CONHECIMENTO DE GESTANTES SOBRE DIREITOS NO PRÉ-NATAL E PARTO E PUERPÉRIO PELO SUS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA  

PREGNANT WOMEN’S KNOWLEDGE ABOUT RIGHTS IN PRENATAL CARE, CHILDBIRTH, AND POSTPARTUM UNDER THE SUS: AN INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW, 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202506251008


 Gustavo de Abreu Braz1; Paulo Ricardo de Souza Lima2; Eliza Luziano de Brito3; Joice Patrícia Martins Fernandes4; Maria Eduarda de Pádua Alencar5; Fernanda da Silva Vieira6; Heloíza Dias Lopes Lago7; João Paulo Langsdorff-Serafim8


RESUMO  

O Sistema Único de Saúde (SUS) assegura direitos fundamentais às gestantes  durante o pré-natal, parto e puerpério, incluindo acesso a consultas, exames e  parto humanizado. No entanto, barreiras como a falta de informação  comprometem a efetividade desses direitos. Este estudo teve como objetivo  geral analisar o que a literatura científica revela sobre o conhecimento das  gestantes em relação aos seus direitos assegurados pelo SUS, com foco na assistência pré-natal, no parto e no puerpério, identificando as principais  dificuldades e desafios enfrentados pelas mulheres no acesso a essas  informações. A metodologia seguiu com busca nas bases SciELO, PubMed e  CAPES (2020-2025), selecionando cinco artigos após critérios de inclusão e  exclusão. Os resultados revelaram um conhecimento insatisfatório entre as  gestantes, especialmente sobre autonomia no parto, analgesia e planejamento  familiar. Apesar de conhecerem direitos básicos (consultas e exames),  questões como escolha da via de parto eram pouco compreendidas. A  desinformação foi atribuída à falha na comunicação dos profissionais e à  fragilidade das políticas educativas. Os estudos destacaram a importância da  capacitação da equipe de saúde e de estratégias de divulgação mais eficazes.  Como conclusão, evidenciou-se a necessidade de fortalecer a educação em  saúde no pré-natal, garantindo que as gestantes exerçam seus direitos com  autonomia. Limitações incluíram o pequeno número de artigos analisados e o  recorte temporal restrito. Sugere-se, para pesquisas futuras, a avaliação de  intervenções educativas e a ampliação de fontes de dados. A efetivação dos  direitos no SUS depende de ações integradas, alinhadas aos princípios de  humanização e equidade.  

Palavras-chave: Direitos das gestantes. Pré-natal. Parto. Puerpério. Sistema único de Saúde.  

ABSTRACT  

The Unified Health System (SUS) guarantees fundamental rights to pregnant  women during prenatal care, childbirth and the puerperium, including access to  consultations, exams and humanized childbirth. However, barriers such as lack  of information compromise the effectiveness of these rights. The general aim of  this study was to analyze what the scientific literature reveals about pregnant  women’s knowledge of their rights guaranteed by the SUS, with a focus on  prenatal care, childbirth and the puerperium, identifying the main difficulties and  challenges faced by women in accessing this information. The methodology  followed the six stages proposed by Sousa, Silva and Carvalho (2010),  searching the SciELO, PubMed and CAPES databases (2020-2025), selecting  five articles after inclusion and exclusion criteria. The results revealed  unsatisfactory knowledge among pregnant women, especially about autonomy  in childbirth, analgesia and family planning. Although they were aware of basic  rights (consultations and exams), issues such as choosing the route of delivery  were poorly understood. This misinformation was attributed to a lack of  communication between professionals and the weakness of educational  policies. The studies highlighted the importance of training the health team and  more effective dissemination strategies. In conclusion, there was a need to  strengthen health education in prenatal care, ensuring that pregnant women  exercise their rights autonomously. Limitations included the small number of  articles analyzed and the restricted time frame. Future research should evaluate educational interventions and expand data sources. The realization of rights in  the SUS depends on integrated actions aligned with the principles of  humanization and equity.  

Keywords: Pregnant women’s rights. Prenatal care. Childbirth. Puerperium.  Single Health System.  

1. INTRODUÇÃO  

O Sistema Único de Saúde (SUS) desempenha um papel central na  assistência à saúde da mulher no Brasil, assegurando uma série de direitos  fundamentais às gestantes durante o pré-natal, o parto e o puerpério. Esses  direitos incluem, entre outros, a realização de consultas periódicas, a execução  de exames laboratoriais e de imagem essenciais para o monitoramento da  saúde materna e fetal, além de orientações sobre amamentação, alimentação e  cuidados com o recém-nascido. Esses cuidados são indispensáveis para  prevenir complicações, reduzir a morbimortalidade materna e neonatal e  promover uma gestação saudável(Almeida et al., 2021).  

Além do acompanhamento técnico, o SUS preconiza a promoção de um  cuidado humanizado, que garanta às gestantes o direito à escolha do tipo de  parto, à presença de um acompanhante durante o nascimento e à participação  ativa nas decisões sobre os procedimentos que serão realizados (Santos;  Figueiredo Júnior, 2023). A vinculação prévia à maternidade e o acesso  contínuo a informações claras e eficazes são estratégias que contribuem para  a segurança e o bem-estar das mulheres em um momento tão significativo  como a chegada de um filho (Almeida et al., 2021).  

Apesar dos direitos assegurados, na prática, muitas gestantes enfrentam  barreiras que comprometem a efetividade dessa assistência. Entre os  principais desafios estão a falta de informações sobre os direitos garantidos, a  superficialidade das consultas e relatos de insatisfação devido à ausência de  privacidade e à comunicação deficiente com os profissionais de saúde  (Grzybowski et al., 2020). Esse cenário revela a importância de fortalecer as  práticas de educação em saúde durante o pré-natal, visando capacitar as  gestantes para compreenderem seus direitos e possam exercer sua cidadania  de forma mais ativa (Sehnem et al., 2020). 

A educação em saúde surge, portanto, como um componente essencial  na promoção de um cuidado qualificado e humanizado, pois permite que as  gestantes se tornem protagonistas em sua jornada de maternidade.  Profissionais de saúde devem estar preparados para fornecer informações  claras sobre o funcionamento do sistema e encorajar a participação ativa das  mulheres nas decisões relacionadas à sua saúde e à do bebê. Esse  empoderamento contribui para reduzir desigualdades, prevenir situações de  violência obstétrica e promover uma experiência mais positiva e segura durante  o ciclo gestacional(Santos; Figueiredo Júnior, 2023).  

Diante desse contexto, evidencia-se a necessidade de compreender o  nível de conhecimento das gestantes sobre os seus direitos no pré-natal, no  parto e no puerpério, com base nas diretrizes do SUS. Para isso, este estudo  adota como metodologia a revisão integrativa de literatura, a fim de investigar  as principais contribuições acadêmicas sobre o tema e identificar as lacunas e  desafios que ainda precisam ser superados.  

O objetivo geral desta revisão integrativa é analisar o que a literatura  científica revela sobre o conhecimento das gestantes em relação aos seus  direitos assegurados pelo SUS, com foco na assistência pré-natal, no parto e  no puerpério, identificando as principais dificuldades e desafios enfrentados  pelas mulheres no acesso a essas informações.  

2. METODOLOGIA  

A metodologia deste estudo consiste em uma revisão integrativa de  literatura, segue as seis etapas recomendadas por Sousa, Silva e Carvalho  (2010), que garantem a sistematização e o rigor do processo metodológico.  

A primeira etapa consistiu na formulação da pergunta norteadora, que  direciona a pesquisa e estabelece o escopo dos estudos a serem incluídos na  revisão. A questão elaborada para orientar este estudo foi: “Qual é o nível de  conhecimento das gestantes sobre os direitos que lhes são assegurados  durante o pré-natal, o parto e o puerpério no âmbito do Sistema Único de  Saúde (SUS)?” A partir dessa pergunta, realizou-se a busca nas bases de  dados Scientific Electronic Library Online (SciELO), Publisher Medline(PubMed) e Portal de Periódicos CAPES, com o intuito de localizar artigos  relevantes publicados entre os anos de 2020 e 2025.  

Os aspectos éticos, como se trata de uma revisão integrativa de  literatura, não foi necessária a submissão do estudo a um comitê de ética em  pesquisa. Todos os artigos selecionados respeitaram os princípios éticos da  pesquisa científica, assegurando a qualidade, a integridade e a confiabilidade  das informações utilizadas para compor esta revisão integrativa.  

Para garantir a adequação dos artigos ao objetivo do estudo, foram  estabelecidos critérios de inclusão e exclusão. Os critérios de inclusão  abrangeram artigos publicados em português, inglês ou espanhol, entre 2020 e  2025, disponíveis nas bases de dados selecionadas e que abordassem o  conhecimento das gestantes sobre seus direitos no SUS durante o pré-natal, o  parto e o puerpério. Foram considerados relatos de caso, revisões de literatura,  estudos observacionais e experimentais que trouxessem contribuições sobre a  temática investigada. Em contrapartida, os critérios de exclusão aplicados  foram: artigos que tratassem de direitos em saúde materno-infantil fora do  contexto do SUS; publicações duplicadas nas bases consultadas; e estudos  puramente teóricos, sem análise prática ou evidências científicas.  

A coleta de dados foi realizada de forma sistemática,com a utilização de  descritores relacionados ao tema, como “direitos das gestantes”, “pré-natal no  SUS”, “parto humanizado” e “educação em saúde materna”. Os artigos  selecionados foram organizados em uma planilha que continha informações  como título, autores, ano de publicação, tipo de estudo, metodologia utilizada e  principais resultados. A análise crítica dos estudos foi conduzida de modo  descritivo e categórico, considerando as variáveis extraídas e agrupando os  dados em categorias temáticas, conforme os direitos abordados e as principais  dificuldades enfrentadas pelas gestantes no acesso à informação sobre esses  direitos.  

A seguir, na Figura 1, tem-se o registro do processo de busca e seleção  dos artigos científicos que compõem este estudo. 

Figura 1 – Fluxograma da revisão de literatura 

Fonte: Elaboração própria. 

A qualidade metodológica dos estudos foi avaliada com base nos níveis  de evidência científica, priorizando-se aqueles que apresentaram maior rigor  metodológico e relevância para o objetivo proposto. Os resultados foram  analisados e discutidos à luz das evidências encontradas, buscando identificar  lacunas no conhecimento, desafios enfrentados pelas gestantes e estratégias  já implementadas para a promoção dos direitos maternos no SUS.  

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO  

O processo de busca e seleção dos artigos, como visto anteriormente,  seguiu um fluxograma sistemático: inicialmente, foram identificados 32 registros  na SciELO, 55 no PubMed e 28 no Portal CAPES, totalizando 115 artigos. Após  a remoção de 39 registros duplicados ou excluídos pela análise dos títulos, 65  artigos foram selecionados para análise dos resumos, dos quais 53 foram  excluídos por não atenderem aos critérios. Dos 12 artigos restantes avaliados  na íntegra, apenas 5 foram incluídos na revisão final, conforme os critérios de  elegibilidade pré-estabelecidos.  

A seguir, no Quadro 1, tem-se as principais características dos estudos  selecionados para esta revisão de literatura. 

Quadro 1 – Características dos estudos elegidos

Fonte: Elaboração própria. 

Os estudos analisados convergem ao apontar um nível insatisfatório de  conhecimento entre as gestantes sobre seus direitos no âmbito do SUS,  especialmente no que diz respeito ao pré-natal, parto e puerpério. Essa lacuna  informativa tem implicações diretas na autonomia das mulheres, na qualidade  da assistência recebida e na efetivação de políticas públicas de saúde  humanizada(SOUZA; MARTINS, 2023).  

Santos et al. (2022) e Paiva & Melo (2025) destacam que a escassez de  orientações durante o pré-natal é um fator determinante para o  desconhecimento das gestantes. Santos et al. (2022) enfatizam a ausência de  discussões sobre analgesia e autonomia no parto, Paiva & Melo (2025)  ampliam essa crítica ao mencionar a falta de abordagem sobre planejamento  familiar e métodos contraceptivos pós-parto, sugerindo que a desinformação  persiste mesmo em serviços de alta complexidade.  

Lacerda et al. (2022) corroboram essa perspectiva ao revelar que  apenas 12,7% das gestantes receberam informações sobre seus direitos  durante o pré-natal, e 87% desconheciam o plano de parto. Essa estatística  evidencia uma deficiência sistêmica na comunicação entre profissionais e  pacientes, reforçando a ideia de que o SUS, apesar de garantir direitos  formalmente, falha em disseminá-los na prática.  

Aguilar & Silva (2024) e Santos et al. (2022) discutem como o  desconhecimento prejudica a autonomia das mulheres, limitando sua  capacidade de fazer escolhas informadas, como a via de parto ou o uso de  analgesia. Enquanto Aguilar & Silva (2024) destacam o papel crucial dos  enfermeiros na educação das gestantes, Santos et al. (2022) criticam a  assistência pouco humanizada, que negligencia a troca eficaz de informações.  

Baggio et al. (2023) acrescentam que a busca por informações na  internet, comum entre gestantes de primeira viagem, não substitui o  aconselhamento profissional, levando a um conhecimento fragmentado. Além  disso, a baixa adesão dos parceiros ao pré-natal agrava o problema, pois reduz  as oportunidades de discussão sobre direitos e cuidados.  

Lacerda et al. (2022) demonstram uma contradição: enquanto a maioria  das gestantes sabe que tem direito a consultas e exames (80-92,7%), apenas 52,7% conhecem o direito de escolher a via de parto. Isso sugere que o  conhecimento é superficial e desconectado de aspectos decisivos, como a  humanização do parto.  

Todos os autores concordam que a solução passa por estratégias  educativas mais eficazes. Paiva & Melo (2025) defendem a integração de  informações sobre direitos no pré-natal, enquanto Aguilar & Silva (2024)  destacam a formação dos profissionais de enfermagem para atuarem como  educadores. Santos et al. (2022) e Baggio et al. (2023) reforçam a urgência de  políticas públicas que garantam a divulgação clara e acessível desses direitos.  

O baixo nível de conhecimento das gestantes sobre seus direitos no  SUS reflete falhas na comunicação entre profissionais e pacientes, deficiências  na humanização do cuidado e lacunas nas políticas de educação em saúde.  Para reverter esse cenário, é essencial capacitar os profissionais, fortalecer  campanhas informativas e garantir que as gestantes sejam ativas em suas  decisões, assegurando um atendimento digno e alinhado aos princípios do  SUS(SANTOS; PINHEIRO; SILVA, 2023).  

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS  

Este estudo alcançou seu objetivo geral ao analisar, por meio de uma  revisão integrativa, o conhecimento das gestantes sobre seus direitos no pré natal, parto e puerpério no SUS, identificando lacunas informativas e desafios  na efetivação desses direitos. Os resultados demonstraram que, apesar das  garantias legais, o desconhecimento persiste, especialmente em aspectos  como autonomia no parto, analgesia e planejamento familiar, refletindo falhas  na comunicação entre profissionais e gestantes e na implementação de  políticas educativas. A análise evidenciou a necessidade de estratégias mais  eficazes, como a capacitação dos profissionais de saúde e campanhas de  divulgação claras e acessíveis.  

Como limitações, destaca-se o reduzido número de estudos incluídos  (n=5), o que pode restringir a generalização dos achados, além do recorte  temporal (2020-2025), que exclui publicações anteriores potencialmente  relevantes. Sugere-se, para pesquisas futuras, a ampliação das bases de  dados consultadas, a inclusão de estudos qualitativos para aprofundar as percepções das gestantes e a avaliação de intervenções educativas no pré natal, visando mensurar seu impacto no conhecimento e na autonomia das  mulheres. A efetivação dos direitos no SUS exige ações integradas entre  gestão, profissionais e sociedade, pautadas em evidências científicas e no  princípio da humanização.  

REFERÊNCIAS  

AGUILAR, A. M. M.; SILVA, A. C. R. Enfermagem e as Políticas Públicas no  Parto Humanizado do Sistema Único de Saúde. Revista Multidisciplinar em  Saúde, [S. l.], v. 5, n. 3, p. 8-16, 2024.  

ALMEIDA, C. P. F. et al. Assistência ao pré-natal no rio grande do norte: acesso  e qualidade do cuidado na atenção básica. Revista Ciência Plural, [S. l.], v. 7, n.  3, p. 61-80, 2021.  

BAGGIO, M. A. et al. Educação em saúde no pré-natal: perspectiva de  puérperas e de profissionais de saúde. Revista Enfermagem Atual In Derme,  [S. l.], v. 97, n. 4, p. e023219-e023219, 2023.  

GRZYBOWSKI, L. S. et al. Atenção primária à saúde e pré-natal: o ciclo  gravídico puerperal e a avaliação do atendimento recebido a partir da  percepção de gestantes e puérperas. Revista de APS, [S. l.], v. 23, n. 2, 2020.  

LACERDA, G. M. O.; MARIANO, V. da C.; PASSOS, S. G. Violência obstétrica  e os direitos das gestantes: o que as mulheres sabem? Revista JRG De  Estudos Acadêmicos, v. 5, n. 10, p. 42-53, 2022.  

PAIVA, D. S. de B. S.; MELO, B. S. Conhecimento e perspectiva de uso do pós parto dos métodos contraceptivos das gestantes atendidas em um serviço pré natal de alto risco na Amazônia. Revista Eletrônica Acervo Saúde, [S. l.], v. 25,  p. e17037-e17037, 2025.  

SANTOS, J. G. et al. Conhecimento de gestantes acerca da analgesia  farmacológica durante o parto normal. Revista Ibero-Americana de  Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 8, n. 8, p. 889-901, 2022.  

SANTOS, T. B.; FIGUEIREDO JUNIOR, M. da S. Os direitos da mulher no  gravídico-puerperal. Facit Business and Technology Journal, [S. l.], v. 2, n. 45,  2023.  

SEHNEM, G. D. et al. Consulta de pré-natal na atenção primária à saúde:  fragilidades e potencialidades da intervenção de enfermeiros brasileiros.  Revista de enfermagem referência, [S. l.], n. 1, p. e19050-e190050, 2020.  

SOUZA, M. T. de; SILVA, M. D. da; CARVALHO, R. de. Revisão integrativa: o  que é e como fazer. Einstein, São Paulo, v. 8, p. 102-106, 2010. 

SANTOS, Laura Almeida dos; PINHEIRO, Júnior; SILVA, Maria de Fátima  Souza. Análise da utilização do método de ensino-aprendizagem nas  disciplinas do curso de Enfermagem. Revista Saúde Multidisciplinar, v. 7, n. 1,  

SOUZA, Renata Dantas de; MARTINS, Lívia Neves de Souza. O uso das  tecnologias da informação e comunicação no ensino superior: um estudo com  alunos do curso de Ciências Contábeis. Cadernos de Saúde Pública, v. 42, n.


1Discente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: gustavo.braz@aluno.unievangelica.edu.br  

2Discente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: paulo.souza.777@hotmail.com

3Discente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: elizaluziano1009@gmail.com

4Discente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: Joicepatricia852@gmail.com

5Discente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: mariaeduardapadua03@icloud.com

6 Docente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: fernanda.vieira@docente.unievangelica.edu.br  

7Docente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: heloiza.lago@unievangelica.edu.br 

8Docente, Universidade Evangélica de Goiás. E-mail: joao.serafim@doscente.unievangelica.edu.br