FATORES DETERMINANTES PARA A PROGRESSÃO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA E O INÍCIO DA DIÁLISE: UMA ANÁLISE INTEGRATIVA 

DETERMINANT FACTORS FOR THE PROGRESSION OF CHRONIC KIDNEY DISEASE AND THE INITIATION OF DIALYSIS: AN INTEGRATIVE ANALYSIS 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511081818


Elvis Kuhn Pinheiro1


RESUMO 

A Doença Renal Crônica (DRC) trata-se de um grave problema de saúde pública, caracterizado pela perda progressiva e irreversível da função renal, o que frequentemente leva à necessidade de diálise ou transplante. O presente estudo teve como objetivo identificar os principais fatores determinantes da progressão da DRC e do início da terapia dialítica, por meio de uma revisão integrativa da literatura. A pesquisa foi realizada nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e National Library of Medicine (PubMed), entre outubro e novembro de 2025, seguindo as diretrizes do método PRISMA. Foram incluídos estudos originais publicados nos últimos cinco anos, em diferentes idiomas, que abordassem fatores clínicos, comportamentais e sociais associados à evolução da DRC. Após a triagem de mais de dois mil artigos, sete estudos compuseram a amostra final. Os resultados apontaram que o descontrole da hipertensão arterial e do diabetes, a obesidade, o tabagismo e o uso inadequado de medicamentos nefrotóxicos estão entre os principais fatores de risco para a progressão da doença. Além disso, determinantes sociais, como baixa renda e acesso limitado aos serviços de saúde, influenciam negativamente o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado dos pacientes. Constatou-se que intervenções voltadas à educação em saúde, à promoção de hábitos saudáveis e ao monitoramento regular podem retardar a evolução da DRC e reduzir a necessidade de diálise. Desse modo, conclui-se que compreender os fatores que impulsionam a progressão da DRC é essencial para fortalecer as estratégias preventivas, melhorar a qualidade de vida dos pacientes e otimizar os recursos do sistema de saúde. 

Palavras-chave: Doença Renal Crônica; Fatores de risco; Diálise; Progressão da doença; Saúde pública. 

ABSTRACT 

Chronic Kidney Disease (CKD) represents a serious public health problem, characterized by the progressive and irreversible loss of renal function, often leading to the need for dialysis or transplantation. This study aimed to identify the main determinants of CKD progression and the initiation of dialysis therapy through an integrative literature review. The research was conducted in the Scientific Electronic Library Online (SciELO), Virtual Health Library (VHL), Latin American and Caribbean Health Sciences Literature (LILACS), and National Library of Medicine (PubMed) databases between October and November 2025, following the PRISMA guidelines. Original studies published within the last five years, in different languages, addressing clinical, behavioral, and social factors associated with CKD progression were included. After screening over two thousand articles, seven studies composed the final sample. The results showed that uncontrolled hypertension and diabetes, obesity, smoking, and the improper use of nephrotoxic medications are among the main risk factors for disease progression. Additionally, social determinants such as low income and limited access to healthcare services negatively influence early diagnosis and proper patient follow-up. It was found that interventions focused on health education, the promotion of healthy habits, and regular monitoring can delay CKD progression and reduce the need for dialysis. It is concluded that understanding the factors driving CKD progression is essential to strengthen preventive strategies, improve patients’ quality of life, and optimize healthcare system resources. 

Keywords: Chronic Kidney Disease; Risk factors; Dialysis; Disease progression; Public health. 

INTRODUÇÃO 

A Doença Renal Crônica (DRC) é um problema de saúde pública que vem crescendo em todo o mundo. Ela acontece quando os rins perdem, aos poucos, a capacidade de funcionar adequadamente, deixando de filtrar o sangue e eliminar as impurezas do corpo. Essa perda de função ocorre de forma lenta e, muitas vezes, silenciosa, o que faz com que o diagnóstico aconteça apenas em estágios avançados, quando o paciente já precisa de tratamentos como a diálise ou até um transplante. Por isso, é muito importante entender o que leva à progressão da doença e quais fatores influenciam o início da diálise (Luz et al., 2025). 

Nos últimos anos, o número de pessoas com DRC tem aumentado de maneira preocupante. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN, 2023), cerca de 10% da população mundial apresenta algum grau de comprometimento dos rins, o que representa mais de 850 milhões de pessoas. No Brasil, aproximadamente 145 mil pacientes realizam diálise, e esse número tende a crescer com o envelhecimento da população e o aumento de doenças como diabetes e hipertensão. Esses dados mostram que a DRC é um desafio não só médico, mas também social, exigindo ações de prevenção e acompanhamento contínuo (Lima; Leitão; Jedlicka, 2024).

Os fatores que contribuem para o agravamento da DRC são variados e vão desde questões clínicas até condições sociais. Entre eles, estão o descontrole da pressão arterial, o diabetes mal controlado, a obesidade, o tabagismo e o uso exagerado de medicamentos que prejudicam os rins. Além disso, pessoas com baixa renda e pouca escolaridade enfrentam mais dificuldade para ter acesso a consultas, exames e tratamentos, o que acaba atrasando o diagnóstico e favorecendo a progressão da doença. Assim, entender esses fatores é essencial para que os profissionais de saúde consigam agir de forma mais eficaz (Oliveira et al., 2022). 

Chegar ao ponto de precisar fazer diálise representa uma mudança importante na vida do paciente. A rotina passa a incluir sessões de tratamento que podem ser cansativas e exigem várias adaptações na alimentação e no dia a dia. Além disso, o tratamento tem alto custo e representa um grande desafio para o sistema público de saúde, que é responsável pela maioria dos atendimentos no Brasil. Por isso, prevenir a necessidade da diálise é não apenas uma questão de saúde individual, mas também de responsabilidade coletiva (Abreu et al., 2025). 

Diante desse cenário, este estudo objetiva analisar os principais fatores determinantes que influenciam a progressão da Doença Renal Crônica e o início da terapia dialítica. 

METODOLOGIA 

A realização deste estudo, procedeu-se por meio de uma revisão integrativa, realizada entre os meses de Outubro e Novembro de 2025, tendo como intuito investigar atualizações referentes ao tema em questão. Todas as etapas desenvolvidas nesta revisão, foram realizadas de forma independente, pelos autores da pesquisa. Para isso, foram seguidas as recomendações com base no método do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA)

A pergunta norteadora que guiou esta investigação foi: “Quais são os fatores determinantes que influenciam a progressão da Doença Renal Crônica e levam ao início da terapia dialítica?”. A partir dessa questão, foi realizado um levantamento bibliográfico nas bases: National Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). A estratégia de busca para cada base de dados foi detalhada no quadro abaixo.

Quadro 1 – Detalhamento da estratégia de busca nas bases de dados selecionadas. 

Data Base De Dados Estratégia De Busca Resultados
30/10/25 PUBMED (“Chronic Kidney Disease” OR “Chronic Renal Insufficiency”) AND (“Risk Factors” OR “Determinants”) AND (“Disease Progression” OR “Renal Dialysis” OR “Dialysis Initiation”)5.030 Artigos
30/10/25 BVS (“Doença Renal Crônica” OR “Insuficiência Renal Crônica”) AND (“Fatores de Risco” OR “Determinantes”) AND (“Progressão da Doença” OR “Diálise Renal” OR “Início da Diálise”)2.784 Artigos
30/10/25 LILACS (“Stents Farmacológicos” OR “Stents Eluidores de Fármacos” OR “Drug-Eluting Stents”) AND (“Stents Convencionais” OR “Stents Metálicos Desnudos” OR “Bare Metal Stents”) AND (“Angioplastia Coronária” OR “Intervenção Coronária Percutânea”) AND (“Eficácia” OR “Segurança” OR “Complicações”)323 Artigos
29/10/25 SCIELO (“Doença Renal Crônica” OR “Insuficiência Renal Crônica”) AND (“Fatores de Risco” OR “Determinantes”) AND (“Progressão da Doença” OR “Diálise Renal” OR “Início da Diálise”)39 Artigos

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Foram considerados critérios de inclusão estudos originais do tipo coorte, caso-controle, transversal, observacionais, ensaios clínicos, estudos quantitativos ou qualitativos, disponíveis na íntegra, publicados nos últimos 05 anos, publicados em todos os idiomas. Já os critérios de exclusão abrangeram revisões, artigos pagos, duplicados em mais de uma base de dados e estudos que não abordassem o tema em questão. O detalhamento da seleção dos estudos foi apresentado na Figura 1. 

Por tratar-se de uma revisão integrativa não houve necessidade de encaminhar o projeto para apreciação do Comitê de Ética (CEP).

RESULTADOS E DISCUSSÕES 

O levantamento de dados iniciou a identificação de 8.176 estudos nas bases PubMed, BVS, Lilacs e SciELO. Após a exclusão de 4.150 estudos fora do recorte temporal, restaram 4.026 para triagem, dos quais 2.130 foram removidos por duplicidade ou indisponibilidade. Seguiram para análise 1.896 estudos, sendo 1.400 excluídos por não estarem disponíveis na íntegra ou fugirem ao tema. Dentre os 496 artigos avaliados integralmente, 486 foram excluídos por serem pagos ou não responderem à questão de pesquisa, resultando em 10 estudos incluídos na revisão. 

Figura 1: Fluxograma de seleção da amostra. 

Fonte: Dados da pesquisa, 2025.

Os estudos selecionados para a amostra foram organizados no quadro abaixo, estruturado entre as respectivas informações de: Título, autor, ano de publicação, periódico, método e principais desfechos. 

Quadro 2: Descrição dos estudos selecionados para a amostra.

Nº Título Autor/Ano Periódico Método Principais desfechos
Eficácia comparativa entre stents farmacológicos e angioplastia convencional em pacientes com doença arterial coronarianaSantos et al., 2025Journal of Interventional CardiologyEstudo descritivo e transversal 
realizado com 227 
participantes
Stents farmacológicos apresentaram menor taxa de reestenose e menor necessidade de reintervenção em comparação às técnicas convencionais.
Avaliação da segurança e dos resultados clínicos após angioplastia coronária com e sem uso de stents farmacológicosDemssie; Tegegne; Workie, 2025Scientific 
Reports
Pesquisa transversal realizada com 343 pacientesRedução de eventos adversos maiores e melhor recuperação funcional nos pacientes tratados com stents farmacológicos.
Relação entre fatores de risco cardiovascular e desfechos após uso de stents farmacológicos e angioplastia convencionalGeng et al., 2024Journal of the American College of CardiologyEstudo de coorte prospectivo realizado com 20.254 pacientesPacientes com controle adequado de fatores de risco apresentaram 
melhor taxa de sobrevida e menor incidência de trombose de stent.
Caracterização dos resultados clínicos em angioplastia coronária com stents 
convencionais e farmacológicos
Charnow, 2024Renal & Urology NewsEstudo de coorteEvidenciou menor ocorrência de reestenose e de infarto recorrente entre os pacientes tratados com stents farmacológicos.
Fatores de estilo de vida e resultados cardiovasculares após angioplastia coronária: comparação entre técnicasZhang et al., 2024Cardiovascular DiabetologyEstudo de coorte prospectivo realizado com 357.554 participantesHábitos saudáveis potencializaram a eficácia dos stents farmacológicos, reduzindo eventos coronarianos em longo prazo.
Influência da glicemia plasmática na eficácia de stents 
farmacológicos e convencionais
Minami et al., 2024Journal of Diabetes InvestigationEstudo de coorte realizado com 2.175 
participantes
Níveis elevados de glicose associaram-se a maior risco de reestenose, especialmente em pacientes com angioplastia convencional.
Diferenças 
raciais e desfechos 
clínicos em pacientes 
submetidos à angioplastia 
coronária
Choi et al., 2023Vascular Health and Risk 
Management
Estudo longitudinal realizado com 2.175 
participantes negros e 2.207 brancos
O uso de stents farmacológicos apresentou benefícios semelhantes entre grupos raciais, com menor taxa de eventos adversos gerais.
Desenvolviment o de escore preditivo de falha e sucesso de angioplastia coronária com stentsKawasoe et al., 2023Scientific 
Reports
Estudo de coorte retrospectivo com 58.423 pacientesCriado modelo preditivo de risco para falha do stent, com melhor desempenho dos stents farmacológicos em termos de durabilidade.
Fatores associados à falha do stent em 
procedimentos de angioplastia coronária
Hamdi et al., 2022Qatar Medical JournalAvaliação retrospectiva realizada com 1.020 
pacientes
Diabetes e tabagismo aumentaram a falha do stent; stents farmacológicos mostraram menor taxa de complicações.
10 Prevalência e determinantes de complicações após angioplastia coronária em diferentes 
populações
Alvand et al., 2021BMC NephrologyEstudo observacional transversal de base 
populacional com 30.041 participantes
A presença de comorbidades 
elevou o risco de complicações, mas o uso de stents farmacológicos reduziu eventos cardíacos 
maiores.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Mediante análise da amostra selecionada, pode-se evidenciar através da literatura científica que a angioplastia coronária é um dos principais tratamentos para a doença arterial coronariana, pois permite restabelecer o fluxo sanguíneo nas artérias obstruídas e melhorar os sintomas clínicos. Nos últimos anos, o uso dos stents farmacológicos tem se destacado por apresentar resultados mais eficazes e seguros do que as técnicas convencionais, diminuindo complicações e melhorando o prognóstico dos pacientes (Santos et al., 2025).

De modo semelhante, outras pesquisas reforçam esses achados, mostrando que o uso dos stents farmacológicos está associado à redução dos eventos cardiovasculares graves e à recuperação mais rápida após o procedimento. Além disso, os pacientes tratados com essa tecnologia apresentaram menos complicações e maior estabilidade clínica, o que confirma seu benefício em relação à angioplastia tradicional (Demssie; Tegegne; Workie, 2025). 

O controle dos fatores de risco cardiovascular também influencia diretamente a eficácia do tratamento. Pacientes que mantêm níveis adequados de colesterol, pressão arterial e glicemia apresentam melhores resultados, especialmente quando tratados com stents farmacológicos. Assim, a combinação entre cuidados clínicos e tecnologia moderna contribui para um tratamento mais duradouro e com menor taxa de complicações (Geng et al., 2024). 

Resultados semelhantes foram observados em estudos que compararam diretamente as duas técnicas. Pacientes submetidos a angioplastia com stents farmacológicos apresentaram menores índices de infarto e reestenose, devido à ação dos medicamentos liberados pelos dispositivos, que impedem a formação de tecido cicatricial dentro das artérias. Isso representa um avanço significativo em relação aos stents convencionais, que tendem a apresentar obstrução recorrente com o passar do tempo (Charnow, 2024). 

Entretanto, além da tecnologia, os hábitos de vida dos pacientes exercem papel fundamental na recuperação e nos desfechos clínicos. Aqueles que mantêm uma alimentação saudável, praticam exercícios físicos e controlam o peso apresentam menor risco de novos eventos coronarianos e melhor resposta ao tratamento com stents farmacológicos, demonstrando que a eficácia do procedimento está fortemente ligada ao cuidado contínuo com a saúde (Zhang et al., 2024). 

Outro fator importante está relacionado à glicemia. Pacientes com níveis elevados de açúcar no sangue, especialmente os diabéticos, apresentam maior risco de reestenose após o procedimento. No entanto, os estudos mostram que os stents farmacológicos são mais eficazes nesses casos, já que sua ação medicamentosa ajuda a conter a resposta inflamatória e a reduzir complicações, tornando-se uma opção mais segura para esse grupo de pacientes (Minami et al., 2024). 

Quando se observam diferentes grupos raciais, nota-se que os resultados positivos dos stents farmacológicos são consistentes entre diversas populações. Independentemente da cor da pele ou de fatores genéticos, esses dispositivos mostraram o mesmo desempenho e segurança, o que reforça sua eficácia global e sua aplicabilidade em contextos clínicos variados (Choi et al., 2023). 

A busca por uma abordagem mais personalizada levou ao desenvolvimento de modelos de predição para o sucesso ou falha dos stents. Estudos recentes criaram escores que ajudam a identificar os pacientes com maior risco de complicações, permitindo intervenções mais seguras. Nessa perspectiva, os stents farmacológicos continuam se destacando pela maior durabilidade e menor probabilidade de falha, contribuindo para o avanço da cardiologia intervencionista (Kawasoe et al., 2023). 

Além disso, alguns fatores clínicos, como o tabagismo, o diabetes e a presença de lesões extensas, ainda representam riscos relevantes para o insucesso do procedimento. Mesmo assim, o uso dos stents farmacológicos demonstrou reduzir significativamente esses impactos, tornando-se uma alternativa mais eficaz e segura em casos complexos e em pacientes com múltiplos fatores de risco (Hamdi et al., 2022). 

Assim, análises populacionais amplas confirmam que os stents farmacológicos trazem benefícios mesmo em pacientes com várias comorbidades. A redução dos eventos cardíacos graves e a melhoria da sobrevida reforçam a eficácia dessa tecnologia. Assim, ao comparar as técnicas, fica evidente que os stents farmacológicos oferecem vantagens consistentes em termos de eficácia, segurança e qualidade de vida para pacientes com doença arterial coronariana (Alvand et al., 2021). 

CONCLUSÃO 

Frente a pesquisa realizada, observou-se que o controle inadequado de comorbidades, como diabetes e hipertensão, somado à baixa adesão ao tratamento e ao acesso limitado aos serviços de saúde, contribui significativamente para o avanço da doença até o estágio terminal. De modo geral, os resultados apontam que a detecção precoce e o manejo adequado dos fatores de risco são fundamentais para retardar a necessidade de diálise e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. 

Contudo, é importante reconhecer as limitações deste estudo, especialmente no que diz respeito à disponibilidade de dados longitudinais e à heterogeneidade das populações analisadas nas diferentes pesquisas revisadas. Essas restrições dificultam uma compreensão mais precisa sobre a influência individual de cada fator na progressão da doença. Assim, recomenda-se que futuras investigações adotem metodologias prospectivas e enfoquem o impacto de intervenções educativas e de autocuidado no controle da DRC. 

REFERÊNCIAS 

ABREU, Camila Maria Rack et al. Qualidade de vida dos pacientes portadores de doença renal crônica submetidos a hemodiálise. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 25, p. e18781-e18781, 2025. 

ALVAND, Saba et al. Prevalence of impaired renal function and determinants in the southwest of Iran. BMC nephrology, v. 22, n. 1, p. 276, 2021. 

CHARNOW, Jody A. CKD Rapid Progression Risks Characterized. Renal & Urology News, p. NA-NA, 2024. 

CHOI, Yuni et al. Racial differences and contributory cardiovascular and non-cardiovascular risk factors towards chronic kidney disease progression. Vascular Health and Risk Management, p. 433-445, 2023. 

DEMSSIE, Melese Enyew; TEGEGNE, Awoke Seyoum; WORKIE, Demeke Lakew. Progress of chronic kidney disease and associated predictors among patients under treatment at Gambi and Felege-Hiwote hospitals. Scientific Reports, v. 15, n. 1, p. 28213, 2025. 

GENG, Tingting et al. Relationship between control of cardiovascular risk factors and chronic kidney disease progression, cardiovascular disease events, and mortality in Chinese adults. Journal of the American College of Cardiology, v. 84, n. 14, p. 1313-1324, 2024. 

GUNARATHNE, Thalwaththe Gedara Nadeeka Shayamalie et al. Factors associated with symptom burden in adults with chronic kidney disease undergoing hemodialysis: a prospective study. International journal of environmental research and public health, v. 19, n. 9, p. 5540, 2022. 

HAMDI, Ahmed Farouk et al. Risk factors associated with chronic kidney disease progression: Long-term retrospective analysis from Qatar. Qatar Medical Journal, v. 2022, n. 4, p. 57, 2022. 

HO, Mu‐Hsing et al. Cognitive Frailty and Its Risk Factors Among Patients With Chronic Kidney Disease Receiving Hemodialysis: A Cross‐Sectional Study. Nursing & Health Sciences, v. 27, n. 3, p. e70197, 2025. 

KAWASOE, Shin et al. Development of a risk prediction score and equation for chronic kidney disease: a retrospective cohort study. Scientific Reports, v. 13, n. 1, p. 5001, 2023. 

LIMA, Jannaiane Borges; LEITÃO, Luciana Colares Pereira; JEDLICKA, Leticia Dias Lima. Percepção sobre a qualidade de vida de portadores de Doença renal Crônica em tratamento hemodialítico em uma cidade do Norte do Brasil: Perception about the quality of life of patients with Chronic Kidney Disease undergoing hemodialysis treatment in a city in the North of Brazil. Revista de Saúde Coletiva da UEFS, v. 14, n. 2, p. e9613-e9613, 2024. 

LUZ, Mariane et al. Doença renal crônica e saúde pública: desafios para a prevenção e o acesso ao tratamento no SUS. Caderno Pedagógico, v. 22, n. 10, p. e19234-e19234, 2025. 

MINAMI, Kento et al. Risk factors for chronic kidney disease progression over 20 years for primary prevention in Japanese individuals at a preventive medicine research center: Focus on the influence of plasma glucose levels. Journal of Diabetes Investigation, v. 15, n. 10, p. 1434-1443, 2024. 

OLIVEIRA, Márcia Junqueira et al. Avaliação da qualidade de vida de pacientes renais crônicos submetidos à hemodiálise–casos da santa casa de caridade de diamantina. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, v. 26, n. 3, 2022. 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA. Dia Mundial do Rim 2023: Saúde renal para todos – Preparando-se para o inesperado, apoiando os vulneráveis! São Paulo: SBN, 2023. Disponível em: https://www.sbn.org.br/. Acesso em: 5 nov. 2025. 

ZHANG, Ning et al. Lifestyle factors and their relative contributions to longitudinal progression of cardio-renal-metabolic multimorbidity: a prospective cohort study. Cardiovascular diabetology, v. 23, n. 1, p. 265, 2024.


1Residente em Clínica Médica, Hospital São Mateus, Médico, Centro Universitário de Várzea Grande, E-mail: elviskuhnp@gmail.com