THE IMPACT OF TIME ON THE PROGNOSIS OF FELINE INJECTION-SITE SARCOMA
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511081600
Marcia Ribeiro Oliveira1
Orientador: Prof. M. V. Diego de Mattos Alves Silva2
Resumo
Neste trabalho vamos abordar como a informação do responsável pelo animal sobre os riscos das aplicações medicamentosas e vacinais em felinos é importante para o diagnóstico precoce do Sarcoma de Tecidos Moles, que acometem a pele e tecido subcutâneo, o fibrossarcomas representam cerca de 15% dos STM em cães e cerca de 7% em gatos. Ainda hoje sabe-se pouco quanto a patogenia destes tumores, que podem estar relacionados com alterações na constituição genética, trauma crônico, corpos estranhos, vacinas, parasitas e radiações. Em felinos hoje denominados Sarcoma de Aplicação Felino, um tumor agressivo e com grande capacidade de infiltração tecidual, e que como um diagnóstico rápido e precoce pode significar um prognóstico positivo, um tratamento mais rápido e eficaz, menos agressivo ao organismo do paciente, menos custoso para o responsável pelo animal e uma cirurgia com maior sucesso e menor perda tecidual.
Palavra-chave: Sarcoma de aplicação. Felino. Vacina. Fibrossarcoma. Adjuvante
Abstract
This paper addresses the importance of the animal owner’s awareness regarding the risks associated with medicinal and vaccine applications in felines, emphasizing its role in the early diagnosis of Soft Tissue Sarcoma (STS). These tumors affect the skin and subcutaneous tissue, with fibrosarcomas accounting for approximately 15% of STS in dogs and about 7% in cats. To this day, little is known about the pathogenesis of these neoplasms, which may be related to genetic alterations, chronic trauma, foreign bodies, vaccines, parasites, and radiation. In felines, the condition is currently referred to as Feline Injection-Site Sarcoma (FISS)—an aggressive tumor with high tissue infiltration capacity—where a rapid and early diagnosis may result in a favorable prognosis, faster and more effective treatment, reduced systemic impact on the patient, lower costs for the owner, and greater surgical success with minimal tissue loss.
Keywords: Injection-site Sarcoma. Feline. Vaccine. Fibrossarcoma. Adjuvant.
Introdução
Em caninos e felinos é chamado de Sarcoma de Ponto de Aplicação ou SPA, mas hoje para felinos o termo usado é Sarcoma de Aplicação Felino, ou SAF. É o mais comum dentre os Sarcoma de Tecidos Moles ou STM em felinos. (Hendrick et al., 1994; Kass et al., 1993, 2003).
Na Pensilvânia em 1987 logo após se tornar obrigatória a vacina de raiva de vírus inativo com o uso de adjuvante, observou-se um aumento de cerca de 61% de reações inflamatórias nas regiões de eleição de aplicação de vacinas e medicamentos, além de local de traumas constantes e aplicação de microchip e o desenvolvimento de um STM pode variar de 3 meses a 10 anos. (Hendrick et al., 1994; Martano et al., 2011; Kass et al., 1993, 2003). Também vale a pena ressaltar que cerca de 75% dos animais estavam com sobrepeso, o que nos faz acreditar que a obesidade pode predispor a SAF. (Carneiro, 2012)
O SAF apresenta maior grau de pleomorfismo celular, de atividade mitótica e de necrose, comparado a outros STM (Couto et al., 2002). Além disso, apresenta maior grau histológico: normalmente 3 a 25% das neoplasias são grau 1, 20 a 50% são grau 2 e 25 a 75% são grau 3 (Johnston & Tobias, 2017).
Para o diagnóstico do SAF é necessário exame físico e na anamnese observar o histórico de aplicações no local lesionado. Também são necessários exames laboratoriais como: hemograma, perfil hepático e renal e urinálise. Também se recomenda a sorologia para Fiv e Felv embora nenhum estudo tenha relacionado este tipo de sarcoma com essas patologias, porém se torna necessário para que seja realizado o melhor tratamento e proteção do organismo, já que ambas as patologias influenciam na resposta imunológica do paciente. (Nitrini, A. G. C. & MATERA, J. M., 2021)
Em felinos o desenvolvimento da SAF pode variar de 3 meses a 10 anos após a inoculação do medicamento. (Hendrick et al., 1994; Kass et al., 1993, 2003).
Histologicamente, os tumores têm origem mesenquimal, caracterizando-se principalmente como fibrossarcomas (Ladlow, 2013). Caracterizam-se por hipercromatismo nuclear, mitoses atípicas, formas multinucleadas e anaplasia (Hendrick et al., 1998). Apresentam grande vascularização periférica, inflamação predominantemente linfóide do tipo T e células gigantes multinucleadas, além de células miofibroblásticas, que quando ativadas pelo tumor, envolvem os nódulos tumorais e dificultam a penetração de linfócitos T e macrófagos, justificando a presença destas células na periferia tumoral (Madeweel et al., 2001; Couto et al., 2002). Os macrófagos frequentemente contêm alumínio e oxigênio, que são componentes dos adjuvantes de diversas vacinas contendo vírus inativados (Hendrick et al., 1994).
O diagnóstico é feito por citologia de aspiração e análise histopatológica, somente esta última é capaz de confirmar o diagnóstico. (Martano et al., 2011).
O tratamento de eleição é a excisão cirúrgica com margens adequadas maiores que 3 cm, com profundidade de 2 planos teciduais demonstram uma redução de recidiva de 70% para 14% casos (Hendrick et al., 1994; Hershey et al., 2000; Kuntz et al., 1997; Phelps et al., 2011).
A Radiação tem efeito positivo quando usada no pré-operatório, se aproveitando da boa circulação tumoral para que surta um melhor efeito, reduzindo o tumor e a contaminação das margens por células neoplásicas e negativa por facilitar a deiscência da sutura. (Kobayashi et al., 2002)
Estudos mostram que a utilização da cirurgia excisional e a quimioterapia com uso de doxorrubicina teve uma diferença insignificante, (Martano et al., 2005) porém o uso de quimioterapia neoadjuvante demonstrou uma grande redução na taxa de recidiva local. (Bray & Polton, 2016)
Metodologia
Trata-se de um Relato de Caso de uma paciente felino até o presente momento viva, nascida em 08 de fevereiro de 2011 diagnosticada com Sarcoma de Aplicação Felino em 29 de março de 2016 no flanco esquerdo, onde como tratamento foi realizado a cirurgia para retirada do tumor com margem de segurança ideal e tratamento complementar quimioterápico. Todos os exames realizados para a realização da cirurgia e tratamento não foram encontrados alterações significativas, estando apta para o tratamento. A tutora sempre muito atenta a qualquer sinal de anormalidade, após a vacinação observou aumento de volume no local o que a levou ao médico veterinário para avaliação. Após acompanhamento decidiu-se por cirurgia e quimioterapia complementar. Optou-se por dar continuidade a vacinação anual e em 2020 após outra aplicação vacinal, desta vez do flanco direito, novamente foi diagnosticada com Sarcoma de Aplicação Felino, porém desta vez optou-se somente pela cirurgia de retirada com margem de segurança devido a idade da paciente.
Foram utilizados para compor este relato de caso os exames da paciente, e toda anotação feita pela responsável pelo animal nesses anos, até a presente data. As cirurgias foram um sucesso, porém em abril de 2025, aos 14 anos de idade, foi diagnosticada com carcinoma de células escamosas na cavidade nasal esquerda, e foi indicado tratamento com radioterapia somente, devido a idade avançada da paciente.
Relato de Caso
Este relato de caso de um felino, fêmea, da raça maine coon, hoje com 14 anos que com a informação e atenção de seus tutores venceu a doença em 2016 no flanco esquerdo e 2020 no flanco direito, tem como objetivo mostrar a importância de informar o responsável pelo animal sobre todas as possibilidades de reação do organismo as aplicações injetáveis, sejam elas de qualquer natureza: vacinas, medicações, fluidoterapias subcutâneas, implantação de microchip, lesões contínuas mesmo que mínimas em mesmo local, que possam causar injúrias e que podem favorecer o aparecimento Sarcoma de Ponto de Aplicação (SPA), para ambas espécies canino e felino ou Sarcoma de Aplicação Felino (SAF) como tem sido chamado nos dias de hoje.
A observação constante de qualquer alteração após aplicações pode determinar o tratamento mais rápido, menos agressivo, mais eficaz e com chances maiores de cura além com menor comprometimento da saúde do paciente.
Hoje os tutores têm acesso fácil a pesquisas e cabe ao Médico Veterinário instruir o tutor a filtrar essas informações e estimular a atenção correta a qualquer alteração do paciente.
Neste caso, a observação do tutor foi importante para um diagnóstico rápido e um tratamento mais eficaz.
Ao notar um aumento de volume no local de aplicação de vacina em 2016 o animal foi levado para avaliação de um médico veterinário, a indicação foi de observar durante algum tempo, pois o volume era pequeno. Como houve aumento de volume em 29/03/2016 foi realizado uma citologia aspirativa (01 lesão), que teve como resultado Sarcoma indeterminado com predomínio de células gigantes. Reação piogranulomatosa com fibroplasia, recomendando uma biópsia elucidativa.
Foi realizada a cirurgia de Biópsia excisional para a retirada do tumor com margem de segurança ideal, maior que 3cm e enviado para exame histopatológico.
O resultado exame histopatológico em 08/04/2016: “A partir da derme profunda, observa-se proliferação de células fusiformes, bem delimitada, com núcleo moderado, exibindo cromatina periférica, nucléolo único, grande evidente, citoplasma eosinofílico, mal delimitado, marcada por anisocariose e anisocitose. Estas células compõem áreas sólidas, por vezes sobrepostas e densamente agregadas. São observadas células multinucleadas e inflamação multifocal mista, com presença de linfócitos e macrófagos. Até 4 mitoses por campo de grande aumento (400x) Margens livres de células neoplásicas.”
O diagnóstico foi uma neoplasia mesenquimal fusocelular maligna (Sarcoma de partes moles, com diferencial de Sarcoma vacinal/ Sarcoma histiocítico, tipo célula gigante, o Sarcoma de Aplicação Felino como denominado nos dias de hoje.
Foi indicado após avaliação dos exames que seriam realizadas 5 sessões de quimioterapia. As medicações durante as sessões de quimioterapia foram:
Gaviz 10mg, 1 comprimido a cada 24h durante 7 dias.
Vonau 4mg, 1 comprimido a cada 12h por 3 dias.
Ograx 500mg, 1 cápsula a cada 24h uso contínuo.
Manipular os dejetos com luvas, quimioterapias de 21 em 21 dias e retorno em 20 dias para hemograma completo e função renal.
A paciente sentiu náusea, vomitou 3 vezes e teve letargia no primeiro dia de quimioterapia, isso persistiu nas outras sessões e após a quarta sessão houve queda na imunidade da paciente e optou-se por descontinuar o tratamento, foram feitas 4 das 5 sessões indicadas.
A paciente foi acompanhada e se recuperou bem e teve alta do primeiro diagnóstico de SAF. Com indicação veterinária para que caso necessário outras aplicações e vacinas fossem realizadas do lado direito, lado oposto do primeiro SAF.
Em 2020 após aplicação vacinal novamente foi notado aumento de volume persistente no flanco direito e levada para avaliação veterinária e após exames foi indicado uma biópsia excisional com margem de segurança. O laudo novamente foi confirmado como SAF, mas desta vez foi indicado somente a cirurgia devido a idade mais avançada da paciente e o histórico clínico da cirurgia e quimioterapia anterior em 2016.
A paciente se recuperou totalmente e teve alta novamente.
Hoje com 14 anos faz tratamento radioterápico para Adenocarcinoma Nasal Túbulo- Papilar, diagnosticado em 2023 encontra-se bem e é acompanhada com regularidade com exames clínicos, tomografia, rx, ultrassonografia e ecocardiograma e vem mantendo-se estável.
Resultados Esperados e Conclusão
Como descrito pelos autores Hendrick & Goldschmidt (1991), neste relato de caso observou que a aplicação vacinal com adjuvantes teve grande importância no tumor encontrado, uma vez que por duas vezes o aumento de volume no local da aplicação progrediu para um Sarcoma de Aplicação felino. Ressaltando que a obesidade também é um predisponente como descreve Carneiro (2012) além de 75% apresentar maior grau histológico como descreve o trabalho de Johnston & Tobias (2017).
O relato de caso apresentado também complementa o que descreve no trabalho de Hendrick et al., (1994); Martano et al., (2012); Kass et al., (1993 e 2003), de que o aparecimento do tumor pode variar de 3 meses a 10 anos.
Segundo Nitrini, A. G. C. & Matera, J. M., (2021) o exame físico e a anamnese são essenciais e como demonstra o relato de caso informar o tutor dos riscos de aplicações de medicamentos e vacinas pode levar a um diagnóstico mais rápido e com isso diminuir os riscos de complicações e aumentar as chances de cura em um menor tempo e com menor risco a saúde do paciente.
Reforçando que os adjuvantes podem estar relacionados ao aparecimento do SAF, histologicamente como diz o autor Hendrick et al., (1994), os macrófagos frequentemente contêm alumínio e oxigênio, que são componentes dos adjuvantes de diversas vacinas contendo vírus inativados.
Mesmo assim, a vacinação é importante para saúde dos animais de estimação, (SQUIRES, R. A. et al. 2024) cabendo ao médico veterinário informar também dos riscos do SAF o que foi crucial para que a paciente do presente relato de caso ser diagnosticada e tratada com a técnica adequada em um menor tempo e se restabelecendo totalmente.
O tratamento de eleição como descrevem Hendrick et al., (1994); Hershey et al., (2000); Kuntz et al., (1997); Phelps et al., (2011), é a excisão cirúrgica com margens adequadas maiores que 3 cm, com profundidade de 2 planos teciduais demonstram uma redução de recidiva de 70% para 14% casos. Esse foi o tratamento de eleição na primeira e na segunda vez do diagnóstico de SAF da paciente. A Radioterapia não foi usada em nenhum dos casos e na primeira vez em 2016 o uso de quimioterapia (Martano et al., 2005) não foi concluída, das 5 indicadas foram feitas somente 4 e a paciente respondeu bem ao tratamento. No segundo diagnóstico em 2020 o tratamento de eleição foi a cirurgia excisional e a paciente apesar da idade mais avançada se recuperou totalmente, o que reforça a tese de que o diagnóstico precoce e a cirurgia com as margens de segurança indicadas podem garantir o sucesso do tratamento, mesmo sem o uso de quimioterapia. Porém estudos mostram que o uso neoadjuvante de quimioterapia demonstrou grande redução na recidiva local. (Bray & Polton, 2016)
Considerações finais
Com este relato de caso podemos concluir que a informação do responsável pelo animal sobre riscos do procedimento de aplicações cutâneas ou musculares, de medicamentos e principalmente de vacinas que contenham adjuvantes com hidróxido de alumínio o que pode levar ao Sarcoma de Aplicação Felino, é primordial para um diagnóstico rápido e preciso. Contribuindo assim, para um tratamento menos agressivo, mais eficaz e com menos comprometimento da saúde do paciente. A vacinação dos animais de companhia deve ser realizada normalmente, pois evitam doenças graves como a raiva, uma zoonose, que em 2002 foram registrados 85 casos em gatos e teve uma drástica queda para 8 casos registrados em 2024, a vacinação e informação são os grandes responsáveis por esta redução segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Como mostra o relato de caso, o animal tem maior chance de ter novamente o SAF, após tratamento e cura, caso aplicações continuem mesmo em outros locais mostrando uma predisposição do organismo. Cabendo ao médico veterinário uma avaliação rigorosa de cada paciente e a informação clara para o responsável do animal.
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1Discente do Curso Superior de Medicina Veterinária da Universidade de Guarulhos Campus Centro. E-mail: marcia.gatildarcoons@gmail.com
2Docente do Curso 1 Superior de Medicina Veterinária da Universidade de Guarulhos Campus Centro.
