O COMÉRCIO DE PEIXES ORNAMENTAIS E SUA RELAÇÃO COM A PRESERVAÇÃO DAS ESPÉCIES  

THE ORNAMENTAL FISH TRADE AND ITS RELATIONSHIP TO SPECIES PRESERVATION

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202511122349


Barbara Bueno Araujo


RESUMO

Este artigo explora a complexa relação entre o comercio de peixes ornamentais e a conservação da biodiversidade aquática, analisando seus impactos socioeconômicos e ambientais dessa indústria. Esta pesquisa analisou a possibilidade de um equilíbrio entre o desenvolvimento econômico local, que gera empregos em comunidades locais, gerado pela preservação ecológica. Para isso, são necessárias práticas de manejo sustentável, incluindo aprimoramento da reprodução em cativeiro e políticas públicas mais rigorosas. A análise, baseada em uma revisão bibliográfica de estudo nacionais e internacionais, aponta que o Brasil, apesar de sua vasta biodiversidade, enfrenta desafios regulatórios e falta de incentivo para a produção sustentável. A colaboração entre governo, setor privado e cientistas é crucial para fomentar uma economia responsável. A análise busca apresentar ações que conciliem o desenvolvimento da atividade com a proteção ambiental, contribuindo para o preenchimento de lacunas na literatura sobre o tema. 

Palavras-chave: Peixes ornamentais, Comércio aquático, Preservação ambiental, Práticas sustentáveis, Cultivo em cativeiro. 

1 INTRODUÇÃO 

O setor global de peixes ornamentais, que movimenta bilhões de dólares e envolve a comercialização de mais de 2.500 espécies, configura-se como uma atividade de grande relevância econômica (ANDERSON; KAHIA, 2024; LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007; GIA, 2003). Embora tal atividade gere empregos em comunidades, a sua sustentabilidade é questionável em regiões tropicais, por conta da alta biodiversidade local (REZENDE; FUJIMOTO, 2021; SILVA; OLIVEIRA, 2021; SOUSA et al., 2024). Além disso, a extração descontrolada de espécies nativas pode levar à sobrepesca e à degradação de habitats (ANJOS et al., 2009; ANDERSON; KAHIA, 2024), a introdução de espécies exóticas representam riscos ecológicos para a fauna nativa (ARAÚJO et al., 2017; ANDERSON; KAHIA, 2024). 

No contexto brasileiro, a vasta diversidade de peixes ornamentais, especialmente de espécies amazônicas como o cardinal tetra (Paracheirodon axelrodi) e o acará-disco (Symphysodon aequifasciatus), impulsiona o setor e posiciona o país como um dos principais exportadores da América do Sul (GONÇALVES; OLIVEIRA, 2022; ANJOS et al., 2020). Todavia, esse potencial é limitado por uma série de desafios, tais como a falta de incentivos à aquicultura ornamental e dificuldades na regularização de criadouros (ICMBIO, 2018; REZENDE; FUJIMOTO, 2021; SANTOS et al., 2022). Essa situação não apenas intensifica as ameaças à biodiversidade, mas também evidencia a urgência de uma abordagem mais sustentável para a indústria (ARAÚJO et al., 2017; SANTOS et al., 2022; ICMBIO, 2018). A literatura, por sua vez, reforça a existência de uma lacuna na compreensão dessa dinâmica, ressaltando a necessidade de desenvolver estratégias integradas que harmonizem o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental. Nesse sentido, estudos como os de (CHAPMAN e LIVENGOOD (2007) apontam a necessidade de estratégias integradas para equilibrar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.  

Considerando os desafios apresentados, o objetivo deste estudo é analisar dados recentes sobre o comércio de peixes ornamentais e sua relação com a preservação ambiental. A pesquisa busca identificar as lacunas na literatura e propor estratégias integradas para promover uma economia mais sustentável. A justificativa para esta investigação é a necessidade urgente de harmonizar os benefícios econômicos do setor, como geração de renda em comunidades locais, com a proteção da biodiversidade, evitando riscos de extinção e degradação ecológica. Espere-se que os resultados contribuam para o avanço teórico em conservação aquática e ofereçam subsídios para políticas que incentivam práticas sustentáveis.  

2 METODOLOGIA  
2.1 Tipo de Pesquisa  

Este estudo empregou uma abordagem de revisão bibliográfica integrativa para analisar a literatura científica e técnica sobre o comércio de peixes (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008; SOUZA; SILVA; CARVALHO, 2010). A escolha por esta metodologia qualitativa justifica-se pela sua capacidade de sintetizar de forma crítica as evidenciam existentes, permitindo a identificação de padrões, tendências existentes e lacunas que fundamentam a nossa análise (COOPER, 1998; WHITTEMORE; KNAFL, 2005), conforme diretrizes metodológicas para pesquisa (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008). 

2.2 Universo da Pesquisa 

O universo da pesquisa foi construído a partir de uma busca sistemática por publicações científicas, relatórios de instituições e técnicos. As fontes, disponíveis em bases de dados digitais, abrangem temas como o comércio de peixes ornamentais, impactos ambientais, práticas sustentáveis e estratégias de conservação aquática. Para garantir uma visão abrangente, priorizamos materiais publicados em português e inglês, incluindo estudos de contextos nacionais e internacionais (REZENDE; FUJIMOTO, 2021; GIA, 2003). 

2.3 Amostragem 

As buscas foram conduzidas entre março e outubro de 2025 nas bases de dados Google Scholar, SciELO, PubMed e repositórios da Embrapa. A estratégia de busca utilizou uma combinação de palavras-chave em português e inglês (“peixes ornamentais”, “comércio sustentável”, “aqüicultura ornamental” e “conservação de espécies”), aplicando operadores booleanos (AND/OR) para refinar os resultados. Incluímos matérias publicadas entre 2010 e 2024, dando preferência a estudos mais recentes e de conhecida relevância científica . O processo de seleção seguiu critérios rigorosos. As matérias foram incluídas caso abordassem: a) aspectos econômicos e ecológicos do comércio de peixes ornamentais; b) impactos ambientais associados à coleta e exportação; c) práticas sustentáveis e manejo reprodutivo em cativeiro. Excluímos textos opinativos, duplicados ou com fundamentação empírica. As etapas de seleção, que incluíram a leitura de títulos, resumos e, posteriormente, do texto completo, foram realizadas conforme protocolos metodológicos para revisões integrativas . Das 52 publicações inicialmente identificadas, 28 foram definidas para a análise final, após avaliação de sua adequação e qualidade metodológica. 

3 REVISÃO DA LITERATURA 
3.1 Comércio Global de Peixes Ornamentais 

O mercado global de peixes ornamentais é um segmento econômico forte, movimentando mais de US$ 18 bilhões anuais através da comercialização de aproximadamente 2.500 espécies, impulsionado pela demanda de aquários em todo o mundo (ANDERSON; KAHIA, 2024; LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007; GIA, 2003). Países como Singapura, Tailândia, Indonésia e Israel se destacam como líderes, principalmente por investirem em infraestrutura avançada para a reprodução em cativeiro (ANDERSON; KAHIA, 2024). Essa abordagem não só reduz a pressão sobre as populações selvagens, mas também minimiza os impactos ambientais associados à extração (ANJOS et al., 2009; LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007). 

3.2 Cenário Brasileiro no Comércio de Peixes Ornamentais 

Com a megadiversidade aquática, o Brasil possui um potencial significativo no setor, especialmente com espécies amazônicas de grande valor, como o acará-disco (Symphysodon aequifasciatus) (GONÇALVES; OLIVEIRA, 2022). No entanto, o país enfrenta desafios estruturais que limitam a competitividade global, como a falta de incentivos para a aquicultura ornamental e a burocracia na regularização de criadouros (REZENDE; FUJIMOTO, 2021; SANTOS et al., 2022). Essa dependência excessiva do extrativismo selvagem compromete a sustentabilidade do setor e ameaça a biodiversidade, visto que a sobre coleta já afeta espécies nativas, incluindo algumas em risco de extinção. Entre 2006 e 2015, o Brasil exportou 375 espécies, predominantemente Characiformes e Siluriformes, incluindo seis ameaçadas de extinção, como Hopliancistrus tricornis e Scobinancistrus aureatus (ANJOS et al., 2009; ANJOS et al., 2020). Embora o Brasil detenha uma riqueza biológica imensa, sua participação modesta no mercado global, com exportações registradas em US$ 6,5 milhões em 2016 (ICMBIO, 2018), ressalta a necessidade de propostas que integrem a conservação com o desenvolvimento econômico. Estudo recente ressalta que a sobrecoleta dessas espécies agrava a população e causa desequilíbrios ecológicos a longo prazo (ARAÚJO et al., 2017; ANJOS et al., 2020).   

3.3 Panorama do comércio de peixes ornamentais   

A análise da literatura reforça o crescente destaque do comércio de peixes ornamentais, que se expande nos cenários nacionais e internacionais, impulsionando uma complexa cadeia produtiva. No Brasil, embora a exportação atinja cifras significativas (ICMBIO, 2018), especialmente no estado do Amazonas, berço de espécies nativas (ANJOS et al., 2009), o país ainda enfrenta desafios estruturais e regulatórios que limitam seu potencial  SANTOS et al., 2022).  

A falta de políticas públicas e a ausência de padronização no manejo, por exemplo, contribuem para a persistência de práticas extrativistas e geram impactos negativos nas populações naturais (REZENDE; FUJIMOTO, 2021). Essa realidade contrasta com o mercado global, que movimenta bilhões de dólares e cresce de forma mais estruturada (GIA, 2003). A participação brasileira, que ainda é modesta, indica um vasto potencial inexplorado, especialmente se focado na aquicultura sustentável  (ANDERSON; KAHIA, 2024; LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007).  

3.4 Impactos ambientais e estratégias de conservação 

O comércio não regulamentado impõe pressões consideráveis sobre os ecossistemas aquáticos. A captura  predatória e o manejo inadequado provocam a perda de biodiversidade e o risco de extinção de espécies (ANJOS et al., 2020; ANDERSON; KAHIA, 2024). No entanto, as iniciativas de conservação analisadas oferecem um caminho promissor. A reprodução em cativeiro de espécies amazônicas, por exemplo, surge como uma alternativa viável para reduzir a pressão sobre as populações selvagens (GONÇALVES; OLIVEIRA, 2022).  

Essa abordagem é reforçada por políticas que incentivam a aquicultura ornamental sustentável integrando conservação e desenvolvimento econômico (REZENDE; FUJIMOTO, 2021; SANTOS et al., 2022). Além disso, a criação de bancos genéticos em criatórios particulares, conforme sugerido por (ARAÚJO et al. 2017), contribui para a variabilidade genética e fortalece a economia local, promovendo um alinhamento crescente entre conservação e produção. 

3.5 Desafios regulatórios e socioeconômicos 

O setor enfrenta barreiras regulatórias que se refletem em obstáculos socioeconômicos. A falta de um marco regulatório unificado e a fiscalização insuficiente criam um ambiente propício para a informalidade e o comercio ilegal (ICMBIO, 2018; SANTOS et al., 2022). Isso prejudica tanto a conservação da fauna quanto a competitividade dos produtores que atuam de forma legal. 

Do ponto de vista social, embora a atividade seja uma fonte de renda para comunidades ribeirinhas e pequenos produtores (SANTOS et al., 2022), a falta de acesso a capacitação técnica tecnologias de manejo limita o potencial produtivo e de exportação desses pequenos produtores (GONÇALVES; OLIVEIRA, 2022; ANDERSON; KAHIA, 2024).  

3.6 Propostas de manejo sustentável e inovação tecnológica 

A transição para uma aquicultura ornamental sustentável depende da integração de ciência, tecnologia e políticas públicas (GONÇALVES; OLIVEIRA, 2022; REZENDE; FUJIMOTO, 2021). Tecnologias como a indução hormonal e controle do ambiental, em cativeiro já se mostram eficientes na reprodução de espécies de alto valor ornamental (GONÇALVES; OLIVEIRA, 2022). 

Além disso, a rastreabilidade e certificação de origem ganham relevância como ferramentas para assegurar a transparência e valorizar práticas éticas e ambientalmente responsáveis (LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007). A consolidação dessa abordagem no Brasil exigirá a colaboração entre gestão ambiental, inovação tecnológica e conscientização, com criatórios e mantenedores assumindo um papel cada vez mais central. (LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007). 

Assim, para que a aqüicultura se desenvolva de forma realmente sustentável no Brasil, é essencial que haja união entre uma boa gestão ambiental, já que o avanço da tecnologia e a conscientização da sociedade as chances dos criatórios e os mantenedores particulares virarem parceiros na conservação e na preservação genética das espécie.  

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Este estudo buscou trazer a demonstração de que é possível equilibrar o comércio de peixes ornamentais com a imperativa conservação da biodiversidade aquática. Para tanto, adotou-se uma abordagem que privilegia a responsabilidade e a integração, onde a sustentabilidade assume um papel central em cada elo da cadeia produtiva. A análise comparativa dos cenários nacional e internacional revelou, por um lado, uma notável retração nas exportações brasileiras, mormente no estado do Amazonas, atribuível a fatores econômicos e entraves regulatórios. Por outro lado, puderam-se identificar tendências promissoras, tais como o avanço significativo na produção em cativeiro e a função crucial que os criatórios familiares podem desempenhar na salvaguarda do patrimônio genético. 

A análise dos resultados indica que práticas sustentáveis, desde regulamentações eficazes e incentivos à pesquisa até o fortalecimento de criadores conscientes, são essenciais para mitigar riscos à biodiversidade e garantir a perenidade das espécies nativas. No Brasil, país de megadiversidade ímpar, essa situação demanda esforços concentrados em múltiplas frentes: capacitação técnica de produtores, implementação de sistemas padronizados de registro genético para monitorar linhagens raras, e formulação de políticas públicas que integrem fiscalização, incentivos fiscais e cooperação interinstitucional. Apenas por meio dessa articulação será possível superar desafios como a sobrepesca e a morosidade burocrática, consolidando um setor que uma geração de renda e preservação ambiental. 

O exame cuidadoso dos resultados desta revisão mostra uma clara concordância com os estudos mais recentes da literatura especializada (ANDERSON; KAHIA, 2024; LIVENGOOD; CHAPMAN, 2007). A premissa de equilibrar desenvolvimento econômico e conservação ambiental é, a bem da verdade, inquestionável. Não obstante, a presente investigação sublinha que o potencial da biodiversidade brasileira permanece subutilizado, condicionado pela carência de políticas integradas e investimentos direcionados em pesquisa aplicada. 

O estudo aponta que a conservação e a aquicultura sustentável não configuram objetivos mutuamente exclusivos; antes, são complementares. A rota a ser seguida demandará o fortalecimento das parcerias entre a academia, o setor produtivo e o aparato governamental, visando garantir a continuidade ética, ecologicamente sustentável e economicamente viável da atividade. 

A pesquisa conclui que a conservação e a aquicultura sustentável não são objetivos conflitantes, mas complementares. O caminho a seguir envolve o fortalecimento das parcerias entre pesquisa, setor produtivo e o governo para garantir a continuidade ética, sustentável economicamente viável da atividade. 

REFERÊNCIAS 

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