DIAGNÓSTICOS ONCOLÓGICOS MASCULINOS POR CÂNCER MALIGNO DE PRÓSTATA: ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DE 2019 A 2023

MALE ONCOLOGICAL HOSPITALIZATIONS FOR MALIGNANT PROSTATE CANCER: EPIDEMIOLOGICAL ANALYSIS FROM 2019 TO 2023

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202503111636


Rafael de Paula Vieira1; Gustavo Olegário Gonçalves2; Gabriel Martelotte Faria3; Rafael Paiva Couto4; Felipe Aguiar Menossi Pace5; Guilherme Silva Vilas Bôas6; Thiago de Andrade Almeida7; Gabriel Lago Do Prado Zamai8; Pedro Canineo Oliveira e Lima9; Marcelo Cristian Santana Prado10; Gustavo Alves de Oliveira11; Gabriel Norcia Carolino Barbosa Lima12; Lucas Matheus Ramaciotti Delabio13; Enzo Lira Di Lorenzi14; Giovanna Lima Caetano Ramos15


Resumo

O presente estudo visa a análise do perfil epidemiológico dos pacientes diagnosticados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) de 2019 a 2023 no Brasil com câncer maligno de próstata e, também, o número de óbitos desta neoplasia neste período. 

Através dos dados públicos e anônimos de diagnóstico coletados no PO (Painel Oncológico), disponibilizados pelo DataSUS (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde), realizou-se a tabulação e o estudo descritivo quantitativo das informações dos homens, avaliando como critérios: ano de processamento, região de diagnóstico, faixa etária e estadiamento da neoplasia. Com relação aos dados sobre os óbitos foram coletados no PO e no Atlas de Mortalidade por Câncer.

Devido à natureza dos números apresentados, conforme supracitado, não se faz necessária a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).

No Brasil, neste período, totalizaram-se 204.215 casos diagnosticados, dentre esses, mais de 50% dos casos estavam concentrados na região Sudeste do país e, além disso, mais de 60% dos casos são representados por homens a partir dos 60 anos de idade. Com relação aos óbitos nesse período ocorreram 81.646 no total.

Portanto, o estudo revelou um grande número de casos no Brasil, principalmente nas áreas metropolitanas mais densamente povoadas como os estados de São Paulo e Minas Gerais e, ademais, notou-se que a faixa etária acima dos 60 anos em diante se mostra um ponto de fator de risco crucial para diagnóstico, visto que os casos aumentam exponencialmente. 

Palavras-chave: Próstata. Câncer. Brasil. Epidemiologia. SUS.

1. INTRODUÇÃO 

A próstata é uma glândula assessora exclusiva do sexo masculino localizada abaixo da bexiga, na qual envolve a porção inicial da uretra e ductos ejaculatórios (Figura 1). Ela é responsável pela produção do líquido prostático que constitui cerca de 30% do sêmen e é de essencial funcionalidade como fonte de energia para os espermatozoides. Este líquido ainda apresenta enzimas proteolíticas tais como o antígeno prostático específico (PSA) que muitas vezes é dosado para avaliação da funcionalidade da glândula e rastreio de tumores.

Figura 1. Localização anatômica da próstata

https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXd9fN7W-0WN0bBfXLDVyg14ivsyCMby1dCETily0XaTPJ8flPZx0zxMPuo82mVSxUTz-8M-qfhgmUD_Ts2unlARmuRAQk1KD19VIEwseWmZUquIEqLo8XxSL3eVxftM2vvqOoSsmA?key=q_pRIj-m7VILMf81XeXl3o59

Fonte [Figura 1]: AMERICAN CANCER SOCIETY. What Is Prostate Cancer?, 2023.

A próstata possui zonas histológicas diferentes demonstradas na Figura 2, como: 

  • Zona periférica: apresenta cerca de 70% do volume da glândula e é o local de origem da maioria dos cânceres de próstata;
  • Zona de transição: constitui cerca de 5% da glândula e é a localização onde ocorre a hiperplasia prostática benigna (proliferação benigna e bastante comum). Também é um local de surgimento de tumores, porém, histologicamente diferentes da zona periférica.
  • Zona central: constitui o restante da próstata, não é um local de surgimento de tumores, porém pode ser afetado. 

Figura 2. Zonas histológicas da próstata

https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXdRMrlhq9QqEsToCa0vUD1ntLQq1wjSawCA_Lp99kviLJSMXOR_K7utiyhqrx0IlbE_bqVfcBKi8ZDSDZDiEnISPcQac2UOmNm47AyZSxsBJzy7ZFki4LokYGQd4LEwKXoNXGVlTQ?key=q_pRIj-m7VILMf81XeXl3o59

Fonte [Figura 2]: ITTMANN, M. Anatomy and Histology of the Human and Murine Prostate. Cold Spring Harbor Perspectives in Medicine, v. 8, n. 5, 1 maio 2018.

Seu tamanho e funcionalidade são estimulados pelo hormônio testosterona, produzido nas células intersticiais de Leydig nos testículos. Na próstata, a testosterona é convertida pela enzima 5 alfa-redutase em DHT (di-hidrotestosterona) e essa por sua vez se liga na proteína AR formando um complexo AR-DHT levando a ativação das células da glândula e consequentemente a proliferação e crescimento.

O câncer de próstata é uma doença causada por mutações genéticas capazes de permitir uma proliferação descontrolada das células da glândula, perdendo a resposta aos fatores inibitórios, aumentando os vasos sanguíneos da região e tendo uma capacidade de invadir outros tecidos. 

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) houve cerca de 71.730 novos casos de câncer de próstata no Brasil de 2023 a 2025 por ano, sendo o segundo tipo mais incidente em homens no país nesse período.  

Dentre os fatores de risco, destaca-se: sobrepeso e obesidade, idade (acima de 55 anos), histórico familiar, tabagismo e, principalmente, a dieta (INCA, 2019).  

Devido ao aumento de volume no câncer e a posição anatômica da glândula, os sintomas costumam ser ligados a fatores urinários e também, muito parecidos ao da hiperplasia prostática benigna, tais como: retenção urinária, hematúria, demora em começar e terminar de urinar, diminuição do jato de urina, noctúria e polaciúria (INCA, 2019).

O diagnóstico do câncer pode ser realizado através da suspeita levantada pelo exame de toque retal e alteração na dosagem de PSA. Porém, somente a biópsia pode confirmar o diagnóstico.

Por meio da biópsia pode-se realizar a graduação histológica do tecido pelo sistema de Gleason (Figura 3), com a escala pode-se informar a taxa de crescimento da glândula e traçar um possível tratamento à neoplasia.

Figura 3. Classificação de Gleason

https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXdrsfGC4UK5KEDwUA4qWEUhbZHMxjflOJZT35zLbPr68Vz5YGMwaST4l8oEtc_2OwUP92qd0UT7r-_FbKbSKUTn2n0sMRK608WeiL7CBE6Gry2UWi_EEVBK1cS4OfGmDsxyS-IhfQ?key=q_pRIj-m7VILMf81XeXl3o59

Fonte [Figura 3]: MASSON, E. Annals of Pathology, Vol. 28 (nº5), páginas 350-353, 2008.

Para a realização da graduação o patologista deve graduar de 1 a 5 as duas áreas mais comumente encontradas no tecido e somá-las, tendo um escore de 2 a 10 (Programa Nacional de Controle de Câncer de Próstata, 2002).

Grau 1: São em sua maioria células pequenas, uniformes e organizadas em glândulas regulares, com pouca variação e pouco estroma.

Grau 2: Maior variação no tamanho e forma celular, glândulas frouxamente agrupadas e bordos irregulares.

Grau 3: Células ainda mais variadas, formando glândulas pequenas e dispersas no estroma, podendo ter massas fusiformes ou papilíferas.

Grau 4: Células fusionadas em grandes massas ou glândulas irregulares, com infiltração nos tecidos adjacentes e possível padrão hipernefróide.

Grau 5: Tumor anaplásico, com grandes massas celulares invasivas, possível necrose central e perda da diferenciação glandular.

Com as duas variações de graus mais comuns, realiza-se o Gleason e mostra-se a porcentagem para chance de metástases em 10 anos:

  • Gleason 2 – 4 (bem diferenciado): cerca de 25% de chance.
  • Gleason de 5 – 7 (intermediário): cerca de 50% de chance.
  • Gleason de 8 – 10 (indiferenciado): cerca de 75% de chance.

Segundo os dados do Atlas de Mortalidade de Câncer (SIM) de 2019, cerca de 15.983 homens morreram devido a complicações do câncer de próstata naquele ano. Com isso, devido ao aumento significativo da mortalidade causada por neoplasias na população brasileira, o Ministério da Saúde propôs a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, no objetivo de diminuir tais números ao conscientizar a população sobre os fatores de risco que envolvem essas patologias.

Como exemplo, em 2001 foi instituído pela Lei Nº 10.289 o Programa Nacional de Controle do Câncer de Próstata, objetivando, segundo o Programa, “promover o consenso entre os especialistas nas diversas áreas relacionadas ao câncer da próstata sobre as formas de prevenção, diagnóstico e tratamento desta neoplasia, em todos os seus estágios evolutivos, para subsidiar a implementação do Programa” (Ministério da Saúde, 2002).

Com isso, o presente estudo visa analisar os dados de incidência do câncer maligno de próstata e os perfis epidemiológicos que mais sofrem com tal neoplasia e o número de óbitos anual no período descrito.

2. METODOLOGIA 

Através das informações do PO (Painel Oncológico), por meio do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS) e do e Atlas de Mortalidade por Câncer, nos quais foram acessados entre os meses de Fevereiro e Março de 2025, realizou-se um estudo descritivo, retrospectivo e com abordagem quantitativa da revisão do perfil epidemiológico dos pacientes com câncer maligno de próstata e o número de óbitos da doença. 

A coleta dos dados foi realizada a partir da frequência dos casos de diagnóstico por ano de processamento, região de diagnóstico, faixa etária e por estadiamento no Brasil e do período de Janeiro de 2019 a Dezembro de 2023. 

 As informações coletadas foram tabuladas por meio do programa TABWIN e organizadas por meio do software Excel®, categorizando por meio dos critérios citados acima, levando em consideração a frequência absoluta (n) e relativa (%).

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

    Foram detectados 204.215 casos processados por neoplasia maligna de próstata em todo o Brasil. O ano de 2023 destaca-se com aproximadamente 22,70% dos casos (n = 46.342), seguido de 2022 e 2019, respectivamente, conforme demonstrado na Tabela 1. 

    Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), esta neoplasia é considerada a segunda mais incidente em homens no país e também a segunda que mais causa mortes, atrás apenas do câncer de pulmão.

    TABELA 1. Número de diagnósticos por câncer maligno de próstata por ano de 2019 a 2023, no Brasil.

    Frequência
    201942.354
    202033.744
    202137.874
    202243.901
    202346.342
    TOTAL204.215

    Fonte Tabela 1: DataSUS

    Com relação às regiões de diagnóstico, nota-se que a região Sudeste foi responsável por mais de 50% dos casos (n = 104.407) processados, seguida do Nordeste com 23,72% dos casos (n = 48.441). Em contrapartida, a região Norte foi a que menos apresentou com 3,55% (n = 7.257) do total, conforme a Tabela 2.

    Com relação a sua distribuição, a região que destaca-se no número de diagnósticos nesse período de 2019 a 2023 é a região Sudeste que foi responsável por mais de 50% dos casos (n = 104.407) processados, seguida da Nordeste com 23,72% dos casos (n = 48.441) e Sul. Em contrapartida, a região Norte foi a que menos apresentou com 3,55% (n = 7.257) do total, conforme a Tabela 2. Ademais, a região Centro-Oeste com 5,57% (n = 11.385). Com isso, demonstra-se fortes indícios da falta de medidas de ações preventivas que busquem o rastreio precoce, principalmente nas regiões mais distantes dos centros metropolitanos do país. Contudo, tal fator pode ser evidenciado pela falta de médicos especializados nessas regiões que, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), na região Sudeste existem cerca de 3,76 médicos a cada mil habitantes, em contrapartida, na região Norte existem 1,73 a cada mil habitantes. Dessa forma, evidencia-se que a desproporção de médico e população pode ser crucial no rastreamento precoce de neoplasias como o câncer maligno de próstata. 

    TABELA 2. Número de diagnósticos por câncer maligno de próstata por região no período de 2019 a 2023, no Brasil.

    Frequência
    Norte7.257
    Nordeste48.441
    Sudeste104.407
    Sul32.725
    Centro-Oeste11.385
    TOTAL204.215

    Fonte Tabela 2: DataSUS

    A Figura 4 evidencia que, dos casos apresentados e destacados no Sudeste do país, o estado de São Paulo é o que mais apresentou casos de internação por neoplasia maligna de próstata, tendo uma frequência entre 41.890 – 52.363. Sendo seguida do estado de Minas Gerais com frequência entre 31.418 – 41.890.

    Figura 4. Distribuição espacial dos casos de Câncer maligno de próstata no Brasil

    Com relação a idade, a Tabela 3 evidencia que a faixa etária mais afetada pela neoplasia é entre 65 e 69 anos, correspondendo a aproximadamente 22,55% da amostra total (n = 46.050). Seguidos por 70 a 74 anos (21,56%) e 60 a 64 anos (16,33%), respectivamente.

    Destaca-se também que o número de casos de 0 a 44 anos é reduzido significativamente com relação ao restante das faixas etárias, totalizando apenas 0,36% dos casos (n = 755).

    Sumariamente, a partir dos 55 anos os casos da neoplasia sobem expressivamente até os 80 anos ou mais, onde há uma redução dos casos. Tal achado corrobora com os fatores de riscos apresentados no estudo, uma vez que a partir dos 55 anos, o paciente é mais suscetível à neoplasia.

    TABELA 3. Número de diagnóstico por câncer maligno de próstata por faixa etária no período de 2019 a 2023, no Brasil.

    Frequência
    0 – 19 ANOS66
    20 – 24 ANOS41
    25 – 29 ANOS45
    30 – 34 ANOS48
    35 – 39 ANOS105
    40 – 44 ANOS450
    45 – 49 ANOS1.970
    50 – 54 ANOS7.178
    55 – 59 ANOS18.523
    60 – 64 ANOS33.364
    65 – 69 ANOS46.050
    70 – 74 ANOS44.042
    75 – 79 ANOS31.283
    80 ANOS OU MAIS21.050
    TOTAL204.215

    Fonte Tabela 3: DataSUS

    O estadiamento da neoplasia maligna de próstata apresenta números bem distribuídos entre grau II, III e IV (14,58% – 17,39%). Além de um número expressivo de casos ignorados com 22,84% (n = 46.645).

    TABELA 4. Número de diagnósticos por câncer maligno de próstata por estadiamento no período de 2019 a 2023, no Brasil.

    Frequência
    06.648
    111.998
    235.519
    329.786
    434.838
    Não se aplica38.781
    Ignorado46.645
    TOTAL204.215

    Fonte Tabela 4: DataSUS

    Em relação aos óbitos não há tanta discrepância em relação aos dados por ano. Em 2023 tivemos o maior número de casos representando 20,93% (n = 17.093). Por outro lado, o ano de 2019 foi o que menos apresentou mortes, com 19,57% (n = 15.983), como representado na Tabela 5.

    TABELA 5. Número de óbitos por câncer maligno de próstata no período de 2019 a 2023, no Brasil.

    ÓBITOS
    201915.983
    202015.841
    202116.300
    202216.429
    202317.093
    TOTAL81.646

    Fonte Tabela 5: DataSUS e SIM (Atlas de Mortalidade de Câncer)

    Com isso, outro ponto importante a ser ressaltado são que os óbitos no Brasil apresentam quase 47 mortes por dia devido ao câncer de próstata se levado em consideração o ano de 2023 (Ministério da Saúde, 2023).

    Sendo assim, esta neoplasia é considerada um problema à saúde pública, se tornando relevante, prioritária e necessitando de medidas de ações preventivas que busquem o rastreio e o tratamento especializado de forma precoce, principalmente na atenção primária à saúde e nas regiões distantes das principais metrópoles, a fim de reduzir os casos graves da doença e, consequentemente, a diminuição dos casos de internação e óbitos no país.

    O estudo visou traçar o perfil dos paciente diagnosticados com câncer maligno de próstata, verificando suas características e regiões de diagnóstico, demonstrando a relação entre diversos fatores com o estadiamento e verificando possíveis motivos para a redução de seu rastreamento ao longo do tempo, bem como características dos pacientes que apresentaram o diagnóstico.

    4. CONCLUSÃO

    O presente estudo constatou a relevância da análise epidemiológica do câncer maligno de próstata e sua necessidade como questão prioritária de saúde pública visto seus elevados números de internações e óbitos em todo Brasil ao longo do período analisado. 

    Ademais, mesmo com políticas públicas que visam a conscientização da população a respeito dos fatores de risco, os números de casos não tiveram uma expressiva mudança durante os anos estudados, demonstrando a necessidade de aprimorar estratégias que diminuam a incidência e que aumente a detecção e tratamento precoces. 

    Portanto, com os dados apresentados, é fundamental que as políticas públicas, principalmente voltadas à atenção primária à saúde, destacando áreas afastadas das grandes metrópoles, realizem o rastreio e tratamentos adequados para o câncer maligno de próstata. Além de continuar promovendo a conscientização dos fatores de risco voltados à doença prevalentes na Lei nº 10.289 de 2001.

    Tais medidas são capazes de diminuir a morbimortalidade desta neoplasia tão frequente no país, melhorar a qualidade de vida dos homens e, consequentemente, contribuir para um sistema de saúde mais equitativo e igualitário.

    REFERÊNCIAS

    AMERICAN CANCER SOCIETY. What Is Prostate Cancer?, 2023. Disponível em: https://www.cancer.org/cancer/types/prostate-cancer/about/what-is-prostate-cancer.html. Acesso em 27 fev.2025.

    ITTMANN, Michael. Anatomy and Histology of the Human and Murine Prostate. PubMed, 8 maio 2018. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5932577/.Acesso em 27 fev.2025.

    ESTATÍSTICAS de câncer. Instituto Nacional de Câncer – INCA, 18 jul. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros. Acesso em: 26 fev. 2025.

    NOVEMBRO Azul 2023. Instituto Nacional de Câncer – INCA, 8 nov. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/campanhas/2023/novembro-azul. Acesso em: 27 fev. 2025.

    CÂNCER de Próstata. Instituto Nacional de Câncer – INCA, 16 ago. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/prostata. Acesso em: 27 fev. 2025.

    CÂNCER de próstata: vamos falar sobre isso?. . Instituto Nacional de Câncer – INCA, 2019. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/cartilha_cancer_prostata_nov2019_3areimp_2022_visualizacao.pdf. Acesso em: 27 fev. 2025.

    MASSON, E. Annals of Pathology, Vol. 28 (nº5), páginas 350-353, 2008. Disponível em: https://archives.uness.fr/sites/campus-unf3s-2015/UNF3Smiroir/campus-numeriques/urologie/enseignement/urologie_9/site/html/cours.pdf. Acesso em: 26 fev. 2025.

    PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO CÂNCER DA PRÓSTATA DOCUMENTO DE CONSENSO, 2001. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cancer_da_prostata.pdf. Acesso em: 27 fev.2025.

    Portal Médico. Estudo mostra que a população de médicos no mínimo dobrou na maioria dos estados brasileiros, 2018. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/noticias/dados-mostram-que-a-populacao-de-medicos-no-minimo-dobrou-na-maioria-dos-estados-brasileiros. Acesso em: 28 fev.2025.

    Ministério da Educação. NOVEMBRO Azul: Combate ao Câncer de Próstata, 2020. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/campanhas/novembro_azul. Acesso em: 28 fev. 2025.

    CASA CIVIL. LEI nº 10289, de 20 de setembro de 2001. Disponível em: http://planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10289.htm.  Acesso em: 25 fev. 2025.

    TRANFERÊNCIA DE ARQUIVOS. PO – PAINEL ONCOLÓGICO. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/transferencia-de-arquivos/#. Acesso em: 25 fev. 2025.

    ATLAS On-line de Mortalidade. Instituto Nacional de Câncer – INCA. Disponível em: https://www.inca.gov.br/app/mortalidade. Acesso em: 26 fev. 2025.


     1Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: radepavieira@hotmail.com;
     2Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: olegariogu@icloud.com;
     3Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: gmartelottefaria@gmail.com;
     4Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: rafael.paivacouto@gmail.com;
     5Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: felipe-pace@hotmail.com;
    6Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: vilas.gui@gmail.com;
     7Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: thiagoaalmeida9@hotmail.com;
     8Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: gabriel.lago455zamai@gmail.com;
     9Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail:  pedro_211205@hotmail.com;
     10Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail:  marcelocsprado.03@gmail.com;
     11Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: gustavo.vilella10@gmail.com;
     12Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: gabrielncbl@gmail.com;
    13Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: delabio.lucas1@gmail.com;
     14Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: enzoliralorenzi@gmail.com;
     15Discente do Curso Superior de Medicina do Instituto Faculdade de Medicina de Taubaté Campus Bom Conselho e-mail: giovannalimaramos1@gmail.com