REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511170701
Christian Thiago Santos Silva; Emily Santos Lima; Gabriel Raniere Lima Barbosa; Raiane Isis de Jesus Correia Nobre; Samara do Nascimento Cardoso1; Orientador(a): Lorena M. Andrade2
RESUMO
O presente artigo trata-se de uma revisão bibliográfica acerca dos impactos negativos do uso inadequado de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) com ênfase na população brasileira como objeto de estudo. Os medicamentos anti inflamatórios não esteroides (AINEs), entre os medicamentos mais populares e conhecidos por serem eficazes em dores, febre ou processos inflamatórios, são as terapias mais comumente prescritas em todo o mundo. O objetivo deste relatório é ilustrar os riscos de uso indevido, abuso e dependência relacionados aos AINEs, analisando suas consequências mais relevantes com referência especial à necessidade de orientação adequada no nível educacional farmacêutico e médico na prescrição/distribuição. Resultados: Foi afirmado que o tratamento com AINEs é tanto eficiente quanto seguro (se usado corretamente), mas o uso crônico em altas doses ou para certas pessoas é um fator de risco em relação às suas complicações. Também foi determinado que a falta de conhecimento e a facilidade para a automedicação explicam a falsa segurança entre os consumidores. Conclusão: O uso indiscriminado de AINEs no Brasil é frequente, impulsionado pela automedicação e pela falta de orientação adequada, o que gera riscos clínicos relevantes. Nesse contexto, a educação em saúde e a atuação dos farmacêuticos têm papel fundamental na disseminação de informações e no controle de danos, sendo essencial a cooperação entre profissionais de saúde e pacientes para promover o uso racional e seguro desses medicamentos.
Palavras-Chave: Anti-inflamatórios não esteroides; AINEs; automedicação; uso irracional
1. INTRODUÇÃO
Em 1897, mais de dois séculos atrás, Hoffman da renomada empresa Bayer desenvolveu o primeiro anti-inflamatório não esteróide (AINE): a Aspirina® (AAS). Desde então, novos medicamentos capazes de reduzir a inflamação e os sintomas que ela desencadeia como dor e febre, foram descobertos e desenvolvidos até chegar na grande gama de medicamentos pertencentes a esta classe atualmente. Os AINEs consistem numa classe de fármacos empregada no manejo da dor, inflamação e febre, e estão entre os medicamentos mais consumidos no mundo devido à sua eficácia (Castro e Andrade, 2023). Entre os representantes mais conhecidos dessa classe, estão os seguintes fármacos: Ácido acetilsalicílico (AAS), Ibuprofeno, Naproxeno, Diclofenaco, Piroxicam, Meloxicam, Nimesulida, Cetoprofeno, entre outros (Rodrigues, Santos e Mendonça, 2023).
Os AINEs se destacam por atuar em três frentes terapêuticas fundamentais: Ação analgésica, ação anti-inflamatória e ação antipirética. Eles são comumente utilizados para tratar dores agudas e crônicas, como osteoartrite, dores musculoesqueléticas, cefaleia, dor orofacial, osteoartrite, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, bursite e dores associadas a dismenorreia (Sohail et al., 2023). O mecanismo de ação desta classe, de modo geral, consiste em inibir as isoenzimas ciclooxigenases (COX 1 e 2), interferindo na conversão do ácido araquidônico em prostaglandinas E2, prostaciclinas e tromboxanos (substancias mediadoras da inflamação, dor e febre) (Lucas et al., 2019).Embora muito eficazes, os AINEs acarretam uma série de efeitos adversos sérios quando utilizados de forma inadequada ou prolongada, especialmente pelos não seletivos, como lesões gastrointestinais devido a inibição da COX-1, que ocasiona a redução da síntese de prostaglandinas protetoras da mucosa, e predispõe a úlcera peptídica (Cavalcanti et al., 2023), comprometimento renal, que pode resultar em insuficiência renal aguda e acelerar a progressão de doença renal crônica em pacientes predispostos (Avelar et al. 2025), e no sistema cardiovascular ele está associado a riscos de hipertensão arterial, eventos trombóticos e aumento do risco de infarto do miocárdio (Marques et al., 2022).
No contexto brasileiro, a situação é particularmente relevante, uma vez que muitos AINEs estão disponíveis como medicamentos isentos de prescrição (MIPs), facilitando o acesso e a automedicação. Apesar do papel dos AINEs, na farmacoterapia da dor, febre e inflamação, o seu uso irracional representa um risco considerável a saúde pública. No grupo de idosos, os riscos se acentuam com fatores como polifarmácia, alterações metabólicas e presença de comorbidades. O uso crônico é identificado e relacionado a hemorragia gastrointestinal, falência renal e interações com anticoagulantes (Junior e Uhlman, 2021). Além das repercussões clínicas individuais, o uso irracional de AINEs acarreta impacto coletivo, refletido em aumento de hospitalizações, custos ao sistema público de saúde e mortalidade evitável. Silva et al. (2024) ressalta que a automedicação permanece um desafio, alimentada por fatores culturais e pelo acesso facilitado aos medicamentos. Dessa forma, compreender os determinantes do uso irracional de AINEs e suas consequências clínicas é fundamental para embasar políticas públicas, fortalecer estratégias de conscientização da população e orientar práticas terapêuticas mais seguras. Considerando as lacunas identificadas na literatura, este artigo tem como objetivo revisar criticamente os estudos recentes sobre os riscos associados ao uso indiscriminado de anti-inflamatórios não esteroide (AINEs), evidenciando suas complicações e possíveis estratégias preventivas.
2. METODOLOGIA
2.1 Modelo de estudo:
O presente artigo configura-se como uma revisão bibliográfica de outros estudos que revisam a literatura e alguns estudos transversais do uso irracional de AINEs no público brasileiro.
2.2 Critérios de seleção:
Foram selecionados vinte e cinco artigos ao total nas fontes relatadas, dos quais nove foram qualificados e usados neste estudo. Como requisito de qualificação de inclusão, foi selecionado estudos de revisão bibliográfica e estudos transversais que se enquadrem no tema, dos últimos cinco anos, sem filtro para idioma.
Dentre todos os artigos selecionados, foram descartados estudos que ultrapassaram a margem máxima de 5 anos e/ou não continham informações que agregassem ao tema em discussão.
As palavras-chave utilizadas nos bancos de dados para realizar esta pesquisa foram: automedicação, AINEs, Anti-inflamatório não esteroides, uso irracional, uso indiscriminado, MIPs, automedicação responsável.
2.3 Fontes bibliográficas:
A construção deste artigo foi realizada através da retirada de artigos contidos no banco de dados das seguintes ferramentas: SciELO, Google Acadêmico e Pubmed.
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Os achados deste estudo revelaram um elevado índice de uso indiscriminado de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) entre a população brasileira, em consonância com a tendência observada em outros países. Os AINEs compõem uma das classes de medicamentos mais utilizadas no mundo e representam a mais vendida no Brasil (Castro e Andrade, 2023; Marques et al., 2022).
De acordo com Marques, os brasileiros fazem uso recorrente de medicamentos sem prescrição, evento conhecido como automedicação, fato determinado por uma pesquisa do CFF em 2019, apontando que cerca de 77% dos entrevistados tinham o hábito de se automedicar. A automedicação pode trazer inúmeras consequências ao organismo, como interação medicamentosa (reação significativa entre duas substâncias), intoxicação, entre outros. Os AINES constituem uma classe prescrita para tratamento como distúrbios musculoesqueléticos, artrite reumatoide, fibromialgia, dor neuropática e são utilizados sem prescrição no caso de queixas menos graves. A venda de AINEs, no Brasil, ocorre em mais de 70% de vezes sem prescrição, fator determinante para o uso indiscriminado (Marques et al., 2022).
Sabendo de toda a sua importância por ser uma classe de excelente custo benefício no tratamento de dores e inflamações de doenças crônicas ou agudas, Junior e Ulhman defendem que os AINEs devem ser prescritos com mais cautela e orientação específica para cada individualidade de cada paciente, priorizando os de idade avançada. Defendem também a restrição dessa classe de medicamento, pois o fácil acesso a essa classe em drogarias favorece o uso indiscriminado e agravamento do quadro geral de saúde, principalmente em idosos, que quando são polifarmácia, há um aumento significativo de interações medicamentosas.
A resposta aos AINEs podem variar em diferentes aspectos como a idade avançada, insuficiência renal crônica, e precedente clínicos cardiovasculares, além disso deve-se considerar as diferentes populações na pratica clínica, pois todos esses fatores são determinantes para eventos adversos graves. Deste modo, é importante avaliar as características de cada um, e manter-se sempre atualizado no que tange à literatura do assunto.O ideal é que sejam conideradas alternativas menos prejudiciais para minimizar os riscos relacionados ao uso prolongado dessa classe. (Avelar et al., 2025)
Em relação ao coletivo, é importante que os profissionais de saúde recebam treinamento adequado para o diagnóstico e manejo de problemas relacionados aos AINEs. O profissional farmacêutico é importante em drogarias para fornecer a devida orientação aos clientes sobre o uso correto dos AINEs e informar os possíveis efeitos colaterais e danos sistemicos que essa classe pode causar. (Castro e Andrade, 2023)
Deve ser unanime a concordância dos profissionais de saúde e sua participação ativa com o uso racional de medicamentos com ênfase nos AINEs, por tratar-se, de acordo com Castro, da classe de medicamento mais vendida no Brasil. Os profissionais tem suas ferramentas para agir, e uma orientação adequada no ato da prescrição, administração ou dispensação deve ser padrão entre os profissionais, ainda mais tratando-se de uma nação cujo índice de automedicação é elevado. A atualização da literatura sobre estudos frequentes de interação medicamentosa para profissionais de saúde também faz-se importante. (Junior e Ullmann, 2021)
Principais efeitos adversos:
Efeitos adversos são efeitos indesejados que podem ocorrer quando um fármaco é administrado. De modo geral, nenhum fármaco é absolutamente específico á um determinado receptor, e a interação de um fármaco com outros receptores de tecidos de órgãos que não são o alvo causa reações indesejadas, ou, efeitos adversos.
Com o passar dos anos, os efeitos dos AINEs no trato gastrointestinal (TTGI) tem sido o centro dos estudos de efeitos adversos por pesquisadores, por se tratar do sistema mais afetado pela população de forma geral. Entretanto, outros sistemas também são afetados pelos AINEs, e as pesquisas dos efeitos tóxicos dessa classe de medicamentos em outro sistema vem aumentando ao longo das últimas décadas. De acordo com Sohail e Cavalcanti, os principais sistemas afetados pela ação dos AINEs são os sistemas gastrointestinal, cardiovascular, renal, biliar e hematológico. Importante ressaltar que os AINEs se configuram como classificação de risco D, e portanto, seu uso deve ser evitado por gestantes. (Castro e Andrade, 2023)
No que tange o trato gastrointestinal, o uso prolongado de AINEs pode causar gastrite devido à exposição crônica do revestimento da mucosa. Os sintomas de lesões no TGI variam de leves como dispepsia (que em sua própria controvérsia, além de ser o um dos efeitos colaterais mais comum, também é um efeito gerado pela descontinuação prematura do medicamento.), refluxo, gastroesofágico, náusea e dor abdominal, à graves como sangramento, perfuração e gastrite.
O mecanismo dos AINEs não seletivos consiste em inibir a síntese de prostaglandinas do tipo E2, entretanto ela além de participar da resposta inflamatória, também possui efeito gastroproteror por aumentar a síntese do muco que reveste e protege a parede estomacal dos riscos de danos que o ácido clorídrico (HCL) pode causar ao estomago. O HCL, considerado agente prejudicial à mucosa estomacal, pode causar danos categorizados como erosão, quando há perda parcial da mucosa, ou úlcera, que é quando há perda total da mucosa e exposição à submucosa subjacente. (Sohail et al, 2023)
Frente a esses efeitos causados pela COX-1, foram desenvolvidos fármacos seletivos da COX-2 como alternativa com menor toxicidade intestinal, primeira escolha para pacientes com patologia no TGI. Entretanto, apesar dos inibidores seletivos da COX-2 causarem menor incidência de efeitos adversos no TGI, eles podem causar diminuição da atividade protetora contra a invasão de microrganismos, como a H. Pylori, e a perda da capacidade de cicatrização em pacientes que já apresentaram úlceras. (Cavalcante et al., 2023)
Tratando-se do sistema cardiovascular, a inibição seletiva da enzima COX-2 pode levar a complicações cardiovasculares pela inibição de prostaciclinas relacionadas aos mediadores da vasodilatação, inibição da agregação plaquetária e regulação do tromboxano. Esse mecanismo dificulta o processo de vasodilatação (efeito vasoconstritor) e inibe a agregação plaquetária. Simultaneamente, o tromboxano permanece sendo sintetizado pela degradação do ácido araquidônico pela COX-1, que não é inibido pelos AINEs seletivos da COX-2. A consequência é efeitos adversos cardiovasculares e trombóticos, e o risco aumenta quando se trata de pacientes com fatores de risco para trombose. (Cavalcante et al., 2023)
O Mecanismo relacionado ao aumento da pressão arterial é a redução da sintese de prostaglandinas, que regulam a reabsorção de sódio e água, mediando o tônus vascular e a liberação de renina. Por essa razão, é importante um acompanhamento médico da função renal e pressão arterial em pacientes com com disfunção renal em farmacoterapias que implemente AINEs. (Castro e Andrade, 2023)
Em relação à função renal, os anti-inflamatórios não esteroides estão associados diretamente à nefrotoxicidade, principalmente quando usados para o tratamento de doenças crônicas. Nos rins, as prostaciclinas, PGE2 e PGD2 atuam como feedback negativo nos sistemas de regulação como o sistema renina angiotensina-aldosterona e do sistema nervoso simpático, com o objetivo de garantir o fluxo adequado ao órgão. Esse mecanismo resulta em uma vasodilatação na arteríola aferente, com aumento de perfusão renal e distribuição do fluxo cortical para os néfrons na região medular renal. Os AINes, ao inibirem as prostaglandinas – incluso as prostaciclinas, PGE2 e PGD2 – interfere na fisiologia natural, levando a efeitos opostos e indesejados: vasoconstrição aguda e isquemia medular, resultando em lesao renal aguda (Lucas et al., 2019)
Os AINEs não apresentam grandes malefícios para pacientes sem doenças renais, jovens e sem comorbidades. No entanto, devido ao seu efeito dose dependente, deve-se ter muita cautela no uso crônico desses agentes, pois aumenta as chances de desenvolvimento de alguma toxicidade e morbidade. (Lucas et al., 2019)
Entretanto, os AINEs não apresentam riscos para pacientes que não são nefropatas, principalmente tratando-se de jovens sem comorbidades. Todavia, é necessário cautela ao utilizar principalmente se for de forma crônica desses agentes, pelo fato desta classe estar relacionada ao desenvolvimento de toxicidades e morbidade. (Lucas et al., 2019)
4. CONCLUSÃO
Perante o que foi exposto nesta revisão, conclui-se que o uso indiscriminado de AINEs no Brasil é frequente, sustentado pela ampla disponibilidade como MIPs e pela cultura de automedicação, e produz consequências clínicas relevantes. A extensão da problemática, evidenciada pelo hábito de automedicação no país devido a insuficiência de informações transmitidas pelo profissional de saúde, reforça que o problema não se limita ao indivíduo: é um desafio de saúde coletiva que demanda respostas coordenadas. Evidenciando que a responsabilidade pelo uso seguro dos AINEs é compartilhada entre os profissionais da saúde, pacientes e o sistema regulatório, que precisam atuar juntos para uma adesão apropriada dessa classe de medicamentos, como, por exemplo, por meio de um monitoramento contínuo. Este trabalho cumpre seu objetivo formativo de evidenciar riscos muitas vezes negligenciados, e aponta caminhos práticos para reduzir danos, reforçando que prescrever, dispensar e utilizar AINEs com prudência não é restringir o acesso, e tampouco limitar tratamento, mas sim qualificar o processo de cuidado e consequentemente, melhorar desfechos clínicos, reduzir eventos adversos evitáveis e otimizar o uso de recursos no sistema de saúde.
O conjunto de fontes analisadas indica que o uso indiscriminado de anti inflamatórios não esteroides é frequente no Brasil e traz consequências clínicas relevantes, especialmente quando ocorre por automedicação e por períodos prolongados. Os AINEs mantêm utilidade reconhecida para dor, febre e inflamação. Entretanto, os estudos apresentados, quando colocados em evidência, apresentam o mesmo resultado: aumento de risco para sangramento e dor gastrointestinal, piora de função renal e eventos cardiovasculares em perfis específicos, com maior gravidade em idosos, pessoas com comorbidades e usuários crônicos. Na rática cotidiana em serviços de urgência, UBS e farmácias comunitárias, esse padrão se traduz em atendimentos e internações que poderiam ser evitados com triagem e orientação, caracterizando um problema de saúde pública que ultrapassa a decisão individual de consumo.
Como contribuição social e técnico-científica, o trabalho organiza recomendações objetivas, pensadas para a rotina da dispensação e do cuidado farmacêutico: verificação prévia de risco gastrointestinal, renal e cardiovascular e preferência pela menor dose eficaz pelo menor tempo de indicação de gastroproteção quando houver critérios, atenção a interações relevantes (anticoagulantes, anti-hipertensivos, IECA/BRAs, entre outras). E, reforço de educação em saúde no momento da orientação e registro sistemático de eventos adversos. Essas medidas podem melhorar a qualidade do atendimento e reduzir custos desnecessários.
Registram-se limites importantes. Apesar de algumas limitações, a revisão utilizou dados secundários de bases específicas e reuniu estudos com métodos e definições de desfecho distintos, o que deve ser considerado na interpretação dos resultados. Houve também dificuldade em encontrar dados que apresentassem taxas sobre o impacto do uso indiscriminado de AINEs na saúde pública, como o aumento das internações e os custos associados.
Desdobram-se, a partir dos resultados, perspectivas claras para novos estudos: avaliações farmacoepidemiologicas de base populacional para dimensionar hospitalizações relacionados aos AINEs, ensaios de intervenções simples em farmácias, como checklists de risco e avisos de segurança, com mensuração de impacto em reconsultas e eventos adversos, cortes em grupos vulneráveis comparando segurança entre diferentes AINEs, alternativas não farmacológicas e análises econômicas de programas educativos e de exigências regulatórias voltadas à segurança do paciente.
Considerando o conjunto dos resultados, o caminho mais realista para qualificar o uso de AINEs passa por informação objetiva ao paciente, triagem breve antes da recomendação e acompanhamento quando existir fator de risco. Não se trata de encerrar a discussão, e sim de organizar o que já é consistente, evidenciar onde estão os riscos mais frequentes e indicar medidas concretas, pequenas, porém viáveis, para reduzir danos e melhorar o cuidado no contexto brasileiro.
REFERÊNCIAS:
Castro: file:///C:/Users/STHEFANI/Downloads/[244]-USO+INDISCRIMINADO+DE+NIMESULIDA.pdf
Sohail: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10156439/
Lucas: https://www.scielo.br/j/jbn/a/MbxwF9ZHqk4rfcK3VN7N6Nz/?lang=en#
Cavalcante et al: file:///C:/Users/STHEFANI/Downloads/231114969- 1%20(1).pdf
Avelar: https://onedrive.live.com/?cid=27BEC4A12F396806&id=27BEC4A12F396806% 21s986a6bccd6ab469d8aaa3428aac05eec&parId=27BEC4A12F396806%2110 4&o=OneUp
Marques: file:///C:/Users/STHEFANI/Downloads/11189-Artigo-129243-4-10- 20221101-2.pdf
(Junior e uhlmann, 2021): https://pubsaude.com.br/revista/riscos-do-uso indiscriminado-de-aines-em-idosos/
Silva et al: file:///C:/Users/STHEFANI/Downloads/14223-Artigo-165671-3-10- 20231101-1.pdf
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