INTERAÇÕES DO MICROBIOMA NA ACNE E NA ROSÁCEA: UMA PERSPECTIVA ATUAL

MICROBIOME INTERACTIONS IN ACNE AND ROSACEA: A CURRENT PERSPECTIVE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601310856


Bárbara Salvati Grellmann1
Alerrandro Penha da Silva2
Ana Luiza Cassol3
Bianca Lopes Nogueira4
Daniela Venturin Baldin5
Júlia do Nascimento Marcon6
Julia Piton7
Luana Pizarro Meneghello8
Manuela Dorigatti Gargioni9
Maria Clara Mena Barreto10


Resumo

A acne e a rosácea são patologias que reúnem características clínicas semelhantes em áreas sebáceas, mas seus cursos clínicos são bastante diferentes. O desequilíbrio e/ou perturbação do ambiente microbiano que coloniza a pele e o intestino podem ser uma das causas ou fatores de proteção subjacentes ao desenvolvimento dessas doenças de pele. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo avaliar as interações do microbioma na acne e na rosácea, definindo o papel do microbioma cutâneo e intestinal nessas doenças. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura, na base de dados PubMed, selecionando os artigos científicos publicados nos últimos dez anos que abordavam o  microbioma cutâneo e intestinal, na acne e na rosácea. Os estudos mostraram que se deve analisar uma pluralidade de microorganismos como causadores ou protetores dessas dermatoses. Foi possível concluir que o microbioma cutâneo e intestinal desempenha um papel relevante em ambas as doenças e há necessidade de novas pesquisas para consolidar apenas um microrganismo envolvido. 

Palavras-chave: microbioma, pele, intestino, acne, rosácea. 

1 INTRODUÇÃO

O termo microbioma descreve, geralmente, a comunidade de diversos microrganismos que residem no corpo humano ou animais, incluindo a pele. Esses inquilinos formam um ecossistema complexo que abriga trilhões de organismos, podendo estes serem benéficos ou patogênicos ao indivíduo, a depender de fatores como o ambiente externo, a alimentação e o estilo de vida que moldam a composição e a saúde do microbioma (El-Sayed, et al., 2021). Habitualmente, de forma errônea, ocorrem equívocos ao utilizar os termos “microbioma” e “microbiota”, sendo facilmente confundidos. Todavia, em suma, podemos afirmar que a microbiota humana é o conjunto completo de microrganismos que vivem no corpo humano, enquanto o microbioma é o conjunto de todos os seus materiais genéticos (Lee; Kim, 2022).

Desde a última década, o crescimento de estudos acerca do microbioma tem se desenvolvido efetivamente. Avanços recentes na tecnologia de coleta e análise de dados de sequenciamento de DNA permitem abordar essas questões pela primeira vez, haja visto que, antigamente, havia uma escassez de conhecimento sobre os diferentes tipos de micróbios presentes em várias partes do corpo humano, como eles se agrupam em comunidades de complexidade variada e como interagem com microbiomas de outras espécies (Davenport, et al., 2023).

Nesse mesmo contexto, muitos componentes do microbioma foram associados a uma ampla variedade de doenças humanas de forma surpreendente, à exemplo da acne e da rosácea, patologias popularmente conhecidas. Sendo assim, torna-se relevante pontuar sobre dois potenciais causadores destas dermatoses, que, hodiernamente, vem sendo amplamente discutidos: o microbioma intestinal e o microbioma cutâneo. 

O eixo intestino-pele é composto por órgãos do sistema imunológico e neuroendócrino que são ativos e complexos, frequentemente expostos ao ambiente externo e que abrigam uma grande diversidade de microbiomas. Esta variedade de microorganismos presentes no intestino, além de desempenhar papéis importantes ao indivíduo, também caracteriza o intestino como um estado de simbiose: o organismo hospedeiro tolera bactérias benéficas e os antígenos inofensivos associados a elas. Todavia, qualquer mudança na variedade de micróbios no intestino pode causar uma desbiose e deixar o hospedeiro mais vulnerável, interferindo na tolerância imunológica da mucosa, e afetando, também, a microbiota cutânea (Mahmud, et al., 2022).

Em relação ao microbioma da pele, sabe-se que ele possui semelhanças com o microbioma intestinal quando relacionado à influência de manifestações cutâneas, como a acne e a rosácea. Ou seja, o microbioma da pele contribui de maneiras físicas, químicas, microbianas e imunológicas tanto para a função de barreira da pele quanto para suas adaptações naturais. Essas interações resultam de um microbioma cuidadosamente regulado e equilibrado; no entanto, a exposição constante a diversos fatores externos e internos interfere nesse equilíbrio, potencialmente causando problemas fisiopatológicos, induzindo às condições inflamatórias (Lee; Kim, 2022).

Nessa conjuntura, onde a acne e a rosácea são patologias dermatológicas corriqueiras na prática clínica, analisar o papel do microbioma nestas dermatoses justifica-se como relevante, uma vez que a avaliação precisa da composição do microbioma protetor e prejudicial é essencial para o progresso de novas técnicas diagnósticas e terapêuticas.

2 METODOLOGIA 

O presente trabalho propõe uma revisão de literatura com foco no papel do microbioma na acne e na rosácea. Para o levantamento bibliográfico foi utilizado a base de dados Medline, através do PubMed. Os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) utilizados para a pesquisa dos artigos foram “microbiome”, “acne” e “rosacea” conectados pelo operador booleano “AND”. Foram considerados apenas os artigos publicados nos últimos dez anos, em português ou inglês e disponibilizados na íntegra e de forma gratuita. Foram excluídos todos os artigos não relacionados diretamente aos estudos da função do microbioma nestas patologias dermatológicas. 

3 DISCUSSÃO

A acne é uma condição crônica inflamatória da pele que afeta as unidades pilossebáceas e se manifesta pela formação de comedões, pápulas, pústulas, nódulos e cicatrizes, predominantemente na face, parte superior do tronco e ocasionalmente nas extremidades (Sánchez-Pellicer, et al., 2022).

Além do aumento na produção de sebo pelas glândulas sebáceas e da queratinização dos ductos pilossebáceos, foi recentemente descoberto um terceiro fator crucial no desenvolvimento da acne: o microbioma e suas interações com o sistema imunológico inato. Este microbioma é composto por micróbios comensais, – Cutibacterium acnes (C. acnes) e Staphylococcus epidermidis (S. epidermidis) – que não trazem, por si só, prejuízos, – que mantêm uma relação de equilíbrio com o hospedeiro, caracterizando o microbioma residente, e micróbios patogênicos do ambiente, – Staphylococcus aureus (S. aureus) – que habitam temporariamente a pele e constituem o microbioma transitório (Dréno, et al., 2020).

A Cutibacterium acnes, antigamente conhecida como Propionibacterium acnes, é o principal componente do microbioma cutâneo envolvido no desenvolvimento da acne. Entre os seus mecanismos patogênicos, destacam-se: aumento na produção de sebo, promoção da formação de comedão e indução de inflamação. Ou seja, essa bactéria utiliza o sebo como fonte de nutrientes e substrato para crescer, aumentando a atividade da enzima diacilglicerol aciltransferase, e, por conseguinte, a secreção de sebo, formando um ciclo vital. Ademais, o seu crescimento e supercolonização, estimula a formação de comedões pois ocorre uma alteração na composição dos lipídios que contribuem para esse processo, à exemplo da redução no ácido linoleico, aumento no sebo e aumento nos ácidos graxos monoinsaturados (MUFA) (Condrò, et al., 2022). Nesse mesmo viés, a C. acnes também desenvolve um fator protetor à manifestação da acne, uma vez que atua na barreira cutânea, por meio da ação de enzimas, hidrolisando os lipídios presentes na pele, acidificando o ambiente e, assim, impedindo a colonização de outras bactérias patogênicas (Rocha; Bagatin, 2017).

Outrossim, estudos apontam que o Staphylococcus epidermidis também pode contribuir como fator protetor ao desenvolvimento da acne, dado que este pode aumentar a produção de peptídeos antimicrobianos da pele (AMPs) e reduzir o risco de infecção da pele ao interagir com cepas de S. aureus, bactéria transitória e patogênica da pele. Isso ocorre através da ativação das células de Langerhans, que por sua vez ativam o sistema imunológico, incluindo tanto a defesa imunológica inata quanto adaptativa do indivíduo exposto (Rocha; Bagatin, 2017). 

Ademais, o eixo intestino-pele também tem se destacado quando falamos na fisiopatologia da acne. Os primeiros estudos indicando a relação entre a endotoxemia e o aumento da permeabilidade intestinal em indivíduos com acne iniciaram há muitos anos, em meados de 1910. Em 1930, Stokes et al. identificaram uma ligação entre a microbiota intestinal e a inflamação da pele, na qual, até 40% dos pacientes com acne apresentavam hipocloridria, levantando a hipótese de que a baixa acidez gástrica poderia permitir a migração de bactérias do cólon para o intestino delgado. Atualmente, entendemos que o crescimento excessivo de bactérias no intestino delgado pode aumentar a permeabilidade intestinal (intestino permeável), contribuindo para a inflamação sistêmica (Sánchez-Pellicer, et al., 2022).

O estresse também é estudado como causa direta da relação do microbioma intestinal com a manifestação da acne, uma vez que este pode perturbar o equilíbrio microbiano saudável, conhecido como eubiose. Em situações estressantes, microrganismos como Lactobacillus e Bifidobacterium – sensíveis aos efeitos do estresse – podem alterar sua atividade metabólica e produzir substâncias que influenciam negativamente o corpo, como neurotransmissores que têm potencial inflamatório. Essa interação entre o estresse e a microbiota intestinal pode impactar significativamente a saúde, afetando não apenas a função digestiva, mas também contribuindo para condições inflamatórias como a acne (Chilicka, et al., 2022).

Além do exposto, a microbiota intestinal desempenha um papel crucial na produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), como o ácido propiônico, o qual é conhecido por suas propriedades antimicrobianas, sendo tóxico para bactérias patogênicas como S. aureus (Chilicka, et al., 2022). Isto significa que uma microbiota intestinal saudável pode influenciar a resistência da pele contra patógenos cutâneos, desempenhando um fator de proteção ao desenvolvimento de inflamações de pele, como a acne. Ou seja, a interação entre a microbiota intestinal, a produção de AGCC e a resistência da pele, destaca a importância da saúde intestinal não apenas para o bem-estar gastrointestinal, mas também para a proteção contra infecções cutâneas.

Entretanto, apesar de alguns estudos aliarem o microbioma intestinal com o microbioma cutâneo e a manifestações de dermatoses como a acne e a rosácea, poucos estudos têm validado a relação de C. acnes com bactérias intestinais. Sendo este, um potencial eixo de investigação para fisiopatologia e tratamento da acne, visto que até o presente momento, as evidências indicam que apenas um maior controle da microbiota cutânea favoreceria o melhor controle de quadros inflamatórios da acne. 

A rosácea representa outra dermatose inflamatória muito estudada no contexto do microbioma cutâneo e intestinal. Ela é considerada uma doença de curso crônico, caracterizada por eritema centrofacial persistente, telangiectasias, pápulas, pústulas e fimas, atingindo principalmente adultos de 30 a 60 anos de idade (Picardo; Ottaviani, 2014). 

Quando relacionamos a rosácea a um microbioma específico, como Helicobacter pylori, Demodex folliculorum, Staphylococcus epidermidis e Chlamydia pneumonia, não há evidências que, em particular, um destes microorganismos seja etiológico da doença, sendo necessário considerar uma pluralidade de microbiomas como causadores desta. Nesse contexto, alguns estudos recentes acerca de receptores Toll-like (TLRs) – presentes em várias células do sistema imunológico, os quais reconhecem produtos microbianos e desencadeiam a inflamação – demonstraram que a epiderme de pacientes com rosácea apresenta uma quantidade maior de TLR2 do que indivíduos saudáveis, indicando uma possível explicação para as respostas inflamatórias aumentadas à estímulos externos. Esta expressão aumentada de TLR2 pode levar à produção anormal de peptídeos antimicrobianos como a catelicidina, bem como ao aumento da expressão e atividade da serina protease calicreína (KLK5). A catelicidina é um peptídeo antimicrobiano naturalmente produzido pela pele que desempenha um papel na defesa contra micro-organismos, mas níveis elevados podem contribuir para a inflamação observada na rosácea. Da mesma forma, a calicreína KLK5 está envolvida na maturação de peptídeos antimicrobianos na pele e seu aumento de atividade pode estar associado ao aumento da inflamação e disfunção da barreira cutânea. Em suma, esses estudos sugerem que existe um papel para o microbioma e TLR2 no controle da inflamação epidérmica, considerando que, em condições normais, a coleção de micróbios que povoam a pele ativa os TLRs, mas não promove a inflamação (Picardo; Ottaviani, 2014). 

Em relação ao eixo intestino-pele, a manifestação da rosácea, bibliograficamente, é mais estabelecida. A Helicobacter pylori, por exemplo, tem sido citada em muitos estudos da temática, gerando controvérsias. Esta bactéria coloniza o estômago e o duodeno, produzindo citotoxinas e gastrina, podendo alterar processos fisiológicos como vasodilatação, inflamação e regulação imunológica. A relação da soropositividade da H. pylori com a rosácea se deve não só a esses fatores, mas também a um mecanismo autoimune envolvendo anticorpos de reação cruzada, o qual promove efeitos sistêmicos devido ao aumento da permeabilidade da mucosa aos antígenos do trato digestivo ou à integridade vascular prejudicada (Zhu, et al., 2023). Entretanto, o fato de antibióticos orais serem padrão de tratamento de ambas, interfere nos achados de muitos estudos, haja vista que os antibióticos podem diminuir o efeito antigênico de H. pylori e o tratamento parcial da bactéria pode levar à sorologia não reativa, subestimando a associação entre infecção por H. pylori e rosácea (Wang; Chi, 2021).

Similarmente, outros estudos envolvendo a antibioticoterapia para controle da rosácea indicaram que existe uma potencial relação do supercrescimento bacteriano do intestino delgado (SIBO) com o desenvolvimento desta dermatose. Isso porque pacientes com rosácea apresentam uma frequência muito maior de SIBO em comparação com pessoas saudáveis, e quando o SIBO é tratado com sucesso, ocorre uma redução significativa das lesões cutâneas. Além disso, pacientes com rosácea que não têm SIBO, não apresentam melhora após receberem antibioticoterapia (Wang; Chi, 2021). 

Ademais, constata-se que o microbioma alterado também influencia a mudança quantitativa dos produtos metabólicos bacterianos. Chen et al especularam que a composição microbiana fecal pode estar relacionada ao metabolismo do enxofre, transporte de cobalamina e transporte de carboidratos, interferindo no seguimento da rosácea. Uma alta concentração de sulfeto de hidrogênio (H₂S) no sangue pode alterar o equilíbrio dos tióis, favorecendo um excesso de dissulfetos de tiol e, por conseguinte, resultando em uma proteção menos eficaz contra o estresse oxidativo em pacientes com rosácea. No mesmo contexto, Sener et al, confirmaram que a proporção média de dissulfeto/tiol nativo é significativamente maior em pacientes com rosácea em comparação com os controles (Joura, et al., 2021).

4 CONCLUSÃO

A acne e a rosácea são doenças dermatológicas que apresentam características clínicas semelhantes em áreas sebáceas, porém, os cursos clínicos de cada condição são bastante distintos. Apesar da microbiota cutânea e intestinal desempenharem um expressivo papel no desenvolvimento e proteção de ambas as patologias, ainda não há evidências que comprovem um único patógeno causador ou protetor, sendo necessário considerar uma diversidade de microrganismos existentes para a manifestação da acne e da rosácea. Além do mais, o microbioma cutâneo e o eixo intestino-pele representam fatores essenciais na modulação imunológica e na saúde epitelial. Conclui-se, portanto, que mais estudos sobre como o microbioma alterado pode desencadear e afetar a função imunológica envolvida na inflamação, sobretudo, na acne e na rosácea, são necessários. Compreender as interações entre micróbios e o hospedeiro, bem como os fatores que impulsionam a colonização microbiana, ampliaria nosso conhecimento sobre a patogênese de várias doenças da pele e poderia facilitar o desenvolvimento de novas ferramentas para diagnósticos e tratamentos terapêuticos.

5 REFERÊNCIAS

Chilicka, Karolina, et al. “Microbiome and Probiotics in Acne Vulgaris—a Narrative Review.” Life, vol. 12, nº. 3, 15 de Março de 2022, p. 422. Disponível em: https://doi.org/10.3390/life12030422. Acesso em 09 de Julho de 2024. 

Condrò, Giorgia, et al. “Acne Vulgaris, Atopic Dermatitis and Rosacea: The Role of the Skin Microbiota: a Review.” Biomedicines, vol. 10, nº. 10, 01 de Outubro 2022, p. 2523. Disponível em:  https://doi.org/10.3390/biomedicines10102523. Acesso em 09 de Julho de 2024. 

Davenport, Emily R., et al. “The Human Microbiome in Evolution.” BMC Biology, vol. 15, nº. 1, Dezembro de 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12915-017-0454-7. Acesso em 01 de Julho de 2024. 

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Joura, Marie Isolde, et al. “Interactions between Immune System and the Microbiome of Skin, Blood and Gut in Pathogenesis of Rosacea.” Acta Microbiologica et Immunologica Hungarica, vol. 68, nº. 1, 13 de Maio de 2021, pp. 1–6. Disponível em: https://doi.org/10.1556/030.2021.01366. Acesso em 15 de Julho de 2024. 

Lee, Hyun-Ji; Miri Kim. “Skin Barrier Function and the Microbiome.” International Journal of Molecular Sciences, vol. 23, nº. 21, 28 de Outubro de 2022, p. 13071. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ijms232113071. Acesso em 01 de Julho de 2024.

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Wang, Fang-Ying; Ching-Chi Chi. “Rosacea, Germs, and Bowels: A Review on Gastrointestinal Comorbidities and Gut–Skin Axis of Rosacea.” Advances in Therapy, 28 de Janeiro de 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s12325-021-01624-x. Acesso em 15 de Julho de 2024. 

Zhu, Weitao, et al. “Role of the Skin Microbiota and Intestinal Microbiome in Rosacea.”Frontiers in Microbiology, vol. 14, 10 de Fevereiro de 2023. Disponível em:  https://doi.org/10.3389/fmicb.2023.1108661. Acesso em 15 de Julho de 2024.


1Autor – Acadêmica de Medicina da Universidade Franciscana (UFN), barbara.salvati@ufn.edu.br
2Coautor – Acadêmico de Medicina da Universidade Franciscana (UFN), alerrandrops@outlook.com
3Coautor – Acadêmica de Medicina da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), aluizacassol@gmail.com
4Orientadora – Médica Dermatologista, docente do curso de Medicina da Universidade Franciscana (UFN), biancanogueira.dermato@gmail.com
5Coautor – Acadêmica de Medicina do Centro Universitário Assis Gurgacz, dani_baldin04@hotmail.com
6Coautor – Acadêmico de Medicina da Universidade Franciscana (UFN), jnmarcon31@gmail.com
7Coautor – Acadêmica de Medicina da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), juliaapiton@gmail.com
8Orientadora – Médica Dermatologista, docente do curso de Medicina da Universidade Franciscana (UFN), luana.meneghello@ufn.edu.br
9Coautor – Acadêmica de Medicina da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), manuela.gargioni@sou.ucpel.edu.br
10Coautor – Acadêmica de Medicina da Universidade Franciscana (UFN), mariaclaramenab@gmail.com

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