EFICÁCIA COMPARATIVA DE ANESTÉSICOS LOCAIS PARA O BLOQUEIO DE PLEXO BRAQUIAL GUIADO POR ULTRASSOM: UMA META ANÁLISE DA LATÊNCIA DO BLOQUEIO.

COMPARATIVE EFFICACY OF LOCAL ANESTHETICS FOR ULTRASOUND-GUIDED BRACHIAL PLEXUS BLOCK: A META-ANALYSIS OF BLOCK LATENCY.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202507162320


Weverton Silva Santana1
Manuela Chaves Marques Lopes2
Leonardo Rodrigues Ferreira Diogo3


Resumo

A anestesia regional tem se consolidado como uma opção preferencial em cirurgias de membros  superiores, com destaque para o bloqueio do plexo braquial, que oferece benefícios como menor  incidência de complicações respiratórias, redução do uso de opioides e recuperação mais rápida. Este  bloqueio pode ser realizado por diferentes abordagens anatômicas, sendo o uso da ultrassonografia  uma ferramenta que aumenta a precisão e a segurança do procedimento. No entanto, permanece  controverso se a modificação da concentração ou volume dos anestésicos locais interfere  significativamente no tempo de latência do bloqueio. Esta revisão sistemática com meta-análise  buscou avaliar se a diluição dos anestésicos locais, com uso de volumes ou concentrações reduzidas,  impacta o tempo de latência do bloqueio do plexo braquial guiado por ultrassom. Foram selecionados  três ensaios clínicos randomizados, totalizando 215 participantes, que utilizaram bupivacaína ou  ropivacaína em bloqueios supraclaviculares, infraclaviculares ou costoclaviculares. A meta-análise  demonstrou que não houve diferença estatisticamente significativa na latência do bloqueio entre os  grupos comparados (diferença média de -0,14 minutos; IC 95%: -0,42 a +0,71; p > 0,05). Contudo, a  heterogeneidade elevada (I² = 98,8%) evidenciou variabilidade significativa entre os estudos, atribuída  a diferenças nos tipos de anestésico, abordagens anatômicas e metodologias. A avaliação da qualidade  metodológica identificou dois estudos com baixo risco de viés e um com preocupações moderadas. Conclui-se que, até o momento, não há evidências robustas que sustentem a superioridade de  diferentes volumes ou concentrações na redução da latência do bloqueio, sendo necessários estudos  futuros com maior padronização e rigor metodológico. 

Palavras-chave: Brachial Plexus Block. Ultrasound Guidance. Block Latency.

1. INTRODUÇÃO 

A anestesia regional tem se consolidado como uma estratégia anestésica de escolha  em diversas intervenções cirúrgicas, sobretudo ortopédicas, oferecendo vantagens  significativas em relação à anestesia geral, como menor incidência de complicações  respiratórias, menor necessidade de opioides no pós-operatório e recuperação mais rápida da  função motora (Hadzic et al., 2017). Entre as técnicas regionais disponíveis, o bloqueio do  plexo braquial destaca-se como uma das mais eficazes para procedimentos cirúrgicos envolvendo o ombro, braço, antebraço e mão, sendo amplamente utilizado tanto em centros  cirúrgicos quanto em ambientes ambulatoriais (Abrahams et al., 2009). 

O plexo braquial, responsável pela inervação sensitivo-motora dos membros  superiores, pode ser acessado por diferentes abordagens anatômicas — interescalênica,  supraclavicular, infraclavicular, costoclavicular e axilar —, sendo a escolha dependente do  território a ser anestesiado e da preferência do anestesiologista (Neal et al., 2018). Com o  avanço das tecnologias de imagem, sobretudo da ultrassonografia, a realização desses  bloqueios tornou-se mais precisa e segura. O uso do ultrassom permite a visualização em  tempo real das estruturas nervosas, vasos adjacentes e do trajeto da agulha, reduzindo  significativamente o risco de complicações como pneumotórax, punção vascular inadvertida e  injeções intraneurais (Searle et al., 2021). 

Além da abordagem anatômica, a escolha do agente anestésico local, bem como seu  volume e concentração, influencia diretamente a eficácia do bloqueio, o tempo de latência e a  duração da anestesia e analgesia (Schnabel et al., 2018). Anestésicos como bupivacaína,  ropivacaína e lidocaína apresentam perfis distintos em relação à potência, tempo de início de  ação e risco de toxicidade sistêmica, sendo frequentemente combinados com adjuvantes ou  diluentes para otimizar seu desempenho clínico (Cattano et al., 2011). Estudos recentes têm  investigado se a diluição dos anestésicos locais, por meio da redução de sua concentração ou  do uso de volumes menores, impacta significativamente no tempo de latência e na qualidade  do bloqueio, mas os resultados permanecem controversos (Sites et al., 2006;).

Nesse cenário, torna-se essencial a realização de uma análise sistematizada da  literatura para compreender se modificações na concentração e volume dos anestésicos  interferem de maneira significativa na latência do bloqueio do plexo braquial quando guiado  por ultrassom. A busca por técnicas cada vez mais seguras e eficazes impulsiona a  necessidade de padronização de condutas e de práticas baseadas em evidência científica  robusta. 

Portanto, esta revisão sistemática com meta-análise tem como objetivo comparar a  latência do bloqueio do plexo braquial em diferentes estratégias anestésicas locais — variando  volume e concentração dos anestésicos —, todas realizadas com orientação ultrassonográfica.  A análise crítica dos estudos disponíveis poderá auxiliar na definição de protocolos  anestésicos mais eficientes e seguros, contribuindo para a melhoria dos desfechos clínicos em  pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos de membros superiores. 

2. METODOLOGIA  

Protocolo e Registro 

Esta revisão sistemática com meta-análise foi conduzida de acordo com as diretrizes  PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), garantindo  transparência e reprodutibilidade em todas as etapas da pesquisa. 

Estratégia de Busca 

A busca foi estruturada para identificar estudos clínicos que investigaram os efeitos  de diferentes concentrações ou volumes de anestésicos locais sobre a latência do bloqueio do  plexo braquial, todos realizados com orientação ultrassonográfica. As bases de dados  eletrônicas consultadas incluíram PubMed, LILACS e Web of Science, abrangendo  publicações entre os anos de 2020 e 2025. 

Os seguintes descritores e termos MeSH foram utilizados, combinados com  operadores booleanos (AND/OR): “Brachial Plexus Block”, “Ultrasound-guided”, “Peripheral Nerve Block”, “Interventional  Ultrasonography”, “Anesthetics, Local”, “Bupivacaine”, “Ropivacaine”, “Lidocaine”, “Drug  Dilution”, “Low concentration”, “Solution volume”. 

Critérios de Inclusão e Exclusão

Foram incluídos estudos que atenderam aos seguintes critérios, com base na estrutura  PICOS: 

  • P (População): Pacientes adultos submetidos a bloqueio de plexo braquial para procedimentos cirúrgicos em membros superiores. 
  • I (Intervenção): Uso de anestésico local diluído (com solução salina, água destilada ou outro veículo), administrado com auxílio de ultrassom. 
  • C (Comparador): Concentrações ou volumes convencionais do mesmo anestésico. 
  • O (Desfecho): Latência do bloqueio sensitivo e/ou motor, além de dados sobre eficácia e segurança. 
  • S (Desenho): Ensaios clínicos randomizados (ECR). 

Foram excluídos artigos com delineamento observacional, revisões narrativas,  estudos com bloqueios não guiados por ultrassom, experimentos em animais, séries de casos e  publicações que não informaram dados quantitativos suficientes (como número de  participantes por grupo ou desvio padrão das variáveis analisadas). 

Seleção dos Estudos 

A seleção dos estudos foi conduzida em três etapas sequenciais: inicialmente,  realizou-se a triagem dos títulos identificados nas bases de dados; em seguida, procedeu-se à  leitura dos resumos; e, por fim, à leitura completa dos textos potencialmente elegíveis. Cada  etapa foi realizada de forma independente por dois revisores, seguindo os critérios de inclusão  e exclusão previamente definidos. Divergências entre os avaliadores foram resolvidas por  consenso ou, quando necessário, por um terceiro revisor. Todo o processo de seleção foi  documentado e sintetizado por meio de um fluxograma conforme as recomendações do  Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA).

Extração de Dados 

A extração foi conduzida por dois revisores independentes, com resolução de  eventuais discordâncias por um terceiro avaliador. As informações coletadas incluíram:

  • Autoria, ano e país de publicação;
  • Número de participantes por grupo;
  • Tipo, volume e concentração do anestésico local; 
  • Técnica de bloqueio utilizada (supraclavicular, infraclavicular ou costoclavicular); 
  • Tempo de latência do bloqueio;
  • Eventos adversos e falhas do bloqueio. 

Avaliação da Qualidade Metodológica 

A avaliação do risco de viés foi conduzida utilizando a ferramenta Risk of Bias 2.0  (RoB 2.0), desenvolvida pela Cochrane Collaboration para ensaios clínicos randomizados.  Essa ferramenta orienta a identificação sistemática de potenciais fontes de viés em diferentes  domínios, incluindo o processo de randomização, desvios da intervenção pretendida, dados  desfechados incompletos, mensuração do desfecho e seleção dos resultados reportados. 

A aplicação da RoB 2.0 foi realizada de forma independente por dois revisores  treinados, com divergências resolvidas por um terceiro avaliador. Para a apresentação visual  dos julgamentos de risco de viés, foi elaborado um gráfico específico utilizando a própria  interface da ferramenta, a fim de ilustrar de forma clara os níveis de viés atribuídos a cada  domínio avaliado.

Medidas de Desfecho 

O desfecho primário analisado foi a diferença média no tempo de latência do  bloqueio (sensorial e/ou motor), conforme reportado nos estudos. Outros desfechos secundários incluíram: 

  • Perfil farmacológico dos anestésicos utilizados;
  • Potência, toxicidade e tempo estimado de latência;
  • Tipo anatômico de bloqueio;
  • Direção do efeito (intervenção x controle). 

Análise Estatística 

As análises foram realizadas utilizando o software RevMan 5.4. Para variáveis  contínuas, foram calculadas as diferenças médias (MD) com intervalos de confiança de 95%.  Devido à elevada heterogeneidade entre os estudos incluídos, foi adotado o modelo de efeitos  aleatórios. 

A heterogeneidade foi mensurada por meio do teste Q de Cochran e do índice I²,  sendo considerada baixa (<25%), moderada (25–75%) ou alta (>75%). A significância  estatística foi determinada por p < 0,05. 

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES  

A partir da busca realizada nas bases de dados especificadas, foi identificado um total  de 12 artigos. Após a triagem inicial por títulos, todos os 12 foram mantidos para a análise do  resumo. Nesta fase, 3 artigos foram excluídos, resultando em 9 artigos selecionados para uma  avaliação mais aprofundada. Dentre estes, 6 foram subsequentemente removidos pelos  seguintes motivos: 4 por não especificarem o número de participantes por grupo, 1 por  apresentar uma metodologia que não detalhou a latência do medicamento, e 1 pela  impossibilidade de calcular o desvio padrão devido à falta de informações. Ao final do processo de seleção, 3 artigos permaneceram para leitura do texto completo e, após avaliação  criteriosa, foram incluídos para compor a análise desta revisão, conforme demonstrado na  Figura 1. 

Figura 1 – Diagrama de fluxo representativo da seleção de artigos.

Fonte: Autores, 2025

Foram incluídos três estudos na presente meta-análise: Zhang et al. (2020), Baskan et  al. (2022) e Renard et al. (2025), totalizando 215 participantes. A variável primária avaliada  foi a diferença média na latência do bloqueio (tempo para início do bloqueio sensorial e/ou motor), comparando diferentes concentrações ou volumes de anestésico local em bloqueios de  plexo braquial guiados por ultrassom. 

Os anestésicos locais utilizados nos estudos incluíram bupivacaína, ropivacaína, todos  agentes amplamente utilizados em bloqueios de plexo braquial. Os tipos de bloqueios  abordados foram o bloqueio supraclavicular, o bloqueio infraclavicular e o bloqueio  costoclavicular, permitindo uma análise que contempla diferentes abordagens anatômicas para  o bloqueio do plexo braquial superior. 

A meta-análise, conduzida com um modelo de efeitos aleatórios, revelou uma  diferença média combinada de -0,14 minutos (IC 95%: -0,42 a +0,71 minutos), como  demonstrado na Tabela 1. Este resultado indica que, em média, o uso de soluções diluídas ou  volumes reduzidos não resultou em alteração estatisticamente significativa na latência do  bloqueio em comparação com volumes ou concentrações convencionais (p > 0,05). 

O forest plot demonstrou que dois estudos (Zhang et al. e Baskan et al.) favoreceram a  intervenção (redução da latência), enquanto um estudo (Renard et al.) apontou aumento da  latência no grupo intervenção. A heterogeneidade da análise foi extremamente elevada, com  um I² de 98,8% e um Q de 168,5 (gl = 2), refletindo diferenças substanciais entre os estudos. 

Tabela 1 – Diferença Média na Latência do Bloqueio entre Grupos Intervenção e Controle nos Estudos Incluídos.

Fonte: Autores, 2025.

A avaliação do risco de viés utilizando a ferramenta RoB 2.0 (Cochrane) classificou  dois estudos (Zhang et al., 2020 e Renard et al., 2025) como de baixo risco, enquanto o estudo  Baskan et al., 2022 apresentou algumas preocupações, principalmente em função do número  reduzido de participantes, descrição limitada da randomização é possível viés de relato. O  gráfico 1 representa o quantitativo de risco de viés e evidenciou que 66% dos estudos  apresentaram baixo risco e 33% mostram algumas preocupações metodológicas. 

Gráfico 1 – Risco de viés dos estudos analisados de acordo com a ferramenta ROB 2.

Fonte: Autores, 2025.

Os anestésicos locais empregados nos estudos incluídos foram bupivacaína e  ropivacaína, ambos amplamente utilizados em bloqueios de plexo braquial. Apesar de  pertencerem à mesma classe farmacológica, esses agentes possuem diferenças em suas  propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas, o que pode ter contribuído para a  heterogeneidade observada. Em especial, fatores como potência anestésica, tempo de latência  e perfil de toxicidade podem impactar de forma distinta o desfecho analisado, influenciando o tempo até o início efetivo do bloqueio. Estes aspectos foram identificados de acordo com cada  estudo na Tabela 2. 

Tabela 2 – Perfil dos estudos analisados quanto ao anestésico utilizado, potência, tempo de  latência, toxicidade e tipo de bloqueio.

Fonte: Autores, 2025.

Além disso, os tipos de bloqueios de plexo braquial incluídos na análise abrangeram as  abordagens supraclavicular, infraclavicular e costoclavicular, cada uma com peculiaridades  anatômicas que também podem ter influenciado os resultados. Considerando esses fatores,  apesar da meta-análise não ter identificado uma diferença estatisticamente significativa na  latência do bloqueio entre os grupos, a heterogeneidade muito alta (I² = 98,8%) e a variedade  de técnicas e anestésicos reforçam a necessidade de cautela na interpretação dos dados.

4. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS 

É recomendável que estudos futuros sejam realizados com: padronização das técnicas  de bloqueio; uso consistente de um ou poucos anestésicos; tamanho amostral maior; adequado  delineamento metodológico. 

Tais medidas são essenciais para fortalecer as evidências e permitir conclusões mais  robustas sobre o impacto da diluição de anestésicos na latência dos bloqueios de plexo  braquial guiados por ultrassom. 

REFERÊNCIAS 

ABRAHAMS, M. S. et al. Ultrasound guidance compared with electrical neurostimulation for  peripheral nerve block: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials.  British Journal of Anaesthesia, Oxford, v. 102, n. 3, p. 408–417, 2009. DOI:  https://doi.org/10.1093/bja/aen384. 

BAŞKAN, S. et al. Determination of the minimum effective volume of bupivacaine for ultra sound-guided infraclavicular brachial plexus block: a prospective, observer-blind, controlled  study. Brazilian journal of anesthesiology (Elsevier), v. 72, n. 2, p. 280–285, 2022. 

CATTANO, D. et al. Local anesthetic systemic toxicity: current perspectives. Local and Regional Anesthesia, [s.l.], v. 4, p. 47–55, 2011. DOI: https://doi.org/10.2147/LRA.S18869. 

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NEAL, J. M. et al. The Second American Society of Regional Anesthesia and Pain Medicine  Evidence-Based Medicine Assessment of Ultrasound-Guided Regional Anesthesia. Regional  Anesthesia and Pain Medicine, Philadelphia, v. 43, n. 2, p. 113–123, 2018. DOI:  https://doi.org/10.1097/AAP.0000000000000725. 

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1Médico graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo Campus Maruípe, Vitória. e-mail:  wevertonsantana@gmail.com
2Discente do Curso Superior de medicina da Universidade do Estado do Pará Campus Belém, Pará. e-mail:  manuelachaves002@gmail.com
3Discente do Curso Superior de medicina da Universidade do Estado do Pará Campus Belém, Pará. e-mail:  leonardodiogo1@gmail.com