INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA UTI NEONATAL: EFEITOS DO MÉTODO HAMMOCK NO CUIDADO DE PREMATUROS – SÉRIE DE CASO

PHYSIOTHERAPEUTIC INTERVENTION IN THE NEONATAL ICU: EFFECTS OF THE HAMMOCK METHOD IN PRETERM CARE – CASE SERIES

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202602271204


Ana Beatriz Bastos Carvalho1
Bibiana da Silveira dos Santos2
Bruna Flôr do Nascimento3
Renata da Silva Oliveira4
Thaise Conceição Sousa5
Vitória Madalena da Silva6
Orientador: Prof. Eduardo Filoni7


RESUMO

Contextualização: O posicionamento na incubadora pode influenciar o desenvolvimento neuropsicomotor, reduzir a dor e melhorar a função cardiorrespiratória do recém-nascido pré-termo (RNPT). Objetivo: Identificar a influência do posicionamento em hammock nos parâmetros clínicos do RNPT. Metodologia: Série de caso, com RNPT foram avaliados através dos sinais vitais, New Ballard Score (NBS) e escala Neonatal Infant Pain Scale (NIPS), as avaliações ocorreram antes e depois da acomodação dos recém-nascidos (RN) em rede, o qual foram mantidos por até uma hora ao dia. Após 30 minutos nesse posicionamento e novamente no momento da retirada da rede, os mesmos parâmetros foram reavaliados. Resultados: Apresentou melhora na estabilidade clínica de RNPT, com redução significativa da frequência cardíaca, respiratória e dor (NIPS), sem alteração na saturação de oxigênio. Conclusão: O posicionamento mostrou-se promissor para a melhora de parâmetros clínicos e o desenvolvimento neuromuscular em RNPT, embora sejam necessárias amostras maiores e capacitação das equipes para ampliar sua aplicação e fortalecer a humanização do cuidado neonatal.

Palavras-chave: Recém-Nascido Prematuro. Unidades de Terapia Intensiva Neonatal. Humanização da Assistência.

ABSTRACT

Context: Positioning in the incubator can influence neuropsychomotor development, reduce pain, and improve cardiorespiratory function in preterm infants (PTIs). Objective: To identify the influence of hammock positioning on the clinical parameters of PTIs. Methodology: Case series, with PTNBs evaluated using vital signs, New Ballard Score (NBS), and Neonatal Infant Pain Scale (NIPS). Evaluations were performed before and after placing the newborns in the hammock, which was maintained for up to one hour per day. After 30 minutes in this position and again when removed from the hammock, the same parameters were reevaluated. Results: There was an improvement in the clinical stability of PTNBs, with a significant reduction in heart rate, respiratory rate, and pain (NIPS), without changes in oxygen saturation. Conclusion: The positioning proved promising for improving clinical parameters and neuromuscular development in PTNBs, although larger samples and training of teams are necessary to expand its application and strengthen the humanization of neonatal care.

Keywords: Infant, Premature. Intensive Care Units.  Humanization of Assistance.

1 INTRODUÇÃO

A prematuridade, definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o nascimento antes de 37 semanas de gestação, é classificada em extrema (<28 semanas), moderada (28–31 semanas e 6 dias) e tardia (32–36 semanas e 6 dias) (OHUMA et al., 2023). No Brasil, ocorrem cerca de 340 mil nascimentos prematuros por ano, aproximadamente 930 por dia, ou seis a cada dez minutos (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2022). Embora possa ter causas genéticas, socioeconômicas ou relacionadas a complicações gestacionais, a prematuridade representa um desafio ao desenvolvimento e à saúde dos RN (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2022). 

A internação prolongada em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) expõe os bebês a manipulações frequentes, equipamentos e procedimentos invasivos, comprometendo o sono, essencial ao crescimento, à alta hospitalar e à plasticidade sináptica, além de aumentar o risco de atrasos neurológicos, físicos e cognitivos (SILVEIRA et al., 2020; PARK, 2020; ARAUJO et al., 2024).

A humanização do cuidado neonatal busca promover bem-estar e vínculo entre o RN e a família, valorizando acolhimento, toque sensível e individualidade. Entre as práticas humanizadas, o posicionamento adequado favorece conforto, estabilidade fisiológica e desenvolvimento neurológico (FERREIRA, AMARAL & LOPES, 2017; CAVALIER et al., 2023; PANHONI et al., 2019).

O estudo de Menger et al. (2021) demonstra que o posicionamento adequado do RNPT melhora a frequência respiratória (FR), a frequência cardíaca (FC) e a saturação periférica de oxigênio (SpO₂), além de reduzir o estresse, a perda de calor e o gasto energético, promovendo estabilidade hemodinâmica. O posicionamento em rede (Hammock), método não invasivo e de baixo custo, oferece conforto, favorece a flexão e a simetria corporal, melhora a função cardiorrespiratória, o relaxamento muscular e as habilidades motoras espontâneas, além de reduzir anormalidades posturais (MENGER et al., 2021; MARTINS et al., 2018).

Apesar dos benefícios relatados, observa-se escassez de estudos com delineamento metodológico robusto que comprovem de forma consistente os efeitos do posicionamento em rede sobre parâmetros clínicos e neuromusculares em recém-nascidos pré-termo. Considerando a vulnerabilidade desse grupo e a necessidade de intervenções seguras, de baixo custo e baseadas em evidências, o presente estudo tem como objetivo analisar os efeitos do método Hammock sobre os parâmetros clínicos e neuromusculares de recém-nascidos pré-termo internados em UTIN.

2 MÉTODOS

A série de casos, foi uma intervenção realizada pelo pesquisador, sem alocação aleatória e sem grupo controle. A pesquisa foi conduzida com recém-nascidos pré-termo internados na UTIN do Hospital Universitário de Canoas-RS, entre junho e novembro de 2017.

A população-alvo incluiu crianças nascidas entre 28 e 36 semanas de idade gestacional, clinicamente estáveis, de ambos os gêneros, com parâmetros vitais dentro dos limites normais (FR 40–60 RPM, FC 100–180 BPM e SpO₂ 89–93%). Foram excluídos recém-nascidos com alterações neurológicas, síndromes, doenças miopáticas, malformações congênitas, disfunções sensitivas e motoras por infecções maternas, uso de sedativos ou cardiopatias.

A coleta de dados ocorreu após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pelos responsáveis e aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Luterana do Brasil, com autorização do Hospital Universitário de Canoas. O estudo foi registrado sob o Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) 67157717.8.0000.5349, e o fluxo metodológico é descrito a seguir:

  1. Os responsáveis legais pelos recém-nascidos selecionados foram contatados, informados sobre os objetivos e procedimentos do estudo, e convidados a assinar o TCLE, autorizando a participação dos bebês e o uso dos dados coletados. 
  2. Após o TCLE, coletaram-se no sistema hospitalar dados clínicos dos recém-nascidos, como data de nascimento, idade gestacional e corrigida, tipo de parto, tempo de internação, posicionamentos em ninho (ventral, lateral e dorsal), sinais vitais e desenvolvimento motor.
  3. Em seguida, aplicou-se o protocolo de posicionamento em hammock, iniciando com a coleta dos sinais vitais (FC, FR e SpO₂). A maturação física e neuromuscular foi avaliada pela New Ballard Scale, o comportamento pela Neonatal Behavioral Assessment Scale (NBAS) e NIPS. Todos os instrumentos foram aplicados antes e 30 minutos após o posicionamento baseada em comportamentos do bebê e sinais fisiológicos. Todos os instrumentos foram aplicados antes do manuseio dos recém-nascidos e repetidos 30 minutos após o procedimento de posicionamento em hammock.
  4. O bebê foi retirado da incubadora e colocado na redinha (hammock) confeccionada com fraldas de pano esterilizadas do hospital, garantindo a limpeza e segurança do material.
  5. Durante o protocolo, os bebês foram monitorados continuamente quanto aos parâmetros clínicos e à dor, sob responsabilidade da equipe de fisioterapeutas treinada da UTIN.
  6. Caso o bebê apresentasse irritabilidade ou agitação, o procedimento era interrompido até nova autorização da equipe clínica.
  7. Os sinais vitais e a escala de dor (NIPS) foram registrados em três momentos e reaplicados a cada 30 minutos. O posicionamento foi realizado duas vezes ao dia, por até 1 hora, conforme a estabilidade clínica do recém-nascido.
  8. Ao final, os dados foram analisados para verificar a influência do posicionamento em hammock sobre sinais vitais e bem-estar, correlacionando com a idade gestacional e comparando os grupos conforme essa variável.

3 ANÁLISE DOS DADOS

Os dados foram analisados de forma descritiva, por meio da comparação dos valores obtidos antes e após a intervenção, sendo apresentados em valores absolutos e relativos, bem como por medidas de tendência central e dispersão (média, mediana e desvio padrão).

O cálculo amostral estimou uma amostra mínima de 36 recém-nascidos, considerando variação de 1,5 desvios padrão na SpO₂ entre as avaliações inicial e final, nível de significância de 5% e poder estatístico de 80%. Entretanto, devido a limitações no recrutamento durante o período da coleta, a amostra final foi composta por dois recém-nascidos, caracterizando o estudo como uma série de casos.

Não foram realizados testes estatísticos inferenciais, em virtude do reduzido número amostral.

4 CONSIDERAÇÕES ÉTICAS

Este projeto de pesquisa foi conduzido em conformidade com as diretrizes e normas éticas para pesquisas envolvendo seres humanos. A aprovação foi previamente solicitada ao Comitê de Ética em Pesquisa da instituição, e a participação no estudo ocorreu mediante a assinatura do TCLE pelos responsáveis legais dos recém-nascidos participantes.

5 RESULTADOS

Tabela 1 – Caracterização da amostra

Os principais achados do estudo indicaram que o posicionamento em Hammock teve efeitos significativos na estabilidade clínica dos RNPT, conforme demonstrado na Tabela 02.

Tabela 2 – Comparação dos parâmetros antes, durante e depois da intervenção

A FC reduziu significativamente, com os valores médios de 161 bpm para 143 bpm durante o posicionamento e 148 bpm após (p < 0,001). A FR diminuiu de 60 para 56 durante e 56,9 após o posicionamento (p < 0,001). Não houve alteração significativa na SpO₂ (p = 0,059).

A dor, avaliada pela NIPS reduziu significamente de 4,8 antes para 2,1 após o protocolo (p<0,001), indicando que o posicionamento em Hammock pode melhorar o conforto e a estabilidade clínica dos RNPT.

6 DISCUSSÃO

Os resultados demonstraram o impacto positivo do posicionamento em Hammock sobre parâmetros clínicos de recém-nascidos pré-termo (RNPT) internados na UTIN (PANHONI et al., 2019). A utilização da redinha promoveu redução significativa da frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR) e dos escores de dor na escala NIPS, quando comparados aos momentos anteriores à intervenção. Segundo Martins et al., (2018), intervenções simples e de baixo custo favorecem a estabilidade clínica e o conforto do recém-nascido pré-termo, aproximando o ambiente extrauterino das condições intrauterinas.

Os efeitos sobre o desenvolvimento neuromotor, avaliados pela escala NBS, também foram significativos. Mesmo com amostra reduzida, observou-se que o posicionamento em rede favorece padrões posturais e tônicos adequados, contribuindo para a maturação física e neuromuscular, além reduzir o estresse, a perda de calor e o gasto energético, promovendo estabilidade hemodinâmica e favorecendo a melhora da organização comportamental (MENGER et al., 2020).

A saturação periférica de oxigênio (SpO₂) não apresentou alterações estatisticamente significativas, possivelmente devido à estabilidade basal dentro dos valores de referência descritos na literatura “Oxygen saturation targets in neonatal care: A narrative review” (NGUYEN et al., 2024). A amostra reduzida (dois RN) limita a generalização dos resultados, mas as condições controladas e a aplicação padronizada do protocolo reforçam a validade interna do estudo.

O posicionamento em rede mostrou-se uma estratégia de cuidado humanizado, com redução da FC, FR e dor, indicando conforto, relaxamento e menor esforço fisiológico. Apesar da ausência de mudanças na SpO₂, o método manteve níveis adequados de oxigenação, demonstrando segurança e benefícios adicionais em relação aos posicionamentos convencionais. A padronização associada ao monitoramento contínuo assegura a adequada aplicação da técnica Hammock, configurando-a como uma intervenção promissora direcionada à estabilidade clínica dos recém-nascidos prematuros. Os resultados encontrados atenderam ao objetivo do estudo, demonstrando que o posicionamento em Hammock contribui positivamente para a estabilidade clínica e o desenvolvimento neuromotor de recém-nascidos pré-termo internados na UTIN. Esses achados sugerem que o método pode ser incorporado como estratégia complementar na fisioterapia neonatal, contribuindo para o cuidado humanizado e a estabilidade clínica dos prematuros.

7 CONCLUSÃO

O posicionamento em Hammock melhora parâmetros clínicos e favorece o desenvolvimento neuromuscular em recém-nascidos pré-termo internados na UTIN. O método promove redução da frequência cardíaca, frequência respiratória e dor, contribuindo para maior estabilidade fisiológica e conforto neonatal, esses achados confirmam o objetivo do estudo. O método contribui para a humanização do cuidado e representa um recurso promissor na fisioterapia neonatal. A limitação relacionada ao tamanho da amostra indica a necessidade de novos estudos com maior número de participantes para ampliar a evidência científica.

REFERÊNCIAS

ARAUJO, J. C., et al. Efeitos da prematuridade no desenvolvimento infantil. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 5, p. 1135-1145, 2024. DOI: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n5p1135-1145.Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/2116. Acesso em: 19 fev. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde reforça campanha para prevenção da prematuridade. Saúde e Vigilância Sanitária, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/ministerio-da-saude-reforca-campanha-para-prevencao-da-prematuridade. Acesso em: 17 jun. 2025.

CAVALIER, N. T., et al. Avaliação da implementação de práticas de humanização na UTI-neonatal. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 5, n. 5, p. 2870-2879, 2023. DOI: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p2870-2879. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/865. Acesso em: 18 fev. 2026.

FERREIRA, José; AMARAL, João; LOPES, Márcia. Nursing team and promotion of humanized care in a neonatal unit. Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste, v. 17, p. 741-749, 2016. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/311864784_Nursing_team_and_promotion_of_humanized_care_in_a_neonatal_unit. Acesso em: 14 fev. 2026.

MARTINS, M. M., et al. Efeitos fisiológicos do método hammock na análise comportamental de recém-nascidos pré-termo. Biológicas & Saúde, v. 8, n. 27, 2018. DOI: https://doi.org/10.25242/886882720181459. Disponível em: https://ojs3.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/1459. Acesso em: 24 jun. 2025.

MENGER, J. L., et al. Effects of hammock positioning on clinical parameters in preterm infants admitted to a neonatal intensive care unit: a systematic review. Revista Paulista de Pediatria, São Paulo, v. 39, e2019399, 2021. DOI: https://doi.org/10.1590/1984-0462/2021/39/2019399. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rpp/a/GdS87QQsTKYTsYCwLJ46Qzc/?lang=en. Acesso em: 09 fev. 2026.

NGUYEN, T. C., et al. Oxygen saturation targets in neonatal care: a narrative review. Early Human Development, v. 199, p. 106134, 2024. DOI: https://doi.org/10.1016/j.earlhumdev.2024.106134. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39481153/. Acesso em: 18 fev. 2026.

PANHONI, D. A., et al. Conhecimento de profissionais da saúde sobre o posicionamento do recém-nascido prematuro em unidade de terapia intensiva neonatal. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento, v. 19, n. 2, p. 84-102, 2019. DOI: https://doi.org/10.5935/cadernosdisturbios.v19n2p84-102. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/cpdd/v19n2/v19n2a06.pdf. Acesso em: 04 jul. 2025.

PARK, J. Sleep promotion for preterm infants in the NICU. Nursing for Women’s Health, v. 24, n. 1, p. 24-35, 2020. DOI: https://doi.org/10.1016/j.nwh.2019.11.004. Disponível em: https://www.nwhjournal.org/article/S1751-4851(19)30230-2/abstract. Acesso em: 19 fev. 2026.

PRAZERES, L. E. N. dos, et al. Atuação do enfermeiro nos cuidados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal: revisão integrativa da literatura. Research, Society and Development, v. 10, n. 6, e1910614588, 2021. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.14588. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14588. Acesso em: 19 fev. 2026.

SILVEIRA, T. B. D., et al. Perfil epidemiológico de recém-nascidos internados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal em hospitais universitários no extremo Sul do Brasil. Vittalle: Revista de Ciências da Saúde, Rio Grande, v. 32, n. 2, p. 46-54, 2020. DOI: https://doi.org/10.14295/vittalle.v32i2.9815. Disponível em: https://periodicos.furg.br/vittalle/article/view/9815. Acesso em: 19 fev. 2026.


1Discente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Universidade Cruzeiro do Sul, Campus Paulista, São Paulo, Brasil, e-mail: ana.mourao@cs.cruzeiro.edu.br
2Docente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Universidade Luterana do Brasil, Rio Grande do Sul, Brasil, e-mail: biba_8610@hotmail.com
3Discente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Universidade Cruzeiro do Sul, Campus Paulista, São Paulo, Brasil, e-mail: bnascimento03@cs.cruzeirodosul.edu.br
4Discente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Universidade Cruzeiro do Sul, Campus Paulista, São Paulo, Brasil, e-mail: renata.da96@cs.cruzeirodosul.edu.br
5Discente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Universidade Cruzeiro do Sul, Campus Paulista, São Paulo, Brasil, e-mail: thaise.conceicao@cs.cruzeitodosul.edu.br
6Discente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Universidade Cruzeiro do Sul, Campus Paulista, São Paulo, Brasil, e-mail: vitoria.silva017@cs.cruzeirodosul.edu.br
7Orientador – Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente (UNICAMP).

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