REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202503311842
Éverton Barbosa de Lira1 / Isadora Silva Freire2 / João Antônio Rodrigues Dos Santos Neto3 / João Neto Cruz Linhares4 / José Lucas Medeiros do Paraízo5 / Marcela Tânagara Estevão Oliveira6 / Raul Henrique de Assis7 / Karla Isabela Oliveira Santos8 / Jonata dos Santos Pereira9 / Thallyta Vitória Feliciano da Silva10 / Gislayne Karen dos Santos Lima11 / Liliane Souza da Silva12 / Kelven Samuel da Silva Santos13 / Thiago Vicente Gomes Figueira14 / Jaqueline dos Santos Costa15
Resumo: Introdução: A insuficiência cardíaca aguda (ICA) é uma condição crítica caracterizada por início abrupto ou agravamento dos sintomas, sendo uma das principais causas de internação em unidades de emergência. O diagnóstico precoce e a intervenção rápida são essenciais, mas a sobreposição de sintomas com outras doenças torna o diagnóstico desafiador. A escassez de recursos e a capacitação inadequada das equipes emergenciais também dificultam o manejo adequado. Objetivo: Revisar as estratégias diagnósticas e terapêuticas no manejo da ICA, com base nas evidências científicas mais recentes, considerando as limitações dos serviços de saúde e os desafios enfrentados na emergência. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, selecionando 25 artigos das bases de dados BVS e PubMed, publicados entre 2000 e 2025. Foram utilizados critérios de inclusão como textos completos, de acesso aberto, nas línguas português, inglês ou espanhol. Resultados e Discussão: O diagnóstico precoce da ICA continua desafiador, devido à similaridade com outras condições agudas. Biomarcadores como BNP e exames como ecocardiografia à beira do leito mostraram-se eficazes, mas o acesso limitado a esses recursos, principalmente em países de baixa e média renda, é uma dificuldade significativa. No tratamento inicial, a estabilização hemodinâmica com diuréticos, vasodilatadores e inotrópicos é fundamental, e a ventilação não invasiva é útil em casos de insuficiência respiratória. A padronização dos protocolos e a capacitação contínua das equipes emergenciais são cruciais para melhorar os desfechos clínicos.
Conclusão: Embora avanços tenham sido feitos no diagnóstico e tratamento da ICA, ainda há lacunas importantes, como a falta de padronização global de protocolos e o acesso desigual às tecnologias diagnósticas. Para melhorar os desfechos clínicos, é necessário aprimorar a formação dos profissionais de saúde, expandir o acesso às tecnologias e desenvolver diretrizes adaptáveis às realidades locais.
Palavras-chave: Emergência; Insuficiência Cardíaca Aguda; Urgência.
1. Introdução
A insuficiência cardíaca aguda (ICA) caracteriza-se pelo início abrupto ou agravamento de sinais e sintomas de insuficiência cardíaca, demandando intervenção médica imediata (Loncar et al., 2014). É uma das principais causas de admissão em unidades de emergência, associada a altas taxas de mortalidade, morbidade e hospitalizações recorrentes. Sua apresentação clínica varia de quadros leves de congestão pulmonar a situações críticas de choque cardiogênico, o que torna seu manejo desafiador (Castiglione et al., 2021).
O diagnóstico precoce e a estratificação de risco adequados são essenciais para definir estratégias terapêuticas eficazes. Contudo, a identificação precisa da ICA na emergência é dificultada pela sobreposição de sintomas com outras condições, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), pneumonia e síndrome coronariana aguda. A limitação do acesso a exames avançados em muitos serviços também compromete a avaliação clínica (Greene et al., 2023; Mascolo et al., 2022).
O manejo inicial da ICA baseia-se na estabilização hemodinâmica, alívio da congestão e otimização da perfusão tecidual. As opções terapêuticas incluem vasodilatadores, diuréticos e inotrópicos, ajustados conforme o perfil hemodinâmico do paciente (Desai et al., 2023). Nos casos mais graves, como o choque cardiogênico refratário, pode ser necessário suporte circulatório avançado. No entanto, a ausência de protocolos padronizados e a variabilidade na capacitação das equipes de emergência limitam a aplicação dessas estratégias (Harjola et al., 2016).
A prevalência da ICA reforça a necessidade de padronizar protocolos baseados em evidências atualizadas, visando otimizar desfechos clínicos e racionalizar os recursos hospitalares. O avanço das tecnologias diagnósticas, incluindo biomarcadores como peptídeo natriurético tipo B (BNP) e troponina, tem aprimorado a precisão diagnóstica. Todavia, a disponibilidade desses recursos é desigual, especialmente em países de baixa e média renda, ampliando disparidades assistenciais (Gaggin et al., 2013).
A capacitação inadequada dos profissionais de saúde também compromete a qualidade assistencial. A interpretação inconsistente dos sinais clínicos e a utilização inadequada das terapias impactam negativamente os resultados (Masio et al., 2017). A educação continuada e a formação de equipes multidisciplinares são medidas essenciais para aprimorar a assistência.
A transição do cuidado após a estabilização inicial também merece atenção. A continuidade do tratamento e o seguimento ambulatorial adequado são fundamentais para evitar novas descompensações e reduzir reinternações (Girerd et al., 2018).
Pesquisas sobre a eficácia de estratégias terapêuticas e diagnósticas adaptadas à realidade local são necessárias. A adoção de diretrizes internacionais ajustadas às especificidades dos serviços de saúde pode contribuir para um manejo mais eficiente da ICA.
Este artigo revisa e analisa criticamente as estratégias diagnósticas e terapêuticas aplicadas ao manejo da insuficiência cardíaca aguda na emergência, com base nas evidências científicas mais recentes. Busca-se identificar abordagens eficazes para o diagnóstico precoce, estabilização hemodinâmica e tratamento inicial, considerando os desafios estruturais e limitações dos serviços de saúde.
2. Metodologia
A metodologia adotada foi uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo de compilar e analisar estudos relacionados ao tema em questão. A busca bibliográfica abrangeu 25 artigos, localizados nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Foram utilizados descritores padronizados pelas plataformas DeCS/MeSH (Descritores em Ciências da Saúde/Medical Subject Headings): “Emergência”, “Insuficiência Cardíaca Aguda” e “Urgência”, combinados pelo operador booleano “AND”. Inicialmente, 1.925 artigos foram identificados, dos quais foram selecionados aqueles que atendiam aos critérios de inclusão estabelecidos: textos completos, de acesso aberto, publicados entre 2000 e 2025, e disponíveis em português, inglês ou espanhol. Artigos incompletos, restritos ou fora do escopo temporal e linguístico foram excluídos.
O processo de seleção foi conduzido de forma rigorosa, começando com a identificação inicial dos estudos após a aplicação dos filtros de pesquisa. Seguiu-se a triagem, na qual foram descartados os artigos que não correspondiam ao tema proposto, com base na leitura de títulos e resumos. Os artigos que passaram por essa triagem preliminar foram lidos na íntegra e avaliados detalhadamente. Apenas os estudos que cumpriram todos os critérios de inclusão foram incorporados à revisão.
Este estudo seguiu as diretrizes éticas internacionais, conforme a Declaração de Helsinque, o Código de Nuremberg e a Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. Como foram utilizados exclusivamente dados secundários de acesso público, a submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) não foi necessária.
3. Resultados e Discussão
A revisão da literatura evidencia que o diagnóstico precoce da insuficiência cardíaca aguda (ICA) na emergência permanece desafiador, dada a similaridade sintomática com outras condições agudas, como doenças pulmonares e síndromes coronarianas (Long et al., 2019). Estudos recentes destacam a relevância da anamnese detalhada, do exame físico minucioso e do uso criterioso de exames complementares para aprimorar a precisão diagnóstica. Biomarcadores como o peptídeo natriurético tipo B (BNP) e sua fração N-terminal (NT-proBNP) demonstram utilidade na distinção entre ICA e outras causas de dispneia aguda (Lam et al., 2021).
Os avanços na ecocardiografia à beira do leito ampliam a capacidade diagnóstica ao possibilitar uma avaliação rápida da função ventricular e do estado volêmico (Zsilinszka et al., 2017). Entretanto, a limitação na capacitação profissional e a escassez de equipamentos restringem seu uso em diversos serviços de emergência. A ultrassonografia pulmonar emerge como ferramenta promissora na detecção precoce da congestão pulmonar, permitindo um manejo mais direcionado (Thibodeau et al., 2018; Chioncel et al., 2023).
No que se refere ao tratamento inicial, a estabilização hemodinâmica é prioritária, com controle rigoroso dos sintomas de congestão e hipoperfusão. Os diuréticos de alça continuam sendo a primeira linha terapêutica para o alívio da congestão, enquanto os vasodilatadores são indicados para redução da pós-carga em pacientes sem hipotensão significativa. A administração precoce de nitroglicerina intravenosa tem se mostrado benéfica no controle dos sintomas agudos (Siddiqi et al., 2023).
O uso de inotrópicos, como dobutamina e milrinona, é reservado para choque cardiogênico refratário, embora seu emprego prolongado esteja associado ao aumento da mortalidade. Em cenários mais graves, dispositivos de assistência ventricular ou oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) são alternativas exploradas em centros de referência (Shires et al., 2015).
A abordagem ventilatória exige cautela. A ventilação não invasiva (VNI) apresenta benefícios em pacientes com insuficiência respiratória aguda hipoxêmica, reduzindo a necessidade de intubação orotraqueal. No entanto, sua aplicação inadequada pode agravar a hipoxemia e precipitar complicações. A intubação orotraqueal deve ser reservada para casos de falência respiratória grave, com avaliação criteriosa do momento adequado para sua implementação (Ende et al., 2022; Gargiulo et al., 2022).
A análise crítica dos achados reforça a complexidade do diagnóstico e do manejo da ICA na emergência. Apesar do avanço tecnológico e da introdução de biomarcadores e métodos de imagem avançados, persistem desafios quanto à disponibilidade e ao acesso a esses recursos, sobretudo em contextos de baixa e média renda. A padronização de protocolos e a capacitação contínua das equipes emergenciais são estratégias fundamentais para otimizar o diagnóstico precoce e reduzir os riscos associados ao manejo inadequado (Bäck et al., 2023).
A variabilidade na prescrição de inotrópicos e vasodilatadores evidencia a ausência de consenso universal sobre sua aplicação ideal na prática clínica. Estudos multicêntricos indicam que a escolha terapêutica frequentemente depende da experiência profissional e das condições locais, mais do que de diretrizes baseadas em evidências robustas (O’connor et al., 2018; Gtif et al., 2021).
A utilização de suporte circulatório avançado expande as opções terapêuticas para pacientes com choque cardiogênico refratário, mas seu alto custo e complexidade operacional restringem sua implementação a centros especializados. A ausência de diretrizes uniformes compromete a padronização do manejo e dificulta a tomada de decisão clínica (Sica et al., 2005; Lopes et al., 2013).
Os dados analisados sugerem que, apesar dos avanços alcançados, o manejo inicial da ICA na emergência ainda carece de padronização global e de maior equidade no acesso a terapias avançadas. A disparidade entre as práticas em distintos contextos socioeconômicos reforça a necessidade de protocolos flexíveis e adaptáveis, que levem em consideração as realidades locais sem comprometer a qualidade do atendimento (Toth et al., 2020; Talha et al., 2022).
4. Conclusão
O presente estudo revisou e analisou as estratégias diagnósticas e terapêuticas no manejo da insuficiência cardíaca aguda (ICA) na emergência, com base nas evidências científicas mais recentes. Os resultados evidenciam avanços significativos no diagnóstico precoce, especialmente com o uso de biomarcadores e métodos de imagem à beira do leito. Contudo, o acesso desigual a esses recursos continua a ser uma limitação importante em diversos contextos clínicos.
No campo terapêutico, a estabilização hemodinâmica rápida, aliada à personalização das abordagens farmacológicas e ventilatórias conforme o perfil clínico do paciente, foi identificada como essencial. Porém, ainda existem controvérsias sobre a indicação ideal de inotrópicos, vasodilatadores e ventilação invasiva, o que aponta para a necessidade de maior padronização e consensos baseados em evidências robustas. O uso de suporte circulatório avançado, embora promissor em casos refratários, está restrito a centros especializados, destacando a necessidade de estratégias adaptáveis à realidade de diferentes serviços.
Embora tenham sido feitos avanços, persistem lacunas significativas, como a falta de padronização global de protocolos e as dificuldades de implementação de novas tecnologias diagnósticas em contextos socioeconômicos restritos. Além disso, a capacitação inadequada das equipes de emergência compromete a qualidade do atendimento inicial. Tais limitações reforçam a necessidade de estudos multicêntricos que consolidem diretrizes uniformes aplicáveis a diferentes realidades clínicas.
Conclui-se que o manejo eficaz da ICA na emergência requer diagnóstico rápido, estratificação precisa de risco e intervenções terapêuticas personalizadas. Para melhorar os desfechos clínicos, é essencial a formação contínua dos profissionais, ampliação do acesso a tecnologias diagnósticas e o desenvolvimento de diretrizes adaptadas às diversas realidades dos serviços de saúde. Estudos futuros devem focar na validação de protocolos simplificados, promovendo a equidade no manejo dessa condição complexa.
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