EDUCAÇÃO CONTINUADA SOBRE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA INFANTIL PARA ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO INTERNATO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA.

CONTINUING EDUCATION ON CHILDHOOD AUTISM SPECTRUM DISORDER FOR NURSING STUDENTS: EXPERIENCE REPORT OF INTERNSHIP IN PRIMARY CARE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202503161301


Elemilta Carvalho de lima1; Elisa Mami Suzuki1; Juliana Reis Almeida1; Roberta Fraga Dias1; Matheus Souza do Nascimento1; Natália Cristina Teixeira Tavares1; Orientadora Profa. Doutora. Sheila Barbosa Paranhos2


Resumo

O presente estudo tem o objetivo de Relatar a experiência de internos de enfermagem acerca da construção de uma tecnologia educacional sobre TEA infantil, em formato de cartilha, na atenção primária à saúde. Durante a intervenção, os estudantes de enfermagem realizaram consultas, com muita dificuldade pois não possuíam os instrumentos que auxiliam o processo, diante dessa problemática surgiu a necessidade de elaborar uma cartilha para ajudar os discentes de enfermagem a realizar de forma correta as consultas, de modo que a cartilha foi produzida e apresentada aos alunos do 6° semestre como uma tecnologia educacional que fomentará a educação em saúde dos acadêmicos.

Palavras-chave: Tecnologia educacional; TEA;enfermagem; educação em saúde.

1 INTRODUÇÃO

Mendonça AG, et al. (2023) descrevem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) como uma condição do neurodesenvolvimento definida por dificuldades persistentes na comunicação, interação social e padrões de comportamento restritivos, impactando significativamente a vida das crianças e suas famílias.

Dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), revelam que a prevalência do TEA aumentou para 1 em cada 36 crianças, evidenciando a urgência de uma abordagem eficaz na detecção e intervenção precoce (CDC, 2023).A identificação dos sinais do TEA, como ausência de contato visual, atraso na fala e comportamentos repetitivos, é fundamental, pois quanto mais cedo para fazer o diagnóstico, maiores são as chances de intervenções que podem melhorar o desenvolvimento social e emocional das crianças (BRASIL, 2021).

A complexidade do diagnóstico do TEA, que não se baseia em exames laboratoriais mas na observação clínica, aplicação de escalas como o M-CHAT-R, exige uma capacitação contínua e um entendimento abrangente das características do transtorno (CARVALHO MM, et al., 2023). Além disso, as barreiras culturais e sociais muitas vezes dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento adequado, perpetuando a desinformação e o estigma associado ao autismo (LIMA PB, et al., 2024).

O M-CHAT-R (Lista de verificação modificada para autismo em bebês) , é uma escala de rastreamento composta por 20 perguntas de respostas sim ou não, devem ser respondidas pelos pais ou responsáveis da criança no momento da consulta de puericultura na atenção primária, é utilizada para identificar sinais precoces do TEA (ROBINS; FEIN; BARTON,2009).

O profissional de saúde encontra O M-CHAT-R na 7ª edição da caderneta de saúde da criança e precisa ser efetuado em todas as crianças entre 16 a 30 meses, no momento da consulta, com ela podemos detectar sinais precoces para o TEA, sendo a interpretação dos resultados obtidos de acordo com a pontuação total de 0 a 2 classifica-se como baixo risco, de 3 a 7 risco moderado e de 8 a 20 risco alto para TEA (BRASIL,2022a; BRASIL,2022b).

Nesse contexto, a Lei Berenice Piana (Lei 12.764/2012) estabelece a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Conforme Carvalho (2022), esta legislação fortalece a importância do diagnóstico precoce e garante o direito ao atendimento multiprofissional que é essencial para garantir um diagnóstico mais preciso e um planejamento de intervenções individualizadas.

Apesar do reconhecimento crescente da importância do diagnóstico precoce, a literatura aponta lacunas significativas no conhecimento e na formação dos profissionais de saúde, especialmente enfermeiros, que desempenham um papel crucial na triagem inicial (SABEH MEG, et al., 2024). O enfermeiro, como profissional da linha de frente na atenção básica, possui atributos que podem favorecer a efetivação dos direitos da criança com TEA.

Assim, este estudo propõe explorar essas lacunas no conhecimento e na prática profissional, enfatizando a importância da formação dos enfermeiros na identificação precoce e no manejo do TEA, promovendo um atendimento mais eficaz e inclusivo para essa população vulnerável.

Parte-se do pressuposto de que o processo de diagnóstico é complexo e revela limitações na formação e capacitação dos profissionais de saúde, especialmente enfermeiros, que são frequentemente os primeiros a interagir com essas crianças, de tal modo que a falta de conhecimento adequado sobre o TEA e suas manifestações pode resultar em diagnósticos tardios e intervenções insuficientes, impactando o desenvolvimento das crianças (MORAES F, et al., 2021).

De acordo com o ministério da saúde existem várias manifestações clínicas do TEA, como a dificuldade de interação social, iniciar e manter diálogos, linguagens e comportamentos repetitivos (BRASIL, 2023). O TEA tem maior interesse por objetos que por pessoas, possui sensibilidade auditiva, cheiros e contato, dificuldade para interpretar gestos e expressões, são bastante seletivos com alimentos , se sentem aborrecidos com mudanças na rotina (ZANON, et al, 2016).

Segundo LIMA P, et al. (2024), o enfermeiro deve estar capacitado para reconhecer os principais sinais de alerta do TEA. Afirmam ainda que durante a consulta de enfermagem, a observação sistemática do desenvolvimento infantil e a escuta qualificada dos pais são fundamentais, de tal forma que o diagnóstico precoce é considerado uma prioridade na saúde pública, haja vista de que intervenções realizadas nos primeiros anos de vida têm mostrado resultados positivos no desenvolvimento social e emocional das crianças. Entretanto, a literatura revela que muitos profissionais de saúde carecem de treinamento específico para considerar os sinais iniciais do TEA.

Além disso, a literatura aponta que barreiras culturais e sociais podem interferir na busca por diagnóstico e tratamento, haja vista que muitos pais enfrentam estigmas e desinformação sobre o autismo, o que pode levar a atrasos na busca de ajuda profissional, sendo essa uma realidade que reforça a necessidade de campanhas de conscientização e educação em saúde pública que abordem o TEA, que desmistificam preconceitos e promovem um entendimento mais amplo sobre a condição (LIMA PB, et al., 2024).

Assim, a utilização do M-CHAT-R como ferramenta de triagem é uma estratégia que quando aplicada de forma adequada, pode auxiliar na identificação precoce de sinais de autismo. Contudo, a eficácia dessa ferramenta depende da capacitação dos profissionais que a aplicarão e da interpretação correta dos resultados, motivos pelos quais a formação contínua dos enfermeiros e outros profissionais de saúde se torna essencial, uma necessidade premente, mudando-os para agir diante dos sinais do TEA de maneira eficaz (SABEH MEG, et al., 2024).

Todavia, Montebello J, et al. (2022), destacam que além da formação e capacitação, é vital considerar o papel das políticas públicas na promoção de uma abordagem inclusiva e eficaz para o TEA. Embora a Lei Berenice Piana tenha preconizado diretrizes importantes para a proteção e o atendimento de pessoas com autismo, a implementação dessas políticas ainda enfrenta desafios significativos, a exemplo da falta de recursos, escassez de profissionais treinados e necessidade de infraestrutura adequada, fatores que se revelam verdadeiras barreiras que limitam o acesso a diagnósticos e tratamentos de qualidade ( MONTEBELLO J, et al. 2022).

Outrossim, a literatura sugere que a implementação de programas de formação e sensibilização contínua para enfermeiros e outros profissionais de saúde deve ser uma prioridade nas instituições de saúde, de modo que a capacitação deve incluir não apenas o reconhecimento dos sinais clínicos do TEA, mas também a compreensão das nuances emocionais e sociais que envolvem as famílias. Dessa forma, a empatia e a comunicação eficaz são habilidades essenciais para que os profissionais consigam estabelecer uma relação de confiança com os pais, facilitando a identificação precoce e o encaminhamento adequado (NASCIMENTO, et al., 2018).

Em síntese, este artigo destaca a complexidade do TEA, a importância da identificação precoce e a urgência da formação adequada dos profissionais de saúde, especialmente enfermeiros. Além disso, enfatiza a necessidade de uma abordagem integrada que envolve a família, a comunidade e as políticas públicas, pois a busca por um sistema de saúde mais inclusivo e eficiente é essencial para garantir que as crianças com TEA recebam o suporte necessário para desenvolver todo o seu potencial, promovendo assim um futuro mais promissor para elas e suas famílias.

Este artigo, portanto, visa contribuir para essa discussão, identificando lacunas no conhecimento atual e propondo caminhos para um atendimento mais eficaz e humanizado por meio de tecnologias em saúde que levem informações acerca dessa temática para estudantes universitários.

Diante desse contexto, objetivou-se relatar a experiência de internos em enfermagem sobre o desenvolvimento de uma tecnologia educacional, no formato de cartilha, para acadêmicos de enfermagem na consulta de puericultura.

2 METODOLOGIA

Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo e do tipo relato de experiência realizado durante a atividade curricular Estágio Supervisionado em Enfermagem I, ocorrido na Unidade Municipal de Saúde do Município de Belém-Pará no período de março a novembro de 2024, cujo produto foi a produção de uma tecnologia educacional do tipo cartilha.

Durante a intervenção, os estudantes de enfermagem realizaram consultas, mas com muita dificuldade pois não possuíam os instrumentos que auxiliam o processo, diante dessa problemática surgiu a necessidade de elaborar uma cartilha para ajudar os discentes de enfermagem a realizar de forma correta as consultas, de modo que a cartilha foi produzida e apresentada aos alunos do 6° semestre como uma tecnologia educacional que fomentará a educação em saúde dos acadêmicos. As tecnologias educacionais devem ser vislumbradas como ferramentas úteis e importantes a serem utilizadas no processo de ensino/aprendizagem voltado tanto para a assistência de enfermagem quanto para os aspectos que subsidiam a prática profissional, pois são meios facilitadores e que auxiliam na promoção do conhecimento sobre situações que podem ocorrer em virtude da prática profissional.

3 RESULTADOS E DISCUSSÕES

3.1 Resultados da idealização da tecnologia educativa.

A cartilha informativa proporcionou aos estudantes em enfermagem uma atenção diferenciada com a temática do TEA, mostrando todo um contexto histórico, conceitual, de classificação, diagnósticos, manifestações clínicas, tratamentos medicamentosos e complementares e a escala M-CHAT-R de maneira dialógica e com informações atualizadas sobre o TEA, conforme mostra a figura 1 e 2.

A construção da tecnologia educativa possui grande relevância no aprendizado, uma vez que apoia o ensino dos conteúdos propostos, onde é possível identificar a importância de tecnologias leves e duras no processo de aprendizagem durante a graduação em enfermagem. Foi possível notar que o protótipo da cartilha apresentado à uma turma de alunos do 6º semestre de enfermagem da Universidade Federal do Pará (UFPA) da Atividade Curricular em Enfermagem na Saúde da Criança e Adolescente na Atenção Primária colaborou para aquisição de conhecimento tanto aos alunos como também aos internos em Enfermagem.

Destaca-se o interesse da turma quanto à temática, por meio da atenção e perguntas voltadas sobre o assunto. Desse modo, acredita-se que houve aprendizado dos alunos acerca do autismo, auxiliando na detecção precoce de sintomas e sinais característicos, usando de instrumentos bem definidos para a avaliação durante a consulta de puericultura, além de possíveis tratamentos e encaminhamentos, acompanhando todo o processo, desde o acolhimento com a escuta qualificada a família e a criança.

Além do conhecimento teórico ofertado através da cartilha, foi possível sensibilizar os acadêmicos acerca do cuidado à transtornos do neurodesenvolvimento no geral, em especial o TEA, visto ser um transtorno ainda muito estigmatizado, negligenciado, e muito pouco avaliado durante as consultas de puericultura, onde, considerando a importância do diagnóstico precoce do autismo, tal conscientização de futuros profissionais faz-se essencial a fim de trazer um melhor prognóstico ao indivíduo autista, reduzindo dificuldades impostas ao indivíduo devido o transtorno.

Durante os estudos sobre TEA, observou-se pouca produção científica de fontes seguras e atualizadas, e com isso mostrando a importância de se produzir mais conteúdos científicos voltados a essa temática, principalmente voltada para uso de tecnologias educacionais que colabore na formação de futuros profissionais mais qualificados no atendimento a crianças com TEA.

3.2  Discussão

Existem poucos registros sobre autismo no Brasil até a década de 1980. No entanto, quando o psiquiatra Léo Kanner formalizou o autismo como diagnóstico independente, o Brasil já tinha uma forte influência da psicanálise no atendimento infantil, apenas em 1950 o campo psicanalítico iniciou sua jornada no país dentro da sua respectiva psiquiatria (LOPES BA, 2019).

Desde as primeiras observações de Leo Kanner sobre o autismo infantil precoce até a definição mais abrangente do espectro no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), diversos marcos históricos no Brasil podem ser pontuados. Pode-se citar principalmente a Lei Federal 12.764/12, também conhecida como Lei Berenice Piana, instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista em 2012, ressaltando a necessidade de capacitar profissionais especializados para atenderem essas pessoas e suas famílias, já que, em 2022, os resultados do Censo Demográfico revelaram que aproximadamente duas milhões de pessoas no Brasil são diagnosticadas com TEA (IBGE, 2023).

Segundo Mangueira et al. (2024), a palavra ‘Autismo’ tem origem no termo grego ‘autos’, que significa ‘eu’, referindo-se a um indivíduo que vive em um mundo próprio. Afirmam ainda que a análise acerca da detecção e do diagnóstico dessa condição está nos comportamentos observados e no histórico de desenvolvimento individual de cada pessoa, visto que se trata de um espectro, ou seja, algumas manifestações clínicas podem surgir ou não.

Acerca das repercussões na família de crianças diagnosticadas com TEA, nota-se que a sobrecarga de tarefas e de exigências especiais suscitam situações de estresse e desequilíbrio emocional para todos. Conforme Silva et al. (2023) a família sente o impacto frente ao diagnóstico da criança com TEA, uma vez que exigirá um universo de cuidados antes desconhecido, causando rupturas no núcleo familiar e maior responsabilidade da figura materna que desdobra-se em prover todas as necessidades dessa criança.

Silva (2022) aponta que apesar do aumento do número de bibliografias sobre TEA e seus efeitos na sociedade, a busca por ferramentas mais eficientes de detecção precoce de TEA enfrenta uma diversidade de desafios, tanto de ordem técnica (em razão da falta de capacitação de profissionais na área) quanto de natureza social (a maioria dos profissionais da saúde sente medo ou receio de comunicar aos responsáveis sobre um possível diagnóstico por causa do estigma associado ao transtorno). Por conseguinte, esses desafios dificultam o processo de aceitação e compreensão, perpetuando o preconceito.

O TEA, sob essa perspectiva, precisa ser mais aprendido e debatido entre profissionais da saúde e sociedade, a fim de maximizar a qualidade do atendimento e orientar os pais nessa nova jornada. Assim, os resultados de Campos et al. (2021) reiteram essa linha argumentativa, mostrando, de modo geral, que 59% dos entrevistados, durante sua formação profissional, tiveram algum contato com o tema do autismo, além de 27% responderam que o tema foi citado de forma superficial na graduação. Essa lacuna é explicada pela escassa profundidade do assunto nas graduações, as quais predominam o ensino raso do domínio e da abordagem do conteúdo, revelando, consequentemente, a razão da baixa produção científica sobre TEA.

No entanto, apesar do instrumento ser de aplicação rápida por qualquer profissional da saúde, dentro do contexto da consulta de puericultura, tanto na Unidade de Saúde da Família quanto no domicílio ou em outros espaços de cuidado, essa prática ainda é incipiente, o que dificulta o diagnóstico oportuno. No entanto, com a pesquisa de Oliveira G.et al (2024), percebe-se a relevância do cenário educacional para oportunizar o rastreio e, assim, uma melhora no seguimento da criança para investigação e diagnóstico precoce, já que, segundo ela, as escolas podem ser fortes aliadas nesse processo devido ao contato constante com os infantes.

Outrossim, as instituições de ensino poderão contribuir na sensibilização de gestores e de profissionais da saúde acerca da importância do uso de instrumentos como o M-CHAT R/F para um cuidado continuado na consulta de puericultura, porém, segundo Tavares (2023) esse processo será lento por causa de grades curriculares desatualizadas e falta de investimento em cursos sobre TEA, o que reflete diretamente na lenta incorporação da tecnologia na saúde através das desigualdades no acesso aos cuidados médicos no que se refere às crianças neuro divergentes.

4 CONCLUSÃO

Destarte, a partir da experiência vivenciada pelos acadêmicos no Internato em Enfermagem I, observou-se a necessidade da construção dessa cartilha, a qual contribuirá para o ensino-aprendizagem de acadêmicos de enfermagem, norteando seus estudos acerca dos Transtornos do Espectro Autista (TEA), pois de uma forma clara e objetiva, sintetizar informações fundamentais sobre TEA para um profissional da área da saúde.

Destaca-se a utilidade do material para alunos que estão prestes a vivenciar práticas na atenção básica, pois além do estudo preliminar, a cartilha poderá ser utilizada como material de bolso, se tornando uma importante aliada em consultas de crianças. Portanto, espera-se que o material construído seja de grande proveito e utilidade para os alunos, assim como estimule-os a aprofundar ainda mais seus conhecimentos acerca do assunto, para que estejam bem preparados frente a uma consulta de enfermagem com uma possível criança ou adolescente neuro divergente.

REFERÊNCIAS

BOSA C, et al. Autismo: construção de um Protocolo de Avaliação do Comportamento da Criança – PROTEA-R. Revista de Psicologia, 2016; 18(1): 194-205.

BRASIL. Caderneta Da Criança: Menina – Passaporte Da Cidadania. 2024. Disponível em:https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderneta_crianca_menina_passaporte_cidadania_7e d.Acesso em: 5 de março de 2025.

BRASIL. Linha de cuidados para a atenção às pessoas com transtornos do espectro do autismo e suas famílias na Rede de Atenção Psicossocial do Sistema Único de Saúde. 2015. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/biblioteca/linha-de-cuidado-para-a-atencao-as-pessoas-com-t ranstornos-do-espectro-do/. Acesso em: 04 de março de 2025.

BRASIL. Transtorno do Espectro Autista – TEA (autismo). 2023. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/transtorno-do-espectro-autista-tea-autismo/. Acesso em: 5 de março de 2025.

BRASIL. Uma pergunta que abre portas: questão sobre autismo no Censo 2022 possibilita avanços para a comunidade TEA. 2024. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/noticias-por-estado/36346-uma-pergunta-que-abre-portas-questao-sobr e-autismo-no-censo-2022-possibilita-avancos-para-a-comunidade-tea. Acesso em: 5 de março de 2025.

CAMPOS SM, RESENDE SD. Transtorno do espectro autista: diagnóstico e intervenção psicopedagógica clínica. Revista Psicopedagogia, 2024; 41(125): 350-365.

CAMPOS T, et al. Análise da importância da qualificação dos profissionais de saúde para o manejo do Transtorno de Espectro Autista (TEA). Research, Society and Developmen, 2021; 10(6): 1-8.

CARVALHO F, et al. Lugar da enfermagem é onde ela puder e souber atuar: Contribuições na atenção a pessoas no Espectro Autista. Revisa, 2021; 10(3): 458-460.

CARVALHO M, et al. Aplicação da escala M-Chat pelos profissionais das UBSF’s: contraste entre teoria e prática. Revista Master, 2023; 8(15): 1-15.

CHLEBOWSKI C, et al. Uso em larga escala do questionário modificado para autismo em crianças de baixo risco. Pediatrics, 2013; 131(4): e1121-7.

LIMA P, et al. Estratégias de diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista na primeira infância. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(4): e15959.

LOPES BA. Não existe mãe-geladeira uma análise feminista da construção do ativismo de mães de autistas no Brasil, Tese (Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas) – Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2019. 276 p.

LOSAPIO M, et al. Tradução para o português da escala M-CHAT para rastreamento precoce de autismo. Revista Psiquiatria, 2008; 30(3): 221-229.

MACEDO MP. Prevalência de crianças com risco para Transtorno do Espectro Autista em creches, a partir da aplicação do M-CHAT-R-F e os possíveis fatores associados. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem) – Centro de Educação e Saúde, Universidade Federal de Campina Grande, Cuité, 2023; 46 p.

MANGUEIRA K, et al. Autismo: o uso de M-CHAT como instrumento para o diagnóstico precoce na atenção primária. Revista Interdisciplinar em Saúde, 2024; 11(1): 625-637.

MENDONÇA A, et al. Tecnologia em saúde e transtorno do espectro autista na atenção primária em saúde. Revista de Ciências da Saúde Nova Esperança, 2023; 20(3): 206-213.

MONTEBELLO J, et al. Autismo como pauta do grupo Pet Enfermagem: complementando a formação acadêmica. Revista Eletrônica do Programa de Educação Tutorial, 2022; 4(4): 192-205.

MORAES I, et al. Lugar da enfermagem é onde ela puder e souber atuar: contribuições na atenção a pessoas no Espectro Autista. Revisa, 2021; 10(3): 458-460.

NASCIMENTO Y, et al. Transtorno do espectro autista: detecção precoce pelo enfermeiro na estratégia saúde da família. Revista Baiana de Enfermagem, 2018; 32(1): 1-12.

OLIVEIRA T, et al. Análise da prevalência do Transtorno do Espectro Autista em crianças nos últimos 10 anos. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(6): e15551.

PONTE F, et al. Assistência de enfermagem à criança com Transtorno do Espectro Autista: revisão integrativa. Journal of Social Issues and Health Sciences, 2024; 1(3): 1-13.

RAMOS PM, SILVA CJ. Autismo e o Direito: uma análise da (des)proteção jurídica aos indivíduos. Recima, 2024; 5(11): 1-17.

RESENDE SD, CAMPOS SM. Transtorno do Espectro Autista: diagnóstico e intervenção psicopedagógica clínica. Revista Psicopedagogia, 2024; 41(125): 350-365.

SABEH M, et al. Cuidado sensível: abordagem da equipe de enfermagem em pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(10): 1044-1058.

SILVA A, et al. Pelo olhar da família: repercussões do autismo. Revista Master, 2023; 8(15): 1-9.

SILVA NM. Dificuldade no diagnóstico precoce do Transtorno do Espectro Autista. Revista Eletrônica Acervo Médico, 2022; 16(1): 1-13.

SOUZA AE. Puericultura e diagnóstico precoce do transtorno do espectro autista na atenção primária à saúde: avaliação da implantação de instrumento de triagem. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Saúde da Família) – Programa de Pós-Graduação em Saúde da Família, Campus Sobral, Universidade Federal do Ceará, Sobral, 2024; p. 74.

TAVARES MS. Inclusão da escala de rastreio “M-CHAT” do Transtorno de Espectro Autista na rotina de atendimento dos profissionais da saúde pública de Guarapuava/PR. Dissertação (Mestrado Profissional em Promoção da Saúde) – Programa de Pós-graduação em Promoção da Saúde, Centro Universitário Guairacá, Guarapuava, 2023; 120 p.


1 Discentes do Curso Superior de enfermagem da universidade Federal do Pará Campus Belém Pará e-mail:
ellenlima333@gmail.com
mamisuzuki96@gmail.com
Julianareis1510@gmail.com
roberta.dias@ics.ufpa.br
msn141201@gmail.com
nataliacttavares@outlook.com

2 Docente do Curso Superior de enfermagem da universidade Federal do Pará Campus Belém Pará.Doutora em Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia e-mail: Paranhos@ufpa.br