FELINE SPOROTRICHOSIS IN A CAT INFECTED WITH FELINE IMMUNODEFICIENCY VIRUS (FIV): CASE REPORT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202502130044
Douglas Luciano da Silva1
João Pedro Maia Alves Franscisco2
Kethye Priscila Ortencio3
Resumo
A esporotricose, causada pelo fungo Sporothrix schenckii, é uma micose subcutânea crescente na medicina veterinária, especialmente em felinos, devido à alta transmissão e impacto clínico. A infecção se apresenta em formas cutâneas, linfocutâneas e sistêmicas, sendo mais grave em gatos imunocomprometidos, como os infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV). O diagnóstico é feito por exames laboratoriais como Citologia, PCR e biópsia, e o tratamento é realizado principalmente com itraconazol, podendo ser necessário o uso de outros antifúngicos em casos graves. Gatos com FIV apresentam resistência ao tratamento, exigindo uma abordagem mais intensiva. O controle populacional de gatos e a educação dos proprietários são fundamentais para prevenir a disseminação da doença. O presente estudo relata o caso de um felino diagnosticado com esporotricose e FIV e tem por objetivo contribuir para o entendimento das comorbidades infecciosas em felinos imunocomprometidos e os desafios no manejo da esporotricose.
Palavras-chave: Esporotricose. FIV. Felinos Imunocomprometidos.
Abstract
Sporotrichosis, caused by the fungus Sporothrix schenckii, is a growing subcutaneous mycosis in veterinary medicine, particularly in felines, due to its high transmission rate and clinical impact. The infection presents in cutaneous, lymphocutaneous, and systemic forms, with more severe cases observed in immunocompromised cats, such as those infected with Feline Immunodeficiency Virus (FIV). Diagnosis is made through laboratory tests such as cytology, PCR, and biopsy, and treatment is primarily with itraconazole, although other antifungals may be required in severe cases. Cats with FIV show resistance to treatment, necessitating a more intensive approach. Population control of cats and owner education are essential to prevent the spread of the disease. This study reports a case of a feline diagnosed with sporotrichosis and FIV and aims to contribute to the understanding of infectious comorbidities in immunocompromised felines and the challenges in managing sporotrichosis.
Key words: Sporotrichosis. FIV. Immunocompromised Felines.
1 INTRODUÇÃO
A esporotricose, causada pelo fungo Sporothrix schenckii, é uma micose subcutânea que tem aumentado consideravelmente sua relevância na medicina veterinária, especialmente em felinos, devido ao seu alto índice de transmissão e impacto clínico. Embora tradicionalmente associada a ambientes rurais, como substratos vegetais e solo em decomposição, a infecção por S. schenckii tem se tornado uma preocupação crescente em áreas urbanas, principalmente em gatos com acesso à rua e contato com outros animais infectados. O aumento do número de casos em felinos nas últimas décadas tem chamado a atenção dos profissionais de saúde animal, dada a alta taxa de mortalidade observada em casos graves e a zoonose associada à doença, que representa uma ameaça significativa à saúde pública (Vargas et al., 2017; Silva et al., 2016).
A infecção por S. schenckii se apresenta de forma variável nos felinos, com diferentes formas clínicas que incluem a forma cutânea, linfocutânea e sistêmica. A forma cutânea é a mais comum e caracteriza-se por lesões ulcerativas ou nodulares, inicialmente localizadas na região da cabeça, pescoço e membros. Com a progressão da doença, as lesões podem se disseminar para os linfonodos regionais e, eventualmente, afetar órgãos internos, como pulmões e ossos, especialmente em gatos imunocomprometidos (Horta et al., 2019; Almeida et al., 2020). A forma disseminada da esporotricose é observada principalmente em gatos com sistemas imunológicos enfraquecidos, como aqueles infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV). Esses animais apresentam uma resposta imunológica insuficiente para controlar a infecção fúngica, o que resulta em uma evolução mais rápida e em uma maior resistência ao tratamento (Lima et al., 2018; Ribeiro et al., 2021).
A transmissão da esporotricose ocorre principalmente por feridas abertas ou arranhões de animais infectados, além do contato com objetos e substratos contaminados, como solo, vegetação ou fezes de animais doentes. A doença também é frequentemente observada em áreas urbanas, onde a interação entre felinos e outros animais, como cães e roedores, facilita a disseminação do agente patológico (Costa et al., 2020; Lacerda et al., 2016). Em regiões de grande concentração de gatos errantes, a infecção por Sporothrix tem se mostrado uma preocupação epidemiológica crescente, com surtos registrados em diferentes partes do mundo, como América Latina, Ásia e Europa. A zoonose é um aspecto relevante da esporotricose, uma vez que o fungo pode ser transmitido para seres humanos, principalmente através do contato com lesões abertas de gatos infectados, tornando o controle da doença uma questão de saúde pública (Lima et al., 2018; Horta et al., 2019).
O Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV) é um retrovírus que afeta o sistema imunológico dos gatos, levando à imunossupressão progressiva. A infecção por FIV é caracterizada pela diminuição da capacidade do organismo de combater infecções, tornando os felinos mais suscetíveis a doenças oportunistas, como a esporotricose. O FIV compromete principalmente as células T CD4+ do sistema imunológico, responsáveis pela resposta imune celular, o que resulta em uma deficiente ativação das respostas imunes contra agentes patogênicos, incluindo fungos como Sporothrix schenckii (Lima et al., 2018; Ribeiro et al., 2021). Essa imunossupressão torna os gatos infectados com FIV mais vulneráveis à progressão rápida de infecções fúngicas, como a esporotricose, que, em animais imunocomprometidos, pode evoluir para formas mais graves e disseminadas, afetando órgãos internos e até os ossos (Horta et al., 2019). O tratamento da esporotricose em felinos com FIV é mais desafiador, pois o sistema imunológico comprometido dificulta a eliminação do fungo, aumentando a resistência ao tratamento antifúngico. Além disso, esses gatos frequentemente necessitam de terapias mais agressivas e prolongadas, com monitoramento constante, para conseguir controlar a infecção fúngica e evitar complicações, o que torna o prognóstico menos favorável do que em gatos imunocompetentes (Almeida et al., 2020; Costa et al., 2020). Esse cenário clínico exige uma abordagem integrada e individualizada, com o uso adequado de antifúngicos e, em alguns casos, o auxílio de terapias imunomoduladoras.
O diagnóstico da esporotricose em felinos é desafiador, pois suas lesões cutâneas podem ser confundidas com outras doenças dermatológicas, como dermatofitoses, leishmaniose e até carcinoma de células escamosas. A confirmação do diagnóstico é realizada por meio de exames laboratoriais, como a citologia, cultura fúngica, reação em cadeia da polimerase (PCR), e a histopatologia. O PCR tem se mostrado uma ferramenta altamente sensível para a detecção do fungo, permitindo um diagnóstico precoce, especialmente em casos graves e disseminados (Almeida et al., 2020; Lacerda et al., 2016). Além disso, a biópsia cutânea e a análise citológica também são importantes para a confirmação diagnóstica, ajudando a diferenciar a esporotricose de outras condições clínicas com lesões semelhantes.
Em relação ao tratamento, o itraconazol é o antifúngico mais utilizado na prática clínica para o tratamento da esporotricose felina, sendo eficaz na maioria dos casos, especialmente nas formas cutâneas da doença. O tratamento com itraconazol geralmente é prolongado, podendo durar de 3 a 6 meses, dependendo da gravidade da infecção e da resposta clínica do animal. Para formas mais graves ou disseminadas, o uso de medicamentos adicionais, como a terbinafina ou a anfotericina B, pode ser necessário. No entanto, gatos com FIV apresentam maior resistência ao tratamento devido ao comprometimento do sistema imunológico, o que exige uma abordagem terapêutica mais intensiva e uma monitorização contínua do estado clínico (Horta et al., 2019; Ribeiro et al., 2021; Costa et al., 2020).
Estudos recentes têm mostrado que a combinação de diferentes abordagens terapêuticas, incluindo o uso de imunomoduladores e antifúngicos, pode ser benéfica para o tratamento de casos complicados de esporotricose em felinos com FIV. A monitoração constante do tratamento, com exames periódicos para avaliar a resposta à terapia, é crucial para garantir a cura e evitar complicações (Lima et al., 2018; Silva et al., 2016). Além disso, medidas de controle e prevenção, como a vacinação, controle populacional de gatos e a educação dos proprietários, têm se mostrado fundamentais para reduzir a disseminação da esporotricose em áreas urbanas.
Este estudo visa relatar um caso clínico de um felino diagnosticado com esporotricose e FIV, explorando os desafios diagnósticos, as estratégias terapêuticas adotadas e as implicações clínicas da interação entre essas duas doenças. O relato de caso contribuirá para a compreensão das comorbidades infecciosas em felinos, especialmente aqueles com sistemas imunológicos comprometidos.
2 RELATO DE CASO
Foi atendido na Clínica Veterinária Popular Up Animal, localizada na cidade de Mauá – São Paulo, um felino de 12 anos de idade, macho, sem raça definida, castrado, pesando 3,6 kg. Em atendimento, tutor refere que paciente há 3 anos foi diagnosticado com Esporotricose, desde então vem sendo tratado com medicação antifúngica (itraconazol) e protetor hepático SAME (S-Adenosil- Metionina), porém sem muito sucesso no tratamento, visto que além de não notar melhora na lesão inicial em região nasal, começaram a notar o surgimento de lesões pelo corpo, mesmo fazendo uso correto das medicações prescritas anteriormente. Além disso, notaram que paciente começou a apresentar dispneia em certos momentos. Apesar do quadro, relataram normofagia, normodipsia, normúria, normoquesia. Negaram acesso do felino à rua ou contato com outros animais e alegaram vacinação atrasada. Durante avaliação física, o animal encontrava-se ativo; com bom estado geral; mucosas normocoradas; hidratação adequada; parâmetros vitais, como temperatura, frequência cardíaca e pulmonar dentro da normalidade; e linfonodos mandibulares sem nenhuma alteração na palpação. Foi então solicitado exames laboratoriais complementares, entre eles hemograma e leucograma completo, ureia, creatinina, alanina aminotransferase (ALT), fosfatase alcalina (FAL), albumina, colesterol e triglicérides; radiografia de crânio e tórax para avaliação de seios nasais e pulmões; ultrassonografia abdominal; exame rápido (snap) para FIV e FELV na metodologia ELISA; coletado citologia de lesão através do método imprint e cultura fúngica com antifungigrama. O hemograma constou leucopenia; em bioquímicos somente ureia levemente aumentada (155mg/dl); o exame ELISA de FIV e FeLV constou positivo para FIV. Citologia e cultura fúngica confirmaram o diagnóstico de Esporotricose a partir da presença de Sporothrix schenckii. Após exames iniciais, foi realizado também exame PCR para FIV que confirmou o positivo para a doença.
Figura 1: Primeira avaliação, lesão ulcerada em plano nasal, vista frontal.
Fonte: Arquivo pessoal do autor (2024).
Foi então dado início ao tratamento medicamentoso com Sporanox® 100mg, 1 capsula SID até retorno médico; Iodeto de Potássio 5mg/kg/SID até retorno e também suplemento alimentar à base de Betaglucano, Refos® até retorno médico. Após 45 dias paciente retornou para nova avaliação, apresentando excelente resposta ao tratamento, cicatrização completa de lesão nasal e ganho de peso, pesando agora 4,9kg. Foi realizado nova coleta de exames (hemograma completo, ureia, creatinina, alanina aminotransferase, fosfatase alcalina, albumina) e orientados a manter os mesmos medicamentos porém realizado ajuste na quantidade a ser administrada porém com mesma dose devido ganho de peso. Em novo retorno, 30 dias após o ajuste das medicações e 75 dias contados do início do tratamento, tutores referem que paciente apesar da melhora na lesão nasal, começou a apresentar espirros e congestão nasal. Foi então adicionado ao tratamento formulação manipulada de spray nasal de Clotrimazol (1%), sendo orientado borrifar o spray em ambas as narinas, a cada 24 horas até o retorno. Além disso, foi mantido Sporanox® 100mg, 1 cápsula SID. Após 30 dias do último atendimento, paciente retornou com tutores relatando remissão completa dos sintomas e também das lesões. Ao exame físico, não foram observadas lesões cutâneas ativas e ausência de sinais respiratórios. Foi realizado a coleta de secreções nasais e orais com auxílio de swabs estéreis para cultivo fúngico. Os resultados foram negativos. Após aproximadamente 4 meses de acompanhamento, o paciente recebeu alta médica.
Figura 2: Paciente após alta médica, vista frontal.
Fonte: Arquivo pessoal do autor (2024).
3 DISCUSSÃO
O presente caso descreve a evolução clínica de um felino de 12 anos diagnosticado com esporotricose associada à infecção por FIV. A apresentação inicial do animal, com lesões cutâneas persistentes e disseminação das lesões, reflete conforme descrito na literatura (Vargas et al., 2017; Silva et al., 2016). A dificuldade observada no tratamento com itraconazol, que foi inicialmente empregado para o controle das lesões, é consistente com o que se observa em animais imunocomprometidos, especialmente os infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV), que apresentam uma resposta imunológica deficiente (Lima et al., 2018; Ribeiro et al., 2021). A resistência ao tratamento observado neste caso corrobora com estudos anteriores que relatam a necessidade de abordagens terapêuticas mais agressivas e prolongadas para gatos com FIV (Horta et al., 2019).
O início do tratamento com Sporanox® (itraconazol) e iodeto de potássio, associados ao suplemento alimentar de betaglucano, demonstrou eficácia na resolução das lesões cutâneas. A resposta clínica positiva após 45 dias de tratamento, com cicatrização completa da lesão nasal e ganho de peso, está em consonância com o esperado para casos de esporotricose em felinos imunocompetentes (Costa et al., 2020). No entanto, a continuidade da infecção respiratória, com sintomas de espirros e congestão nasal, após 75 dias de tratamento, sugere a necessidade de uma terapia complementar para a forma respiratória da infecção, o que levou à introdução do spray nasal de Clotrimazol. A literatura indica que a esporotricose pode afetar diferentes órgãos, incluindo os pulmões, especialmente em gatos imunocomprometidos (Horta et al., 2019; Almeida et al., 2020). O uso do spray nasal pode ter sido uma estratégia eficaz para o controle da infecção nas vias respiratórias superiores, já que o Clotrimazol tem demonstrado atividade antifúngica local (Lacerda et al., 2016).
A presença de FIV, confirmada pelo teste ELISA e PCR, é um fator crucial que provavelmente contribuiu para o longo tratamento que o paciente já vinha fazendo anteriormente e a evolução mais rápida e disseminada da esporotricose neste felino. A imunossupressão causada pela infecção pelo FIV compromete a resposta imune do animal, dificultando a eliminação do fungo, como descrito por Lima et al. (2018) e Ribeiro et al. (2021). Gatos com FIV tendem a apresentar uma progressão mais severa das infecções fúngicas, como a esporotricose, o que é evidenciado pelo quadro clínico deste felino, que apresentava lesões cutâneas e sinais respiratórios mais pronunciados. Isso reforça a necessidade de monitoramento contínuo e ajustes no tratamento, considerando a resposta imunológica alterada dos animais com FIV.
A necessidade de ajustar a dose das medicações e após o ganho de peso do paciente reflete uma prática comum em tratamentos prolongados com antifúngicos, que exigem acompanhamento próximo e ajustes de dosagem para garantir a eficácia e evitar efeitos adversos (Almeida et al., 2020). Além disso, a introdução do spray nasal de clotrimazol, destaca a importância de uma abordagem terapêutica multifacetada, que combine antifúngicos sistêmicos e tópicos, especialmente em casos complicados. A eficácia desse tratamento no controle das lesões respiratórias foi confirmada pela remissão dos sintomas e pela negatividade nos cultivos fúngicos nas secreções nasais.
Este caso clínico evidencia a complexidade do tratamento da esporotricose em felinos imunocomprometidos, especialmente os infectados pelo FIV. A combinação de estratégias terapêuticas, como o uso de antifúngicos sistêmicos e tópicos, foi fundamental para o sucesso no controle da infecção. A abordagem individualizada, ajustada de acordo com a resposta clínica do animal, é essencial para o manejo de casos complicados. Além disso, o diagnóstico precoce e o monitoramento constante são fundamentais para a prevenção de complicações, como a disseminação da infecção para órgãos internos e a resistência ao tratamento (Costa et al., 2020; Lima et al., 2018).
Embora o tratamento tenha sido bem-sucedido no caso apresentado, é importante notar que este é um relato de caso isolado, o que limita a generalização dos resultados para outros felinos com esporotricose e FIV. A abordagem terapêutica adotada neste caso, embora eficaz, pode não ser a mais apropriada para todos os animais com essa combinação de doenças.
4 CONCLUSÃO
O caso descrito reforça a importância de um diagnóstico preciso e de uma abordagem terapêutica integrada para o manejo da esporotricose em felinos, especialmente em animais imunocomprometidos, como aqueles infectados pelo FIV. A abordagem terapêutica multifacetada e o acompanhamento clínico contínuo são essenciais, especialmente em animais imunocomprometidos. Embora o resultado tenha sido positivo, o relato é limitado a um único caso, e a generalização de casos de esporotricose associada a FIV exige cautela devido ao prognóstico reservado. Este trabalho reforça a importância de estratégias de prevenção e controle, além de um manejo individualizado para melhorar o prognóstico de cada paciente.
REFERÊNCIAS
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1 Discente do Curso de Pós-Graduação de Dermatologia e Alergologia Veterinária pela Associação Nacional de Clínicos de douglasluciano144@gmail.com Pequenos Animais de São Paulo- ANCLIVEPA-SP; e-mail:
2 Discente do curso de Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Nove de Julho, Campus Vila Prudente; e-mail: joao.maia.jjp@hotmail.com
3 Mestra em Cirurgia Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho UNESPJaboticabal; e-mail: Kethyeortencio@gmail.com