NUTRINDO LAÇOS: O PAPEL ESSENCIAL DA ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO, INCENTIVO E MANEJO DO ALEITAMENTO MATERNO

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202503170918


Ana Caroline Pacherpski¹; Andrieli Cavalheiro¹; Caroline Wulf¹; Maria Isabela Naizer Cavalcante Lemos¹; Sabrina Jagielski¹; Enfª Meª: Patrícia Farias²


RESUMO 

Objetivo: O presente estudo objetivou identificar o papel da enfermagem na  promoção, manejo e auxílio no aleitamento materno, a fim de fortificar os laços  familiares. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa com abordagem qualitativa,  caracterizada pela investigação da literatura utilizando a questão norteadora da  pesquisa. Realizou-se consulta nas seguintes bases de dados: Biblioteca Virtual em  Saúde (BVS), PubMed e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Como critérios  de inclusão adotaram-se: artigos completos, de livre acesso, escritos em português e  publicados nos últimos 5 anos. Resultados/Revisão Bibliográfica: O papel da  enfermagem é facilitar a adaptação da mulher a esse processo de amamentação,  fornecendo apoio, educação e orientações, a fim de garantir uma amamentação  eficaz, além de esclarecer de forma clara e objetiva todas as suas dúvidas e anseios,  durante o período do pré-natal, até seu puerpério, a fim de promover saúde para a  nutriz e o recém-nascido. Conclusão/Considerações finais: A enfermagem deve  oferecer todo o suporte, informação e incentivo às mães que estão nesta fase do puerpério, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dela e do bebê, tendo em vista que o acompanhamento desses profissionais pode evitar que a mãe deixe  de amamentar seu filho, transmita segurança, além de desmistificar todas as dúvidas  relacionadas ao assunto, reconhecendo sempre a necessidade de um atendimento  humanizado e de qualidade durante esse período de amamentação, tornando-se  assim um momento prazeroso e agradável. 

Palavras-chave: Amamentação. Cuidados de Enfermagem. Saúde Materno-Infantil.  Aleitamento Materno. 

INTRODUÇÃO 

O aleitamento materno promove um vínculo entre mãe e filho e proporciona  inúmeros benefícios na saúde da criança, sendo um dos elementos essenciais para  seu crescimento, desenvolvimento do sistema cognitivo e autoimune, além de estar  ligado ao baixo índice de mortalidade neonatal (SILVA et al., 2020; BARBOSA & REIS,  2020).  

O leite materno exclusivo supre todas as necessidades nutricionais dos recém nascidos até o sexto mês de vida, e após esse período, aliado a introdução alimentar  complementar, fornece três quartos de proteína que a criança necessita, além de  conter sais minerais, vitaminas, açúcares e gorduras, sendo recomendada sua  permanência até os dois anos ou mais (ARAÚJO et al., 2020; PALHETA & AGUIAR,  2021).  

Mesmo que comprovado os benefícios da amamentação, especialmente de  forma exclusiva até os seis meses de vida, ainda é pouco praticada, muitas vezes  sendo causada pela desinformação convincente sobre a incontestabilidade dos  benefícios dessa prática às mães e aos bebês (PALHETA & AGUIAR, 2021).  

Segundo Souza, Botelho & Pinheiro (2020, p. 6), “o sucesso da amamentação  depende primeiramente da vontade da mãe de amamentar e, posteriormente, da atuação do profissional de saúde, do apoio familiar e de condições favoráveis no local  de trabalho”. 

Tendo em vista as dificuldades existentes no processo de amamentação, o  profissional de enfermagem assume um papel importante frente essa prática ainda  durante o pré-natal, fornecendo informações e esclarecendo as dúvidas a fim de  aumentar o interesse através da educação continuada, proporcionando um vínculo de confiança e respeito que resultará em proveitos para todos envolvidos no processo  (SILVA et al., 2020; PALHETA & AGUIAR, 2021). 

Para a obtenção de sucesso na amamentação, deve ocorrer o envolvimento  multisetorial, principalmente os profissionais ligados durante a assistência materno infantil (IOPP, MASSAFERA & BORTOLI, 2023).  

A lactação deve ser iniciada na primeira hora de vida, sendo o enfermeiro capaz  de identificar e compreender os anseios relacionados à prática, podendo assim  promover orientações, além de prestar apoio emocional à lactente, minimizando o  desmame precoce e garantindo adequada nutrição à criança (BARBOSA & REIS,  2020; ARAÚJO et al., 2020).  

A amamentação, mesmo sendo um evento natural, pode ser desafiador para  as nutrizes, requer um aprendizado, prática e tempo para a adaptação, é uma  importante forma de contato e proteção entre o binômio mãe e recém-nascido  (BARBOSA & REIS, 2020).  

Os enfermeiros possuem diferentes estratégias para ofertar ações a fim de  promover, proteger e apoiar o aleitamento materno exclusivo, dentre elas, orientações  através de grupos de apoio, visitas domiciliares, bem como a participação da família  para o sucesso dessa prática (CHRISTOFFEL et al., 2022).  

Dessa forma, o estudo busca identificar em literaturas científicas a relevância  da atuação do enfermeiro na promoção, incentivo e manejo do aleitamento materno,  visto que esse profissional pode identificar as famílias possivelmente vulneráveis e  tendentes ao desmame precoce, assim acompanhando e auxiliando na gestação e  amamentação, procedendo de um sucesso nessa prática.  

Devido a necessidade da educação continuada e permanente para os  profissionais atuantes com mulheres gestantes e puérperas, constata-se que esse  estudo possui importante relevância e irá nortear os profissionais enfermeiros na  qualificação de um atendimento mais humanizado e acolhedor. 

Diante da temática pesquisada, destaca-se a seguinte questão norteadora:  “Qual a importância da enfermagem na promoção do aleitamento materno e no  fortalecimento dos laços familiares durante o período de lactação?”.

OBJETIVO  

Geral:  

▪ Analisar na literatura acerca da atuação do enfermeiro na promoção, incentivo  e manejo do aleitamento materno. 

Específicos: 

▪ Realizar uma revisão bibliográfica a fim de apresentar o papel do enfermeiro  nas orientações e apoio às mães no processo de aleitamento materno;  ▪ Explanar as principais dificuldades e riscos do desmame precoce;  ▪ Evidenciar benefícios da prática efetiva do aleitamento materno para a saúde  do bebê e da mãe, além do fortalecimento dos laços familiares durante o  período de lactação.  

METODOLOGIA 

O presente estudo tratou-se de uma revisão integrativa com abordagem  qualitativa, caracterizada pela investigação da literatura sobre um tema previamente  determinado em que se realiza um resumo integrativo das evidências, sendo que, para  sua execução, foi utilizada a questão norteadora da pesquisa: “Qual a importância da  enfermagem na promoção do aleitamento materno e no fortalecimento dos laços  familiares durante o período de lactação?”. 

Utilizou-se os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Amamentação”,  “Cuidados de Enfermagem”, “Saúde Materno-Infantil”, “Aleitamento Materno”. Para  levantamento dos artigos na literatura, realizou-se consulta nas seguintes bases de  dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), PubMed e Scientific Electronic Library  Online (SciELO). Como critérios de inclusão adotaram-se: artigos completos, de livre  acesso, que abordam a atuação do enfermeiro na prática do aleitamento materno,  escritos em português e publicados nos últimos 5 anos (2020-2025), sendo 10% dos artigos publicados em um tempo maior predeterminado. Os critérios de exclusão  foram: estudos que não respondiam à questão norteadora desta pesquisa e/ou artigos  duplicados, além de estudos com mais de cinco anos, que possam estar  desatualizados ou não tenham relevância em relação ao presente estudo. Por fim, realizou-se a leitura na íntegra dos artigos com o intuito de responder à pergunta  direcionada ao presente estudo.  

RESULTADOS 

A busca nas bases de dados identificou inicialmente um total de 58.811  publicações através das três plataformas selecionadas, sendo que nesta etapa a  busca estava dissociada quanto a junção dos descritores principais deste estudo,  sendo assim, a busca se deu com a intenção de identificar trabalhos que citaram em  seus títulos um ou outro descritor que se assemelhavam ao trabalho atual. 

Do total, 390 estudos apresentavam-se com maior proximidade a proposta  deste trabalho, por possuírem correlação por menção de mais de um descritor em seu  título e/ou citados em seu resumo, bem como, por apresentarem alguma correlação  com os critérios de exclusão, ou seja, com um total de 58.421 trabalhos deixaram de  compor esse estudo. 

Destes 390 estudos selecionados previamente, procedeu-se a leitura de títulos  e seus resumos, tendo como intenção identificar se estes possuem alguma  familiaridade com o objetivo principal deste trabalho, sendo assim, excluíram-se 358  estudos, ficando 35 estudos dos quais foram realizados a leitura na sua totalidade,  para identificar se estes respondiam à pergunta norteadora deste estudo, destes se  mantiveram um total de 17 estudos, conforme demonstrado na figura 1: Fluxograma  do processo de seleção dos artigos para revisão integrativa.

Figura 01 – Fluxograma do processo de seleção dos artigos para revisão integrativa

Fonte: Elaborado pelos autores (2025). 

Após o término da leitura, os estudos selecionados compuseram o quadro 1,  através dos mesmos foi possível proceder a criação da chamada categorização do  trabalho, no qual se refere ao papel da enfermagem na promoção do aleitamento  materno e no fortalecimento dos laços familiares onde foram extraídas as seguintes  variáveis que compuseram o quadro sinóptico dessa revisão: título, autores, ano de  publicação e principais resultados.

Quadro 1 – Estudos selecionados para esta revisão integrativa

N° TÍTULO ANO E AUTOR PRINCIPAIS ACHADOS
01Aleitamento  materno e o  processo de  adaptação no  contexto  familiar: 
abordagem  qualitativa
OLIVEIRA et al.,  (2024).O processo de adaptação ao aleitamento  materno no domicílio é marcado por  dúvidas, incertezas e desafios, que  podem variar conforme o tempo de  amamentação e experiências anteriores.  Percebe-se a necessidade de um  serviço de apoio continuado à nutriz  proporcionando um cuidado  individualizado e contínuo,  reconhecendo a importância da  amamentação.
02A atuação do  enfermeiro na  promoção,  incentivo e  manejo do  
aleitamento materno
IOPP,  MASSAFERA &  BORTOLI (2023).Enfatiza-se a necessidade de normas  institucionais, capacitação da equipe de  saúde e a formação de redes de apoio  para fortalecer a prática da  amamentação. O planejamento das  ações do enfermeiro deve incluir  incentivo, apoio e manejo do aleitamento  materno, reconhecendo os benefícios  dessa prática.
03Práticas de  promoção do  aleitamento materno no contexto hospitalar
brasileiro: 
Revisão integrativa
SOUSA et al.,  (2022).A promoção do aleitamento materno no  contexto hospitalar envolve práticas  como o fortalecimento do vínculo com a  mãe logo após o nascimento por meio do  contato pele a pele, o tipo de parto, e o  manejo da dor durante a amamentação,  estratégias estas que são comprovadamente essenciais para  incentivar a amamentação e aprimorar  os resultados.
04Promoção da  alimentação  saudável desde  do nascimento  até aos 2 anos  de vida: A  atuação do  Enfermeiro
especialista em  Enfermagem  de Saúde  Infantil e 
Pediátrica
HENRIQUES  (2020).Os dois primeiros anos de vida são  marcados por desenvolvimentos físicos,  cognitivos e sociais, portanto cabe ao  enfermeiro aproveitar das oportunidades  de contato com a criança e promover  hábitos e estilos de vida saudáveis de  forma a contribuir no seu bom  desenvolvimento.
05Contribuição do  enfermeiro ao  aleitamento  materno na  atenção básicaSILVA et al.,  (2020).A visita domiciliar torna uma  oportunidade de identificar as  dificuldades e intervir no momento que  acontecem, tendo em vista que o  enfermeiro já possui um vínculo com a  mãe por ter acompanhado durante o seu  pré-natal. 
06Práticas de  enfermeiros e a  influência  sociocultural na  adesão  ao aleitamento  maternoHIGASHI et al.,  (2021)Desenvolvimento ações em saúde,  grupos de gestantes, construção de  vínculos e capacitação dos profissionais,  pois estes empoderam a mulher durante  o ciclo do pré-natal, reforçadas no  terceiro trimestre e no puerpério, além do  obstétrico intra-hospitalar, objetivando  minimização do uso de fórmulas lácteas.
07Promoção do  aleitamento  materno no  contexto da estratégia de saúde da  famíliaCOSTA et al.,  (2019)O enfermeiro detém o poder de quebra  de tabus durante a promoção do  aleitamento materno, além de reforçar  orientações importantes, firmar o empoderamento da mulher e trazer mais  conhecimento, visando mais qualidade  de vida.
08Importância da  assistência de  enfermagem  para a  promoção do  aleitamento  maternoPALHETA &  AGUIAR (2021) A principal contribuição do aleitamento  materno é a promoção da saúde do bebê  e, consequentemente, a redução da taxa  de mortalidade infantil. Cabe ao  profissional incentivar e encorajar a mãe  a praticar o aleitamento materno a partir  da compreensão sobre o seu contexto  sociocultural e familiar.
09O enfermeiro  no incentivo ao  aleitamento  maternoBARBOSA &  REIS (2020)O enfermeiro está mais próximo à gestante, detém conhecimento técnico e  prático e a partir disso emprega meios  facilitadores de educação na assistência  as mulheres e sua família. 
10A importância  da assistência  de enfermagem  no aleitamento  materno: uma  revisão  integrativa SOUZA,  BOTELHO &  PINHEIRO  (2022).O fortalecimento da promoção do  aleitamento materno é uma medida  iminente a fim de melhor esclarecer as  causas identificadas que motivam o  desmame precoce e o enfermeiro  precisa estar apto para assistir a  gestante nas consultas desde o pré-natal  até o puerpério, assegurando-lhes  orientações adequadas.
11Contribuições  do enfermeiro  para a  promoção do  aleitamento  maternoARAÚJO et al.,  (2020).Importância de o enfermeiro oferecer  suporte emocional nas primeiras  semanas, pois a mulher está diante de  um novo cenário o que causa sentimento  de medo e incapacidade diante de uma  situação.
12 Saúde da criança. 
Aleitamento  Materno e  Alimentação  Complementar.  Caderno 23.
BRASIL. MS. Secretaria  de Atenção à  Saúde.  Departamento de  Atenção Básica.  (2015).O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto,  proteção e nutrição para a criança e  constitui a mais sensível, econômica e  eficaz intervenção para redução da  morbimortalidade infantil.
13Aleitamento  materno
 exclusivo e os  profissionais da  estratégia  saúde da  família
CHRISTOFFEL  et al., (2022).Necessidade de maior investimento na  capacitação e treinamento dos  profissionais para fortalecer o apoio  objetivando uma melhorar a adesão ao  aleitamento materno exclusivo.
14A  amamentação  sob a égide de  redes de apoio:  uma estratégia  facilitadoraALVES et al., (2020).O enfermeiro é essencial na promoção  do aleitamento materno, além de  proporcionar a inclusão do pai e dos  familiares durante esse período,  formando uma rede de apoio  contribuindo para a continuidade do  aleitamento materno exclusivo.
15Aleitamento  materno:  
condições  especiais e  contraindicações
DANTAS, SILVA  & SANTOS  (2022).Aborda tanto os benefícios do  aleitamento materno quanto as  situações em que ele pode ser  contraindicado. O aleitamento materno é  essencial para o desenvolvimento  saudável do bebê, oferecendo nutrientes  e proteção imunológica.
16O enfermeiro na promoção  do aleitamento materno e os  benefícios para saúde do bebê NORA & DIAZ  (2024).Aborda o papel fundamental dos  enfermeiros na promoção do aleitamento  materno e os impactos positivos que  essa prática traz para a saúde das  crianças, além disso, enfatiza que a atuação do enfermeiro não se limita  apenas à orientação técnica, mas  também inclui o apoio psicossocial,  fundamental para que as mães se sintam  seguras e motivadas 
17Amamentação  no período da  pandemia da  SARS-Cov-2:  riscos de  transmissão do  vírus ou  proteção  através do  anticorpo e das  boas práticas  durante o  aleitamento  materno, uma  revisão  bibliográficaSILVA & SILVA  (2022).O artigo aborda a amamentação durante  a pandemia da COVID-19, analisando os  riscos de transmissão do SARS-CoV-2  pelo leite materno e os benefícios da  amamentação, como a proteção  fornecida pelos anticorpos no leite. A  conclusão conclui que não há evidências  de transmissão direta do vírus pelo leite,  mas enfatiza a importância de boas  práticas, como o uso de máscara e  higiene, para garantir a segurança da  mãe e do bebê.

Fonte: Elaborado pelos autores (2025).

DISCUSSÃO 

O processo de aleitamento materno é complexo, tendo em vista que a produção  e ejeção do leite depende do desenvolvimento da glândula mamária, da regulação de  hormônios da lactante (NORA & DIAZ, 2024). 

Henriques (2020), menciona que a lactação é um processo fisiológico complexo  que remete para algumas particularidades atualmente ainda desconhecidas, que  dependem do prévio desenvolvimento da glândula mamária, da regulamentação  hormonal da lactante e de fatores locais.

As mamas são dois órgãos exócrinos, localizados na porção anterior e superior  do tórax. São glândulas responsáveis pela lactação, constituído por alvéolos, sendo  estas, estruturas organizadas por células epiteliais que produzem leite, que assim  agrupadas denominam-se de ductos, e estes conectados aos ductos interlobulares formam os seios lactíferos, finalizando no mamilo (HENRIQUES, 2020; DANTAS,  SILVA & SANTOS, 2022). 

Nora & Diaz (2024) complementam que durante o período de gestação as  glândulas sofrem um desenvolvimento perante a influência de hormônios como o  estrogênio e progesterona. Além destes, a prolactina é o hormônio responsável pela  produção de leite e a ocitocina possui o papel na ejeção do leite. 

Durante a gestação, a mama passa por um processo de desenvolvimento,  formando a secreção láctea, sendo dividida em três fases: A lactogênese fase I, com  o desenvolvimento dos alvéolos e produção inicial dos componentes do leite, a Lactogênese II, que ocorre após o nascimento e expulsão da placenta e a lactogênese fase III, que se mantém por toda a lactação, sendo influenciada pela sucção do bebê  e do esvaziamento da mama (NORA & DIAZ 2024; SILVA & SILVA 2022). 

Brasil (2015, pág. 25), através do caderno de atenção básica número 23,  complementa:

A mama, na gravidez, é preparada para a amamentação (lactogênese fase I) sob a ação de diferentes hormônios. […] Na primeira metade da gestação, há crescimento e proliferação dos ductos e formação dos lóbulos.
Na segunda metade, a atividade secretora se acelera e os ácinos e alvéolos ficam distendidos com o acúmulo do colostro. A secreção láctea inicia após 16 semanas de gravidez. […] Com o nascimento da criança e a expulsão da
placenta, há uma queda acentuada nos níveis sanguíneos maternos de progestogênio, com consequente liberação de prolactina pela hipófise anterior, iniciando a lactogênese fase II e a secreção do leite. […] Após a
“descida do leite”, inicia-se a fase III da lactogênese, também denominada galactopoiese. Essa fase, que se mantém por toda a lactação, depende principalmente da sucção do bebê e do esvaziamento da mama (BRASIL,
2015, pág. 25).

O leite materno possui ação de proteção e prevenção de agravos para a saúde  da criança, nutriz e família, é um alimento de composição nutricional equilibrada, de  baixo custo sendo essencial para o desenvolvimento e crescimento infantil saudável  (COSTA et al., 2019). 

Segundo Barbosa & Reis (2020), o leite materno é o alimento que possui uma  composição nutricional equilibrada essencial para o recém-nascido até os 6 meses de  vida, prevenindo a mortalidade infantil. Palheta & Aguiar (2021) complementam que o leite possui quantidade adequada de proteínas, vitaminas, ácidos graxos e anticorpos essenciais manter o lactente alimentado, hidratado e protegido contra  enfermidades, além de fortalecer os laços afetivos. 

Em seu estudo, Sousa et al. (2022), descreve que a amamentação imediata  após o parto ajuda na recuperação mais rápida do útero ao seu tamanho pré gravídico, reduz o sangramento, previne a anemia materna, diminui o risco de câncer  de mama e de ovários, e ainda contribui para a prevenção de problemas na fala do  bebê e de anomalias na formação dos dentes. 

Brasil (2015, pág. 17) enfatiza que, “Estima-se que o aleitamento materno  poderia evitar 13% das mortes em crianças menores de 5 anos em todo o mundo, por  causas preveníveis”, salientando que é uma forma eficaz de proteger a saúde infantil  e salvar vidas. 

Muitas nutrizes possuem dificuldades para adaptarem-se à prática da  amamentação, pelo fato de ser uma rotina diferente e não estarem adequadamente  preparadas (OLIVEIRA et al., 2024). Araújo et al. (2020), complementa, que esse  período é vivenciado pelas mães de formas diferentes, onde algumas encontram mais dificuldades que outras, e enfatiza que grande parte das nutrizes retratam algum tipo  de obstáculo que podem ter como consequência a redução dos índices de aleitamento  materno exclusivo e aumento nas taxas de desmame precoce. 

Diversos fatores podem contribuir para a interrupção precoce da amamentação,  tais como a falta de experiência, fissuras nos mamilos, mamilo invertido,  ingurgitamento ou mastite, dificuldades na técnica de sucção do bebê, baixa produção  de leite materno, falta de apoio, críticas, falta de informação e preparo, estado emocional, ansiedade e o retorno ao trabalho após o término da licença maternidade.  Mesmo diante de todas essas dificuldades, as mães são motivadas pelos benefícios  que a amamentação proporciona a elas e aos bebês (PALHETA & AGUIAR, 2021;  ARAÚJO et al., 2020). 

Com o objetivo de orientar as mulheres na gestação, parto e puerpério, foram  criados programas e políticas públicas no Brasil, a fim de auxiliar a equipe de  enfermagem quanto a saúde da gestante, ao incentivo e manutenção da  amamentação exclusiva até o sexto mês de vida do bebê, sendo fundamentais para a certificação da necessidade do aleitamento materno exclusivo, a fim de fortalecer os  vínculos e promover proteção (SOUZA, BOTELHO & PINHEIRO, 2022). No Brasil, em meados da década de 1980, foi adotado pelo Ministério da Saúde as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), várias políticas públicas para incentivar o aleitamento materno, com a criação do Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno (PNIAM), além disso, importante política pública é a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), lançada em 1992 em parceria com a OMS e o UNICEF e Bancos de Leite Humano, que funcionam como centros de apoio à amamentação e coleta de leite materno excedente para bebês prematuros e de baixo peso (NORA & DIAZ, 2024). 

Ainda através do estudo de Nora & Diaz (2024, pág. 6731), convém citar que:

[…] as políticas públicas brasileiras são amplamente alinhadas às recomendações da OMS e desempenham um papel crucial no aumento das taxas de amamentação, na melhoria da saúde infantil e na proteção das
mães. O contínuo investimento em campanhas educativas e a expansão de programas como a IHAC e os Bancos de Leite Humano reforçam a importância de apoiar as mães em todas as fases da amamentação, fortalecendo o aleitamento materno como um direito essencial de saúde (NORA & DIAZ, 2024, pág. 6731).

Alves et al. (2020), enfatiza que a enfermagem é caracterizada como a rede  secundária de apoio à mulher durante o processo de amamentação, e a presença do  enfermeiro não deve ser relevante somente nas dificuldades, mas sim um profissional  que acompanha todo o processo, trocando experiência, informações de saúde e  motivações para o enfrentamento da nova fase da amamentação. Iopp, Massafera &  Bortoli (2023), complementam que garantir o acolhimento da nutriz, com uma escuta ativa, possibilita que o ato de amamentar se torne um momento prazeroso e destaca  o enfermeiro com o papel de educador, orientador, e incentivador de ações voltadas  à amamentação. 

Os profissionais de enfermagem devem implementar práticas de prevenção e  promoção da saúde, com o objetivo de incentivar o aleitamento materno exclusivo.  Isso pode ser feito por meio de ações educativas direcionadas a gestantes e  familiares, como orientações, rodas de conversa e grupos de aconselhamento sobre a importância do aleitamento exclusivo e da sua continuidade. Dessa forma, busca-se  garantir que a amamentação não seja interrompida prematuramente (PALHETA &  AGUIAR, 2021).

De acordo com Alves et al. (2020), o pré-natal promove o vínculo e o  acolhimento das gestantes junto aos profissionais de saúde, permitindo compreender  as necessidades, capacidades e limitações de cada mulher no processo gestacional  e do nascimento. Barbosa & Reis (2020), complementam que nesse período é  excelente para fornecer orientações pertinentes ao tema, além de desenvolver  encontros nas unidades com as gestantes a fim de tirar dúvidas que ainda persistem. 

É importante garantir uma assistência de enfermagem eficaz no puerpério  imediato, por meio de ações comunitárias de promoção à saúde, visando alcançar as  diretrizes recomendadas pelo Ministério da Saúde em relação à amamentação, pois  é nesse período que o profissional poderá explicar de forma prática e acompanhar a  forma como a amamentação está cursando. Além de que deve valer-se de evidências  como a influência positiva no gráfico de crescimento para fornecer à família a certeza  de que o aleitamento materno é a melhor escolha para o desenvolvimento da criança  (COSTA et al., 2019; BARBOSA & REIS, 2020). 

Segundo Higashi et. al. (2021), um cenário essencial para a adesão à prática  da amamentação é o pós-parto imediato, com o incentivo e a minimização da  utilização de fórmulas lácteas. Sousa et al. (2022) ainda complementa que o  profissional atua como um facilitador, desmistificando crenças, mitos e tabus que  circundam o ato de amamentar, além de serem responsáveis pelo cuidado  humanizado, minimizando desconfortos e promovendo a amamentação um momento  agradável para mãe e para o recém-nascido. 

Nas primeiras semanas de amamentação, o enfermeiro desempenha um papel  crucial ao facilitar a adaptação da mulher a esse processo, intervindo conforme  necessário para garantir a saúde física e psicológica da mãe. É fundamental que o  profissional reconheça a relevância da família e do ambiente social envolvente,  buscando meios que promovam a amamentação eficaz, tornando essa experiência  prazerosa tanto para a mãe quanto para o bebê (SILVA et al., 2020). 

A visita domiciliar no puerpério permite ao profissional um contato mais próximo  com a família, facilitando a identificação de suas principais necessidades. É  aconselhável que o enfermeiro realize a visita à mãe logo após o parto e nos dias  iniciais, incentivando o início precoce da amamentação e auxiliando nas primeiras  mamadas do recém-nascido (PALHETA & AGUIAR, 2021). Do mesmo modo, Souza et al. (2022), ressalta que as informações devem estar acompanhadas das técnicas  de amamentação, observando a forma como mãe se senta e posiciona seu filho para  amamentar, como o bebê deve pegar ou sugar a mama, pois esses são fatores  cruciais para que o lactente consiga retirar o leite de maneira correta e suficiente, sem  machucar os mamilos da mãe, causando-lhe traumas. 

Conforme Barbosa & Reis (2020), o enfermeiro possui o papel de desenvolver  uma proximidade com as pacientes e seus familiares, a fim de fortalecer os vínculos  e conhecer suas dimensões como ser social, ouvindo todos os casos em que a nutriz  não aceita a amamentação, almejando conhecer seus medos e anseios para assim  desenvolver meios para vencê-los. 

Em sua pesquisa, Araújo et al. (2020) demonstra que embora haja informações  e orientações acerca do ato de amamentar, mesmo que com comprometimento  indispensável para a equipe, muitas mães sentem-se confusas mesmo recebendo  orientações a respeito da prática. Barbosa & Reis (2020) e Costa et al., (2019), descrevem que a ausência de capacitação profissional pode levar o mesmo a não  adotar as práticas necessárias, nem transmitir as orientações e métodos de forma  clara e objetiva às mães, tornando-se um dos motivos que levam ao desmame  precoce do recém-nascido, prejudicando sua saúde. 

Portanto, Costa et al., (2019), ressalta que é fundamental que o profissional de  enfermagem se capacite, busque informações e atualizações a fim de sensibilizar as  nutrizes a manter a prática da amamentação, pois estes profissionais são  responsáveis por promover o cuidado através de ações em relação incentivo ao  aleitamento materno, instruindo-a como cuidar e entender seu filho, a fim de torná-las  agentes multiplicadoras de saúde (BARBOSA & REIS, 2020). 

CONCLUSÃO E IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA DA ENFERMAGEM 

A partir da revisão integrativa realizada, podemos afirmar que a enfermagem  desempenha um papel fundamental na promoção, incentivo e por fim no manejo do  leite materno ao recém-nascido. Ele traz inúmeros benefícios para a saúde da criança,  sendo a mais completa e adequada nutrição nos primeiros dias de vida, possuindo  diversas propriedades imunológicas que ajudam a proteger o bebê contra diversas  doenças, além de também, melhorar o vínculo entre mãe e filho.

O estudo aponta que o leite possui todos os nutrientes necessários até os seis  meses de vida, contendo quantidades de proteínas, vitaminas, ácidos graxos e  anticorpos necessários para manter o lactente alimentado, hidratado e protegido. 

Tendo em vista a importância do aleitamento materno, a enfermagem deve  oferecer todo o suporte, informação e incentivo às mães que estão nesta fase do  puerpério, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dela e do bebê, tendo  em vista que o acompanhamento desses profissionais pode evitar que a mãe deixe  de amamentar seu filho, transmita segurança, além de desmistificar todas as dúvidas  relacionadas ao assunto, reconhecendo sempre a necessidade de um atendimento  humanizado e de qualidade durante esse período de amamentação, tornando-se  assim um momento prazeroso e agradável. 

A elaboração de estudos nessa temática é de grande relevância para ressaltar  a necessidade do serviço prestado pelo enfermeiro no processo de manejo à  amamentação, além de enfatizar a necessidade de atualização dos profissionais para  lidar com a problemática, bem como o empenho deles para executá-las no cotidiano  dos serviços de saúde. Deste modo, conclui-se que é de grande importância  investimentos em políticas públicas na educação continuada dos profissionais de  enfermagem, visando uma melhoria no cuidado integral, individualizado, promovendo  repercussões positivas no processo de amamentação, visto que este momento  contribui para a melhoria do desenvolvimento biopsicossocial da criança. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

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1Discentes do Curso Superior de Enfermagem da Sociedade Educacional de Santa Catarina (UNISOCIESC), Campus Jaraguá do Sul.

2Docente do Curso Superior de Enfermagem da Sociedade Educacional de Santa Catarina (UNISOCIESC), Campus Jaraguá do Sul.