CORRELATION BETWEEN SCREEN TIME EXPOSURE AND DIGITAL EYE STRAIN SYMPTOMS IN MEDICAL STUDENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202511270956
Sonaldo Marcos Vieira Barbosa1
Irenides Simões dos Santos2
RESUMO
A astenopia digital, também conhecida como Computer Vision Syndrome (CVS) ou Digital Eye Strain (DES), tem se tornado um problema crescente entre estudantes universitários, especialmente aqueles do curso de Medicina, cuja rotina demanda uso intensivo de dispositivos eletrônicos. Esta revisão integrativa teve como objetivo identificar a prevalência, os principais fatores associados e as consequências da astenopia digital em estudantes de Medicina. A busca foi realizada nas bases PubMed, SciELO e Web of Science, resultando em 25 estudos incluídos após aplicação dos critérios de elegibilidade. Os achados evidenciam que a prevalência de CVS entre estudantes de Medicina varia de 54% a 82,5%, sendo o tempo de exposição às telas — geralmente superior a 5–6 horas diárias — o principal fator associado aos sintomas. Fatores modificáveis como ergonomia inadequada, ausência de pausas, brilho excessivo da tela, distância de visualização e uso de dispositivos múltiplos também influenciam significativamente a gravidade dos sintomas. Além dos impactos oculares, alguns estudos relataram associação com desconfortos musculoesqueléticos, reforçando a necessidade de abordagem ampla sobre saúde ocupacional. Entretanto, limitações metodológicas, como desenhos transversais e uso de autorrelato, restringem a generalização dos resultados. Conclui-se que a astenopia digital é um problema de alta prevalência e relevância clínica entre estudantes de Medicina, indicando a urgência de estratégias preventivas, programas educativos e futuras pesquisas longitudinais que avaliem intervenções ergonômicas e comportamentais.
Palavras-chave: Astenopia digital. Exposição a telas. Estudantes de Medicina. Saúde ocular. Revisão sistemática.
1. INTRODUÇÃO
O uso de dispositivos digitais como computadores, smartphones, tablets e notebooks tornou-se essencial para o acesso a conteúdo acadêmico, atividades remotas, leitura de artigos científicos, participação em teleaulas e acesso a ambientes virtuais de aprendizagem. Embora tais recursos ofereçam facilidades e ampliem oportunidades de acesso ao conhecimento, também têm provocado preocupações crescentes sobre os possíveis impactos à saúde visual, especialmente quando utilizados por longos períodos (KAUR, 2022).
O uso prolongado de telas tem sido associado ao desenvolvimento da astenopia digital, também conhecida como síndrome da visão do computador. Trata-se de um conjunto de sintomas decorrentes da sobrecarga ocular durante atividades visuais em curtas distâncias, especialmente em dispositivos eletrônicos. Tais sintomas incluem ressecamento ocular, ardência, prurido, visão dupla, visão turva, fotofobia e cefaleia (BHATNAGAR et al., 2024). A fadiga visual digital é definida como resultado da combinação de fatores ergonômicos inadequados, iluminação deficiente, baixa taxa de piscamento durante o uso de telas e tempo prolongado de exposição (GUSHGARI et al., 2024). Em muitos casos, esses sintomas podem comprometer o desempenho acadêmico e a qualidade de vida dos estudantes, especialmente daqueles submetidos a cargas intensas de estudo, como os estudantes de Medicina.
Tais preocupações têm motivado pesquisas recentes que investigam a relação entre o uso prolongado de telas e o aparecimento de sintomas de astenopia entre universitários, incluindo estudantes de diversas áreas, como Engenharia, Direito e Ciências Biológicas. No entanto, estudos sugerem que estudantes de Medicina representam um grupo particularmente vulnerável, devido ao volume de leitura diária, à exigência de uso intensivo de recursos tecnológicos e ao acesso contínuo a plataformas digitais ao longo da formação acadêmica (Braga; Monteiro; Fachin, 2023)Além disso, a pandemia de COVID-19 intensificou drasticamente essa exposição, uma vez que as atividades remotas tornaram-se regra, ampliando o tempo de tela e potencializando riscos de fadiga visual (KAUR, 2022).
A relevância do tema torna-se ainda maior quando se observa que, apesar da ampla utilização de dispositivos digitais no meio acadêmico, muitos estudantes desconhecem medidas preventivas simples, como pausas regulares, ajustes ergonômicos e cuidados com a iluminação do ambiente. Dessa forma, compreender a correlação entre tempo de exposição às telas e sintomas de astenopia torna-se fundamental para a promoção da saúde ocular e para a prevenção de danos visuais progressivos que podem comprometer a formação e o desempenho desses estudantes. O estudo se justifica pela relevância crescente da saúde ocular no contexto digital, pela necessidade de compreender a magnitude do problema entre estudantes da área da saúde e pela escassez de revisões sistemáticas voltadas especificamente para a população de estudantes de Medicina.
Assim, o objetivo desta pesquisa é analisar a correlação entre o tempo de exposição às telas e a presença de sintomas de astenopia digital em estudantes de Medicina. Como objetivos específicos, pretende-se: identificar a prevalência de sintomas de astenopia entre estudantes de Medicina; avaliar o tempo médio de exposição às telas nesses estudantes; examinar a associação estatística entre tempo de tela e sintomas visuais; e apontar lacunas na literatura e sugerir recomendações para prevenção da fadiga visual digital.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1 Astenopia digital: conceitos e mecanismos
A astenopia digital, também denominada Digital Eye Strain (DES), é caracterizada por um conjunto de sintomas visuais e oculares decorrentes do uso prolongado de dispositivos digitais, como computadores, smartphones e tablets. Nos últimos cinco anos, diversos estudos têm demonstrado que a combinação entre esforço acomodativo contínuo, fixação visual prolongada em curtas distâncias e redução significativa da taxa de piscamento são os principais mecanismos fisiológicos envolvidos no desenvolvimento da condição ( Leles et al., 2024).
De acordo com Kaur et al. (2022), a taxa de piscamento pode reduzir-se em até 50–60% durante atividades intensas em telas, o que provoca instabilidade do filme lacrimal e acelera sua evaporação, contribuindo para ressecamento, ardor, sensação de areia e desconforto ocular. Além disso, o esforço de convergência necessário para manter o foco próximo por várias horas aumenta a tensão dos músculos extraoculares, podendo resultar em cefaleia e fadiga visual ao final do dia.
Estudos recentes destacam ainda o papel de fatores ambientais e ergonômicos, como brilho excessivo, reflexos na tela, baixa taxa de contraste e postura inadequada, que podem exacerbar os sintomas ao aumentar a carga visual e neuromuscular associada ao uso digital prolongado (Hassan et al., 2023; Gushgari et al., 2024).
2.2 Tempo de tela entre estudantes universitários
Com a expansão das tecnologias digitais no ensino superior, estudantes universitários passaram a apresentar picos históricos de tempo de exposição diária às telas. A literatura recente revela que os estudantes de Medicina se destacam entre os grupos acadêmicos com maior carga de uso, frequentemente ultrapassando 8 a 10 horas diárias de exposição a dispositivos eletrônicos (Coronel-Ocampos et al., 2022;). Essa carga inclui a participação em aulas virtuais, leitura de artigos científicos, uso de simuladores clínicos, aplicativos educacionais e produção de trabalhos acadêmicos.
Pesquisas recentes enfatizam que, mesmo após o retorno das atividades presenciais, o comportamento hiperconectado dos estudantes não retrocedeu aos níveis pré-pandêmicos, indicando a consolidação de um novo paradigma educacional baseado no uso contínuo de recursos digitais (Bhatnagar et al., 2024). Essa ampliação da dependência tecnológica tem sido apontada como um dos principais fatores associados ao aumento dos indicadores de astenopia digital na população acadêmica.
2.3 Prevalência de sintomas entre estudantes de Medicina
A prevalência de sintomas de astenopia digital entre estudantes de Medicina tem sido consistentemente elevada nos últimos cinco anos, situando-se acima de 70% em diferentes contextos educacionais. Coronel-Ocampos et al. (2022), em estudo com estudantes de Medicina no Paraguai, identificaram prevalência de 82,5% para Computer Vision Syndrome (CVS), com forte associação entre maior tempo de tela e intensidade dos sintomas. Resultados semelhantes foram encontrados por Hassan et al. (2023), que documentaram prevalências entre 65% e 90% em amostras de estudantes da área da saúde, especialmente entre aqueles expostos a jornadas acadêmicas extensas.
Os sintomas mais frequentemente relatados incluem visão turva, cefaleia, desconforto ocular, ardor, fotofobia, lacrimejamento excessivo e dificuldade de manter o foco em tarefas prolongadas. Revisões publicadas em 2022 e 2024 demonstram que visão turva é relatada por 70–85% dos estudantes, cefaleia por 60–80%, ressecamento ocular por 55–75% e ardor por 58–73% (Binda et al., 2025). Esses achados indicam que a astenopia digital é um fenômeno altamente prevalente e clinicamente relevante nessa população, especialmente devido à sobrecarga visual constante durante o curso de Medicina.
3. METODOLOGIA
O presente estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, cujo objetivo foi sintetizar e analisar o conhecimento científico disponível sobre a relação entre tempo de exposição a telas e sintomas de astenopia digital em estudantes de Medicina. A revisão integrativa permite reunir evidências de diferentes tipos de estudos, promovendo uma compreensão abrangente do fenômeno e identificando lacunas de pesquisa (Souza, Silva & Carvalho, 2010).
A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed, SciELO, LILACS e Web of Science, abrangendo estudos publicados nos últimos cinco anos (2020–2025). Foram utilizados os seguintes descritores em inglês e português: computer vision syndrome, digital eye strain, screen time, medical students, astenoopia digital, estudantes de Medicina, combinados por operadores booleanos “AND” e “OR”.
Os critérios de inclusão foram: estudos originais, revisões sistemáticas ou artigos de pesquisa transversal, publicados em inglês, espanhol ou português, que abordassem especificamente estudantes de Medicina e relacionassem tempo de tela e sintomas visuais ou astenopia digital. Por outro lado, foram excluídos: estudos com população não universitária; relatos de caso, editoriais, cartas ao editor e literatura cinzenta e estudos com dados insuficientes sobre tempo de tela ou sintomas de astenopia.
A análise foi realizada de forma qualitativa e quantitativa quando possível, integrando os resultados em um quadro conceitual que permitiu discutir as relações entre exposição digital e sintomas visuais, bem como os fatores ergonômicos e ambientais que influenciam a manifestação da astenopia digital
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
4.1 Síntese dos achados
A revisão integrativa dos estudos selecionados evidenciou que a astenopia digital (CVS/DES) é altamente prevalente entre estudantes de Medicina, com sintomas que variam de visão turva, cefaleia, ardor ocular, ressecamento e dificuldade de foco prolongado a manifestações musculoesqueléticas relacionadas ao uso prolongado de telas. Os achados indicam forte associação entre tempo diário de exposição a telas e intensidade dos sintomas, além de fatores ergonômicos e ambientais modificáveis.
4.1.1 Prevalência de astenopia digital em estudantes de Medicina
A prevalência de sintomas compatíveis com CVS/DES varia entre 54% e 82,5% nos estudos analisados. Por exemplo, Prajapati et al. (2025) reportaram 54% de prevalência, enquanto Coronel-Ocampos et al. (2022) encontraram 82,5%. Esses dados evidenciam que mais da metade dos estudantes de Medicina apresenta sintomas visuais relacionados ao uso de telas, tornando a condição um problema relevante de saúde ocupacional acadêmica.
4.1.2 Tempo de exposição e correlação com os sintomas
A maioria dos estudos indicou associação significativa entre longas horas de uso diário de telas (tipicamente acima de 5–6 horas) e a presença ou gravidade dos sintomas. Em Barros et al., (2022)a média de tempo aumentou para mais de 5 horas diárias durante a pandemia, correlacionando-se com escores elevados de DES. Prajapati et al. (2025) mostraram que mais de 59% dos estudantes utilizavam telas por mais de 6 horas diárias, com forte associação a CVS. Nascimento et al.( 2022) observaram que alunos que passavam ≥4 horas em frente a telas relataram maior frequência de sintomas visuais, enquanto aqueles com ≥8 horas relataram todos os sintomas pelo menos uma vez.
4.1.3 Fatores de risco modificáveis
Santos et al. (2022)demonstraram que estudantes que realizavam pausas a cada 20 minutos apresentaram taxas menores de CVS e estudantes com miopia ou que utilizavam lentes relatavam maior prevalência de sintomas. Morato et al.(2023) evidenciaram que distância de visualização, brilho da tela e postura adequada influenciam a intensidade dos sintomas e o Uso de múltiplos dispositivos (Smartphones e tablets) foram frequentemente citados como causadores de desconforto, e diferentes dispositivos parecem impactar a ocorrência de sintomas de modos distintos.
O estudo de Almutairi et al. (2024) destacou que o uso prolongado de telas está relacionado não apenas a sintomas visuais, mas também a dor cervical e desconforto musculoesquelético, indicando que os efeitos da exposição digital incluem saúde postural e bem-estar geral.
4.2 Discussão
Os achados desta revisão indicam que a astenopia digital é um problema de saúde altamente prevalente entre estudantes de Medicina, com mais de 50% dos alunos afetados em todos os estudos analisados. A forte associação com tempo de exposição a telas sugere que a formação médica, que exige leitura extensiva de artigos, aulas online e uso de dispositivos digitais, aumenta o risco de CVS/DES.
Fatores modificáveis, como pausas regulares, ajustes ergonômicos e correção óptica, surgem como alvos promissores de intervenção preventiva. Além disso, a relação entre tempo de tela elevado e dor cervical reforça que os efeitos não se limitam à visão, mas incluem saúde musculoesquelética, impactando bem-estar e desempenho acadêmico.
No entanto, os estudos possuem limitações metodológicas importantes: todos são transversais, baseados em autorrelato, com instrumentos variados para medir CVS/astenopia, o que dificulta comparações diretas. Potenciais vieses de memória e autoseleção dos participantes também podem distorcer os resultados. Além disso, a maioria das pesquisas foi conduzida em regiões específicas (Índia, Paraguai, Paquistão, Arábia Saudita), limitando a generalização para outras populações estudantis.
Essas limitações reforçam a necessidade de estudos longitudinais, com medições objetivas de tempo de tela, frequência de piscamento e avaliação clínica do filme lacrimal, para mapear a evolução dos sintomas e testar intervenções ergonômicas ou educacionais. Campanhas de conscientização nas faculdades de Medicina sobre prevenção da astenopia digital como pausas programadas, regra 20-20-20 e ergonomia adequada, também são recomendadas como parte da saúde ocupacional dos futuros profissionais.
5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A revisão integrativa evidencia que a astenopia digital (CVS/DES) é altamente prevalente entre estudantes de Medicina, afetando mais da metade dos alunos estudados. Os sintomas mais relatados incluem visão turva, cefaleia, ardor ocular, ressecamento, dificuldade de foco prolongado e, em alguns casos, desconforto musculoesquelético, como dor cervical. A análise dos estudos aponta que o tempo prolongado de exposição a telas, geralmente superior a 5–6 horas diárias, é o principal fator associado à intensidade dos sintomas.
Além disso, fatores ergonômicos e ambientais modificáveis, como postura inadequada, brilho excessivo da tela, distância incorreta e ausência de pausas, potencializam o risco de astenopia digital. Intervenções preventivas, como a regra 20-20-20, pausas programadas, ajustes ergonômicos e correção óptica, mostraram-se eficazes na redução dos sintomas e são recomendadas para estudantes de Medicina.
Apesar da prevalência significativa e das evidências de associação, a maioria dos estudos analisados apresenta limitações metodológicas, como desenho transversal, autorrelato e instrumentos variados para avaliação de CVS. Essas restrições apontam para a necessidade de pesquisas longitudinais e objetivas, capazes de investigar a causalidade, mensurar de forma precisa o tempo de tela e avaliar o efeito de estratégias preventivas a longo prazo.
Por fim, os achados ressaltam a importância de estratégias de conscientização e educação nas instituições de ensino médico sobre os riscos da astenopia digital e medidas preventivas, promovendo saúde visual e bem-estar acadêmico, e contribuindo para a formação de futuros profissionais mais conscientes quanto à ergonomia e à saúde ocupacional.
REFERÊNCIAS
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1Médico, pela Universidade Internacional Três Fronteiras e-mail: nome@provedor.com.br
2Médica, pela Universidade de Aquino – UDABOL e-mail: nome@provedor.com.br
