ENFERMAGEM E TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BORDERLINE: DESAFIOS NA ASSISTÊNCIA INTEGRAL

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202509301531


Luanna Lorrayne Ferreira Gonçalves1
Franciara Aparecida Santos
Eunice Soares De Souza Rodrigues
Paula Cristina Gregório De Souza
Maria Clara Reis Vitorino
Hyorrana Priscila Pereira Pinto2


Resumo

O artigo discute o impacto da assistência de enfermagem no cuidado ao paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), destacando a importância do enfermeiro na Rede de Atenção Psicossocial. Por meio de uma revisão bibliográfica qualitativa e exploratória, identificou-se que a enfermagem tem papel fundamental no acolhimento, vínculo terapêutico e manejo de crises. No entanto, desafios como o despreparo profissional e a fragmentação da rede ainda comprometem a efetividade do cuidado. Conclui-se que práticas humanizadas e capacitação contínua são essenciais para melhorar a qualidade da assistência e promover a autonomia dos indivíduos com TPB.

Palavras-chave: transtorno de personalidade borderline. Enfermagem. Saúde mental. Cuidados humanizados.

1 INTRODUÇÃO

A saúde mental tem ganhado crescente destaque nos debates científicos e sociais, especialmente diante do aumento dos casos de transtornos mentais em escala global. Estima-se que os transtornos mentais representem 13% da carga global de doenças, afetando aproximadamente 450 milhões de pessoas, com previsão de alcançar 15% até 2030 (Organização Mundial da Saúde, 2011). Nesse contexto, os transtornos de personalidade, definidos como padrões persistentes de comportamento e vivência interna que se desviam das expectativas culturais e causam prejuízo funcional, têm despertado atenção pela sua complexidade diagnóstica e terapêutica (American Psychiatric Association, 2014). Dentre eles, destaca-se o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerado um dos mais desafiadores em razão de sua sintomatologia instável e sobreposição com outros quadros clínicos.

O TPB caracteriza-se por intensas oscilações de humor, impulsividade, sentimentos crônicos de vazio, instabilidade nas relações interpessoais e comportamentos autodestrutivos, incluindo tentativas de suicídio (Souza; Corrêa, 2019; Warol et al., 2022). A prevalência do transtorno é estimada entre 1,6% e 5,9% da população geral, sendo mais frequente em mulheres, que representam cerca de 75% dos casos diagnosticados (Finkler et al., 2017). Embora as causas do TPB não estejam completamente elucidadas, acredita-se que fatores como traumas na infância, abusos, conflitos familiares, e alterações neurobiológicas desempenhem papel relevante em sua gênese (Warol et al., 2022). Diante da complexidade sintomática, o diagnóstico precoce e a abordagem terapêutica integrada tornam-se essenciais para o manejo adequado do paciente.

A atuação da equipe de enfermagem é crucial nesse processo, uma vez que esses profissionais estabelecem vínculos mais contínuos e próximos com os pacientes, especialmente nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Desde a reforma psiquiátrica brasileira, que culminou com a promulgação da Lei nº 10.216/2001, a enfermagem tem assumido um papel protagonista no cuidado em saúde mental, não apenas na administração de medicamentos, mas também na escuta qualificada, encaminhamentos e promoção da autonomia dos usuários (Esperidião et al., 2013; Amarante; Nunes, 2018). A Portaria nº 3.088/11 reforça essa função estratégica ao exigir a presença do enfermeiro em todos os pontos da RAPS, reafirmando seu papel central na assistência integral ao paciente com transtornos mentais (Estevam et al., 2020).

Nesse cenário, compreender o impacto da assistência de enfermagem no cuidado ao paciente com TPB é essencial para fortalecer estratégias terapêuticas humanizadas e eficazes. A prática de enfermagem, quando fundamentada no conhecimento técnico-científico e em abordagens empáticas, pode reduzir episódios de crise, minimizar o risco de suicídio e contribuir para a melhora da qualidade de vida desses indivíduos. No entanto, muitos profissionais ainda se deparam com desafios relacionados ao despreparo, desconhecimento específico sobre o transtorno e desinteresse pelo tema, fatores que podem comprometer a eficácia da assistência prestada.

Dessa forma, considerando o contexto apresentado, e entendendo a necessidade de maiores informações sobre o assunto, o presente trabalho tem como objetivo compreender os desafios da enfermagem no processo de assistência à pessoas com transtorno de personalidade borderline. 

2 METODOLOGIA 

A presente pesquisa consiste em uma revisão bibliográfica qualitativa exploratório-descritiva, que utiliza como fonte principal de informação a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). O objetivo principal da revisão foi compreender melhor o que é o Transtorno de Personalidade Borderline (TPL), incluindo seus aspectos diagnósticos, comportamentais e terapêuticos. Os descritores em Ciências da Saúde (DeCS) utilizados na pesquisa foram: “Transtorno de Personalidade Borderline”; “Saúde Mental”; “Comportamento Impulsivo” e “Relações Interpessoais”. Esses termos foram combinados com os operadores booleanos “AND” e “OR”, a fim de refinar as buscas e garantir a obtenção de resultados mais relevantes e específicos à temática central da pesquisa.

Foram adotados os seguintes critérios de inclusão: artigos publicados no período de 2020 a 2025, disponíveis na íntegra e em língua portuguesa, que abordassem diretamente o Transtorno de Personalidade Borderline sob os aspectos diagnóstico, comportamental ou terapêutico. Como critérios de exclusão, desconsideraram-se trabalhos duplicados, artigos indisponíveis em texto completo, publicações em idiomas diferentes do português, bem como estudos que não tratassem especificamente do TPL ou que focassem apenas em comorbidades sem tratar o transtorno como eixo central da análise.

A amostra inicial resultou em um total de 218 artigos identificados por meio da busca na BVS. Após a leitura dos títulos e resumos, 94 estudos foram excluídos por não atenderem aos critérios temáticos. Em seguida, procedeu-se à leitura completa dos 124 artigos restantes, o que resultou na exclusão de 102 por estarem fora dos critérios de inclusão definidos, restando assim uma amostra final de 12 trabalhos selecionados para compor a presente revisão. Esse processo permitiu a construção de uma análise mais precisa e aprofundada sobre o Transtorno de Personalidade Borderline, com base em evidências atualizadas e pertinentes ao contexto da saúde mental.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

3.1 Definições e conceitos

Os transtornos de personalidade são condições psiquiátricas complexas que se caracterizam por padrões persistentes e inflexíveis de pensamentos, emoções e comportamentos, os quais se desviam significativamente das expectativas culturais e sociais. Esses padrões, que geralmente têm início na adolescência ou no início da idade adulta, são estáveis ao longo do tempo e causam sofrimento significativo ou prejuízos no funcionamento social, profissional e pessoal do indivíduo (BESSA, et. al., 2022; FERREIRA, et. al., 2024). 

Esses transtornos não são apenas variações de personalidade, mas sim condições clínicas que demandam atenção especializada, pois afetam profundamente a capacidade do indivíduo de se relacionar consigo mesmo e com os outros. Dentre os principais tipos de transtornos de personalidade, destacam-se o Transtorno de Personalidade Borderline, marcado por instabilidade emocional e impulsividade; o Transtorno de Personalidade Antissocial (TAPAS), associado à desconsideração pelos direitos alheios; o Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsivo (TPOC), caracterizado por perfeccionismo e rigidez; o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), que envolve grandiosidade e necessidade de admiração; e o Transtorno de Personalidade Esquizoide (TPES), marcado por distanciamento emocional e preferência por atividades solitárias. Cada um desses transtornos apresenta particularidades, mas todos compartilham o impacto negativo na qualidade de vida e no bem-estar dos indivíduos afetados (MANUEL MSD, 2018).

3.2 Dados epidemiológicos

A prevalência dos transtornos de personalidade na população geral é significativa, variando entre 6% e 13%, o que os torna uma das condições psiquiátricas mais comuns. Além disso, esses transtornos são frequentemente identificados como comorbidades em serviços de saúde mental, afetando cerca de 50% dos usuários desses serviços (BESSA, et. al., 2022). 

Estudos epidemiológicos indicam que aproximadamente 10% da população geral e até metade dos pacientes psiquiátricos internados em unidades hospitalares apresentam algum tipo de transtorno de personalidade. Esses dados evidenciam a importância de políticas públicas e estratégias de saúde voltadas para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado dessas condições. Em relação à distribuição por sexo, observam-se diferenças significativas: o Transtorno de Personalidade Antissocial é mais comum em homens, com uma proporção de 6:1 em comparação às mulheres, enquanto o Transtorno de Personalidade Borderline é mais diagnosticado em mulheres, com uma proporção de 3:1 em ambientes clínicos (MANUAL MSD, 2018, POLIS; OLIVEIRA; FERREIRA, 2019). 

No entanto, é importante ressaltar que essas diferenças podem refletir vieses de diagnóstico e acesso aos serviços de saúde, e não necessariamente a prevalência real na população geral. A hereditariedade também desempenha um papel relevante, com níveis de cerca de 50% para a maioria dos transtornos de personalidade, o que é semelhante ou superior a outros transtornos psiquiátricos, como a depressão e a esquizofrenia .

3.3 Fluxo de assistência na Rede

A assistência aos pacientes com transtornos de personalidade é um desafio complexo, especialmente em países em desenvolvimento, onde a falta de investimentos públicos e a fragilidade das redes de atenção psicossocial contribuem para a negligência desses indivíduos. A Reforma Psiquiátrica trouxe avanços significativos, como a desinstitucionalização e a criação de serviços substitutivos, que ampliaram as possibilidades de cuidado e reduziram o estigma associado à “loucura”. No entanto, a evolução crônica desses transtornos e sua associação com incapacitação exigem uma rede de assistência robusta e integrada, capaz de oferecer suporte contínuo e multidisciplinar (POLIS; OLIVEIRA; FERREIRA, 2019).

 A assistência deve começar com o diagnóstico precoce, que pode ser realizado por profissionais de saúde da atenção primária, seguido de encaminhamento para serviços especializados em saúde mental. O tratamento deve incluir abordagens terapêuticas, como psicoterapia e intervenções psicossociais, além do uso de medicamentos para o controle de sintomas específicos, como impulsividade e instabilidade emocional. A reinserção social e a promoção da autonomia dos pacientes também são aspectos fundamentais, exigindo a articulação entre os serviços de saúde, a assistência social e a comunidade. Apesar dos avanços, ainda há lacunas significativas na rede de atenção, como a falta de capacitação dos profissionais e a insuficiência de recursos, que precisam ser superadas para garantir uma assistência de qualidade (POLIS; OLIVEIRA; FERREIRA, 2019; lima, 2021).

3.4 Papel do enfermeiro

O enfermeiro desempenha um papel central na assistência aos pacientes com transtornos de personalidade, atuando tanto no nível assistencial quanto no gerencial. No âmbito assistencial, o enfermeiro é responsável por promover o acolhimento e o estabelecimento de vínculos terapêuticos, fundamentais para o sucesso do tratamento. Sua atuação inclui a identificação de comportamentos de risco, como automutilação e tentativas de suicídio, que são frequentes nessa população, com índices de 90% e 75%, respectivamente, conforme estudos recentes (POLIS; OLIVEIRA; FERREIRA, 2019; SOARES E SILVA; RIBEIRO; FERNANDES, 2020 ). 

A atuação da enfermagem no cuidado a pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresenta desafios significativos, principalmente devido à instabilidade emocional e comportamental desses indivíduos. Como destacado por Agnol et al. (2019), os profissionais muitas vezes enfrentam situações de agressividade e impulsividade, que exigem habilidades específicas para manejar crises e estabelecer vínculos de confiança. Além disso, a falta de capacitação adequada pode levar a uma abordagem reativa, em vez de terapêutica, dificultando a assistência humanizada (Cassiano et al., 2016). Essas características tornam o TPB um dos transtornos mais complexos para os enfermeiros, demandando estratégias de comunicação clara e limites bem definidos para evitar conflitos e promover a segurança do paciente.

Outro aspecto desafiador é a contratransferência, em que os profissionais podem desenvolver sentimentos negativos em resposta ao comportamento do paciente, como frustração ou rejeição. Möller et al. (2018) ressaltam que o sofrimento psíquico do paciente com TPB não se limita a ele próprio, mas também afeta quem o cerca, incluindo a equipe de saúde. Essa dinâmica pode prejudicar a relação terapêutica e a eficácia do tratamento, especialmente quando os enfermeiros não estão preparados para lidar com as demandas emocionais intensas (Mazer et al., 2017). Portanto, é essencial investir em capacitação contínua e suporte emocional para os profissionais, a fim de melhorar a qualidade do cuidado e reduzir o estigma associado a esses pacientes.

Além disso, o enfermeiro deve estar preparado para lidar com a complexidade emocional e social desses pacientes, utilizando estratégias de intervenção baseadas em evidências, como a terapia dialética-comportamental (TDC) e a abordagem centrada no paciente. A escuta qualificada e a empatia são ferramentas essenciais para construir uma relação de confiança e facilitar a adesão ao tratamento. O enfermeiro também atua na educação em saúde, orientando pacientes e familiares sobre a natureza dos transtornos de personalidade e as estratégias de manejo, contribuindo para a redução do estigma e a promoção do autocuidado(SOARES E SILVA; RIBEIRO; FERNANDES, 2020 ). 

No nível gerencial, o enfermeiro assume um papel estratégico na organização e coordenação dos serviços de saúde mental, garantindo a integração entre os diferentes níveis de atenção e a otimização dos recursos disponíveis. Sua atuação inclui a supervisão de equipes multiprofissionais, a elaboração de protocolos de atendimento e a implementação de práticas inovadoras, como o uso de tecnologias digitais na assistência em saúde mental (SOARES E SILVA; RIBEIRO; FERNANDES, 2020 ).

A incorporação de novas tecnologias, como teleconsultas e plataformas de monitoramento remoto, tem se mostrado promissora para ampliar o acesso aos serviços e melhorar a qualidade do cuidado. Além disso, o enfermeiro gerencial deve estar atento às necessidades específicas dos pacientes com transtornos de personalidade, como a demanda por atendimentos de longa duração e a necessidade de suporte contínuo, e trabalhar para garantir que esses aspectos sejam contemplados nos planos de cuidado. Dessa forma, o enfermeiro assume um papel essencial na promoção de uma assistência humanizada, integral e eficaz, alinhada aos princípios da Reforma Psiquiátrica e às necessidades dos pacientes com transtornos de personalidade.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente pesquisa alcançou seu objetivo ao aprofundar a compreensão acerca do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), contemplando seus aspectos diagnósticos, comportamentais e terapêuticos, com ênfase na atuação da enfermagem. Os dados analisados evidenciam que o TPB configura-se como uma condição psiquiátrica de elevada complexidade, que exige abordagem terapêutica integrada, pautada na escuta qualificada, na construção de vínculos e no cuidado humanizado. Nesse contexto, o enfermeiro assume papel central na assistência, tanto por seu contato direto e contínuo com o paciente, quanto por sua capacidade de identificar sinais de risco e implementar estratégias de acolhimento e intervenção efetivas. Constatou-se, ainda, a relevância da formação técnico-científica e da capacitação contínua para o enfrentamento dos desafios impostos pela instabilidade emocional e comportamental característica do TPB.

Além disso, a investigação permitiu verificar que, embora a Reforma Psiquiátrica e a consolidação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) tenham promovido avanços no cuidado em saúde mental, persistem limitações estruturais e operacionais que comprometem a integralidade da assistência ao indivíduo com TPB. Entre os principais entraves identificados, destacam-se a insuficiência de recursos, o despreparo profissional e a fragmentação das práticas assistenciais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1Discentes do Curso Superior de Enfermagem do Centro Universitário UNA. e-mail: nome@provedor.com.br
2Docente do Curso Superior de Enfermagem do Centro Universitário UNIBH Campus Cristiano Machado. Doutora em Neurociências (UFMG). e-mail: hyorranaapp@gmail.com