REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202506301228
Aldeni da Silva Santos; Ana Odete de Oliveira; Avelina Marcos de Matos; Ângela Brito Cavalcante; Eny Pinheiro dos Santos; Maria Elza Fernandes Gomes Ribeiro de Siqueira; Rivânia Maria de Souza; Sandra Beatriz de Jesus Sousa
Resumo: Este artigo propõe uma análise aprofundada da interdependência entre o desenvolvimento psicomotor, a oralidade, a leitura e a escrita na Educação Infantil. Argumenta-se que essas dimensões, embora frequentemente abordadas de forma segmentada, constituem um sistema complexo e mutuamente influente, essencial para a formação integral da criança. Fundamentado nas perspectivas de Lev Vygotsky, que destaca a mediação e a interação social na construção da linguagem, e de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, que elucidam a psicogênese da língua escrita, o texto também incorpora o conceito de letramento e a relevância da grafomotricidade como pilar para o ato gráfico. Discute-se como práticas pedagógicas que valorizam o movimento, a expressão oral, o contato significativo com a leitura e a experimentação da escrita de forma contextualizada potencializam o desenvolvimento global. Conclui-se que uma abordagem pedagógica coesa, que reconhece e estimula a sinergia entre o corpo e a linguagem, é crucial para formar sujeitos autônomos, críticos e plenamente atuantes na sociedade.
Palavras-chave: Educação Infantil. formação integral. Grafomotricidade.
Abstract: This article proposes an in-depth analysis of the interdependence between psychomotor development, orality, reading and writing in Early Childhood Education. It is argued that these dimensions, although often approached in a segmented manner, constitute a complex and mutually influential system, essential for the integral formation of the child. Based on the perspectives of Lev Vygotsky, who emphasizes mediation and social interaction in the construction of language, and Emilia Ferreiro and Ana Teberosky, who elucidate the psychogenesis of written language, the text also incorporates the concept of literacy and the relevance of graphomotor skills as a pillar for the graphic act. It discusses how pedagogical practices that value movement, oral expression, meaningful contact with reading and experimentation with writing in a contextualized manner enhance global development. It is concluded that a cohesive pedagogical approach, which recognizes and stimulates the synergy between body and language, is crucial to form autonomous, critical and fully active subjects in society.
Keywords: Early Childhood Education. Comprehensive training. Graphomotor skills.
1 Introdução
A Educação Infantil, como etapa fundacional da educação básica, desempenha um papel crucial no desenvolvimento integral da criança. É nesse período, que abrange do nascimento aos cinco anos e onze meses, que se estabelecem as bases para a aquisição da oralidade, leitura e escrita. Contrariando concepções passadas que as viam como habilidades isoladas e sequenciais, compreende-se hoje que essas competências se interligam e se influenciam mutuamente, formando um complexo sistema de comunicação que alicerça a trajetória escolar e social do indivíduo.
A relevância de uma abordagem integrada para o desenvolvimento dessas linguagens reside na percepção de que a criança não as adquire em compartimentos estanques. Pelo contrário, as vivências com a linguagem oral servem de substrato para a compreensão e produção da escrita, e a imersão no universo da leitura expande as capacidades de expressão e interpretação.
Em paralelo, e de forma intrínseca a esse processo, está o desenvolvimento psicomotor. A motricidade acompanha o ser humano desde o estágio embrionário, manifestando funções musculares mesmo sem estímulos sensoriais externos. A partir do nascimento, o movimento emerge como a base do desenvolvimento infantil, sendo um meio fundamental de expressão para as crianças na Educação Infantil. A grafomotricidade, um campo específico da psicomotricidade, concentra-se nos movimentos necessários para a produção da escrita, visando a uma grafia fluida, legível e eficiente. O ato de escrever, portanto, é um complexo ato psicomotor cujos pressupostos se constroem desde o nascimento.
Este artigo busca analisar a intrínseca relação entre o desenvolvimento da oralidade, leitura, escrita e grafomotricidade na Educação Infantil. Para tanto, detalha as perspectivas teóricas que sustentam essa integração, as práticas pedagógicas que a favorecem e os impactos de uma abordagem coesa para a formação de sujeitos mais autônomos, críticos e plenamente participantes na sociedade.
2 Bases Teóricas do Desenvolvimento Integrado
O desenvolvimento da linguagem e do movimento na Educação Infantil é um processo multifacetado, suportado por diversas teorias que, em conjunto, oferecem um arcabouço sólido para as práticas pedagógicas.
A perspectiva sociointeracionista de Lev Vygotsky (1896-1934) é central para a compreensão da aquisição da linguagem. Para Vygotsky, a linguagem, seja oral ou escrita, transcende a mera comunicação, constituindo-se em uma poderosa ferramenta psicológica que molda e organiza o pensamento. O desenvolvimento linguístico inicia-se no plano social (interpsíquico), através da interação e mediação com o outro – adultos ou pares mais experientes – para, subsequentemente, ser internalizado no plano individual (intrapsíquico). Na prática pedagógica, isso se traduz em ambientes que estimulam o diálogo, onde as crianças são incentivadas a expressar suas ideias, ouvir diferentes pontos de vista e negociar significados. A leitura e a escrita, nesse contexto, são vistas como práticas culturais que ganham sentido em contextos sociais específicos. A mediação do professor, ao ler histórias, conversar sobre livros, escrever bilhetes ou registrar as falas das crianças, não apenas transmite informações, mas também modela o uso da linguagem e suas diversas funções sociais. A Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) de Vygotsky é particularmente relevante, pois a criança aprende e se apropria das funções da linguagem com o apoio do mediador, progredindo do que consegue fazer com ajuda para o que realizará sozinha.
As pesquisas de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, influenciadas por Piaget, revolucionaram a compreensão da aquisição da escrita. Elas demonstraram que a criança não é um recipiente passivo, mas um sujeito ativo que constrói hipóteses sobre o sistema de escrita mesmo antes de receber instruções formais. A escrita, para elas, é um objeto de conhecimento sobre o qual a criança elabora teorias em estágios sucessivos: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético. Assim, a alfabetização na Educação Infantil não deve se limitar à decodificação mecânica de letras e sons. Em vez disso, o foco deve ser em proporcionar um ambiente rico em interações com a escrita real e significativa, permitindo que a criança reflita sobre o sistema e suas funções. As garatujas e as escritas espontâneas são reconhecidas como manifestações legítimas dessas hipóteses em construção.
Complementarmente, o conceito de letramento, popularizado no Brasil por Magda Soares, expande a noção de alfabetização. Enquanto a alfabetização se refere à aquisição do código escrito (saber ler e escrever), o letramento vai além: é a condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas faz uso social da leitura e da escrita, compreendendo suas funções e significados em diferentes contextos. Na Educação Infantil, isso se manifesta na exploração de diversos gêneros textuais (contos, rótulos, listas, cartas), na participação em eventos de leitura e escrita (como ouvir histórias, ditar textos, produzir convites) e na percepção da função comunicativa da linguagem escrita na vida cotidiana. Uma criança letrada nessa fase, mesmo sem decodificar formalmente, entende que a escrita serve para “ler” (e.g., uma placa de rua) e “escrever” (e.g., para registrar algo, para comunicar).
No que tange ao desenvolvimento motor, Jean Piaget (1896-1980) foi um dos autores que mais estudou as inter-relações entre a psicomotricidade e a percepção. Ele descreve a importância do período sensório-motor e da motricidade, principalmente antes da aquisição da linguagem, no desenvolvimento da inteligência. Para Piaget, o desenvolvimento mental é uma equilibração progressiva, uma passagem contínua de um estado de menor equilíbrio para um estado de equilíbrio superior, sendo a inteligência uma adaptação ao meio ambiente. O desenvolvimento motor da criança é resultado do amadurecimento dos tecidos neurológicos e do crescimento dos ossos e músculos, caracterizando a ação natural do ser humano.
Henry Wallon (1879-1962), considerado um pioneiro da psicomotricidade como campo científico, afirmou que “o movimento é a única expressão e o primeiro instrumento do psiquismo”. Para Wallon, movimento (ação), pensamento e linguagem são unidades inseparáveis. O desenvolvimento humano abrange os domínios cognitivo, afetivo e motor.
A grafomotricidade é uma área da psicomotricidade que visa à realização de uma grafia rápida, flexível, legível e fluida. Etimologicamente, “grafo” vem do grego grapheim (escrita) e “motricidade” do latim motor (mover, deslocar), referindo-se ao conjunto das funções neurológicas e musculares que possibilitam os movimentos motores no ato da escrita.
O ato de escrever é um ato psicomotor complexo, com pressupostos em cada etapa do desenvolvimento desde o nascimento. Fatores como o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo, da linguagem, a estruturação espaço-temporal e as experiências gráficas específicas são cruciais para o surgimento do grafismo. A grafomotricidade permite traçar uma mensagem em um espaço determinado, graças aos movimentos combinados do braço e da mão em conexão com a globalidade do corpo.
A coordenação motora fina, que envolve a utilização das mãos com precisão nos movimentos, é essencial para a escrita, especialmente a coordenação viso-manual, que permite ações entre a cabeça e a mão, desenvolvendo o domínio dos pequenos músculos. As aquisições grafomotoras iniciam-se nos cuidados pessoais da criança, sendo resultado de lentas e progressivas aprendizagens dos campos motor, afetivo, cognitivo e social. O desenvolvimento motor é, portanto, um fator essencial na aprendizagem da escrita, exigindo tônus muscular adequado, boa coordenação de movimentos, boa organização espaço-temporal e o desenvolvimento progressivo da habilidade com os dedos das mãos.
3 A Indissociabilidade das Habilidades e as Práticas Pedagógicas
A interdependência intrínseca entre oralidade, leitura e escrita é crucial para o desenvolvimento infantil. Um vocabulário rico e estruturas frasais complexas adquiridas na oralidade formam bases sólidas para a compreensão leitora e a produção textual. A exposição a diferentes estruturas narrativas e argumentativas por meio da leitura, por sua vez, enriquece a capacidade de expressão oral e escrita. E a experiência de registrar ideias por meio da escrita consolida o aprendizado da oralidade e da leitura, pois exige a organização do pensamento e a reflexão sobre a linguagem.
Na prática pedagógica, essa integração se traduz em ambientes de aprendizagem que:
– Valorizam a Oralidade como Ponto de Partida: Atividades como rodas de conversa, contação de histórias (com e sem livros), dramatizações e debates simples ampliam o repertório linguístico da criança, sua capacidade de argumentação, de formular perguntas e de organizar o pensamento. Essas interações orais são a base para a compreensão e produção de textos em outras modalidades.
– Promovem a Leitura como Descoberta do Mundo: A exposição a um vasto universo de gêneros textuais (literatura infantil, poemas, receitas, rótulos, cartazes, listas) permite que a criança explore a função social da escrita antes mesmo de decodificá-la. A leitura mediada pelo professor, a interpretação de imagens, a exploração de livros na sala de aula e a criação de cantinhos de leitura cultivam o prazer pelos livros e a curiosidade pelo mundo letrado.
– Incentivam a Escrita como Expressão e Registro: A escrita espontânea (garatujas, pseudoescritas), o desenho com intenção de escrita, a cópia de palavras significativas para a criança (como seu próprio nome ou o de colegas) e a produção de textos coletivos (ditados ao professor) são práticas que respeitam o tempo e o estágio de desenvolvimento de cada criança. A valorização de suas tentativas, a compreensão de que a escrita é um processo gradual e a intervenção pedagógica adequada são fundamentais para que a criança avance em suas hipóteses.
A sinergia entre essas competências permite que a criança perceba a funcionalidade da linguagem em seu cotidiano, superando a visão fragmentada de que “falar” é apenas oralidade, “ler” é apenas decodificar palavras e “escrever” é apenas copiar letras. Essa abordagem holística potencializa o desenvolvimento cognitivo, social e emocional, preparando a criança de forma mais completa para os desafios da alfabetização formal e do letramento nos anos subsequentes.
A psicomotricidade é uma valiosa ferramenta nas escolas, propiciando à criança um desenvolvimento psicomotor, cognitivo, afetivo, motor e social saudável, o que contribui para um bom desempenho na aprendizagem. O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI, 1998) destaca que o movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana. As crianças se movimentam desde o nascimento, adquirindo cada vez maior controle sobre o corpo e se apropriando das possibilidades de interação com o mundo. O movimento é o meio de expressão fundamental das crianças na Educação Infantil, e a imagem corporal, a representação mental do corpo, é uma integração que se desenvolve da percepção global à consciência de cada segmento corporal.
A educação psicomotora na educação básica tem como tarefa formar o desenvolvimento da capacidade, rendimento de forma eficiente e adequada aos diferentes níveis de habilidade e mobilidade, levando em consideração a personalidade e a vontade da criança, bem como sua motivação. Seus objetivos incluem favorecer o desenvolvimento dos gestos e movimentos, a capacidade de percepção, o equilíbrio, aprimorar a percepção do corpo, desenvolver a coordenação global e fina (especialmente a grafomotricidade por meio da manipulação), e revelar o predomínio manual. A criança passa inicialmente pela organização de sua motricidade, dos gestos da dinâmica, consciência e conhecimento do funcionamento do corpo. É no início da vida que a criança se comunica através do corpo, dos seus gestos, desenhando espontaneamente e deixando seu traço, um sinal visível de sua presença, afirmando sua identidade e personalidade.
O desenho é a primeira expressão gráfica utilizada pela criança, mediante traços desordenados do movimento motor que expõem seu desenvolvimento cognitivo, emocional e motor. As garatujas são os primeiros traços gráficos, espontâneos e com uma ordem singular no papel. Piaget (1985) afirma que a criança desenha mais o que sabe do que o que vê, elaborando conceitualmente objetos e eventos. O desenho passa por fases como a garatuja desordenada e ordenada, e o pré-esquematismo, antes de chegar ao esquematismo, onde a criança começa a construir formas diferenciadas para cada categoria de objeto.
Para a realização dos registros gráficos, incluindo a escrita, é necessário que a criança conheça os movimentos relacionados ao domínio do gesto, ou seja, movimentar o ombro, cotovelo e cada um dos dedos para segurar o lápis. A grafomotricidade, portanto, tem o objetivo de educar os movimentos da criança em relação ao processo da escrita, visando a que ela não sinta incômodos ao desenhar ou escrever, e aprendendo a segurar o lápis da forma correta e a balancear a pressão dos movimentos. A escrita exige da musculatura das mãos relaxamento e contração, e movimentos precisos das mãos para movimentos lentos dos ombros.
4 Considerações Finais
O desenvolvimento da oralidade, leitura e escrita na Educação Infantil, quando abordado de forma integrada e fundamentado em sólidas bases teóricas, constitui um pilar fundamental para a formação de indivíduos críticos, criativos e capazes de interagir plenamente com o mundo. As discussões teóricas de Vygotsky, Ferreiro e Teberosky, somadas ao conceito de letramento, reforçam que a aquisição da linguagem é um processo ativo, social e construtivo, que vai muito além da simples decodificação de símbolos.
A análise aqui empreendida demonstra que o indivíduo necessita do desenvolvimento da psicomotricidade e grafomotricidade para ampliar sua percepção do mundo. O corpo e o movimento são a base para o desenvolvimento cognitivo e expressivo da criança, sendo a coordenação motora fina crucial para a aquisição da escrita. A compreensão de que o desenho antecede e contribui para a escrita, e que o ato de escrever é um processo psicomotor complexo, permite que educadores ofereçam um ambiente rico em estímulos que respeitem as fases do desenvolvimento da criança. A escrita deve ser um processo natural para a criança, como o desenho livre, o brincar, o dançar, o correr e o pular.
É imperativo que educadores, gestores e políticas públicas reconheçam e priorizem a indissociabilidade dessas habilidades na prática pedagógica da primeira infância. Isso implica em investir na formação continuada dos professores, oferecendo-lhes subsídios teóricos e práticos para criar ambientes de aprendizagem ricos em estímulos linguísticos e motores. Significa também dispor de recursos pedagógicos variados e promover situações reais de uso da linguagem e do corpo, onde a criança possa expressar-se, ouvir, ler, experimentar a escrita e explorar o movimento de forma significativa e prazerosa. Somente assim poderemos garantir que a Educação Infantil cumpra seu papel de oferecer às crianças as ferramentas necessárias para que se tornem não apenas leitores e escritores competentes, mas sujeitos plenamente participantes e transformadores na sociedade.
A psicomotricidade tem atuação intensa na compreensão e exposição das dificuldades, habilidades e adaptações encontradas pela criança ao aprenderem a escrever, devido à interação entre o corpo, o objeto e o meio. A atenção dos professores da educação infantil ao nível de desenvolvimento psicomotor de cada criança é de suma importância, garantindo que a proposta pedagógica proporcione estímulo para superar as dificuldades e a base necessária para o desenvolvimento da aprendizagem.
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