NÍVEIS DE VITAMINA D EM IDOSOS

VITAMIN D LEVELS IN THE ELDERLY

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202509292154


Hipólito Pessoa de Queiroz Neto1; Lucas Muller Regis de Oliveira2; Guilherme Tavares Soares Campos3; Janaina Paulino Souza4; Luiz Eduardo Oliveira Forte Ferreira de Souza5; Francisco Denis de Lima Sarmento6; Maria Jucinaria Pereira de Oliveira Sarmento7; Letícia Beatriz Olímpio de Oliveira8; Maria Daiane Queiroz Rego9; Orientadora: Joyce Thaynara da Silva Moura10


RESUMO

A vitamina D desempenha um papel essencial na manutenção da saúde óssea, função muscular, sistema imunológico e equilíbrio do cálcio, sendo especialmente relevante na população idosa. Com o envelhecimento, a capacidade de síntese cutânea dessa vitamina diminui, assim como a exposição solar e a ingestão adequada por meio da alimentação, o que torna a deficiência um problema comum entre os idosos. Essa carência está associada ao aumento do risco de quedas, fraturas, comprometimento cognitivo, depressão e maior vulnerabilidade a doenças crônicas. Diante disso, a avaliação periódica dos níveis séricos e a suplementação quando necessária são estratégias fundamentais para a promoção de um envelhecimento saudável. A inclusão de medidas preventivas nas políticas públicas de saúde pode contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida da população idosa.

Palavras-chave: vitamina D; idosos; envelhecimento saudável; deficiência nutricional; saúde óssea;

1. INTRODUÇÃO 

A vitamina D, uma das vitaminas lipossolúveis essenciais para a saúde humana, desempenha papéis cruciais em várias funções do organismo. Sua história remonta ao início do século XX, quando cientistas começaram a entender sua importância na prevenção do raquitismo. Desde então, inúmeras pesquisas revelaram suas diversas funções no corpo, além de sua relação com a saúde óssea e imunológica (SANTOS, BESSA, XAVIER, 2020). 

Existem dois principais tipos de vitamina D: a D2, ou ergocalciferol, e a D3, ou colecalciferol. Ambas possuem estruturas químicas distintas, mas são convertidas no fígado e nos rins em uma forma biologicamente ativa chamada calcitriol, que regula a absorção de cálcio e fósforo no intestino e os níveis sanguíneos desses minerais (ROLIZOLA et al., 2020). 

A deficiência de vitamina D é um problema global, afetando populações em todo o mundo, incluindo o Brasil e seus estados. Especialmente em idosos, a deficiência de vitamina D é comum devido a fatores como menor exposição ao sol, diminuição da capacidade de síntese cutânea e menor ingestão dietética. Níveis inadequados de vitamina D têm sido associados a uma série de condições de saúde, incluindo osteoporose, doenças cardiovasculares, diabetes e comprometimento do sistema imunológico (BORBA et al., 2023). 

Os níveis ideais de vitamina D variam, mas geralmente são considerados elevados quando acima de 30 ng/mL e deficientes quando abaixo de 20 ng/mL. No entanto, diferentes organizações de saúde podem ter diferentes intervalos de referência (DOS SANTOS CRUZ, FIGUEIREDO, 2020). 

Embora a vitamina D seja essencial para a saúde, a toxicidade também é uma preocupação. Altas doses de suplementos de vitamina D podem levar a níveis perigosamente elevados no sangue, resultando em sintomas como náuseas, vômitos, fraqueza e danos aos rins (HENRIQUES, CEBOLA, MENDES, 2020). 

Estudar os níveis de vitamina D em idosos de municípios do interior é importante porque essa população muitas vezes enfrenta desafios únicos em relação à exposição solar, acesso a cuidados de saúde e nutrição adequada (BORBA et al., 2023). Entender e abordar a deficiência de vitamina D nesse grupo pode contribuir significativamente para melhorar sua qualidade de vida e reduzir o risco de várias doenças associadas à sua deficiência (MOSSINI, 2020).

Mediante a esse expositivo é fulcral responder a seguinte pergunta norteadora: “Qual é a importância dos níveis adequados de vitamina D para a saúde e o bem-estar dos idosos, especialmente em municípios do interior, e como a deficiência dessa vitamina pode impactar diferentes aspectos da saúde nessa população?”

A justificativa para a criação deste artigo reside na necessidade de compreender e abordar a questão da deficiência de vitamina D entre os idosos que residem em municípios do interior. Esta população frequentemente enfrenta desafios únicos em relação à exposição solar, acesso a cuidados de saúde e hábitos alimentares adequados, o que pode aumentar significativamente o risco de deficiência de vitamina D e suas consequências para a saúde.

A deficiência de vitamina D em idosos está associada a uma série de problemas de saúde, incluindo osteoporose, quedas, fragilidade óssea, comprometimento do sistema imunológico e até mesmo distúrbios de humor. Portanto, compreender a prevalência e os determinantes da deficiência de vitamina D nesta população é crucial para orientar intervenções de saúde pública e programas de prevenção.

Além disso, estudar os níveis de vitamina D em idosos de municípios do interior pode ajudar a identificar grupos de risco específicos e desenvolver estratégias direcionadas para melhorar a saúde e o bem-estar desses indivíduos. Isso inclui a educação sobre a importância da exposição solar segura, a promoção de uma alimentação rica em vitamina D e a consideração da suplementação quando necessário.

Portanto, a criação deste artigo é fundamentada na necessidade de preencher lacunas no conhecimento sobre os níveis de vitamina D em idosos que vivem em áreas rurais e nas implicações dessa deficiência para a saúde pública. Ao abordar essa questão, esperamos contribuir para o desenvolvimento de políticas e intervenções eficazes que visem melhorar a qualidade de vida e reduzir os impactos negativos da deficiência de vitamina D nesta população vulnerável.

Este estudo tem como objetivo analisar os níveis de vitamina D em idosos de dois municípios do interior do Rio Grande do Sul e identificar os fatores associados à sua insuficiência, deficiência e toxicidade. Ele visa classificar os níveis dessa vitamina na população idosa, investigar sua relação com variáveis sociodemográficas e hábitos de vida, e avaliar a eficácia das estratégias de reposição relatadas pelos idosos. Essas informações serão fundamentais para orientar políticas de saúde pública e intervenções direcionadas a melhorar a saúde e o bem-estar dessa população idosa.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 Conceito da vitamina D

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel essencial para o corpo humano, desempenhando diversas funções vitais, principalmente na regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo, o que é essencial para a saúde óssea (MOSSINI, 2020).

Sua história remonta ao início do século XX, quando cientistas começaram a entender sua importância na prevenção do raquitismo, uma doença caracterizada por ossos fracos e deformidades ósseas. A pesquisa pioneira de médicos como Niels Ryberg Finsen e Sir Edward Mellanby ajudou a estabelecer a conexão entre a exposição solar e a produção de vitamina D na pele, lançando as bases para futuros estudos sobre essa vitamina (LIMA, 2021). 

Existem dois principais tipos de vitamina D: a vitamina D2, também conhecida como ergocalciferol, e a vitamina D3, também chamada de colecalciferol. Ambas são precursoras biologicamente inativas que, após a exposição à luz ultravioleta B (UVB) na pele, são convertidas em formas ativas que são posteriormente metabolizadas pelo fígado e rins. A fórmula estrutural da vitamina D2 apresenta variações em relação à D3, mas ambas desempenham papéis vitais na manutenção da saúde óssea e em outros processos fisiológicos do organismo (DE JESUS FRANCISCO et al., 2023). 

2.2 Processo de metabolização da vitamina até ela ser calcitriol

O processo de metabolização da vitamina D até sua forma ativa, o calcitriol, é essencial para garantir suas funções vitais no organismo. Inicia-se com a exposição à luz solar ou a ingestão de alimentos ricos em vitamina D, como peixes gordurosos e alimentos fortificados (DA SILVA, DA SILVA BATALHA, 2021).  

Quando a vitamina D é absorvida, ela passa por diversas etapas de transformação. Primeiramente, a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol) são absorvidas pelo intestino delgado. Em seguida, são transportadas para o fígado, onde sofrem uma primeira transformação, tornando-se 25-hidroxivitamina D [25(OH)D], que é a forma de reserva circulante da vitamina D (DE OLIVEIRA MARQUEZ, JOSÉ PEREIRA, DA SILVA SOUSA, 2021). 

Após essa etapa, a 25(OH)D é transportada para os rins, onde ocorre a conversão final para a forma biologicamente ativa, o calcitriol (1,25-di-hidroxivitamina D). Essa conversão é mediada pela enzima 1-alfa-hidroxilase.  Uma vez convertido em calcitriol, a vitamina D adquire suas propriedades biológicas plenas, atuando em diversos tecidos e órgãos do corpo humano. O calcitriol regula a absorção intestinal de cálcio e fósforo, promove a mineralização óssea e exerce efeitos imunomoduladores, entre outras funções (MAESAKA, 2021). 

É importante destacar que a regulação do processo de metabolização da vitamina D é complexa e depende de uma série de fatores, incluindo hormônios, metabolismo mineral e órgãos-alvo. Portanto, qualquer desequilíbrio nesse processo pode afetar negativamente os níveis e as funções da vitamina D no organismo (GUERRA et al., 2022). 

A deficiência de vitamina D é um problema de saúde global, afetando populações em todo o mundo. No Brasil, estudos epidemiológicos demonstram que a deficiência de vitamina D é prevalente, especialmente em regiões onde há menor exposição solar e baixa ingestão dietética dessa vitamina. No estado do Rio Grande do Sul, assim como em outras regiões do país, a deficiência de vitamina D também é uma preocupação, especialmente entre idosos, devido à menor exposição solar, fatores socioeconômicos e condições de saúde (DE OLIVEIRA MARQUEZ, JOSÉ PEREIRA, DA SILVA SOUSA, 2021).

Os idosos são particularmente suscetíveis à deficiência de vitamina D devido a vários fatores, incluindo menor exposição ao sol, capacidade reduzida de produzir vitamina D na pele, uso de roupas que cobrem a maior parte do corpo e uma possível ingestão inadequada de alimentos ricos em vitamina D (DE JESUS FRANCISCO et al., 2023).

Os níveis sanguíneos de vitamina D são avaliados principalmente por meio da dosagem da 25-hidroxivitamina D [25(OH)D]. Níveis inferiores a 20 ng/mL (50 nmol/L) são geralmente considerados deficientes, enquanto níveis entre 20-30 ng/mL (50-75 nmol/L) são considerados insuficientes. Níveis acima de 30 ng/mL (75 nmol/L) são geralmente considerados adequados para a saúde óssea (DE OLIVEIRA MARQUEZ, JOSÉ PEREIRA, DA SILVA SOUSA, 2021).

A toxicidade da vitamina D, conhecida como hipervitaminose D, é rara e geralmente ocorre apenas com a ingestão excessiva de suplementos de vitamina D. Os sintomas de toxicidade incluem náuseas, vômitos, fraqueza, perda de apetite e, em casos graves, danos aos rins e tecidos moles. A dose tóxica varia entre indivíduos, mas geralmente ocorre com a ingestão diária de doses superiores a 10.000-40.000 UI (unidades internacionais) por longos períodos (DE JESUS FRANCISCO et al., 2023).

2.3 Importância da vitamina D

A vitamina D é uma substância essencial para o funcionamento saudável do corpo humano, desempenhando uma miríade de funções vitais. Seu papel abrange a regulação de diversos sistemas, incluindo a saúde óssea, imunológica, cardiovascular e mental. Uma das suas funções mais reconhecidas é a sua contribuição fundamental para a absorção eficiente de cálcio e fósforo, minerais essenciais para a formação e manutenção dos ossos ao longo da vida (DO CARMO CARVALHO, 2022). 

Além disso, a vitamina D desempenha um papel crucial no fortalecimento do sistema imunológico, ajudando o organismo a combater infecções e a regular a resposta inflamatória. Ela também está envolvida na regulação da pressão arterial e na saúde cardiovascular, influenciando diretamente fatores de risco para doenças cardíacas (CÂMARA et al., 2021). 

Estudos científicos têm revelado uma conexão entre baixos níveis de vitamina D e distúrbios de humor, como depressão e ansiedade. Essa vitamina desempenha um papel na regulação dos neurotransmissores no cérebro, o que pode impactar diretamente o estado mental e emocional das pessoas (DE MENEZES et al., 2021). 

Outro aspecto importante é o papel da vitamina D na saúde muscular, especialmente relevante para os idosos. Níveis adequados de vitamina D são essenciais para manter a força muscular e a função, o que contribui significativamente para a prevenção de quedas e fraturas, problemas frequentemente enfrentados por essa faixa etária (MOURA, BERRONDO, 2020). 

Portanto, a monitorização e a correção de deficiências de vitamina D são cruciais para promover a saúde e o bem-estar, especialmente entre os idosos, que muitas vezes enfrentam desafios específicos, como menor exposição solar e dificuldades na obtenção de uma dieta equilibrada. Estudar os níveis de vitamina D em idosos de municípios do interior é uma iniciativa essencial para identificar precocemente deficiências e intervir de maneira adequada, prevenindo complicações de saúde e garantindo uma melhor qualidade de vida para essa população vulnerável (PEREIRA et al., 2022). 

3. CONCLUSÃO 

A manutenção adequada dos níveis de vitamina D em idosos é um fator essencial para a promoção da saúde e da qualidade de vida durante o envelhecimento. Essa vitamina desempenha um papel fundamental na homeostase do cálcio, na saúde óssea, na função muscular e no fortalecimento do sistema imunológico, sendo especialmente importante para a prevenção de quedas, fraturas e infecções. No entanto, a deficiência de vitamina D é altamente prevalente nessa faixa etária, resultado da redução da capacidade de síntese cutânea, da menor exposição solar e, muitas vezes, de dietas pobres neste nutriente.

Além dos impactos físicos, a deficiência de vitamina D em idosos tem sido associada a distúrbios cognitivos, depressão e maior suscetibilidade a doenças crônicas, o que reforça a necessidade de um acompanhamento clínico regular. A avaliação periódica dos níveis séricos de vitamina D, aliada à suplementação quando indicada, deve ser parte integrante das estratégias de cuidado voltadas a essa população.

A atenção à vitamina D deve ser encarada como uma medida preventiva de saúde pública, com campanhas educativas sobre a importância da exposição solar controlada, hábitos alimentares saudáveis e a correta utilização de suplementos. Políticas de saúde voltadas para o envelhecimento precisam considerar a deficiência dessa vitamina como uma questão prioritária, promovendo ações integradas entre profissionais de saúde, cuidadores e familiares.

Portanto, garantir níveis adequados de vitamina D em idosos não se limita à prevenção de osteoporose, mas envolve uma abordagem mais ampla, voltada ao bem-estar geral, à autonomia e à redução de riscos associados ao envelhecimento. Investir nesse cuidado é promover um envelhecimento mais saudável, seguro e com melhor qualidade de vida.

REFERÊNCIAS

BORBA, Victoria Zeghbi Cochenski et al. Epidemiology of Vitamin D (EpiVida)—A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil. Journal of the Endocrine Society, v. 7, n. 1, p. bvac171, 2023.

CÂMARA, Janaína Lopes et al. Vitamina D: uma revisão narrativa. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 2, p. 5904-5920, 2021.

DA SILVA, Keyseane Santos; DA SILVA BATALHA, Iva Cilene Guimarães. RELEVÂNCIA DA SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D NA PREVENÇÃO DA OSTEOPORO-SE EM IDOSOS. Brasília Med, v. 58, p. 1-7, 2021.

DE JESUS FRANCISCO, Sarah et al. Funcionalidade e níveis de 25-hidroxivitamina D em idosos institucionalizados. In: NaN. Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2023. p. NaN-NaN.

DE MENEZES, América Muraiare et al. A importância da manutenção dos níveis de vitamina D para o sistema imunológico. Research, Society and Development, v. 10, n. 12, p. e284101220453-e284101220453, 2021.

DE OLIVEIRA MARQUEZ, Carolinne; JOSÉ PEREIRA, Leandro; DA SILVA SOUSA, Ronny Cleysson. A importância da Vitamina D para idosos: revisão sistemática. Scire Salutis, v. 12, n. 1, 2021.

DO CARMO CARVALHO, Lanna et al. A importância da vitamina D em doenças autoimunes: uma abordagem clinica The importance of vitamin D in autoimmune diseases: a clinical abkrdage. Brazilian Journal of Health Review, v. 5, n. 2, p. 5556-5561, 2022.

DOS SANTOS CRUZ, Vanessa Maria; FIGUEIREDO, Erick Frota Gomes. A importância da vitamina D para saúde dos idosos. Brazilian Journal of Health Review, v. 3, n. 6, p. 18476-18487, 2020.

GUERRA, MARCELO TEODORO EZEQUIEL et al. Baixos níveis séricos de vitamina D aumentam significativamente o risco de morte em idosos com fraturas de quadril: coorte prospectiva. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, v. 49, p. e20223054, 2022.

HENRIQUES, Inês; CEBOLA, Marisa; MENDES, Lino. Desnutrição, sarcopenia e COVID-19 no idoso: evidência científica da suplementação de vitamina D. Acta Portuguesa de Nutrição, n. 21, p. 26-30, 2020.

LIMA, Tayrine Pereira de. A Importância da vitamina D: A suplementação ideal na rotina dos idosos com o devido acompanhamento farmacoterapêutico. 2021.

MAESAKA, Mirella. Suplementação de vitamina D na função muscular em idosos: uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. 2021

MOSSINI, Cleber da Silva. Associação entre níveis de vitamina D e saúde mental em idosos da Atenção Primária de Saúde em um município de Santa Catarina. 2020. 

MOURA, Annyelle Araújo de; BERRONDO, Roberta Emerenciano. A insuficiência da vitamina D nos pacientes portadores de doenças autoimunes e o impacto na qualidade de vida. 2020.

PEREIRA, Amanda Káren Alves et al. Evidências acerca do desequilíbrio de serotonina, vitamina D e melatonina em portadores de Transtorno do Espectro Autista. Research, Society and Development, v. 11, n. 12, p. e426111234865-e426111234865, 2022.

ROLIZOLA, Patricia Moreira Donato et al. Insuficiência de vitamina D e fatores associados: um estudo com idosos assistidos por serviços de atenção básica à saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, p. 653-663, 2022.

SANTOS, Camila de Souza dos; BESSA, Thaíssa Araujo de; XAVIER, André Junqueira. Fatores associados à demência em idosos. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, p. 603-611, 2020.


1Médico –  Hipolitopessoa@gmail.com
2Graduando em medicina –  lucasmuller1607@gmail.com
3Graduando em medicina – guilhermecampos3052@gmail.com
4Farmacêutica
5Médico – luizeduardoforte@gmail.com
6Médico – denniyw@hotmail.com
7Graduanda em medicina- jucinariamdeoliveira@hotmail.com
8Médica
9Farmacêutica
10Orientadora – joycemoura1997@gmail.com