MANEJO FARMACOLÓGICO DA ANSIEDADE GENERALIZADA:  ABORDAGEM INTEGRADA COM ANTIDEPRESSIVOS E ANSIOLÍTICOS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202503311756


Bianca Dória Piovezan1 / Hugo Henrique dos Santos Dantas Guimarães2 / Isadora Silva Freire3 / Roberta Jamilly dos Santos Araújo4 / João Neto Cruz Linhares5 / José Lucas Medeiros do Paraízo6 / Marcela Tânagara Estevão Oliveira7 / Mayara Sabrina da Silva8 / João Victor Ferreira do Carmo9 / Suely Maria de Ataíde10 / Ana Beatriz de Oliveira Nascimento11 / Maria José dos Santos Monteiro12 / Rodrigo Teixeira Santiago13 / AntônIo João Paulino14 / Anderson Nascimento de Andrade15


Resumo: Introdução: A ansiedade generalizada (TAG) afeta de 3% a 7% da população mundial, prejudicando a qualidade de vida. Seu tratamento é desafiador, com antidepressivos (ISRS) sendo a primeira linha, e ansiolíticos usados para alívio rápido, mas com risco de dependência. A revisão analisa a eficácia e segurança do tratamento farmacológico, focando na combinação de antidepressivos e ansiolíticos, considerando os mecanismos neurobiológicos e os riscos dos tratamentos prolongados. Objetivo: Analisar criticamente as estratégias terapêuticas, destacando o uso combinado de antidepressivos, especialmente os Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS), e ansiolíticos não-benzodiazepínicos, para otimizar o manejo da TAG. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa com a busca de 23 artigos nas bases BVS e PubMed, considerando critérios de inclusão e exclusão definidos, além de conformidade com princípios éticos internacionais. Resultados e Discussão: A combinação de antidepressivos com ansiolíticos não-benzodiazepínicos demonstrou eficácia no controle dos sintomas de TAG, minimizando os riscos associados ao uso prolongado de benzodiazepínicos. Antidepressivos como sertralina e escitalopram apresentaram alta taxa de resposta. A buspirona, um ansiolítico não-benzodiazepínico, mostrou-se eficaz e mais segura para tratamentos prolongados, com menos risco de dependência. No entanto, a personalização do tratamento e a consideração de comorbidades psiquiátricas e características individuais são essenciais para melhorar os resultados terapêuticos. Conclusão: A combinação de ISRS e ansiolíticos não-benzodiazepínicos é uma estratégia promissora no tratamento de TAG, embora existam lacunas no entendimento sobre a personalização do tratamento, especialmente para subgrupos específicos de pacientes. O artigo aponta para a necessidade de mais estudos para otimizar o manejo terapêutico, considerando fatores individuais e a eficácia a longo prazo dos tratamentos. 

Palavras-chave: Ansiolíticos; Antidepressivos; Transtornos de Ansiedade. 

1. Introdução 

A ansiedade generalizada é um transtorno mental prevalente, caracterizado por preocupação excessiva e persistente, difícil de controlar, acompanhada de sintomas físicos como inquietação, fadiga, tensão muscular, irritabilidade e dificuldades de concentração. Estima-se que sua prevalência mundial varie de 3% a 7%, afetando de maneira significativa a qualidade de vida dos indivíduos acometidos. O impacto psicológico e funcional desse transtorno é relevante, levando ao comprometimento das atividades diárias, redução do desempenho acadêmico e laboral e prejuízo nas relações sociais e familiares (Baldaçara et al., 2024; He et al., 2019). 

O manejo farmacológico da ansiedade generalizada é um desafio clínico, considerando a variabilidade de resposta ao tratamento e a presença frequente de comorbidades psiquiátricas, como depressão maior e transtornos de pânico. Nesse contexto, o uso de antidepressivos e ansiolíticos surge como a principal abordagem terapêutica, embora a escolha da medicação dependa de fatores como perfil de sintomas, histórico clínico e tolerabilidade do paciente (Bradley et al., 2018). Enquanto os antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) e os inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina (IRSN), são indicados como primeira linha, os ansiolíticos, sobretudo as benzodiazepinas, são recomendados para alívio sintomático em curto prazo (Cybulski et al., 2022). 

A escolha do tratamento farmacológico adequado requer uma compreensão abrangente dos mecanismos neurobiológicos subjacentes à ansiedade generalizada. Estudos recentes apontam para a desregulação de sistemas neurotransmissores, como serotonina, noradrenalina e ácido gama-aminobutírico (GABA), bem como a hiperatividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), resultando em níveis elevados de cortisol. Essas alterações fisiológicas fundamentam o uso de medicamentos que modulam tais sistemas, promovendo equilíbrio neuroquímico e redução dos sintomas ansiosos (Ebrahimi-ghiri et al., 2019; Everitt et al., 2018). 

No entanto, o uso prolongado de ansiolíticos, especialmente benzodiazepínicos, é motivo de preocupação devido ao risco de dependência, tolerância e efeitos adversos cognitivos e motores. Em contrapartida, os antidepressivos, apesar de apresentarem um perfil mais seguro para uso prolongado, têm início de ação mais lento, exigindo manejo adequado das expectativas do paciente e estratégias para o controle dos sintomas agudos durante o período de latência terapêutica (Fagan et al., 2023). 

A integração de diferentes classes farmacológicas tem sido explorada como uma alternativa para otimizar a resposta terapêutica e minimizar efeitos colaterais. O uso combinado de antidepressivos e ansiolíticos pode proporcionar alívio rápido dos sintomas ansiosos enquanto se aguarda a resposta terapêutica plena dos antidepressivos. Contudo, há necessidade de protocolos clínicos bem estabelecidos para definir critérios de combinação, duração e retirada gradual dos ansiolíticos, evitando efeitos adversos e recaídas (Gale et al., 2000). 

A relevância do manejo adequado da ansiedade generalizada se estende para além do alívio sintomático imediato, considerando-se o impacto do transtorno na saúde física e mental a longo prazo. Estudos demonstram associação entre transtornos de ansiedade crônica e maior risco de doenças cardiovasculares, distúrbios metabólicos e redução da expectativa de vida. Nesse sentido, a eficácia e segurança das intervenções farmacológicas são cruciais para a qualidade de vida e o prognóstico dos pacientes (Guo et al., 2016; He et al., 2019). 

A presente revisão objetiva analisar criticamente a eficácia e segurança das intervenções farmacológicas para a ansiedade generalizada, considerando as evidências atuais sobre o uso integrado de antidepressivos e ansiolíticos. Serão discutidos os principais desafios clínicos na escolha do tratamento, os riscos associados ao uso prolongado de benzodiazepínicos e as perspectivas para a personalização do manejo terapêutico. 

2. Metodologia 

Foi construída uma revisão integrativa da literatura com o intuito de reunir estudos relacionados ao tema proposto. A busca bibliográfica incluiu 23 artigos localizados nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Para a pesquisa, utilizaram-se descritores padronizados pelas plataformas DeCS/MeSH (Descritores em Ciências da Saúde/Medical Subject Headings): “Ansiolíticos”, “Antidepressivos” e “Transtornos de Ansiedade”, combinados pelo operador booleano “AND”. Inicialmente, foram identificados 846 artigos, sendo selecionados aqueles que atenderam aos critérios de inclusão previamente definidos: textos completos, de acesso aberto, publicados entre 2000 e 2025 e disponíveis em português, inglês ou espanhol. Foram excluídos trabalhos incompletos, restritos ou que não se enquadravam no período e idiomas estabelecidos. 

O processo de seleção seguiu um protocolo criterioso, começando pela identificação preliminar dos estudos após a aplicação dos filtros. Em seguida, realizou-se a triagem, com exclusão dos artigos cujo tema não era pertinente, baseada na leitura dos títulos e resumos. Os textos que passaram por essa primeira triagem foram lidos na íntegra e avaliados detalhadamente. Somente os artigos que cumpriram todos os critérios de inclusão foram incorporados a esta revisão. 

Este estudo seguiu os princípios éticos internacionais, levando em conta a Declaração de Helsinque, o Código de Nuremberg e a Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. Vale destacar que, por utilizar exclusivamente dados secundários de acesso público, não foi necessária a submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). 

3. Resultados e Discussão 

A pesquisa revelou que as intervenções farmacológicas mais comumente usadas incluem antidepressivos, especialmente os Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS), e ansiolíticos, sendo os benzodiazepínicos os mais tradicionais, além de novas opções como os medicamentos não benzodiazepínicos (Baldaçara et al., 2024). Estudos recentes destacam que a combinação de antidepressivos com ansiolíticos pode oferecer um efeito terapêutico mais robusto do que o uso isolado de um único agente, especialmente em pacientes com sintomas persistentes e resistência ao tratamento (Markman et al., 2024). A análise de eficácia demonstra que os ISRS, como a sertralina e a escitalopram, têm sido os antidepressivos mais recomendados, com taxas de resposta clínicas superiores em comparação com outros tratamentos (Ipser et al., 2015). 

Além disso, o uso de ansiolíticos não benzodiazepínicos, como a buspirona, tem se mostrado eficaz, com um perfil de efeitos colaterais mais toleráveis. A buspirona, embora tenha um início de ação mais lento do que os benzodiazepínicos, oferece um risco menor de dependência e de efeitos sedativos, o que a torna uma opção mais segura para o tratamento de longo prazo (Fagan et al., 2023). A combinação de antidepressivos com ansiolíticos não-benzodiazepínicos têm demonstrado eficácia na redução dos sintomas de TAG, com benefícios na redução da ansiedade, melhora do humor e, em muitos casos, prevenção de recaídas (Gale et al., 2000). 

Entretanto, a literatura também aponta para os desafios no manejo de TAG com o uso prolongado de benzodiazepínicos. Os benzodiazepínicos, como o diazepam e o lorazepam, são altamente eficazes para o alívio imediato da ansiedade, mas o uso a longo prazo está associado a uma série de efeitos adversos, incluindo dependência, tolerância e risco de exacerbação de sintomas cognitivos. A prevalência de efeitos colaterais graves, como sedação excessiva, dificuldades de memória e risco de overdose, são considerações importantes ao escolher o tratamento farmacológico adequado (Markman et al., 2024; Menezes et al., 2007; Rickels et al., 2018). 

A personalização do tratamento, levando em consideração fatores individuais como comorbidades psiquiátricas, idade, histórico de uso de substâncias e resposta anterior a tratamentos, surge como uma estratégia essencial para otimizar o manejo da ansiedade generalizada. Estudos sugerem que a abordagem terapêutica mais eficaz envolve uma análise minuciosa dos benefícios e riscos de cada classe de medicamento, visando minimizar os efeitos adversos enquanto maximiza a eficácia clínica (Santos et al., 2016). 

Os resultados obtidos na presente revisão confirmam a eficácia dos antidepressivos, particularmente os ISRS, no manejo da ansiedade generalizada, com destaque para a sertralina e escitalopram. Esses medicamentos têm sido amplamente estudados e demonstraram sucesso em reduzir os sintomas de ansiedade a longo prazo, oferecendo uma alternativa sólida para aqueles que não respondem aos ansiolíticos tradicionais (Strawn et al., 2020). A combinação de antidepressivos com ansiolíticos não-benzodiazepínicos, como a buspirona, oferece uma solução interessante para pacientes com TAG crônica, pois proporciona alívio de sintomas sem os riscos associados ao uso prolongado de benzodiazepínicos (Van leeuwen et al., 2021). 

O uso de benzodiazepínicos no manejo de TAG, embora eficaz em curto prazo, apresenta riscos consideráveis. A dependência e os efeitos cognitivos adversos, especialmente em pacientes idosos, são uma preocupação central na prática clínica (Yap et al., 2019). O uso de benzodiazepínicos deve ser cuidadosamente monitorado e limitado a tratamentos de curto prazo, com estratégias de desmame bem definidas. Além disso, os efeitos sedativos e a possibilidade de interações medicamentosas são fatores críticos a serem levados em consideração ao prescrever essas medicações (Wehry et al., 2015). 

A abordagem integrada, que considera as necessidades clínicas e psicológicas do paciente, é fundamental para o manejo eficaz da TAG. O tratamento farmacológico isolado pode não ser suficiente para todos os pacientes, especialmente aqueles com formas mais resistentes à doença. A combinação de farmacoterapia com intervenções psicoterapêuticas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), tem se mostrado eficaz em melhorar os resultados terapêuticos, proporcionando uma abordagem mais holística e personalizada (Zwanzger et al., 2016). 

Embora o uso de antidepressivos e ansiolíticos seja amplamente respaldado pela literatura, ainda há desafios em identificar os tratamentos mais eficazes para subgrupos específicos de pacientes. A personalização do tratamento, considerando fatores como a resposta individual, comorbidades psiquiátricas (como depressão e transtornos de personalidade), além da suscetibilidade genética, é uma estratégia cada vez mais importante para a otimização da resposta terapêutica (Ipser et al., 2015; Luo et al., 2024). 

Ainda que os resultados atuais ofereçam uma visão promissora sobre a eficácia dos antidepressivos e ansiolíticos no tratamento da TAG, a pesquisa continua sendo necessária para refinar as estratégias terapêuticas. A longo prazo, o desenvolvimento de medicamentos com melhores perfis de segurança e maior eficácia, aliados à personalização do tratamento, representará uma revolução no manejo da ansiedade generalizada (Guaiana et al., 2023). 

4. Conclusão 

O objetivo deste artigo foi analisar criticamente a eficácia e segurança das intervenções farmacológicas no tratamento da Ansiedade Generalizada (TAG), com foco na abordagem integrada utilizando antidepressivos e ansiolíticos. Através da revisão da literatura, foi possível observar que a combinação de antidepressivos, especialmente os Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS), com ansiolíticos não-benzodiazepínicos se mostra uma excelente estratégia terapêutica, oferecendo eficácia clínica significativa, ao mesmo tempo que minimiza os riscos associados ao uso prolongado de benzodiazepínicos. 

Entretanto, algumas lacunas foram observadas na pesquisa, especialmente no que diz respeito à personalização do tratamento e à identificação de subgrupos específicos de pacientes que poderiam se beneficiar mais significativamente de terapias combinadas. Embora os antidepressivos e ansiolíticos não-benzodiazepínicos apresentem resultados positivos, o impacto do tratamento a longo prazo em diferentes faixas etárias e perfis psicossociais ainda não foi suficientemente explorado. Além disso, a complexidade do manejo terapêutico em pacientes com comorbidades psiquiátricas e a necessidade de considerar as respostas individuais ao tratamento permanecem questões desafiadoras, que demandam mais investigações. 

A ausência de dados conclusivos sobre a personalização de tratamentos, considerando as variáveis individuais, também representa uma área em aberto para futuras pesquisas. Esses aspectos devem ser considerados nas próximas revisões e estudos, para proporcionar um entendimento mais profundo e refinado sobre o manejo da TAG. Dessa forma, é imprescindível que mais estudos sejam realizados para avaliar não apenas a eficácia clínica, mas também a segurança a longo prazo dos tratamentos farmacológicos integrados.  

A pesquisa sobre novas terapias, bem como o aprimoramento da personalização do tratamento, é fundamental para o avanço no manejo da ansiedade generalizada. A combinação de abordagens farmacológicas com intervenções psicoterapêuticas continua a ser um caminho ideal para um tratamento mais eficaz e seguro, e futuras investigações devem focar em otimizar essas estratégias, oferecendo melhores resultados para os pacientes. 

5. Referências 

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1UNEMAT- Universidade estadual do Mato Grosso
2Universidade Federal de Minas Gerais
3CESUPA
4UNIVISA
5Cesupa – Centro Universitário do Pará
6UNIVISA
7UNIVISA
8UNIVISA
9UNIVISA
10UNIVISA
11UNIVISA
12UNIVISA
13Mestrando em Assistência Farmacêutica – UFPA
14Mestrando em Ciências de Matérias – UFPE
15Mestre em Ciências Fisiológicas – UECE