DIGNIDADE E CUIDADO NO FIM DA VIDA: O PAPEL DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

DIGNITY AND CARE AT THE END OF LIFE: THE ROLE OF THE MULTIPROFESSIONAL TEAM

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202507262056


Douglas Rodrigues Silva1; Ilana Maria Brasil do Espírito Santo2; Daniella Patrícia Cândido Rêgo3; Marinete Lima de Brito Ferreira4; Emilene Paz Freitas5; Antonia Fernandes dos Santos Costa Sousa6; Palov Ricardina Nascimento Fernandes7; Wendell Emanoel Marques de Oliveira8


Resumo 

Os cuidados paliativos visam proporcionar alívio do sofrimento e melhorar a qualidade de vida de  pacientes com doenças que ameaçam a continuidade da vida e suas famílias. O trabalho de uma equipe  multiprofissional é essencial, pois o curso da doença e a morte afetam aspectos físicos, emocionais e  sociais que exigem uma análise que vai além de uma única área. As fontes de pesquisa utilizadas  foram PubMed, SciELO e Google Scholar. Foram selecionados estudos que tratassem do trabalho em  conjunto dos profissionais citados e seus efeitos nos resultados dos pacientes e no amparo familiar.  Busca-se entender a importância da equipe com diferentes especialidades (médicos, enfermeiros,  fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, entre outros) para aumentar o bem-estar  e a dignidade de pacientes em fase final de vida e de suas famílias. A assistência com vários  profissionais nos cuidados paliativos leva a um controle mais eficaz dos sintomas (tanto físicos quanto  emocionais), maior contentamento do paciente e de sua família e incentivo à dignidade no momento  da morte. A equipe com diferentes especialidades é crucial para oferecer cuidados paliativos de alta  qualidade, já que seu trabalho unido e que se complementa consegue lidar com as várias fases do  sofrimento humano na fase final da vida. A parceria entre médicos, enfermeiros, fisioterapeutas,  psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas não só melhora o bem-estar e a dignidade do paciente,  mas também oferece um amparo essencial para a família, ajudando a tornar o processo de falecimento  mais tranquilo e com mais significado. 

Descritores: Cuidados Paliativos. Qualidade de Vida. Fim da Vida. Fisioterapia Paliativa. Suporte  Familiar. Nutrição Paliativa. 

ABSTRACT 

Palliative care aims to provide relief from suffering and improve the quality of life of patients with  life-threatening illnesses and their families. The work of a multidisciplinary team is essential, since the  course of the disease and death affect physical, emotional and social aspects that require analysis that  goes beyond a single area. The research sources used were PubMed, SciELO and Google Scholar.  Studies that addressed the joint work of the aforementioned professionals and its effects on patient  outcomes and family support were selected. The aim is to understand the importance of a team with  different specialties (doctors, nurses, physiotherapists, psychologists, social workers, nutritionists,  among others) to increase the well-being and dignity of patients in the final stages of life and their  families. Assistance with several professionals in palliative care leads to more effective control of  symptoms (both physical and emotional), greater satisfaction of the patient and their family and  encouragement of dignity at the time of death. A team with different specialties is crucial to providing  high-quality palliative care, since their united and complementary work can address the various  aspects of human suffering in the final phase of life. The partnership between doctors, nurses,  physiotherapists, psychologists, social workers and nutritionists not only improves the patient’s well being and dignity, but also provides essential support for the family, helping to make the dying process  calmer and more meaningful. 

Descriptors: Palliative Care. Quality of Life. End of Life. Palliative Physiotherapy. Family Support. Palliative Nutrition.

1. INTRODUÇÃO 

O fim da vida representa um momento de fragilidade para pacientes e seus entes  queridos, repleto de dificuldades que vão além do aspecto físico da doença. Dores, mal-estar  corporal, sofrimento emocional, dilemas sociais e existenciais se unem, exigindo uma  assistência que abarque todos os aspectos do ser humano. Dentro desse cenário, os cuidados  paliativos surgem como uma prática fundamental, conceituada pela Organização Mundial da  Saúde (OMS) como uma maneira de aperfeiçoar o bem-estar de pacientes e seus familiares  diante de doenças graves, por meio da prevenção e amenização do sofrimento, identificação  ágil, avaliação precisa e tratamento da dor e demais problemas físicos, mentais, sociais e espirituais (WHO 2020). 

Essa abordagem visa, primordialmente, o alívio do sofrimento e a melhoria da  qualidade de vida, sendo uma diretriz fundamental no cuidado oncológico e para diversas  outras doenças crônicas progressivas (INCA 2022). 

Contudo, a complexidade das diversas facetas do sofrimento humano na fase final da  vida impede que um único profissional da saúde consiga suprir todas as carências. É nesse  momento que a equipe multidisciplinar se mostra não só importante, mas imprescindível. O  trabalho em conjunto e sincronizado de diversos profissionais — como médicos, enfermeiros,  fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas — possibilita uma compreensão  integral do paciente e de seu núcleo familiar, garantindo que todas as suas necessidades sejam  atendidas de maneira completa e solidária. 

Este estudo visa examinar a relevância crucial da equipe multidisciplinar na promoção  da qualidade de vida e dignidade de pacientes em fase terminal e de seus familiares,  destacando as contribuições específicas de cada membro da equipe e os benefícios da  colaboração interprofissional. 

2. MÉTODO 

Este estudo se configura como uma revisão integrativa da literatura, uma abordagem  que visa reunir e analisar o conhecimento existente sobre um tema particular. Essa  metodologia ajuda a entender melhor o assunto em questão, conforme apontado por Ganong  (1987). Na preparação deste artigo, foram exploradas as bases de dados PubMed, SciELO e  Google Scholar. A pesquisa envolveu a combinação estratégica de termos padronizados (DeCS/MeSH) como: “cuidados paliativos”, “equipe multiprofissional”, “qualidade de vida”,  “dignidade”, “fim da vida”, “fisioterapia”, “nutrição paliativa” e “suporte familiar”. Selecionados artigos originais, revisões, normas e guias publicados na última década  (2015-2025), disponíveis em português e inglês, que tratassem do trabalho da equipe  multiprofissional em cuidados paliativos, priorizando os aspectos físico, psicológico e social  da qualidade de vida e dignidade. Descartados estudos que não se encaixavam nos cuidados  paliativos ou que se concentravam em uma única área, sem conexão com o trabalho em  equipe. A análise buscou identificar as principais contribuições de cada profissional, as  dificuldades de integração e os resultados da colaboração. 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 

A literatura analisada reforça a ideia de que o trabalho em equipe é essencial para  cuidados paliativos eficazes. Os resultados evidenciam que a colaboração entre os  profissionais não só melhora o controle dos sintomas, mas também oferece um apoio  psicológico e familiar forte, levando a uma melhor qualidade de vida e respeito pela dignidade  dos pacientes no final da vida. 

Os papéis abrangentes dos profissionais são: 

  • Médicos: essenciais na gestão da dor e outros sintomas físicos, os médicos em cuidados paliativos são especialistas no manejo farmacológico e não farmacológico de múltiplos  desconfortos (Radbruch et al., 2020). Eles coordenam o tratamento, tomam decisões difíceis  em conjunto com o paciente e a família, e dão informações claras sobre o que esperar  ajustando o cuidado às necessidades de cada um. Sua capacidade de comunicação empática é vital para estabelecer confiança e alinhar expectativas (Pessini & Barchifontaine, 2018).
  • Enfermeiros: atuam diretamente no cuidado, oferecendo assistência completa e contínua. Os enfermeiros são responsáveis por dar medicamentos, acompanhar os sinais vitais,  cuidar da higiene e conforto, e avaliar os sintomas constantemente. Sua proximidade com o  paciente e a família permite que se identifiquem rapidamente às mudanças nas necessidades,  ensinam sobre a doença e os cuidados, e atuam como uma ligação importante na comunicação  entre todos na equipe (Brasil, Ministério da Saúde, 2018). São essenciais no planejamento da  alta e na transição do cuidado. A enfermagem tem um papel crucial na promoção do conforto  e na mediação da comunicação, aprimorando a qualidade de vida e a qualidade da morte por  meio de tecnologias de cuidado (Araújo et al., 2023).
  • Fisioterapeutas: o trabalho do fisioterapeuta em cuidados paliativos é essencial para  manter a capacidade funcional e reduzir o sofrimento físico (Reis & Costa, 2021). Mesmo em  fases avançadas, ações como movimentação, exercícios de respiração, técnicas de relaxamento e posicionamento correto podem aliviar a dor, diminuir a falta de ar, evitar problemas como  feridas de pressão e encurtamentos musculares, e promover a autonomia nos limites do paciente. A fisioterapia contribui significativamente para o conforto, a mobilidade e a interação  com o ambiente, impactando diretamente na dignidade do paciente (Silva et al., 2021). Em  pacientes oncológicos, o fisioterapeuta é um especialista que ajuda na recuperação da força e  movimentos, utilizando massagens e outras técnicas para restaurar e manter a funcionalidade  e flexibilidade do corpo (Oliveira et al., 2019). 
  • Psicólogos: o apoio psicológico é fundamental para lidar com o sofrimento emocional  e existencial. Psicólogos ajudam pacientes e familiares a enfrentar a ansiedade, a depressão,  os medos da morte e do desconhecido, e o luto antes da perda. Facilitam a expressão de sentimentos, ensinam formas de lidar com a situação e ajudam a encontrar um novo significado  para a vida. Para as famílias, o apoio no luto após a morte é uma parte essencial dos cuidados  paliativos, evitando o luto complicado e auxiliando na adaptação à perda (Kübler-Ross, 2009). O psicólogo em cuidados paliativos atua em uma tríade fundamental, oferecendo um olhar e  um fazer específicos para paciente, família e equipe de saúde (Freitas et al., 2022).
  • Assistentes Sociais: a vertente social do amparo à saúde é essencial, e o assistente  social a examina, trabalhando para descobrir e amenizar obstáculos de ordem social, financeira e burocrática. Isso engloba o acesso a auxílios, o planejamento da sequência do tratamento  em casa, o reconhecimento de sistemas de amparo familiar e comunitário, e a proteção dos  direitos do paciente e de seus familiares. Sua atuação assegura que o tratamento seja acessível  e que as necessidades fundamentais do paciente e de sua família sejam satisfeitas, incentivando a dignidade e a igualdade no acesso aos recursos (BRASIL, Ministério da Saúde, 2018). Essa atuação se torna ainda mais relevante considerando que o fim da vida ainda é um tema  estigmatizado, o que torna a abordagem social crucial para a dignidade (Simão et al., 2020).
  • Nutricionistas: a nutrição desempenha papel central na promoção do conforto e bem estar de pacientes em cuidados paliativos. O nutricionista atua na avaliação do estado nutricional e na elaboração de planos alimentares individualizados, respeitando as preferências,  limitações e objetivos do paciente. Em fases avançadas da doença, o foco não está na correção  de deficiências nutricionais, mas no conforto, na prevenção de sintomas como náuseas, disfagia e constipação, e na manutenção da energia e dignidade do paciente (Ferreira et al., 2021). 

O profissional também orienta familiares sobre como oferecer alimentos que tragam prazer e  significado, respeitando os desejos e capacidades do paciente. Além disso, colabora com a  equipe na tomada de decisões sobre nutrição enteral ou parenteral, sempre considerando a  proporcionalidade do cuidado (Silva et al., 2020). 

A eficiência do tratamento paliativo com múltiplos profissionais se encontra no  diálogo eficaz e na cooperação sinérgica entre os integrantes da equipe. Encontro frequente  para análise de casos de uso de prontuários eletrônicos compartilhados e a prática de visitas  interdisciplinares incentiva um entendimento mútuo do plano de tratamento e das  necessidades do paciente (Radbruch et al., 2020). Essa integração e o entendimento comum  do plano de cuidados são percebidos como essenciais pela própria equipe multiprofissional  em âmbito hospitalar para a qualidade da assistência (Molin et al., 2021). Tal integração  causa: 

  • Controle aprimorado de sintomas: a visão unificada facilita a identificação e o tratamento de sintomas complexos de maneira mais eficiente. 
  • Decisão compartilhada: valoriza as preferências do paciente, incluindo-o ativamente  em seu plano de tratamento. 
  • Diminuição da fragmentação do tratamento: impede a repetição de ações ou a omissão de pontos importantes. 
  • Maior contentamento do paciente e da família: sentem-se mais amparados, entendidos e assistidos em todas as suas facetas. 
  • Melhora de recursos: a comunicação evita testes e procedimentos desnecessários,  guiando os esforços para o que de fato importa para a qualidade de vida.
  • Alívio do sofrimento dos profissionais: dividir o fardo e as decisões difíceis em equipe pode reduzir o esgotamento e elevar a resistência profissional. 

O apoio familiar é um alicerce dos cuidados paliativos, com o foco da equipe  ampliado não apenas ao paciente, mas a todo o seu núcleo familiar. A família é parceira no  processo de tratamento, e a equipe multiprofissional oferece a ela instruções, apoio emocional e  meio para conseguirem encarar a doença e o luto de forma mais saudável (Kübler-Ross,  2009). 

4. CONCLUSÃO 

A complexidade e a profundidade das necessidades enfrentadas por pacientes em fim  de vida e suas famílias sublinham a indispensabilidade da equipe multiprofissional nos cuidados paliativos. A atuação integrada e complementar de médicos, enfermeiros,  fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais é fundamental para a promoção da qualidade  de vida, o alívio do sofrimento e a preservação da dignidade humana em um dos momentos  mais delicados da existência. 

A sinergia entre esses profissionais permite uma abordagem holística que transcende o  tratamento da doença para focar no bem-estar global. Ao abordar as dimensões físicas,  psicológicas, sociais e existenciais, a equipe multiprofissional assegura que o paciente seja  visto como um ser humano integral, e não somente como um corpo doente. A comunicação  eficaz, a colaboração contínua e o foco centrado no paciente e sua família são os pilares que  sustentam a excelência nos cuidados paliativos, contribuindo para um processo de perecer mais sereno, respeitoso e significativo. O investimento contínuo na formação, valorização e  fortalecimento dessas equipes é, portanto, um imperativo para o avanço e a humanização da  saúde. 

Além dos benefícios diretos para o paciente e a família, a abordagem multiprofissional  também impacta positivamente a própria equipe de saúde. O compartilhamento de  responsabilidades e a possibilidade de discutir casos complexos com diferentes perspectivas  contribuem para a redução do estresse e do risco de burnout entre os profissionais,  promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e colaborativo. Essa rede de apoio  interprofissional é crucial para a sustentabilidade e resiliência das equipes que atuam em um  campo tão exigente emocionalmente. 

Para que a atuação multiprofissional em cuidados paliativos alcance seu potencial  máximo, é fundamental superar os desafios existentes, como a fragmentação do ensino e a  escassez de recursos. Investir em políticas públicas que incentivem a formação  interprofissional e a criação de serviços de cuidados paliativos completos é essencial. É  preciso reconhecer que o cuidado no fim da vida não é uma responsabilidade exclusiva de  uma única área, mas um esforço coletivo que exige um planejamento estratégico e o  comprometimento de todos os níveis de atenção à saúde. Somente assim será possível garantir  que o direito a uma morte digna e com qualidade seja uma realidade para todos. 

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1Discente do Curso de Bacharelado em Enfermagem pela UNIP. E-mail: doug.jp.acad@gmail.com
2Mestra em Ciências e Saúde pela UFPI. Enfermeira Assistencial – HUB – UNB/EBSERH. E-mail:  ilanabrasyl76@gmail.com
3Enfermeira Assistencial no HUOL – RN/EBSERH. Especialização em Urgência e Emergência pela Estácio.  Especialização em Dermatologia pela UFRN. E-mail: daniellaregoenf@gmail.com
4Bacharelado em Enfermagem pela UNINOVAFAPI. Especialização em Terapia Intensiva pela UNINTER. Especialização em Obstetrícia pela UNIFACID. E-mail: marinetelima2009@hotmail.com
5Bacharelado em Enfermagem pela FSA. Especialização em Centro Cirúrgico e Central de Material pela  FAVENI. Especialização em Enfermagem do Trabalho pela FAVENI. E-mail: milinhapaz@gmail.com
6Discente do Curso de Nutrição pela FSA. E-mail: antoniasousa071124@gmail.com
7Bacharelado em Enfermagem pela UNICEUMA. Especialização em Vigilância em Saúde pelo Hospital Sírio Libanês. E-mail: palovfernandes1@gmail.com
8Discente do Curso de Bacharelado em Enfermagem pela UNIP. E-mail: wendellemanoel@hotmail.com