HAND HYGIENE IN HOSPITAL INFECTION CONTROL: A LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511201510
Gabriel Bretchnaider de Oliveira
Idalza Aparecida dos Santos Benitz
Altair Justus Neto
Resumo
Objetiva-se buscar na literatura brasileira disponível qual importância da higienização das mãos no controle da infecção hospitalar e como objetivos específicos descrever como ocorre a infecção hospitalar e detalhar a atuação do profissional enfermeiro no controle de infecção hospitalar. O caminho metodológico seguindo foi através da revisão da literatura, com abordagem qualitativa, utilizando fonte confiáveis para coleta de dados, utilizando critérios de inclusão e exclusão e palavras-chave para selecionar os artigos, posteriormente submetidos a uma leitura seletiva. Foi possível identificar as formas de transmissão de micro-organismos e as formas de prevenção, programas criados que dão ênfase a higienização das mãos não apenas pela equipe de enfermagem, mas, pela equipe multidisciplinar; foi observado que a causa de infecção hospitalar ocorre pela infecção cruzada. O enfermeiro assumi papel de supervisor das equipes durante a assistência e educador em saúde, precisando adotar medidas para conscientizar melhor a equipe e sociedade sobre a importância da higienização das mãos. Portanto, o enfermeiro é um profissional indispensável no controle de infecção hospitalar.
Palavras-chave: Infecção. Hospitalar. Enfermagem. Controle.
1 INTRODUÇÃO
O Hospital seja ele de pequeno, médio ou grande porte atende as demandas mais complexas em relação a saúde, sendo os lugares onde as pessoas são internadas para recuperação parcial ou total de sua saúde. Nesse ambiente os procedimentos podem ser ou não de forma invasiva. Profissionais da equipe de enfermagem realizam assistência diretamente a esses pacientes assim como a equipe multidisciplinar que atuam no cuidado. Quantos mais dias o paciente ficar internado maior o risco de ocorrer infecção hospitalar.
A transmissão tem muito meio para acontecer, seja por materiais de trabalho, contato pele a pele entre outros meios que resultam em infecção cruzada. Realizar antissepsia das mãos e assepsia dos materiais ajudam no controle de infeção hospitalar.
No dia a dia frente a rotina muitas vezes as mãos não são higienizadas, materiais de uso compartilhadas, moveis e macas ficam sem a limpeza diária ou terminal, favorecendo a colonização de micro-organismo e originando a infecção hospitalar. Outro fator de relevância é a quebra de técnica estéril que resultam na contaminação.
Diante do exposto anteriormente, a enfermagem realiza assistência direta aos pacientes, muitos procedimentos podem aumentar o risco de transmissão de micro-organismo entre objeto e pacientes ou entre paciente e paciente, frente a isso, a questão norteadora do presente projeto é: qual a relevância da higienização das mãos no controle da infecção hospitalar?
Portanto o presente artigo tem como objetivo geral buscar na literatura brasileira disponível qual importância da higienização das mãos no controle da infecção hospitalar e como objetivos específicos descrever como ocorre a infecção hospitalar e detalhar a atuação do profissional enfermeiro no controle de infecção hospitalar.
Justifica-se a realização do presente artigo para ressaltar a relevância da higienização das mãos no controle de infecção hospitalar, resultando na diminuição ou erradicação delas. Servindo posteriormente para nortear os profissionais de enfermagem e da área da saúde sobre a importância dessa prática durante assistência hospitalar.
2 METODOLOGIA
O artigo é uma revisão da literatura que possibilita elaborar um novo estudo através de estudos realizados no passado (Mendes; Silveira; Galvão, 2008).
A revisão integrativa da literatura consiste na construção de uma análise ampla da literatura, contribuindo para discussões sobre métodos e resultados de pesquisas, assim como reflexões sobre a realização de futuros estudos. O propósito inicial deste método de pesquisa é obter um profundo entendimento de um determinado fenômeno baseando-se em estudos anteriores (Mendes; Silveira; Galvão, 2008).
O presente artigo trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, a qual não utiliza números em seus resultados, mas, analisa comportamento e fenômeno individuais ou de um grupo, resultando posteriormente também em uma pesquisa descritiva como citam o autor a seguir:
Os métodos qualitativos descrevem uma relação entre o objetivo e os resultados que não podem ser interpretadas através de números, nomeando-se como uma pesquisa descritiva. Todas as interpretações dos fenômenos são analisadas indutivamente. Este tipo de metodologia é empregado com mais frequência em pesquisas de natureza social e cultural com análise de fenômenos complexos e específicos (Praça, 2015, pág. 82).
Segundo Lacerda et. al. (2012, p. 61) as bases de dados:
são sistemas de indexação de periódicos, livros, teses, relatórios, anais de eventos dentre outros, a fim de facilitar as buscas de referências bibliográficas e assim, servirem de plataforma teórica para pesquisas futuras.
As publicações foram buscadas nas fontes de dados da scielo Brasil, google acadêmico e BVS. Foi utilizando as palavras-chave: infecção, hospitalar, enfermagem e controle; e critérios de inclusão como: artigos publicados entre os anos de 2020 até 2025, com relevância com o tema, sendo escritos por profissionais da saúde, em língua portuguesa e precisam estar disponível na integra. Por sua vez, os critérios de exclusão utilizados foram: produções fora do período determinado, artigo repetidos, sem coerência com o tema, escritos por profissionais de outra áreas de atuação, publicações estrangeiras e incompletas.
Após seleção dos artigos foi realizado uma leitura seletiva que permite extrair as informações mais relevantes para responder os objetivos do presente artigo (Gil, 2002).
A leitura seletiva é mais profunda que a exploratória; todavia, não é definitiva. É possível que se volte ao mesmo material com propósitos diferentes. Isso porque a leitura de determinado texto pode conduzir a algumas indagações que, de certa forma, podem ser respondidas recorrendo-se a textos anteriormente vistos. Da mesma forma, é possível que determinado texto, eliminado como não pertinente, venha a ser objeto de leitura posterior, em decorrência de alterações dos propósitos do pesquisador (GIL,2002, pág. 78).
Excluiu-se a necessidade de submeter o presente artigo a trâmites éticos, pois não houve interação de pesquisa de campo direta e/ou aplicada.
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Posteriormente a delimitação da metodologia, aplicou-se os critérios de inclusão, exclusão nos locais de busca, utilizando também as palavras-chave, finalizou-se a amostra do estudo com trezes artigos para discussão dos resultados (Figura 1).
Figura 1: Fluxograma para seleção dos artigos


Fonte: Autores 2025.
Foram encontrados inicialmente 29 estudos na base de pesquisa. Após a leitura dos artigos foram excluídos 16 por não se encaixarem nos critérios de inclusão e trazerem informações muito repetida sobre o assunto. Os artigos selecionados para compor a presente revisão foram publicados nos anos de 2020 a 2025, ressaltando assim a relevância do tema. E quanto aos tipos de estudos observaram-se diferentes abordagem com predominância de estudos com abordagem descritiva e qualitativa.
Após a realização de leitura seletiva e minuciosa de todos os artigos selecionados, foi possível identificar uma importante categoria de análise.
3.1 Relevância da higienização das mãos no controle de infecção hospitalar.
Inicialmente precisamos entender o que é infecção hospitalar-IH ou infecções relacionadas a assistência à saúde -IRAS assim também conhecida atualmente, ela é causada após a internação do paciente, não estando presente no momento da admissão e sem relação a causa que motivou o internamento. O internamento principalmente na unidade de terapia intensiva tem um número alto de infecção hospitalar, quando comparada a outros setores da rede hospitalar (Oliveira; Brandão, 2024).
Outra definição encontrada é quando a partir de 72 horas após internação paciente apresente manifestações clínicas não presente na admissão e sem relação ao motivo de internamento (Calixto, et al, 2020).
Um dos motivos de ocorrer IH é o tempo prolongado de internamento, estando relacionado a fatores pós-operatório, procedimentos invasivos, procedimentos cirúrgicos, estado nutricional do paciente entres outros. Ressaltando que o fato de estar em uma unidade hospitalar já existe o risco de ocorrer infecção hospitalar aos pacientes (Oliveira; Brandão, 2024).
Nos estudos de Silva e Rodrigues (2023), a infecção ocorre pela baixa desinfecção das mãos, utilização dos instrumentos invasivos, falta de assepsia dos materiais de trabalho, reutilização de equipamentos de proteção individual para evitar a falta deles, alta horas de jornadas de trabalhos e rotina que muitas vezes não realizam a higienização das mãos entre o atendimento a cada paciente.
Nos seus estudos os autores citam a infecção cruzada como a principal causa de infecção hospitalar, sendo causada a transmissão de micro-organismo de paciente para pacientes através das mãos dos profissionais da saúde, cuidadores, visitantes e familiares; também pelos aparelhos de avalições sem a devida desinfecção e limpeza (Nascimento; Takashi, 2023).
Os autores mencionam a falta de limpeza do aparelho celular e o recente aumento do seu uso na contribuição para transmissão de micro-organismo resultando em infecção hospitalar. A punção venosa também é outro meio de transmissão de infecção a falta da antissepsia, quebra da técnica no momento da punção e manutenção dela pode ocasionar a IH. Os autores ainda mencionam que desde objeto mais simples ao material mais complexo quando não realizado limpeza, desinfecção, esterilização e manuseio correto resultam em transmissão de infecção hospitalar (Silva; Rodrigues, 2023).
Entre as medidas de segurança podemos observar reduzir número de internações e tempo de internação, capacitar a equipe através de educação permanentes, supervisionar técnica estéril higienização das mãos pela equipe de enfermagem, multidisciplinar entre outros. Minimizar o uso de antibiótico sem precisão para evitar bactéria super-resistentes, realizar notificação de IH para medidas de prevenção ser elaborado para minimizar a ocorrência das mesmas (Silva; Rodrigues, 2023).
A falta de gestores e diretores com formação na área da saúde muitas vezes dificulta o trabalho das equipes de saúde, falta de recurso de materiais e humanos pode comprometer a assistência de forma integral e livre de dano, vindo ocorrer após a internação (Silva; Rodrigues, 2023).
O Ministério da Saúde considera a higienização das mãos a forma mais importante para erradicar a infecção hospitalar e em outros lugares que prestam assistência a saúde. Ela consegue eliminar a corrente de transferência de micro-organismo entre pessoas que compartilham o mesmo local de recuperação da saúde. É uma prática simples, sem custo, há muito tempo conhecida sua relevância no controle de infecção hospitalar contribuindo na diminuição dos casos (Ministério da Saúde, 2020).
A higienização das mãos deve ser frequente, porém existe baixa adesão entre os profissionais para realizá-la. Ao realizar a higienização das mãos os benefícios são os melhores pois garante mais qualidade nos atendimentos, sem oferecer riscos, sem danos secundários a saúde, sendo, portanto, eficaz na prevenção de infecções na área da saúde (Ministério da Saúde, 2020).
A organização mundial da saúde definiu os cincos momentos da higienização das mãos durante a assistência e eles são: antes de tocar os pacientes, após tocar os pacientes, antes de realizar os procedimentos, após tocar superfície de moveis próximos aos pacientes e após risco de contato com fluidos corporais (Ministério da Saúde, 2020).
A ANVISA traz informações relevante quando ao uso de luva, ela não garante total proteção da infecção, não substitui a higienização das mãos com água e sabão ou com antissepsia alcoólica. É recomendado higienizar as mãos antes e após o uso de luvas (ANVISA, 2020). Vale ressaltar que a infecção cruzada ocorre quando técnica estéril ou armazenamentos das luvas são realizados de forma errada, ao armazenar a luva em lugar inadequado e ao calçar as luvas na técnica errada resultam na transmissão de micro-organismo. Nota-se a importância de realizar a técnica correta da higienização das mãos e seguir todos os passos para uma higienize eficaz. (ANVISA, 2009).
Diversas medidas foram elaboradas para aumentar a adesão e importância da higienização das mãos, dia 5 de maio é o dia mundial da higienização das mãos data essa criada pela OMS, a RDC 36/ 2013 cita a criação do núcleo de segurança do paciente que reforça a relevância da lavagem das mãos para segurança do paciente durante a assistência (Souto, et al, 2023).
Entre as seis metas de segurança do paciente a higienização das mãos está presente, trazendo ênfase para a questão, para ser adotada em todos os ambientes de saúde e por todos os profissionais que prestam assistência inclusive de forma direta ao paciente. O enfermeiro precisa conhecer os riscos presentes em cada setor e adotar medida para reduzi-los (CORENSP, 2022).
Outros autores citam as formas de prevenção de infecção hospitalar como estrutura adequada, materiais esterilizados corretamente, desinfecção de superfícies, treinamento da equipe sobre técnicas estéril e principalmente sobre higienização das mãos (Silva, et al. 2025).
Os autores mencionam em seus estudos a importância da higienização das mãos em cuidados domiciliares com a finalidade de impedir infecção ao paciente através das mãos. Recomendam também seguir os cincos momentos de higienização das mãos determinado pela ANVISA (Cordeiro, et al, 2021).
O enfermeiro precisa receber atualizações cientifica sobre higienização das mãos e infecções em serviços de saúde, e como coordenador precisa capacitar a equipe de enfermagem e multidisciplinar das unidades de saúde para que usem equipamentos de proteção individual, realizem sempre a higienização das mãos e assepsia dos materiais de acordo com sua classificação. É responsabilidade de todos que executam procedimento direto ao paciente preservar a saúde e não causa danos secundário ao paciente (Nascimento; Takashi, 2023).
Realizar educação permanente com a equipe sobre a importância de erradica a infecção hospitalar através da higienização das mãos é fundamental, supervisionar as equipes durante a assistência se faz necessário. Demonstrar em números a diferença que essa prática simples faz na redução de doenças secundária e em casos de mortes em pacientes internados. O enfermeiro atua como educador em saúde em todos os setores (Silva, et al, 2022).
Os autores mencionam em seus estudos a importância da higienização das mãos em cuidados domiciliares com a finalidade de impedir infecção ao paciente através das mãos. Recomendam também seguir os cincos momentos de higienização das mãos determinado pela ANVISA (Cordeiro, et al, 2021).
Em seus estudos os autores trazem responsabilidade para o enfermeiro como supervisor de estágios e da equipe de saúde referente a higienização das mãos. Ele precisa fazer reuniões, capacitações com a equipe, demostrar quais os momentos que precisa ser higienizadas as mãos e o motivo do ato. Sensibilizar esses profissionais sobre o tema e fazê-los praticar o mesmo e transmitir sua importância. Ainda em sua pesquisa os autores mencionam que quando o paciente, familiar ou acompanhantes cobram aos profissionais de saúde sobre a higienização das mãos traz um efeito significativo da importância da mesma durante os atendimentos realizados, sendo de forma positiva (Maras; Kocaçal; Bahar, 2024).
É necessário que o enfermeiro ensine familiares, acompanhantes e cuidadores sobre a higienização das mãos durante os internamentos para evitar a infecção cruzadas durante a permanecia no hospital (Maras; Kocaçal; Bahar, 2024).
Florence desde o início demostrou que ambiente limpo, ventilados e com equipamentos limpos o número de morte por infecção diminuem, incluindo a higienização das mãos durantes os atendimentos. Portanto, o enfermeiro deve realizar essa prática para garantir uma assistência integral e sem risco aos pacientes, pois é responsável pelo cuidado (Gurgel, et al, 2022).
4 CONCLUSÃO
Nota-se que existe bastante produções cientifica sobre o tema, porém com os mesmos assuntos, nessa revisão foi buscado evidências cientificas na literatura que trazem novas formas identificada de transmissão, as formas de prevenções atuais e de maior eficácia, assim como a atuação do enfermeiro frente o controle de infecção hospitalar.
Foi possível identificar as formas de transmissão de micro-organismos até mesmo pelo instrumento mais utilizado atualmente pela sociedade o celular, entre as formas de prevenção a mais simples, eficaz e que com comprovação cientifica na erradicação da infecção hospitalar é a higienização das mãos. Percebe-se que a principal causa de IH é pela infecção cruzada onde micro-organismos são transmitido pelas mãos dos profissionais e materiais da assistência.
A continuação de criação de programas que trazem como ênfase a higienização das mãos para controle de infecção hospital mostra a relevância atual do tema, uma vez que diminui complicações e morte de pacientes em ambientes hospitalares ou após alta em domicílio.
O enfermeiro tem função de supervisionar a assistência prestada pela equipe de enfermagem e multidisciplinar, verificando a higienização das mãos, materiais e técnicas estéril, ele é considerado educador em saúde com finalidade de conscientizar funcionários, pacientes e sociedade sobre a importância da lavagem das mãos. Portanto, o enfermeiro é um profissional indispensável no controle de infecção hospitalar.
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