LASER THERAPY AND AURICULOTHERAPY IN THE TREATMENT OF TEMPOROMANDIBULAR DISORDERS OF MUSCULAR ORIGIN
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202508231819
Júlia Gama Netto1; Larissa Costa Freitas1; Arnaud Alves Bezerra Júnior1; Raphaella Barcellos Fernandes1; Lorena Aparecida Nery Araújo1; Raphael Tavares Vieira Barra1; Rodrigo Alves Lagrotta Campos1; Fabíola Pessôa Pereira Leite1
Resumo
As Desordens Temporomandibulares (DTMs) de origem muscular, associadas a fatores como estresse e ansiedade, impactam a qualidade de vida, demandando tratamentos conservadores. Esta revisão avalia a eficácia da Terapia a Laser de Baixa Intensidade (LLLT) e da auriculoterapia, isoladas ou combinadas, no manejo da dor miofascial e na melhoria funcional em pacientes com DTM. A busca foi realizada nas bases PubMed, SciELO e LILACS, utilizando descritores como “Temporomandibular Joint Dysfunction Syndrome” e “Laser Therapy”. Foram selecionados 20 estudos (2015-2025) que investigaram os efeitos dessas terapias. Resultados indicam que a LLLT reduz a dor e aumenta a abertura mandibular máxima (AMM), enquanto a auriculoterapia alivia sintomas álgicos e regula fatores emocionais. A combinação de ambas otimiza efeitos analgésicos e emocionais. Contudo, a heterogeneidade nos protocolos limita a padronização. Conclui-se que LLLT e auriculoterapia são eficazes, mas requerem diretrizes replicáveis para consolidar sua aplicação clínica.
Palavras-chave: Desordem temporomandibular, laserterapia, fotobiomodulação, auriculoterapia, dor miofascial, qualidade de vida.
1 INTRODUÇÃO
As Desordens Temporomandibulares (DTMs) englobam alterações clínicas que afetam o sistema estomatognático, incluindo a articulação temporomandibular (ATM), músculos mastigatórios e estruturas associadas (Batista et al., 2024). Com etiologia multifatorial, as DTMs musculares estão relacionadas a fatores biomecânicos, neuromusculares e psicoemocionais, como estresse e ansiedade, que elevam o tônus muscular e desencadeiam dor (Cristina Sartoretto et al., 2013; Urbani et al., 2019). A prevalência dessa condição varia de 50 a 80% na população adulta, impactando negativamente a qualidade de vida devido a sintomas como mialgia, cefaleia e restrição de abertura mandibular (Dantas et al., 2015; Mašlak-Bereš et al., 2019). O aumento da incidência, associado ao estilo de vida moderno, reforça a necessidade de terapias conservadoras (Urbani et al., 2019).
Dentre as abordagens não invasivas, a Terapia a Laser de Baixa Intensidade (LLLT), também denominada fotobiomodulação, destaca-se por suas propriedades analgésicas e anti- inflamatórias, promovendo relaxamento muscular e regeneração tecidual (Del Vecchio et al., 2021; Munguia et al., 2018). Já a auriculoterapia, fundamentada na Medicina Tradicional Chinesa (MTC), estimula pontos auriculares para reduzir dor e regular estados emocionais, sendo reconhecida pelo Sistema Único de Saúde (Ministério da Saúde, 2018; Corrêa et al., 2020). A combinação dessas técnicas, conhecida como Acupuntura a Laser (LAT), potencializa os efeitos terapêuticos, sendo indolor e atraumática (Khalighi et al., 2022). Este artigo revisa a eficácia da LLLT e da auriculoterapia, isoladas ou combinadas, no tratamento das DTMs musculares, com foco na redução da dor, melhoria da função mandibular e impacto na qualidade de vida (Fernandes et al., 2023; Filho et al., 2024).
2 METODOLOGIA
Esta revisão de literatura baseou-se em buscas realizadas nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, abrangendo o período de 2015 a 2025. Foram utilizados descritores controlados (DeCS/MeSH) em português e inglês, como “Síndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular”, “Laserterapia”, “Auriculoterapia”, “Síndromes da Dor Miofascial”, “Estresse” e “Ansiedade”, combinados por operadores booleanos (AND e OR) para refinar os resultados. As estratégias de busca, detalhadas no Quadro 1, resultaram em 348 artigos identificados.
Quadro 1: Estratégias de busca

Fonte: Elaborado pelos autores (2025).
A seleção ocorreu em duas etapas: leitura de títulos e análise de resumos. Critérios de inclusão abrangeram estudos que investigaram a influência de fatores psicológicos (estresse e ansiedade) nas DTMs musculares e os efeitos clínicos da LLLT, auriculoterapia ou sua combinação, com foco na redução da dor, melhora da função mandibular e qualidade de vida. Foram excluídos artigos sobre DTMs articulares, indisponíveis na íntegra ou com dados insuficientes. Após triagem, 20 estudos foram selecionados, lidos integralmente e analisados
criticamente, considerando ano de publicação, tipo de estudo, amostra, técnicas terapêuticas, frequência, duração do tratamento, resultados e conclusões.
3 REVISÃO DE LITERATURA
As DTMs musculares são caracterizadas por dor miofascial, sensibilidade à palpação e restrição de abertura mandibular, afetando cerca de 46% da população global (Batista et al., 2024). Sua etiologia multifatorial inclui fatores genéticos, ambientais e emocionais, com o estresse intensificando o tônus muscular mastigatório (Batista et al., 2024; Gomes et al., 2024). Estudos destacam a correlação entre DTMs e sofrimento psicológico, como ansiedade e depressão, que amplificam a percepção da dor (Lei et al., 2015; Mašlak-Bereš et al., 2019; Matheus et al., 2021).
A LLLT é amplamente investigada por seus efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. Munguia et al. (2018) conduziram uma meta-análise que demonstrou redução significativa da dor miofascial e aumento da abertura mandibular em pacientes tratados com LLLT, comparados ao placebo. Del Vecchio et al. (2021) avaliaram um protocolo domiciliar de LLLT (808 nm, 250 mW) em 90 pacientes, observando alívio expressivo da dor, corroborado por Khalighi et al. (2022), que compararam LLLT e LAT, ambas com 810 nm, e encontraram analgesia a partir da segunda sessão. Mahmoud et al. (2024) analisaram diferentes frequências de LLLT (940 nm) em pontos-gatilho do masseter, constatando que maior número de sessões semanais potencializa a redução da dor e melhora a qualidade de vida, avaliada pelo OHIP-14. Contudo, Castillo-Madrigal et al. (2022) não observaram benefícios significativos em DTMs articulares com LLLT (810 nm), sugerindo que a eficácia depende de parâmetros como comprimento de onda e dose.
A auriculoterapia, fundamentada na MTC, estimula pontos auriculares para modular dor e emoções. Corrêa et al. (2020) revisaram 24 estudos, confirmando sua eficácia na redução de estresse, ansiedade e depressão, com pontos como Shenmen e Rim sendo frequentemente utilizados. Bontempo et al. (2016) relataram diminuição da dor em mulheres com DTM crônica após auriculoterapia com sementes de mostarda, especialmente quando associada ao autocuidado. Iunes et al. (2015) observaram redução de ansiedade e atividade eletromiográfica em músculos temporais após 10 sessões de auriculoterapia, enquanto Marterello et al. (2020) confirmaram alívio da dor em 87,9% dos pacientes com DTM grau II. Kurebayashi et al. (2017) compararam agulhas e sementes, constatando maior eficácia das agulhas na redução de ansiedade e dor. Prado et al. (2018) notaram redução de 43% no estresse com auriculoterapia verdadeira, embora o placebo também apresentasse benefícios, possivelmente devido a pontos sham não inertes.
Imagem 1: Principais pontos auriculares utilizados na auriculoterapia.

Fonte: Andrade et al. (2024).
A combinação de LLLT e auriculoterapia, conhecida como LAT, foi avaliada por Fernandes et al. (2023), que aplicaram laser (808 nm) em pontos auriculares, reduzindo significativamente a ansiedade, mas sem impacto expressivo na dor crônica. Khalighi et al. (2022) compararam LLLT e LAT, observando resultados semelhantes na redução da dor, com LAT apresentando efeitos mais duradouros no pterigóideo medial. Esses achados sugerem que a integração das técnicas pode otimizar os benefícios analgésicos e emocionais (Fernandes et al., 2023; Khalighi et al., 2022).
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
As DTMs musculares representam um desafio clínico devido à sua etiologia multifatorial e impacto na qualidade de vida (Batista et al., 2024; Gomes et al., 2024). O estresse e a ansiedade, fatores predominantes na sociedade moderna, exacerbam o tônus muscular mastigatório, contribuindo para a dor miofascial e restrição funcional (Urbani et al., 2019; Lei et al., 2015). A alta prevalência, estimada em até 80% dos adultos, reforça a necessidade de terapias conservadoras que abordem tanto os sintomas físicos quanto os emocionais (Mašlak-Bereš et al., 2019; Matheus et al., 2021).
Além disso, sugere-se que a LTTT com comprimento de onda de 910-1100 nm é a mais eficaz no tratamento da DTM (Batista et al., 2024). Em concordância, Castillo-Madrigal, Pozos-Guillén e Gordillo-Moscoso (2022) avaliaram a utilização de um laser potência de 100-200 mW e comprimento de onda 810 nm associado a um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) no tratamento da DTM e não encontraram benefícios significativos nos parâmetros analisados, como abertura mandibular sem dor, lateralidade, protrusão, artralgia e ruídos articulares. Resultados, esses, que foram atribuídos ao protocolo empregado, em termos de dose irradiada, tipo de laser e número de sessões, evidenciando a importância do ajuste preciso desses fatores para a otimização dos resultados clínicos (Castillo-madrigal, Pozos- guillén e Gordillo-moscoso, 2022). Em contrapartida, estudos de Del Vecchio et al. (2021) e Khalighi et al. (2022), que utilizaram lasers com comprimentos de onda de 808 nm e 810 nm, respectivamente, demonstraram resultados positivos, com redução significativa da dor (Del Vecchio et al., 2021; Khalighi et al., 2022) e melhora na amplitude de abertura bucal máxima (Khalighi et al., 2022).
A auriculoterapia, por sua vez, atua na regulação emocional e no controle da dor, influenciando o sistema límbico e liberando substâncias como serotonina e óxido nítrico (Costa et al., 2021; Corrêa et al., 2020). Sua eficácia na redução da dor e ansiedade foi comprovada em diversos contextos, com pontos como Shenmen e Tronco Cerebral sendo amplamente utilizados (Bontempo et al., 2016; Kurebayashi et al., 2017). A escolha entre sementes e agulhas impacta os resultados, com agulhas oferecendo maior potência, mas exigindo cuidado devido ao risco de infecção (Kurebayashi et al., 2017). A ausência de protocolos uniformes, no entanto, dificulta comparações entre estudos (Corrêa et al., 2020).
Já a Auriculoterapia, técnica baseada nos princípios da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), consiste na estimulação de pontos específicos do pavilhão auricular e tem se mostrado uma abordagem promissora no manejo da DTM (Iunes et al., 2015). Considerando que a orelha é uma região altamente inervada, a estimulação de locais próprios nessa área é capaz de influenciar o sistema límbico, que está diretamente envolvido na modulação emocional, favorecendo, assim, a melhora de condições frequentemente associadas às Desordens Temporomandibulares, como ansiedade, estresse e depressão (Costa et al., 2021), achado comprovado por diversos estudos (Corrêa et al., 2020; Kurebayashi et al., 2017; Prado, Kurebayashi e Silva, 2018). Ademais, esse método contribui para a redução da dor por meio da regulação de substâncias bioquímicas, como óxido nítrico e serotonina, as quais exercem efeitos vasodilatadores e relaxantes musculares, proporcionando alívio rápido dos sintomas álgicos, especialmente em episódios agudos (Costa et al.,2021).
Desse modo, a auriculoterapia demonstrou-se eficaz na redução da frequência e intensidade da sintomatologia dolorosa em pacientes com DTM (Bontempo et al., 2016; Iunes et al., 2015; Marterello et al., 2020), especialmente quando associada ao autocuidado caseiro (Bontempo et al., 2016). Também observou-se diminuição na atividade eletromiográfica do músculo temporal, diretamente associado à Articulação Temporomandibular, sugerindo melhora na função neuromuscular (Iunes et al., 2015).
Ressalta-se, ainda, que os efeitos terapêuticos da auriculoterapia podem variar de acordo com o protocolo adotado, o qual inclui diferenças nos pontos auriculares selecionados, nos dispositivos empregados (como sementes, agulhas sistêmicas ou semipermanentes), no número de sessões e no tempo de estimulação aplicado em cada região (Corrêa et al., 2020). Nesse sentido, Kurebayashi et al. (2017) demonstraram que a utilização de agulhas nos sítios Shenmen, Tálamo e Sistema Nervoso Autônomo apresentou resultados superiores em comparação ao uso de sementes, embora ambas as abordagens tenham se mostrado eficazes na redução da dor e da ansiedade no público alvo da pesquisa. Apesar da ausência de padronização nos protocolos clínicos, observa-se o uso recorrente dos pontos Shenmen, Tronco Cerebral e Rim, devido às suas propriedades calmantes, bem como do ponto Autonômico, frequentemente associados ao controle da dor e relaxamento muscular (Bontempo et al., 2016; Corrêa et al., 2020; Iunes et al., 2015; Marterello et al., 2020; Kurebayashi et al., 2017; Prado, Kurebayashi e Silva, 2018).
A combinação de LLLT e auriculoterapia, como na LAT, potencializa os efeitos terapêuticos ao integrar os benefícios analgésicos da LLLT com a regulação emocional da auriculoterapia (Khalighi et al., 2022; Fernandes et al., 2023). Embora Fernandes et al. (2023) tenham observado redução da ansiedade sem impacto significativo na dor, ajustes em parâmetros, como o uso de comprimentos de onda acima de 910 nm, podem otimizar os resultados (Batista et al., 2024). A abordagem integrada é promissora, mas a heterogeneidade nos protocolos reforça a necessidade de diretrizes padronizadas (Khalighi et al., 2022).
A abordagem multiprofissional, incluindo dentistas, psicólogos e fisioterapeutas, é essencial para o manejo eficaz das DTMs, considerando a interação entre fatores físicos e emocionais (Filho et al., 2024; Urbani et al., 2019). A identificação precoce de estresse e ansiedade, aliada a terapias conservadoras, pode prevenir a cronicidade e melhorar a qualidade de vida (Gomes et al., 2024; Lei et al., 2015).
5 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A LLLT e a auriculoterapia são terapias conservadoras eficazes no tratamento das DTMs musculares, promovendo redução da dor miofascial, aumento da abertura mandibular e regulação emocional (Del Vecchio et al., 2021; Munguia et al., 2018; Corrêa et al., 2020). A LLLT atua por meio de mecanismos anti-inflamatórios e analgésicos, enquanto a auriculoterapia modula o sistema límbico, aliviando estresse e ansiedade (Costa et al., 2021; Kurebayashi et al., 2017). A combinação dessas técnicas, como na LAT, otimiza os efeitos terapêuticos, sendo uma abordagem promissora (Khalighi et al., 2022; Fernandes et al., 2023). Contudo, a heterogeneidade nos protocolos limita a comparabilidade e a replicabilidade dos resultados, destacando a necessidade de estudos com diretrizes padronizadas para consolidar sua aplicação clínica (Batista et al., 2024; Corrêa et al., 2020). A integração dessas terapias em um contexto multiprofissional pode melhorar significativamente o manejo das DTMs, promovendo o bem-estar físico e emocional dos pacientes (Filho et al., 2024).
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso Superior de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora
