REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511121741
Deise Aparecida Santos de Oliveira1
Patrícia Aparecida Santos Braga2
Yasmim de Jesus Souza3
Lucia Helena Ferreira Viana4
Fernanda Carini Silva5
Resumo: Este estudo analisa o papel do enfermeiro na assistência ao recém-nascido com cardiopatia congênita, condição que figura entre as principais causas de morbimortalidade infantil. No Brasil, estima-se que ocorram aproximadamente oito casos a cada mil nascidos vivos, representando cerca de 29 mil novos diagnósticos por ano, dos quais mais de 21 mil necessitam de intervenção cirúrgica precoce, e aproximadamente 6% evoluem para óbito antes do primeiro ano de vida. A etiologia é multifatorial, envolvendo fatores genéticos, ambientais e maternos, que comprometem a função hemodinâmica e a oxigenação do organismo. Nesse contexto, o enfermeiro ocupa posição estratégica, pois é frequentemente o primeiro a identificar alterações clínicas como taquipneia, cianose e dificuldade alimentar. Além disso, é responsável pelo monitoramento contínuo, administração de medicamentos, suporte respiratório, preparo para intervenções cirúrgicas e orientação familiar. A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), regulamentada pela Resolução COFEN nº 358/2009, garante que o cuidado seja estruturado, científico e individualizado. Trata-se de um estudo qualitativo, fundamentado em revisão bibliográfica exploratória e descritiva, realizado em bases como SciELO e BVS, entre 2019 e 2024. Os resultados apontam que, apesar dos desafios estruturais, como sobrecarga de trabalho e escassez de recursos, o acolhimento familiar e a humanização da assistência são fundamentais para adesão ao tratamento e fortalecimento do vínculo entre pais e bebê. Conclui-se que a atuação do enfermeiro é essencial para a integralidade do cuidado, redução da morbimortalidade e melhoria da qualidade de vida dos recém-nascidos cardiopatas.
Palavras-chave: recém-nascido; cardiopatias congênitas; enfermagem neonatal.
Introdução
As cardiopatias congênitas (CCs) representam um conjunto de malformações estruturais do coração e dos grandes vasos, presentes desde o nascimento, que podem comprometer significativamente a função hemodinâmica e a oxigenação sistêmica do recém nascido. Estima-se que, no Brasil, cerca de 8 a cada 1.000 nascidos vivos apresentem algum tipo de CC, totalizando aproximadamente 29 mil novos casos por ano, dos quais mais de 21 mil necessitam de intervenção cirúrgica precoce para garantir a sobrevida, e cerca de 6% evoluem para óbito antes de completar o primeiro ano de vida (Brasil, 2022; Chitolina et al., 2024).
A etiologia dessas malformações é multifatorial, envolvendo predisposição genética, infecções maternas, doenças crônicas como diabetes gestacional e exposição a substâncias teratogênicas durante a gestação ( Partelli et al., 2022; Parada, 2019). Além disso, aproximadamente 25% dos casos estão associados a outras malformações extracardíacas, o que agrava o prognóstico e demanda uma abordagem interdisciplinar e altamente especializada (Linhares et al., 2021).
São classificadas, de modo geral, em dois grandes grupos: cardiopatias acianóticas, que não causam cianose e incluem defeitos como comunicação interatrial (CIA) e interventricular (CIV); e cardiopatias cianóticas, nas quais a mistura do sangue oxigenado com o sangue venoso resulta em hipoxemia significativa, como ocorre na Tetralogia de Fallot e na transposição das grandes artérias (Parada, 2019)
As manifestações clínicas variam conforme o tipo e a gravidade da cardiopatia, podendo incluir taquipneia, cianose, sudorese excessiva, dificuldade na alimentação e atraso no ganho ponderal. A identificação precoce desses sinais é essencial para a implementação de intervenções eficazes, que vão desde suporte ventilatório e administração de medicamentos até procedimentos cirúrgicos complexos (Melo et al., 2021; Silva et al., 2023).
Nesse contexto, o enfermeiro ocupa posição estratégica na linha de frente da assistência neonatal. Sua atuação envolve vigilância clínica, monitoramento hemodinâmico, preparo para procedimentos, administração de terapias e, sobretudo, acolhimento à família. A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), regulamentada pela Resolução Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) nº 358/2009, permite que esse cuidado seja estruturado, individualizado e baseado em evidências científicas, promovendo segurança e integralidade (COFEN, 2009; Souza et al., 2021).
O cuidado humanizado, que inclui escuta ativa, suporte emocional e educação em saúde, é essencial para fortalecer o vínculo entre profissionais, família e paciente, contribuindo para a adesão ao tratamento e para a melhoria dos desfechos clínicos. Em instituições públicas, onde os recursos são muitas vezes limitados, esse cuidado torna-se ainda mais relevante (COREN-SP, 2021; Parada, 2019).
Diante da complexidade clínica e emocional que envolve o recém-nascido cardiopata, este estudo tem como objetivo analisar o papel do enfermeiro na assistência de enfermagem a essa população, com ênfase na detecção precoce dos sinais clínicos, na aplicação da SAE e nas estratégias de humanização que favoreçam a estabilização hemodinâmica e a qualidade de vida do paciente.
Metodologia
Este trabalho configura-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, com abordagem descritiva e exploratória, fundamentada em revisão integrativa da literatura. A escolha por esse método se justifica pela necessidade de compreender, de forma ampla e sensível, a atuação do enfermeiro na assistência ao recém-nascido com cardiopatia congênita, considerando os aspectos clínicos, emocionais e éticos que permeiam esse cuidado.
A revisão integrativa permite reunir e analisar criticamente estudos científicos já publicados, oferecendo uma síntese do conhecimento produzido sobre o tema. Para tanto, foram utilizados como base os dois documentos previamente anexados, que apresentam um levantamento de referências relevantes e atualizadas. A partir dessas fontes, foi possível identificar os principais achados relacionados à assistência de enfermagem, à sistematização do cuidado e às estratégias de humanização voltadas ao recém-nascido cardiopata.
A seleção dos estudos presentes nas referências dos documentos seguiu critérios de inclusão que contemplaram publicações entre os anos de 2019 e 2024, disponíveis em português, com acesso livre e que abordassem diretamente a atuação da enfermagem em contextos neonatais cardiológicos. Foram priorizados artigos indexados em bases como Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), LILACS e periódicos especializados em saúde coletiva, enfermagem e cardiologia pediátrica.
A análise dos dados foi realizada por meio de leitura crítica e interpretativa dos textos, com posterior categorização temática. As categorias emergentes foram: sinais clínicos precoces, intervenções hemodinâmicas, sistematização da assistência de enfermagem (SAE) e práticas humanizadas. Essa organização permitiu a construção de uma narrativa coerente e fundamentada, alinhada aos objetivos do estudo e à realidade da prática profissional.
Resultados e Discussão
A análise dos estudos selecionados revelou que a atuação da enfermagem frente ao recém-nascido com cardiopatia congênita é marcada por desafios clínicos, emocionais e éticos, exigindo preparo técnico, sensibilidade e capacidade de tomada de decisão rápida. Os resultados obtidos a partir da revisão integrativa apontam para quatro eixos principais de atuação: identificação precoce dos sinais clínicos, estabilização hemodinâmica, aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e práticas de humanização.
A identificação precoce dos sinais clínicos é fundamental para o prognóstico do recém-nascido cardiopata. Os estudos analisados destacam sintomas como cianose, taquipneia, dificuldade na sucção, sudorese durante a amamentação e ganho ponderal insuficiente como indicadores de alerta (Partelli et al., 2022; Silva et al., 2023). A sensibilidade do enfermeiro em reconhecer essas manifestações, muitas vezes sutis, pode ser determinante para a intervenção precoce e encaminhamento adequado.
No que se refere à estabilização hemodinâmica, os achados evidenciam que o enfermeiro desempenha papel essencial na monitorização contínua dos sinais vitais, na administração de medicamentos vasoativos e na preparação para procedimentos invasivos, como a intubação ou a cirurgia cardíaca corretiva (Melo et al., 2021; Chitolina et al., 2024). A atuação precisa e segura contribui diretamente para a redução da morbimortalidade neonatal.
A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), conforme preconizada pela Resolução COFEN nº 358/2009, foi apontada como ferramenta indispensável para garantir a qualidade e a individualização do cuidado. A SAE permite que o enfermeiro organize suas ações de forma estruturada, contemplando o histórico, o diagnóstico, o planejamento, a implementação e a avaliação da assistência (Souza et al., 2021). Nos estudos revisados, observou-se que sua aplicação favorece a comunicação entre a equipe multiprofissional e a continuidade do cuidado.
As práticas de humanização emergem como eixo transversal em todos os estudos analisados. O cuidado humanizado envolve escuta ativa, acolhimento da família, respeito às singularidades do paciente e educação em saúde. Em contextos de alta complexidade, como a cardiopatia congênita, essas práticas tornam-se ainda mais relevantes, pois contribuem para a redução do sofrimento, o fortalecimento do vínculo terapêutico e a adesão ao tratamento (COREN-SP, 2021; Parada, 2019).
A articulação entre conhecimento técnico e sensibilidade humana é o que define a excelência na assistência ao recém-nascido cardiopata. Os resultados obtidos reforçam a importância da formação continuada dos profissionais de enfermagem, da valorização da SAE e da incorporação de práticas humanizadas como pilares do cuidado neonatal especializado.
Outro aspecto relevante identificado na literatura refere-se à educação em saúde e ao preparo da família para o cuidado domiciliar do recém-nascido cardiopata. O enfermeiro, ao assumir papel de educador, contribui para a continuidade da assistência e a prevenção de complicações após a alta hospitalar. A orientação deve abranger sinais de alerta, como cianose, dificuldade respiratória, fadiga durante a amamentação e baixa ingestão alimentar, além de cuidados relacionados à higiene, ao controle de temperatura e à administração de medicamentos.
Nesse contexto, o enfermeiro deve atuar de forma a garantir que as orientações sejam aplicadas no cotidiano, fortalecendo o vínculo familiar juntamente ao apoio multiprofissional, potencializando assim, os resultados para que o recém-nascido receba um cuidado integral, contínuo e humanizado.
Triagem Neonatal e o Papel do Enfermeiro no Teste do Coraçãozinho
A triagem neonatal foi consolidada no Sistema Único de Saúde(SUS), a partir da portaria nº2.346/2014, como uma das principais estratégias de saúde pública voltadas à detecção precoce de malformações cardíacas congênitas e doenças metabólicas, sendo crucial para a redução da morbimortalidade infantil. Dentre os exames realizados nessa classificação, o teste do coraçãozinho, também conhecido como oximetria de pulso neonatal, mostrou-se uma ferramenta fundamental para diagnóstico das cardiopatias congênitas.
O teste foi padronizado de forma a ser feito entre as primeiras 24 e 48 horas de vida, preferencialmente antes da alta hospitalar, em recém-nascidos com idade gestacional igual ou superior a 34 semanas e estáveis clinicamente. O procedimento é feito através da aferição da saturação periférica de oxigênio (SpO2) em dois pontos anatômicos: a mão direita e um dos pés. É considerado normal se ambas as medições apresentarem valores iguais ou superiores a 95% e diferença menor que 3% entre os locais. Resultados abaixo desses parâmetros exigem nova aferição após uma hora, e , se persistirem, indicam a necessidade de avaliação médica e realização de ecocardiograma confirmatório(Ministério da Saúde,2022; Linhares et al., 2021).
Neste cenário, o enfermeiro exerce papel central tanto na execução técnica do teste quanto na organização do fluxo de atendimento e comunicação de resultados. Sendo função desse profissional garantir a aplicação correta do protocolo, registrar corretamente os dados no prontuário e orientar pais ou responsáveis sobre a importância do exame e sobre os possíveis encaminhamentos em caso de alterações. A atuação do profissional Enfermeiro vai além da técnica, envolve educação em saúde, acolhimento e sensibilização familiar, aspectos que favorecem a adesão e a continuidade do cuidado(Partelli et al.,2022;Silva et al., 2023).
Novos estudos mostram lacunas na execução do teste do coraçãozinho em alguns serviços de saúde, relacionados principalmente à ausência de padronização, à sobrecarga de trabalho e à insuficiente capacitação profissional. Uma pesquisa realizada por Silva et al. (2024) em um hospital materno-infantil observou que, embora enfermeiros demonstrem domínio teórico sobre o exame, ainda existem falhas no cumprimento integral do protocolo como realização fora do período preconizado e inconsistências nos registros. Esses achados reforçam a necessidade de qualificação contínua e criação de fluxos de triagem que assegurem a confiabilidade dos resultados e a detecção precoce de cardiopatias congênitas críticas.
A literatura traz que o sucesso do teste do coraçãozinho depende não apenas da disponibilidade de equipamentos e protocolos, mas da atuação qualificada e proativa da equipe de enfermagem. O enfermeiro, profissional que está em contato direto e contínuo com o recém-nascido e sua família, tem papel estratégico na vigilância clínica, manejo e integralidade da assistência. Quando o enfermeiro integra a triagem à Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), há melhor organização das informações, fortalecimento do trabalho em equipe e continuidade do cuidado após a alta hospitalar (Souza et al., 2021; Chitolina et al., 2024).
Dessa forma, o teste do coraçãozinho incluído na rotina neonatal não apenas amplia as possibilidades diagnósticas, como também fortalece o protagonismo do enfermeiro no cuidado seguro e humanizado. Sua ação qualificada na triagem neonatal é fundamental para o diagnóstico precoce, redução da mortalidade infantil por cardiopatias e a promoção de um início de vida mais saudável, consolidando o papel da enfermagem como eixo estruturante das políticas públicas voltadas à saúde materno-infantil no Brasil.
Conclusão
A assistência de enfermagem ao recém-nascido com cardiopatia congênita exige mais do que conhecimento técnico: demanda sensibilidade, escuta ativa e compromisso ético com a vida em sua fase mais vulnerável. Ao longo deste trabalho, foi possível compreender que o enfermeiro desempenha papel central na detecção precoce dos sinais clínicos, na estabilização hemodinâmica e na condução de cuidados especializados, pautados pela Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e por práticas humanizadas.
A revisão integrativa permitiu reunir evidências que reforçam a importância da formação continuada, da atuação interdisciplinar e da valorização do cuidado centrado no paciente e na família. Em contextos hospitalares, especialmente em unidades neonatais, o enfermeiro é muitas vezes o primeiro profissional a identificar alterações clínicas sutis, o que pode ser decisivo para o prognóstico do recém-nascido cardiopata.
Além disso, a humanização do cuidado, quando incorporada à rotina assistencial, contribui para a construção de vínculos terapêuticos, para o acolhimento das angústias familiares e para a promoção de um ambiente mais seguro e afetivo. Essa abordagem não apenas melhora os desfechos clínicos, como também fortalece o papel da enfermagem como ciência e como prática transformadora.
Destaca-se a relevância da educação em saúde como extensão do cuidado hospitalar, assegurando que a família participe ativamente do processo terapêutico e desenvolva autonomia no cuidado domiciliar. A capacitação permanente do enfermeiro e a integração das equipes multiprofissionais são estratégias indispensáveis para aprimorar a qualidade assistencial e reduzir complicações em recém-nascidos cardiopatas. Dessa forma, conclui-se que a atuação do enfermeiro junto ao recém-nascido com cardiopatia congênita deve ser pautada por competência técnica, sensibilidade humana e compromisso ético, sendo essencial para garantir a integralidade do cuidado e a dignidade da vida desde os seus primeiros instantes.
Referências
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1Graduanda em Enfermagem – deiseapsl@gmail.com – Centro Universitário Piaget-UNIPIAGET.
2Graduanda em Enfermagem – patriciabraga780@gmail.com – Centro Universitário Piaget-UNIPIAGET.
3Graduanda em Enfermagem – aylho47@gmail.com – Centro Universitário Piaget-UNIPIAGET.
4Enfermeira Mestre em Políticas Sociais – luciavianal@unipiaget.edu.br – Centro Universitário Piaget-UNIPIAGET.
5Coordenadora de enfermagem – enfermagem@faculdadepiaget.com.br – Centro Universitário Piaget-UNIPIAGET.
