GASTROINTESTINAL STASIS IN A GUINEA PIG (CAVIA PORCELLUS): CASE REPORT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202511161458
Gabriel Thiago Cruz Moreira1
Vinicius Roberto Silva2
Kalena Barros da Silva3
Resumo
Este relato descreve a evolução clínica de uma porquinho-da-índia, fêmea, com 3 anos de idade, inicialmente submetida a manejo alimentar inadequado, que apresentou hiporexia, fezes ressecadas e cônicas, apatia, perda ponderal acentuada, distensão abdominal e redução de borborigmos. O manejo prévio consistia em excesso de ração comercial, folhagens inadequadas e oferta irregular de feno, sem suplementação de vitamina C. Os exames de imagem revelaram estase gastrointestinal, ecogenicidade hepática aumentada, hipercrescimento de incisivos inferiores e espessamento da bula timpânica direita. O protocolo terapêutico incluiu suporte nutricional com Critical Care, fluidoterapia, analgesia (Meloxicam, Tramadol, Cetoprofeno), moduladores de motilidade intestinal (Metoclopramida, Simeticona) e Silimarina como hepatoprotetor. Após nove dias de tratamento intensivo e correção dietética baseada em orientação profissional, observou-se melhora clínica progressiva com retorno do peristaltismo, ganho de peso, normalização do comportamento alimentar e da produção fecal. O caso demonstra a profunda relação entre nutrição inadequada e distúrbios gastrointestinais em Cavia porcellus, reforçando a importância do aconselhamento nutricional especializado na medicina preventiva de roedores herbívoros.
Palavras-chave: Cobaias; Transtornos da Motilidade Gastrointestinal; Desnutrição Proteico-Calórica; Doenças Dentárias em Roedores; Terapia Nutricional.
1. INTRODUÇÃO
O porquinho da índia (Cavia porcellus) é um mamífero roedor nativo originário da zona andina sul-americana e atualmente é uma espécie muito popular como animal de estimação, graças a sua docilidade e interação social (HERRERA et al., 2023, WALKER et al., 2014). Embora tenham muito em comum com ratos e camundongos do ponto de vista morfológico, pesquisas genéticas recentes indicaram que os caviomorfos podem ter evoluído separadamente. Suas particularidades anatômicas e fisiológicas, especialmente no trato gastrointestinal, os diferenciam significativamente de outras espécies de roedores e mamíferos.
Tais particularidades tornam a espécie susceptível a diferentes afecções relacionadas ao trato gastrointestinal decorrentes do manejo nutricional adequado, e a presença de sinais clínicos como a diminuição do tamanho das fezes ou a ausência completa de fezes, anorexia, bruxismo, dor à palpação abdominal não devem ser ignorados. O diagnóstico deve ser rápido e assertivo, incluindo uma boa anamnese, exame físico preciso e exames complementares de imagem. Em caso de obstruções, há urgência cirúrgica. A reidratação do paciente, analgesia, suporte nutricional, e o tratamento da etiologia primária são os pilares essenciais do tratamento em distúrbios gastrointestinais na espécie. (DECUBELLIS, Julie e GRAHAM, Jennifer, 2013).
O presente relato de caso tem como objetivo descrever a evolução clínica de um porquinho-da-índia que apresentou alterações gastrointestinais.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Em dezembro de 2022, um porquinho-da-índia (Cavia porcellus), fêmea, de 3 anos de idade, denominada “Preta”, da raça inglês de pelo curto, foi atendida em consulta no Hospital Veterinário da Universidade Guarulhos (atualmente DOK – Hospital Veterinário de Guarulhos), localizado em
Guarulhos/SP. O animal pesava 1008 gramas e, durante a anamnese, o tutor relatou hiporexia, oligodipsia, oligúria, apatia progressiva, perda de peso, redução na produção fecal, apresentando fezes secas, de tamanho reduzido, em forma de “cone” (Imagem 1), além de discreto hipercrescimento de dois pré-molares mandibulares, o qual foi observado em exame físico. Quanto ao manejo nutricional, o tutor relatou que há um mês houve alteração na dieta, que passou a ser constituída de feno à vontade, ração comercial (Nu Trópica®) 3 vezes ao dia em porções de 30 gramas cada (Imagem 2), folhagens diversas (almeirão, catalônia e chicória) (Imagem 3) fornecidas 1 vez ao dia, e frutas (banana ou maçã) oferecidas 2 vezes por semana e que vinha observando certa distensão abdominal após o implemento da nova dieta.
No exame físico foi observado escore corporal adequado (4/5), pelagem opaca, com uma região de alopecia dorsal de aproximadamente 2 cm e ausculta abdominal com borborigmos intestinais reduzidos.
Imagem 1: Fezes de tamanho reduzido, em formato de “cone”.

Imagem 2: Porção de 30 g de ração NuTrópica® oferecida 3 vezes ao dia.

Imagem 3: Folhagens (almeirão, catalônia, chicória) oferecidas 1 vez ao dia.

No mesmo dia foi realizada radiografia abdominal (Imagens 4 e 5) que evidenciou aumento de volume estomacal e intestinal com intensa repleção gasosa.
Imagens 4 e 5: Exames radiográficos de região abdominal (LL e VD).

O animal foi encaminhado para internação (em outro serviço) cujo protocolo medicamentoso foi o seguinte: Meloxicam (0,5 mg SID por 7 dias), Dipirona (50 mg/kg SID por 5 dias), Cloridrato de Metoclopramida (1 mg/kg BID por 5 dias), Dimeticona (75 mg/ml 15 ml TID por 5 dias), e Cloridrato de Tramadol (BID por 2 dias). Passadas 72h da internação, foi observada piora no quadro clínico e perda de peso (menos 158 gramas).
Diante disso, o tutor optou por levar o paciente para outro serviço. Em novos exames de imagem solicitados, foi possível observar em radiografias de crânio (Imagens 6, 7, 8 e 9), um hipercrescimento da coroa clínica dos incisivos inferiores e espessamento de parede da bula timpânica direita sugestivo de processo inflamatório/infeccioso.
Imagens 6 e 7: Exames radiográficos de crânio (VD e DV).

Imagens 8 e 9: Exames radiográficos de crânio (VD e LL).

O exame ultrassonográfico revelou (Imagens 10, 11, 12, 13, 14 e 15) aumento de ecogenicidade em fígado, estômago com conteúdo alimentar pastoso em pequena quantidade e moderado conteúdo gasoso, alças intestinais com conteúdo mucoso escasso e peristaltismo visivelmente diminuído.
Imagens 10 e 11: Exames de ultrassonografia abdominal (Estômago e Duodeno).

Imagens 12 e 13: Exames de ultrassonografia abdominal (Fígado).

Imagens 14 e 15: Exames de ultrassonografia abdominal (Pâncreas e Vesícula Urinária).

Foi então instituído novo protocolo terapêutico, baseado em: Cetoprofeno (20 mg/ml SID por 5 dias) Metoclopramida (1 gota BID até o retorno do trânsito intestinal normal), associado à alimentação assistida com Critical Care® (15 a 50 ml TID até a retomada voluntária da ingestão alimentar), Silimarina (1 ml BID por 30 dias) e Simeticona (1 ml TID por 3 dias).
O animal permaneceu internado por mais nove dias, durante os quais também foram realizadas massagens abdominais regulares para estimulação da motilidade intestinal. Durante esse período foi observada melhora clínica significativa, recuperação do peso, retorno do apetite, aumento na atividade em geral e redução da distensão abdominal e retorno à produção fecal de consistência e formato normais. Após a alta, realizada no nono dia de internação, manteve-se o suporte com alimentação de folhagem 3 vezes ao dia, feno e água a vontade, acrescido de Critical Care® 2 vezes ao dia até a completa normalização do escore corporal.
3. METODOLOGIA
O presente trabalho consiste em um relato de caso documental, retrospectivo e descritivo, baseado no acompanhamento clínico de um porquinho-da-índia (Cavia porcellus) atendido no período de dezembro de 2022.
O paciente, uma fêmea de três anos de idade da raça inglês de pelo curto, foi submetido a uma avaliação clínica completa. O protocolo de investigação diagnóstica incluiu:
1. Anamnese Detalhada: Coleta de informações sobre o histórico do animal, sinais clínicos e, crucialmente, o manejo alimentar prévio.
2. Exame Físico Completo: Avaliação de escore corporal, condição da pelagem, ausculta abdominal para verificação de borborismos e inspeção da cavidade oral.
3. Exames de Imagem:
o Radiografia Abdominal: Realizada nas projeções latero lateral (LL) e ventrodorsal (VD) para avaliação do trato gastrointestinal.
o Radiografia de Crânio: Realizada nas projeções VD, dorsoventral (DV) e LL para avaliação da arcada dentária e estruturas associadas.
o Ultrassonografia Abdominal: Realizada com equipamento de ultrassom para avaliação da ecogenicidade do parênquima hepático, conteúdo e motilidade gástrica e intestinal, e demais órgãos abdominais.
O protocolo terapêutico foi estabelecido e ajustado com base nos achados clínicos e examinatórios. Inicialmente, foi instituído um protocolo com Meloxicam (0,5 mg SID), Dipirona (50 mg/kg SID), Cloridrato de Metoclopramida (1 mg/kg BID), Dimeticona (75 mg/ml, 15 ml TID) e Cloridrato de Tramadol (BID). Diante da piora clínica, o protocolo foi revisado para: Cetoprofeno (20 mg/ml SID), Metoclopramida (1 gota BID), Silimarina (1 ml BID), Simeticona (1 ml TID) e suporte nutricional intensivo com Critical Care® (15 a 50 ml TID), associado a massagens abdominais regulares.
O acompanhamento do paciente foi realizado diariamente durante o período de internação de nove dias, com monitorização do peso corporal, apetite, produção e características das fezes, atividade geral e presença de distensão abdominal. A dieta foi rigorosamente ajustada, priorizando o feno de capim como base, reduzindo drasticamente a oferta de ração comercial e fornecendo folhagens adequadas.
4. DISCUSSÃO
A evolução clínica apresentada neste relato demonstra a gravidade que os distúrbios gastrointestinais em Cavia porcellus podem alcançar, uma vez que afetam de forma significativa diferentes sistemas. Além da motilidade intestinal reduzida, observou-se, por exame ultrassonográfico, aumento da ecogenicidade hepática, sugestiva de acúmulo de gordura no fígado e hipercrescimento dentário. Em conjunto com a perda de pesa, estas alterações demonstram a deterioração progressiva do estado geral do paciente A identificação das causas primárias desses distúrbios representa um desafio na rotina clínica, visto que geralmente possuem etiologia multifatorial, envolvendo fatores nutricionais, dentários e metabólicos interligados (JOHNSON, 2013; QUESENBERRY, 2020). Os porquinhos-da-índia apresentam crescimento dentário contínuo, característica que exige constante desgaste fisiológico proporcionado pela mastigação de alimentos fibrosos, principalmente o feno, como também observado em outros roedores e lagomorfos (HERRERA et al., 2001). Quando há oferta inadequada de fibras, ocorre predisposição à má oclusão dentária, resultando em dor, hiporexia e redução do trânsito intestinal. No presente caso, o manejo alimentar inadequado com excesso de ração comercial ofertada favoreceu o ganho de peso, e possivelmente causou a redução do consumo voluntário de feno, promovendo tanto o hipercrescimento dentário quanto o desequilíbrio da microbiota intestinal. Os exames radiográficos de crânio foram fundamentais para a identificação do hipercrescimento dos incisivos inferiores, evidenciando a má oclusão dentária. Conforme descrito por Donnelly (2004), o desgaste dentário em roedores herbívoros depende do atrito contínuo gerado pela mastigação de alimentos fibrosos; quando esse estímulo é insuficiente, ocorre dor, dificuldade alimentar e comprometimento da motilidade gastrointestinal.
Nos lagomorfos (coelhos e lebres) e em roedores herbívoros, como os porquinhos-da-índia e as chinchilas, o manejo nutricional adequado não se resume à oferta de ração, ainda que específica para a espécie. A fibra possui não apenas elevado valor nutritivo, mas também papel essencial na regulação do trânsito intestinal e na manutenção da integridade da mucosa gastrointestinal (DE BLAS et al., 1998). Além de facilitar a passagem do bolo alimentar, ela sustenta as bactérias benéficas e inibe a proliferação de patógenos associados às enterites (HERRERA et al., 2001).
As folhagens oferecidas também exerceram papel importante na gênese do quadro. A administração de folhagens inadequadas, ou em quantidade reduzida, pode aumentar a formação de gases e predispor ao timpanismo (condição grave caracterizada por distensão abdominal, dor e apatia), podendo evoluir rapidamente para óbito. Por outro lado, a oferta frequente de folhagens seguras e livres de compostos formadores de gases, como almeirão, catalônia e chicória é fundamental para a manutenção da motilidade intestinal normal e do bem-estar geral do animal
As particularidades digestivas apresentadas pelos porquinhos-da-india, como incapacidade de eructação de eliminação eficiente de gases, somada à alta sensibilidade digestiva, reflexo da deficiência em eliminar os gases, torna os porquinhos-da-índia vulneráveis ao acúmulo de gases e distensão do trato gastrointestinal.
Outro aspecto essencial é a dependência de vitamina C, uma vez que a espécie não sintetiza esse nutriente endogenamente. A deficiência vitamínica pode resultar em escorbuto, caracterizado por hemorragias, dor articular e letargia, que por sua vez agrava o estado geral e contribui para o comprometimento da motilidade gastrointestinal. Assim, a suplementação adequada de vitamina C é indispensável no manejo nutricional diário (DONNELLY e BROWN, 2004).
A estase gastrointestinal é uma condição comum tanto em porquinhos-da-índia quanto em coelhos, espécies herbívoras altamente dependentes de dietas ricas em fibras (DECUBELLIS e GRAHAM, 2013). Mesmo pequenas variações na dieta ou na rotina alimentar podem desencadear distúrbios digestivos severos. No caso relatado, a intervenção precoce com suporte nutricional, fluidoterapia, analgésicos e moduladores de motilidade intestinal foi decisiva para a recuperação do paciente. O protocolo terapêutico, associado à correção dietética imediata, que iniciou se junto à aplicação da alimentação assistida com Critical Care®, demonstrou eficácia, refletida na recuperação gradual do apetite, do peristaltismo e do peso corporal. A recuperação observada a partir do décimo segundo dia de acompanhamento corrobora o que é descrito por Donnelly (2004), ao evidenciar que a abordagem multidisciplinar envolvendo ajuste nutricional, suporte clínico e manejo intensivo é fundamental para o restabelecimento fisiológico e comportamental desses pacientes. A normalização simultânea dos parâmetros clínicos e nutricionais reforça a importância da integração entre diagnóstico preciso e intervenção direcionada.
A modificação do protocolo medicamentoso foi necessária diante da ausência de melhora clínica após o tratamento inicial e da identificação, por exames de imagem, de alterações dentárias e hepáticas que contribuem para a estase gastrointestinal. O novo protocolo passou a contemplar medidas de suporte metabólico e correção das causas primárias, promovendo evolução clínica favorável. O uso de Cetoprofeno foi instituído para controle mais efetivo da dor e da inflamação (LEACH et al, 2019); a Silimarina foi incluída como agente hepatoprotetor, visando à recuperação da função hepática diante da ecogenicidade aumentada observada em ultrassonografia. A Metoclopramida e a Simeticona foram mantidas para estímulo da motilidade intestinal e redução de gases, enquanto a alimentação assistida com Critical Care® proporcionou suporte nutricional essencial à restauração do trânsito gastrointestinal e prevenção de lipidose hepática. A combinação desses fármacos, associada à correção dietética e ao manejo intensivo, resultou em melhora progressiva e completa recuperação clínica do paciente (Silva, 2022).
5. CONCLUSÃO
O presente relato de caso evidencia a importância crítica do manejo nutricional adequado como pilar fundamental para a manutenção da saúde de Cavia porcellus. Demonstrou-se que desvios dietéticos aparentemente mínimos, como a oferta excessiva de ração comercial de baixa qualidade e a inadequação no fornecimento de vitamina C associada à escolha incorreta de folhagens, podem desencadear distúrbios multifatoriais envolvendo simultaneamente os sistemas digestivo, dentário e hepático. A recuperação clínica foi alcançada mediante a implementação de um protocolo integrado, que combinou correção dietética imediata, suporte medicamentoso sintomático e monitorização intensiva.
Conclui-se que o manejo nutricional adequado transcende a necessidade clínica, configurando-se também como um dever ético na criação e manutenção desses animais. Este estudo fornece subsídios para a elaboração de diretrizes clínicas e campanhas educativas, destacando que a aplicação de protocolos rigorosos e baseados em evidências é essencial para prevenir complicações sistêmicas. A longo prazo, tais iniciativas podem promover a posse responsável, reduzir índices de abandono e fortalecer a medicina de animais exóticos no Brasil, contribuindo para um futuro mais saudável e sustentável para esses animais singulares.
REFERÊNCIAS
DECUBELLIS, Julie; GRAHAM, Jennifer. Gastrointestinal Disease in Guinea Pigs and Rabbits. Veterinary Clinics of North America: Exotic Animal Practice, v. 16, n. 2, p. 421-435, maio 2013.
DONNELLY, Thomas M.; BROWN, Cynthia J. Guinea pig and chinchilla care and husbandry. Veterinary Clinics: Exotic Animal Practice, v. 7, p. 351-373, 2004.
HERRERA, Marjuri Magaly Núñez et al. Levedura de cerveja (Saccharomyces cerevisiae) na alimentação de porquinhos-da-índia (Cavia porcellus), nas fases de criação e terminação. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, Curitiba, v. 6, n. 3, p. 2422-2436, 14 set. 2023.
JOHNSON, Dan H. ABVP level-treating gi stasis: what you need to know. CABI Digital Library, p. 5, 2013.
LEACH, M. C.; ALLWEILER, S. Analgesia in Rabbits. The Veterinary Clinics of North America: Exotic Animal Practice, v. 22, n. 1, p. 93-107, 2019.
QUESENBERRY, Katherine et al. Ferrets, Rabbits and Rodents – 4th edition. St. Louis: Elsevier Health Sciences, 2020.
SILVA, Maria. Abordagem Terapêutica em um porquinho-da-india (Cavia porcellus) com estase gastrointestinal. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2022.
WALKER, Laura I.; SOTO, Miguel A.; SPOTORNO, Ángel E. Similarities and differences among the chromosomes of the wild guinea pig Cavia tschudi and the domestic guinea pig Cavia porcellus (Rodenita, Caviidae). Comparative Cytogenetics, v. 8, n. 3, p. 211-219, jul. 2014.
1Discente do Curso Superior de medicina veterinária da UNG Campus Guarulhos email: gabrieltcmoreira@hotmail.com
2Discente do Curso Superior de medicina veterinária da UNG Campus Guarulhos email: vini_rsilva@hotmail.com
3Docente do Curso Superior de medicina veterinária da UNG Campus Guarulhos email: kalena.barros@gmail.com
