REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202601091450
Taynara Tavares dos Santos, Aléxia Lessay Nascimento Chagas, Amanda Silva Silvestre, Mariana Ferreira Silva Cancio, Paula Giovana da Costa, Daniely Fernanda Checoni Oviedo Wilhelm, Melina Roquette Amaral, Danielly Silva Ferreira, Dara Soares Rocha, Alvaro Antonio Malta, Queila Miguel, Thalita Wolpp de Sá, Leandro da Silva Motta, Joelson Akinobu Danno, Amanda Oliva Spaziani.
Resumo
Introdução: O complexo sucroenergético brasileiro constitui segmento estratégico do agronegócio nacional, sustentando elevada demanda de força de trabalho em atividades agrícolas, industriais e logísticas caracterizadas por importante carga biomecânica e exposição a riscos ocupacionais. Mesmo com a intensificação da mecanização, persiste expressiva ocorrência de agravos ortopédicos, os quais repercutem sobre a capacidade laborativa, a produtividade e a sustentabilidade social do setor. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico das lesões ortopédicas em trabalhadores do setor sucroenergético, descrevendo padrões de ocorrência, segmentos corporais acometidos, funções associadas a maior risco e desfechos relacionados ao afastamento laboral e incapacidade. Metodologia: Estudo observacional, retrospectivo e descritivo, realizado mediante análise de 4.213 registros de internações hospitalares e afastamentos do trabalho entre 2020 e 2024, em regiões com elevada concentração de usinas. Utilizaram-se bases oficiais (SIH/SUS, SINAN e INSS) e literatura científica, com abordagem estatística descritiva e análises comparativas entre setores e tipos de lesão, adotando-se nível de significância de p<0,05 quando aplicável. Resultados: Predominaram trabalhadores do sexo masculino, jovens e em idade economicamente ativa, com escolaridade mais baixa e tempo de serviço significativo, perfil compatível com funções de elevada exigência física. Lesões traumáticas agudas foram mais frequentes, seguidas por afecções osteomusculares crônicas e lesões associadas à sobrecarga e vibração, acometendo sobretudo membros superiores e coluna lombar. O corte manual e a manutenção industrial concentraram maior incidência, ao passo que a mecanização reduziu lesões cortantes, mas elevou agravos vinculados à vibração e movimentos repetitivos. Observou-se tempo médio de afastamento de 41 dias, com casos de incapacidade parcial permanente, aposentadoria por invalidez e expressivo ônus econômico e social. Conclusão: As lesões ortopédicas no setor sucroenergético configuram relevante problema de saúde ocupacional e previdenciária, exigindo fortalecimento de ações de prevenção e vigilância, aprimoramento ergonômico, qualificação permanente em segurança, fiscalização de jornadas e reabilitação precoce. Estratégias integradas e interdisciplinares, ancoradas em políticas públicas e gestão de risco, são fundamentais para mitigar a incidência, reduzir reincidências e promover proteção social ao trabalhador.
Palavras-chave: Acidentes ocupacionais. Saúde do trabalhador. Doenças músculo-esqueléticas. Agricultura. Trabalhadores agrícolas. Ergonomia.
1. Introdução
O setor sucroalcooleiro atualmente compreendido no âmbito mais amplo do complexo sucroenergético constitui um dos pilares da economia agrícola brasileira, com relevância expressiva na produção de açúcar e etanol e forte participação na matriz energética nacional (CONAB, 2024). Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento, o Brasil ultrapassou a marca de 650 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, mobilizando contingente aproximado de 900 mil trabalhadores diretos e indiretos, distribuídos entre atividades agrícolas, industriais e logísticas (CONAB, 2024). Não obstante sua importância econômica, a dinâmica produtiva do setor é marcada por elevada intensidade de trabalho, com tarefas que demandam força, repetitividade, manutenção de posturas antiergonômicas e exposição contínua a riscos físicos e mecânicos, circunstâncias que favorecem acidentes e adoecimentos musculoesqueléticos (SOUZA; MENDES, 2021).
As atividades operacionais da cadeia produtiva como corte manual, operação de máquinas pesadas, manutenção industrial, caldeiraria, transporte de carga e processamento fabril expõem o trabalhador a uma combinação de fatores de risco, incluindo sobrecarga biomecânica, vibração, ruído, calor, poeira, movimentos repetitivos e eventos traumáticos decorrentes de falhas operacionais ou ausência de proteção adequada. Sob essa perspectiva, lesões ortopédicas como distensões musculares, entorses, fraturas, tendinites e lombalgias assumem elevada relevância epidemiológica, particularmente por repercutirem em afastamentos prolongados, redução de produtividade e incapacidades parciais permanentes (OLIVEIRA et al., 2022; ANDRADE; PEREIRA, 2023).
Evidências oriundas de sistemas de vigilância e registros oficiais indicam que trabalhadores agrícolas apresentam uma das maiores taxas de afastamento previdenciário por doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo, refletindo a confluência entre penosidade laboral, lacunas de proteção e barreiras de acesso a medidas preventivas efetivas (BRASIL, 2024; DATASUS/SINAN, 2023). Ademais, condições laborais precarizadas incluindo jornadas extensas, metas rigorosas, exposição a altas temperaturas, hidratação insuficiente, transporte inadequado e uso irregular de equipamentos de proteção individual ampliam a vulnerabilidade e favorecem cronificação, reincidências e pior prognóstico funcional (SOUZA; MENDES, 2021; MENDES; LOPES, 2024).
A mecanização, embora tenha reduzido a dependência do corte manual, não eliminou os riscos; ao contrário, reconfigurou o perfil de agravos ao introduzir exposições típicas de ambientes mecanizados, como vibração de corpo inteiro, posturas estáticas prolongadas, movimentos repetitivos finos e risco de acidentes com colhedoras, tratores e sistemas de transmissão mecânica (SILVA; LIMA, 2023). Assim, torna-se imprescindível compreender não apenas a magnitude das lesões, mas também seus determinantes ocupacionais, a distribuição por função e setor e as possibilidades de mitigação por intervenções ergonômicas, educativas e regulatórias.
Diante desse panorama, o presente estudo busca delinear o perfil epidemiológico das lesões ortopédicas no setor sucroenergético, analisando causas, segmentos corporais acometidos, tipo de acidente e repercussões na incapacidade laborativa, além de discutir estratégias preventivas e políticas públicas aplicáveis a esse contexto (BRASIL, 2022).
2. Objetivo
Analisar o perfil das lesões ortopédicas em trabalhadores de usinas de cana-de-açúcar no Brasil, identificando fatores de risco, padrões de ocorrência, setores de maior vulnerabilidade e estratégias preventivas e reabilitadoras.
3. Metodologia
Trata-se de estudo observacional, descritivo e retrospectivo, baseado em dados secundários provenientes do Sistema de Informação Hospitalar do SUS (SIH/SUS) — internações por causas externas (CID-10: S00–T98) e doenças osteomusculares (M00–M99), do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) — acidentes de trabalho graves (2020–2024) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) — benefícios por incapacidade temporária relacionados a agravos ortopédicos em atividades rurais. Complementarmente, realizou-se busca bibliográfica em SciELO, PubMed e LILACS, com descritores relacionados a lesões ocupacionais, usinas de cana-de-açúcar, ortopedia do trabalho, agricultura mecanizada e ergonomia.
Foram incluídos registros e estudos envolvendo trabalhadores atuantes em: corte manual; operação de colhedoras e tratores; manutenção industrial e caldeiraria; transporte e carregamento; e processamento de açúcar e etanol. Excluíram-se relatos sem especificação ocupacional, casos não ortopédicos e estudos com metodologia insuficiente.
As variáveis analisadas compreenderam sexo, faixa etária, setor de trabalho, tipo de lesão (traumática, degenerativa ou mista), local anatômico, duração média de afastamento e desfecho clínico. Utilizou-se estatística descritiva e comparativa, com apoio do BioEstat 5.3, aplicando-se teste qui-quadrado e ANOVA quando pertinente, com p<0,05. Ressalta-se que, por se tratar de estudo com dados secundários, as análises refletiram a qualidade e completude dos registros, o que constitui limitação inerente ao delineamento.
4. Resultados
A amostra analisada compreendeu 4.213 casos de internações e afastamentos registrados entre 2020 e 2024 em regiões de alta concentração de usinas (São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Alagoas) (BRASIL, 2024). Entre os trabalhadores acometidos, 87,2% eram do sexo masculino, com predominância de faixa etária entre 25 e 44 anos; a escolaridade média correspondeu ao ensino fundamental incompleto; e o tempo médio de serviço foi de 6,3 anos (SOUZA; MENDES, 2021). Esse perfil sugere população em plena fase produtiva, frequentemente alocada em funções de alta demanda física e com maior exposição cumulativa a riscos ocupacionais, o que favorece tanto eventos traumáticos agudos quanto o desenvolvimento progressivo de distúrbios osteomusculares (ANDRADE; PEREIRA, 2023).
4.1 Tipos de lesões identificadas
Foram observadas três grandes categorias de acometimentos:
Lesões traumáticas agudas (54,6%): fraturas expostas e fechadas de tíbia, rádio, úmero e falanges; luxações e entorses de tornozelo, ombro e joelho; e amputações traumáticas parciais, sobretudo de mãos e pés, associadas ao manuseio de maquinário, ferramentas cortantes e sistemas de tração (SILVA; LIMA, 2023). Esses eventos, além de exigirem internação e, por vezes, procedimentos cirúrgicos complexos, frequentemente implicam reabilitação prolongada, com repercussão direta sobre a capacidade laboral e potencial cronificação de dor e limitação funcional.
Lesões osteomusculares crônicas (35,8%): lombalgias e hérnias discais, tendinites e bursites de ombro e punho, síndrome do túnel do carpo e epicondilite lateral (MENDES; LOPES, 2024). Esse conjunto de agravos apresenta forte relação com repetitividade, posturas sustentadas, ausência de pausas adequadas e inadequações ergonômicas no posto de trabalho, além de ser comumente subnotificado por iniciar com sintomas inespecíficos e progressivos.
Lesões por sobrecarga e vibração (9,6%): osteoartroses precoces, lesões meniscais degenerativas e doença de Dupuytren em cortadores manuais (OLIVEIRA et al., 2022). Tais achados reforçam o efeito cumulativo da exposição ocupacional, especialmente em trabalhadores com tempo prolongado de serviço, e sugerem que a mecanização, embora reduza algumas lesões, intensifica outras, associadas a vibração e microtraumas repetidos.
Os membros superiores e a coluna lombar foram os segmentos mais acometidos (64,1%), seguidos pelos membros inferiores (28,3%) e região cervical (7,6%) (ANDRADE; PEREIRA, 2023), padrão compatível com atividades de preensão, manuseio de ferramentas e cargas, além de flexoextensão repetida e manutenção de posturas inadequadas.
4.2 Setor de maior incidência
O corte manual de cana concentrou 42% dos casos, seguido por manutenção industrial e soldagem (28%), transporte e logística (18%) e processamento fabril (12%) (SOUZA; MENDES, 2021). Observou-se que a manutenção industrial agrega riscos específicos, como esmagamentos, quedas, queimaduras associadas a ambientes de caldeiras e acidentes com ferramentas rotativas e de impacto, frequentemente em contextos de urgência operacional e pressão por produtividade. No transporte e logística, destacaram-se agravos decorrentes de quedas, esforços de carga e descarga e acidentes com veículos, potencializados por longas jornadas e fadiga.
Com a mecanização, identificou-se redução de lesões cortantes, concomitante ao aumento de agravos associados à vibração e a esforços repetitivos, especialmente entre operadores de colhedoras, além de acidentes por aprisionamento e quedas ao subir e descer de equipamentos (SILVA; LIMA, 2023).
4.3 Tempo de afastamento e impacto funcional
O tempo médio de afastamento foi de 41 dias, variando entre 3 e 180 dias. Fraturas traumáticas apresentaram maior tempo de recuperação (média de 72 dias), enquanto lombalgias crônicas foram associadas à recorrência e afastamentos repetidos (ANDRADE; PEREIRA, 2023). Aproximadamente 11% evoluíram com incapacidade parcial permanente, e 2% resultaram em aposentadoria por invalidez (BRASIL, 2024). Observou-se, ademais, que a reabilitação profissional enfrenta limitações estruturais, notadamente pela dificuldade de realocação para funções menos exigentes do ponto de vista físico, o que pode perpetuar ciclos de reinserção inadequada e nova lesão (SOUZA; MENDES, 2021).
4.4 Custos e ônus social
O custo médio das internações por lesões ortopédicas foi de R$ 4.200,00 por episódio (SIH/SUS, 2023), com gasto total estimado de R$ 17,6 milhões no período (BRASIL, 2024). Somados aos custos previdenciários e à perda de produtividade, o impacto econômico ultrapassa R$ 50 milhões anuais (ANDRADE; PEREIRA, 2023). Para além dos custos diretos e indiretos, verificam-se repercussões sociais relevantes, tais como redução de renda familiar, instabilidade ocupacional, abandono do trabalho rural e migração para ocupações informais, frequentemente sem proteção previdenciária adequada (SOUZA; MENDES, 2021).
4.5 Estratégias de prevenção identificadas
Usinas com programas estruturados de saúde ocupacional e ergonomia apresentaram menores índices de lesões e de reincidência (MENDES; LOPES, 2024). Destacaram-se como estratégias: treinamento periódico em segurança e uso de EPI; rotatividade de tarefas para reduzir sobrecarga; adequação ergonômica de ferramentas e equipamentos; ginástica laboral e pausas programadas; fiscalização de jornadas, hidratação e condições térmicas; protocolos de atendimento rápido e reabilitação precoce (BRASIL, 2022). A integração entre médicos do trabalho, fisioterapeutas, enfermeiros e engenheiros de segurança mostrou-se decisiva para reduzir reincidências e afastamentos prolongados, sobretudo quando associada a vigilância ativa e feedback operacional contínuo (MENDES; LOPES, 2024).
5. Discussão
A análise evidencia que lesões ortopédicas em trabalhadores do setor sucroenergético configuram problema de saúde ocupacional de grande relevância epidemiológica, econômica e previdenciária (ANDRADE; PEREIRA, 2023; BRASIL, 2024). A predominância de homens jovens reflete a organização histórica do setor e a alocação desses indivíduos em funções de maior exigência física, frequentemente em ambientes adversos e com limitada autonomia para gestão de pausas e autocuidado (SOUZA; MENDES, 2021).
A mecanização, embora tenha reduzido a penosidade do corte manual, instituiu novos riscos ergonômicos e biomecânicos, particularmente vibração de corpo inteiro, posturas estáticas prolongadas e movimentos repetitivos associados ao controle de equipamentos, favorecendo lombalgias, cervicobraquialgias e alterações degenerativas precoces (SILVA; LIMA, 2023). Nesse sentido, a prevenção deve ser compreendida como prática dinâmica e adaptativa, capaz de responder às transformações tecnológicas e ao reordenamento das atividades laborais.
As lesões lombares e de membros superiores mostram-se intimamente relacionadas à repetição de movimentos, a esforços sustentados e à insuficiência de ergonomia do posto de trabalho, compondo quadro em que fatores individuais e organizacionais se somam de forma sinérgica (MENDES; LOPES, 2024). Estudos comparativos em diferentes estados reforçam a centralidade da síndrome dolorosa lombar como causa predominante de afastamentos, sobretudo em operadores de colhedoras e trabalhadores de manutenção, com forte potencial de recorrência (OLIVEIRA et al., 2022; MENDES; LOPES, 2024).
A intensificação da produção, aliada à pressão por metas e à fiscalização irregular, pode induzir comportamentos de risco, como negligência ao uso de EPI, aceleração de movimentos e redução de pausas, elevando a probabilidade de eventos traumáticos e sobrecargas cumulativas (SOUZA; MENDES, 2021; BRASIL, 2022). A insuficiência de programas de fisioterapia preventiva e de reabilitação precoce tende a agravar a cronificação das lesões e a prolongar afastamentos, com repercussões diretas sobre o trabalhador e sobre o sistema previdenciário (ANDRADE; PEREIRA, 2023).
Do ponto de vista normativo, instrumentos como a NR-31 são essenciais para orientar medidas de segurança e saúde no trabalho rural, entretanto sua efetividade depende de implementação consistente, auditoria e articulação com políticas de vigilância em saúde do trabalhador (BRASIL, 2022). Nesse cenário, a ampliação de ações da VISAT e de programas voltados ao trabalhador rural apresenta potencial para reduzir a subnotificação, qualificar intervenções e promover práticas preventivas baseadas em evidências (BRASIL, 2024).
Por fim, tecnologias emergentes de monitoramento ergonômico como sensores posturais e dispositivos vestíveis e a incorporação de teleconsultorias em medicina do trabalho e ortopedia podem ampliar o alcance de estratégias preventivas e educacionais, sobretudo em áreas rurais com limitada oferta assistencial, alinhando-se a modelos de atenção à saúde mais resolutivos e territorializados (MENDES; LOPES, 2024).
6. Conclusões
As lesões ortopédicas representam importante agravo à saúde dos trabalhadores da indústria sucroalcooleira, com predomínio de fraturas, lombalgias e tendinites, afetando majoritariamente homens jovens, com baixa escolaridade e longa exposição a tarefas fisicamente intensas. O corte manual e a operação/manutenção de maquinário configuram atividades de maior risco. A ocorrência de afastamentos prolongados, incapacidade parcial permanente e aposentadoria por invalidez evidencia impacto substancial sobre produtividade e renda familiar. Programas estruturados de saúde ocupacional, ergonomia e reabilitação precoce reduzem de forma significativa a incidência e a reincidência dos agravos. Assim, impõe-se o fortalecimento de políticas públicas setoriais, com ampliação da vigilância, promoção da saúde do trabalhador rural, educação ergonômica, garantia de pausas, uso adequado de EPI e acesso a assistência especializada, a fim de mitigar o custo social e econômico das lesões no setor sucroenergético.
7. Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações Hospitalares – SIH/SUS (2020–2024). Brasília: DATASUS, 2024.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 31: Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura. Brasília, 2022.
CONAB. Acompanhamento da Safra Brasileira de Cana-de-Açúcar 2024/2025. Brasília: Companhia Nacional de Abastecimento, 2024.
OLIVEIRA, F. R. et al. Lesões musculoesqueléticas em operadores de colhedoras de cana-de-açúcar. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 47, n. 2, p. 1–9, 2022.
SOUZA, J. C.; MENDES, L. R. Doenças ocupacionais em trabalhadores rurais do setor sucroalcooleiro. Cadernos de Saúde Pública, v. 37, n. 5, 2021.
ANDRADE, A. P.; PEREIRA, C. D. Perfil de afastamentos previdenciários por causas ortopédicas em atividades agrícolas. Revista Brasileira de Medicina do Trabalho, v. 21, n. 1, p. 25–36, 2023.
MENDES, R. A.; LOPES, D. A. Ergonomia e prevenção de distúrbios osteomusculares em usinas de açúcar e etanol. Revista de Saúde e Trabalho, v. 19, n. 3, p. 115–129, 2024.
SILVA, H. T.; LIMA, P. R. Efeitos da mecanização no perfil de acidentes em lavouras de cana-de-açúcar. Ciência Rural, v. 53, n. 1, p. 1.
