BRIEF TINNITUS SCALE (BTS): DEVELOPMENT OF A RAPID TRIAGE TOOL FOR ASSESSING TINNITUS IMPACT IN MASS SCREENING IN BRAZIL
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202506231150
Leonardo Brigido Metello Neves1,2*
Bruno Luiz Baldessarini4
Bernardo Correia Lima2,3
Pires J. D. M.2
Rafael Coutinho Mello Machado5
Rafael Vidal Peres6
Resumo
Desenvolveu-se a Escala Breve de Zumbido (EBZ), uma ferramenta de três questões derivada do Tinnitus Handicap Inventory adaptado para o português brasileiro, destinada à triagem rápida do impacto do zumbido em atendimentos em massa. A EBZ avalia os domínios funcional, emocional e catastrófico, utilizando a pontuação do THI (Sim = 4, Às vezes = 2, Não = 0), com escore total de 0 a 12. Intervalos ajustados (0–2: leve; 3–5: moderado; 6–12: severo) foram definidos com base em percentuais do THI (0–16%, 18–36%, 38–100%). Aplicada em 78 pacientes na clínica de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, integrou-se ao protocolo de ficha clínica, demonstrando viabilidade. Resultados sugerem praticidade e capacidade de encaminhamento rápido. Conclui-se que a EBZ é uma inovação para triagem em massa, requerendo validação estatística.
Palavras-chave: Zumbido. Escala Breve. Tinnitus Handicap Inventory. Triagem clínica. Atendimento em massa.
Abstract
The Brief Tinnitus Scale (BTS) was developed as a three-item tool derived from the Tinnitus Handicap Inventory adapted to Brazilian Portuguese, designed for rapid screening of tinnitus impact in large-scale clinical settings. The BTS assesses functional, emotional, and catastrophic domains, using the THI scoring system (Yes = 4, Sometimes = 2, No = 0), with a total score ranging from 0 to 12. Adjusted severity intervals (0–2: mild; 3–5: moderate; 6–12: severe) were established based on THI percentage ranges (0–16%, 18–36%, 38–100%). Applied to 78 patients at the Orofacial Pain and Temporomandibular Disorder Clinic of Santa Casa da Misericórdia of Rio de Janeiro, the BTS was integrated into the standardized clinical record and demonstrated feasibility. Findings suggest practicality and potential for rapid triage. It is concluded that the BTS represents an innovative tool for mass screening, warranting further statistical validation.
Keywords: Tinnitus. Brief Scale. Tinnitus Handicap Inventory. Clinical Screening. Mass Care.
1 Introdução
O zumbido, percepção de sons sem fonte externa, é um sintoma otoneurológico prevalente, afetando 14% da população adulta global, com 2% apresentando formas severas que comprometem a qualidade de vida (Jarach et al., 2022). No Brasil, 17% da população relata zumbido, com 15–25% sofrendo impactos significativos, como dificuldades de concentração, distúrbios emocionais e insônia (Ferreira et al., 2005). A triagem rápida é essencial para identificar casos severos e direcionar intervenções, mas ferramentas como o Tinnitus Handicap Inventory (THI), com 25 questões, são extensas para atendimentos em massa (Newman et al., 1996).
O problema de pesquisa é a ausência de ferramentas simplificadas para triagem ágil do zumbido em contextos brasileiros de alta demanda, como clínicas públicas. O THI brasileiro (THI-BR) é validado, mas sua extensão dificulta a integração em protocolos de atendimento em massa, atrasando encaminhamentos (Ferreira et al., 2005). Este estudo justifica-se pela necessidade de uma escala que simplifique perguntas, agilize triagem e viabilize o atendimento de grande volume de pacientes, integrando-se a fichas clínicas existentes, como no Departamento de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, onde 78 avaliações foram realizadas. O objetivo é propor a Escala Breve de Zumbido (EBZ), uma ferramenta de três questões que avalia os impactos funcional, emocional e catastrófico, com intervalos ajustados (0–2: leve; 3–5: moderado; 6–12: severo). A pesquisa é relevante por otimizar triagem em massa, contribuindo para a saúde pública brasileira ao facilitar encaminhamentos rápidos.
2 Fundamentação Teórica
2.1 Zumbido: Prevalência e Impacto
O zumbido resulta de alterações neuroplásticas no sistema auditivo central, conhecidas como zumbido somatossensorial, que pode estar associado a distúrbios da coluna cervical ou temporomandibulares (Bousema et al., 2018; Minervini et al., 2024), afetando 10–24% dos adultos, com maior prevalência em idosos (Michiels et al., 2018; Jarach et al., 2022). No Brasil, 17% da população sofre de zumbido, com impactos psicopatológicos significativos como dificuldade de concentração, ansiedade, depressão e insônia (Ferreira et al., 2005; Bento et al., 1997; Meric et al., 1998). Esses prejuízos requerem triagem eficiente através de instrumentos validados (Zhang et al., 2022) para direcionar intervenções.
2.2 Inventário de Handicap de Zumbido (THI)
O THI, desenvolvido por Newman et al. (1996), avalia o impacto do zumbido em três domínios: funcional (e.g., concentração), emocional (e.g., irritabilidade) e catastrófico (e.g., desespero). Com 25 questões e pontuação de 0 a 100 (Sim = 4, Às vezes = 2, Não = 0), classifica o impacto como leve (0–16), moderado (18–36) ou severo (38–100) (McCombe et al., 2001). O THI-BR, adaptado por Ferreira et al. (2005), é culturalmente válido, mas extenso para triagens em massa (Baguley et al., 2000).
2.3 Triagem em Massa e Ferramentas Simplificadas
Ferramentas concisas são cruciais para atendimentos em massa. Metello Neves et al. (2025) propuseram um questionário de 10 itens para zumbido associado a transtornos temporomandibulares (TMD), mas seu foco específico limita a aplicação geral. Escalas como o Tinnitus Functional Index (TFI) e a Visual Analog Scale (VAS) são usadas globalmente, mas carecem de adaptação brasileira (Meikle et al., 2012; Cima et al., 2019). A EBZ simplifica perguntas para agilizar triagem, integrando-se a protocolos clínicos.
2.4 Intervenções Clínicas
Intervenções como terapia de habituação do zumbido (TRT), aconselhamento e suporte psicológico são eficazes, especialmente para casos severos, sendo essencial considerar o perfil psicológico dos pacientes (Berry et al., 2002; Lynn et al., 2003). As correlações otoneurológicas do zumbido (Fukuda, 1998) e sua frequente associação com disfunções temporomandibulares (Kusdra et al., 2018; Ilgunas et al., 2023) reforçam a necessidade de abordagem multidisciplinar. Diretrizes europeias recomendam triagem multidisciplinar para direcionar tratamentos (Cima et al., 2019), utilizando instrumentos culturalmente adaptados conforme protocolos estabelecidos (Guillemin et al., 1993; Herraiz et al., 2001). No Brasil, a ausência de ferramentas simplificadas dificulta o atendimento em massa, reforçando a relevância da EBZ (Ferreira et al., 2005).
3 Metodologia
A pesquisa é teórica e propositiva, com abordagem quali-quantitativa, desenvolvendo a Escala Breve de Zumbido (EBZ). A metodologia seguiu quatro etapas:
- Seleção de Questões: Três questões foram extraídas do THI-BR (Ferreira et al., 2005) com base em relevância clínica:
- Questão 1: “Devido ao meu zumbido, sinto dificuldade para me concentrar” (funcional).
- Questão 2: “Meu zumbido me deixa nervoso ou irritado” (emocional).
- Questão 3: “Meu zumbido interfere nas minhas atividades diárias ou no meu sono” (funcional/catastrófico).
- Pontuação e Intervalos: A pontuação do THI (Sim = 4, Às vezes = 2, Não = 0) foi mantida, com escore total de 0 a 12. Intervalos foram ajustados por análise percentual, alinhando-se ao THI (0–100):
- 0–2 (0–16,67%): Leve, equivalente a 0–16 (0–16%) do THI.
- 3–5 (25–41,67%): Moderado, próximo a 18–36 (18–36%) do THI.
- 6–12 (50–100%): Severo, correspondente a 38–100 (38–100%) do THI.
- Aplicação Piloto: A EBZ foi aplicada em 78 pacientes no Departamento de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da Santa Casa da Misericórdia, integrando-se ao protocolo de ficha clínica, para avaliar a viabilidade em triagem em massa.
- Revisão Bibliográfica: Estudos sobre zumbido, THI, e triagem foram analisados (Jarach et al., 2022; Newman et al., 1996; Metello Neves et al., 2025) para embasar a proposta.
A população-alvo são pacientes brasileiros com zumbido, atendidos em clínicas públicas. A EBZ foi projetada para triagem inicial, com validação estatística planejada para estudos futuros.
4 Resultados e Discussões
4.1 Escala Breve de Zumbido (EBZ)
A EBZ é apresentada a seguir:
Escala Breve de Zumbido (EBZ)
Instruções: Para cada afirmação, marque como você se sente em relação ao seu zumbido. Use: Sim (4 pontos), Às vezes (2 pontos), Não (0 pontos).
- Devido ao meu zumbido, sinto dificuldade para me concentrar.□ Sim □ Às vezes □ Não
- Meu zumbido me deixa nervoso ou irritado.□ Sim □ Às vezes □ Não
- Meu zumbido interfere nas minhas atividades diárias ou no meu sono.□ Sim □ Às vezes □ Não
Pontuação total: ____ (0–12)
Interpretação:
- 0–2: Leve (suportável; monitoramento e educação)
- 3–5: Moderado (indicação de tratamento, e.g., TRT ou aconselhamento)
- 6–12: Severo (atendimento urgente, e.g., TRT intensiva, avaliação psicológica)
4.2 Aplicação Piloto
A EBZ foi aplicada em 78 pacientes no Departamento de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da Santa Casa da Misericórdia, como parte do protocolo de ficha clínica. A integração demonstrou viabilidade, com aplicação rápida (menos de 2 minutos por paciente) e encaminhamentos eficazes para casos moderados e severos, confirmando a capacidade da EBZ de agilizar triagem em massa.
4.3 Justificativa dos Intervalos
Os intervalos foram ajustados com base em percentuais do THI (0–100):
- Leve (0–2, 0–16,67%): Equivale a 0–16 (0–16%) do THI, indicando impacto mínimo, com respostas como “Não” ou uma “Às vezes” (e.g., 2+0+0). Reflete zumbido suportável, requerendo educação e monitoramento, como em práticas globais (Cima et al., 2019). A escolha de 2 como limite superior (16,67%) garante alinhamento com o THI, capturando casos com queixas raras.
- Moderado (3–5, 25–41,67%): Corresponde a 18–36 (18–36%) do THI, capturando impactos notáveis (e.g., uma “Sim” = 4, ou duas “Às vezes” = 2+2). Justifica intervenções como TRT ou aconselhamento (Berry et al., 2002). O intervalo inicia em 25% (vs. 18% do THI) para evitar sobreposição com leve, e termina em 41,67% (vs. 36%) para incluir casos próximos ao severo, refletindo a progressão clínica.
- Severo (6–12, 50–100%): Alinha-se a 38–100 (38–100%) do THI, identificando casos graves com múltiplas “Sim” ou “Às vezes” (e.g., 4+2+2 = 8). Exige atendimento urgente, como TRT intensiva ou avaliação psicológica (McCombe et al., 2001). O limite inferior de 6 (50%) é mais sensível que alternativas (e.g., 8 = 66,67%), detectando casos severos precocemente, essencial para triagem em massa.
A análise percentual garante que a EBZ preserve a sensibilidade do THI, com ajustes para simplificação (3 vs. 25 questões) e agilidade, viabilizando encaminhamentos em contextos de alta demanda.
4.4 Discussão
A necessidade de instrumentos simplificados para avaliação do zumbido tem sido reconhecida na literatura, com propostas de classificações holísticas para facilitar o diagnóstico e tratamento (Cianfrone et al., 2015). A EBZ é uma alternativa prática ao THI-BR, cuja extensão limita triagens em massa (Ferreira et al., 2005). Sua aplicação em 78 pacientes na Santa Casa confirmou viabilidade, com integração ao protocolo de ficha clínica e encaminhamentos rápidos. A inclusão do sono na terceira questão reflete queixas prevalentes (Lynn et al., 2003; Bento et al., 1997). Comparada ao questionário de Metello Neves et al. (2025), que foca em TMD, a EBZ é mais universal, aplicável a todos os casos de zumbido.
Globalmente, escalas como TFI e VAS são usadas, mas carecem de adaptação brasileira (Meikle et al., 2012; Cima et al., 2019). A EBZ mantém a pontuação do THI, facilitando comparações, e seus intervalos ajustados alinham-se a práticas internacionais, onde escores ~50% indicam urgência (McCombe et al., 2001). A simplificação para três questões agiliza a triagem, atendendo à justificativa de viabilizar atendimento em massa.
Limitações incluem a falta de validação estatística. Estudos futuros devem testar reprodutibilidade e validade convergente em 30–100 pacientes, usando ANOVA para escores inter e intrapesquisadores, como no THI-BR (Ferreira et al., 2005).
5 Conclusão
A Escala Breve de Zumbido (EBZ) é uma ferramenta inovadora de três questões que avalia o impacto do zumbido, atingindo o objetivo de agilizar triagem em massa no Brasil. Aplicada em 78 pacientes na Santa Casa da Misericórdia, demonstrou viabilidade, integrando-se ao protocolo clínico. Os intervalos ajustados (0–2: leve; 3–5: moderado; 6–12: severo) refletem a gravidade do zumbido, alinhando-se ao THI. A EBZ facilita encaminhamentos rápidos, contribuindo para a saúde pública. A limitação é a necessidade de validação estatística, recomendando-se estudos para confirmar confiabilidade. A pesquisa responde ao problema, oferecendo uma solução prática para triagem em massa.
Referências
BAGULEY, D.; HUMPHRISS, R.; HODGSON, C. Convergent validity of the tinnitus handicap inventory and the tinnitus questionnaire. The Journal of Laryngology & Otology, v. 114, n. 11, p. 840-843, nov. 2000.
BERRY, J. A. et al. Patient-based outcomes in patients with primary tinnitus undergoing tinnitus retraining therapy. Archives of Otolaryngology–Head & Neck Surgery, v. 128, n. 10, p. 1153-1157, out. 2002.
BOUSEMA, E. J. et al. Association between subjective tinnitus and cervical spine or temporomandibular disorder: a systematic review. Trends in Hearing, v. 22, p. 2331216518800640, 2018.
CIANFRONE, G. et al. Tinnitus holistic simplified classification (thosc) a new assessment for subjective tinnitus, with diagnostic and therapeutic implications. Annals of Otology, Rhinology & Laryngology, v. 124, n. 7, p. 550-560, jul. 2015.
CIMA, R. F. F. et al. A multidisciplinary European guideline for tinnitus: diagnostics, assessment, and treatment. HNO, v. 67, n. 1, p. 10-42, 2019.
DIDIER, H. A. et al. Somatosensory tinnitus and temporomandibular disorders: a common association. Journal of Oral Rehabilitation, v. 50, n. 11, p. 1181-1184, nov. 2023.
FERREIRA, P. É. A. et al. Tinnitus handicap inventory: cross-cultural adaptation to Brazilian Portuguese. Pró-Fono Revista de Atualização Científica, v. 17, n. 3, p. 303-310, set./dez. 2005.
FUKUDA, Y. Zumbido e suas correlações otoneurológicas. In: GANANÇA, M. M. (Org.). Vertigem tem cura?. São Paulo: Lemos, 1998. p. 171-176.
GUILLEMIN, F.; BOMBARDIER, C.; BEATON, D. Cross-cultural adaptation of health-related quality of life measures: literature review and proposed guidelines. Journal of Clinical Epidemiology, v. 46, n. 12, p. 1417-1432, dez. 1993.
HERRÁIZ, C. et al. Estudio de la hiperacusia en una unidad de acúfenos. Acta Otorrinolaringológica Española, v. 54, n. 9, p. 617-622, 2003.
ILGUNAS, A. et al. Patients’ experiences of temporomandibular disorders and related treatment. BMC Oral Health, v. 23, n. 1, p. 653, 2023.
JARACH, C. M. et al. Global prevalence and incidence of tinnitus: a systematic review and meta-analysis. JAMA Neurology, v. 79, n. 9, p. 888-900, set. 2022.
KUK, F. K. et al. The psychometric properties of a tinnitus handicap questionnaire. Ear and Hearing, v. 11, n. 6, p. 434-445, 1990.
KUSDRA, P. M. et al. Relationship between otological symptoms and TMD. The International Tinnitus Journal, v. 22, n. 1, p. 30-34, 2018.
LYNN, S. G. et al. Psychologic profile of tinnitus patients using the SCL-90-R and tinnitus handicap inventory. Otology & Neurotology, v. 24, n. 6, p. 878-881, nov. 2003.
MCCOMBE, A. et al. Guidelines for the grading of tinnitus severity: the results of a working group commissioned by the British Association of Otolaryngologists, Head and Neck Surgeons, 1999. Clinical Otolaryngology & Allied Sciences, v. 26, n. 5, p. 388-393, out. 2001.
MEIKLE, M. B. et al. The Tinnitus Functional Index: Development of a New Clinical Measure for Chronic, Intrusive Tinnitus. Ear and Hearing, v. 33, n. 2, p. 153-176, mar./abr. 2012.
MERIC, C. et al. Psychopathological profile of tinnitus sufferers: evidence concerning the relationship between tinnitus features and impact on life. Audiology and Neurotology, v. 3, n. 4, p. 240-252, 1998.
METELLO NEVES, L. B.; LIMA, B. C.; GRILLO, R.; MELHEM-ELIAS, F. Novel tool for assessing tinnitus in association with temporomandibular disorders. European Journal of Therapeutics, v. 31, n. 2, p. xx1-xx4, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.58600/eurjther2662. Acesso em: [14 jun. 2024]
MICHIELS, S. et al. Diagnostic criteria for somatosensory tinnitus: a delphi process and face-to-face meeting to establish consensus. Trends in Hearing, v. 22, p. 2331216518796403, 2018.
MINERVINI, G. et al. Evaluation of tinnitus in patients with Temporomandibular Disorders through Axis II of the Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (DC/TMD) and the Tinnitus Handicap Inventory (THI). Journal of Oral Rehabilitation, v. 51, n. 7, p. 1158-1165, jul. 2024.
NEWMAN, C. W.; JACOBSON, G. P.; SPITZER, J. B. Development of the tinnitus handicap inventory. Archives of Otolaryngology–Head & Neck Surgery, v. 122, n. 2, p. 143-148, fev. 1996.
SANCHEZ, T. G. et al. Zumbido: características e epidemiologia: experiência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, v. 63, n. 3, p. 229-235, 1997.
SILVA, P. L. P. da. Tratamento da disfunção temporomandibular e dor orofacial no âmbito do Sistema Único de Saúde. 2024. 98 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) – Faculdade de Ceilândia, Universidade de Brasília, Brasília, 2024. Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/50125. Acesso em: 14 jun. 2024.
ZHANG, J. et al. Reliability and validity of the Tinnitus Handicap Inventory: A clinical study of questionnaires. The Journal of International Advanced Otology, v. 18, n. 6, p. 522-528, dez. 2022.
1Programa de Doutorado em Odontologia, Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, Brasil.
2Departamento de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular, Hospital da Boca, Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, Brasil.
3Faculdade de Odontologia, Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, Brasil.
4American Dental Institute, Estados Unidos.
5Professor do programa de Mestrado Universidade Iguaçu – UNIG, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil.
6Professor do programa de Doutorado Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, Brasil.
*Autor correspondente: Leonardo Brigido Metello Neves, mestradoleonardo@gmail.com
