque multifacetado.  O acompanhamento rigoroso e a personalização das abordagens terapêuticas são fundamentais  para otimizar os resultados e garantir a melhor qualidade de vida possível para as crianças  afetadas.

5 CONCLUSÃO 

O método Ponseti é uma abordagem comprovadamente eficaz para o tratamento do pé  torto congênito, apresentando taxas de sucesso significativas, especialmente quando aplicado  precocemente. No entanto, a elevada taxa de recidiva, particularmente em casos não idiopáticos,  destaca a necessidade de um acompanhamento rigoroso e de possíveis intervenções adicionais.  A liderança de fisioterapeutas no tratamento é crucial, evidenciando a importância da formação  adequada e do suporte contínuo para garantir a eficácia do método. Futuros estudos são  necessários para explorar mais a fundo as variáveis que impactam o tratamento e para aprimorar  as estratégias de manejo, visando resultados ainda melhores para as crianças afetadas.

REFERÊNCIAS 

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B, Xia et al. Análise da eficácia do método de Ponseti para tratamento do pé torto congênito  secundário em crianças pequenas com síndrome da medula presa. Zhonghua Wai Ke Za Zhi, v. 58, n. 12, p. 942-946, 2020. 

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1 Discente do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário do Norte – UNINORTE;
2 Especialista em Fisioterapia neurofuncional, Docente do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário do Norte  – UNINORTE. Endereço: Av. Joaquim Nabuco, 1365, Centro | Manaus | AM | CEP: 69020-030 | (92) 3212-5000.