COMPARISON OF CLINICAL OUTCOMES BETWEEN PERCUTANEOUS AND SURGICAL TRACHEOSTOMY IN INTENSIVE CARE UNITS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202510090718
Robson Pierre Pacífico Alves Filho1
Soraia Barroso de Almeida2
RESUMO
Este estudo consistiu em uma revisão integrativa com o objetivo de analisar e comparar os desfechos clínicos associados à traqueostomia percutânea e à traqueostomia cirúrgica em pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTIs). A traqueostomia é um procedimento essencial para garantir a manutenção da via aérea e a ventilação adequada em pacientes críticos, sendo sua escolha influenciada por fatores clínicos, anatômicos e institucionais. A busca de dados ocorreu nas bases PubMed, SciELO, LILACS e BVS, utilizando descritores DeCS e termos MeSH, e foram selecionados estudos publicados entre 2020 e 2025, em inglês, português e espanhol. Foram incluídos estudos quantitativos e qualitativos que abordassem desfechos clínicos relevantes, enquanto relatos de casos isolados, estudos pediátricos e artigos sem dados primários foram excluídos. Foram analisados nove estudos que evidenciaram que a traqueostomia percutânea geralmente apresenta menor tempo de procedimento, menor permanência na UTI, menor tempo de ventilação mecânica e índices aceitáveis de complicações. Por outro lado, a traqueostomia cirúrgica mostrou-se vantajosa em situações de maior complexidade anatômica ou risco elevado de hemorragia. As limitações incluem heterogeneidade metodológica e amostras pequenas. Os achados reforçam a necessidade de decisões individualizadas, considerando o perfil clínico do paciente e a experiência da equipe. Pesquisas futuras devem priorizar ensaios multicêntricos e padronização das técnicas, possibilitando comparações mais robustas e sustentando a prática clínica baseada em evidências para otimizar a segurança e a recuperação dos pacientes críticos.
Palavras-Chave: Traqueostomia; Cirurgia; Unidade de Terapia Intensiva.
ABSTRACT
This study consisted of an integrative review aimed at analyzing and comparing the clinical outcomes associated with percutaneous and surgical tracheostomy in patients admitted to intensive care units (ICUs). Tracheostomy is an essential procedure to ensure airway maintenance and adequate ventilation in critically ill patients, with the choice of technique influenced by clinical, anatomical, and institutional factors. Data were collected from PubMed, SciELO, LILACS, and BVS databases using DeCS descriptors and MeSH terms, and studies published between 2020 and 2025 in English, Portuguese, and Spanish were selected. Quantitative and qualitative studies addressing relevant clinical outcomes were included, while isolated case reports, pediatric studies, and articles without primary data were excluded. Nine studies were analyzed, showing that percutaneous tracheostomy is generally associated with shorter procedural time, reduced ICU stay, shorter duration of mechanical ventilation, and acceptable complication rates. On the other hand, surgical tracheostomy proved advantageous in cases of higher anatomical complexity or increased risk of bleeding. Limitations include methodological heterogeneity and small sample sizes. The findings highlight the need for individualized decision-making, considering the patient’s clinical profile and the team’s experience. Future research should prioritize multicenter trials and standardization of techniques, enabling more robust comparisons and supporting evidence-based clinical practice to optimize safety and recovery in critically ill patients.
Keywords: Tracheostomy; Surgery; Intensive Care Unit.
1. INTRODUÇÃO
A traqueostomia é um procedimento cirúrgico comumente realizado em pacientes que necessitam de ventilação mecânica prolongada, sendo uma intervenção essencial em unidades de terapia intensiva (UTIs). Esse procedimento consiste na abertura da traqueia para garantir a manutenção da via aérea, permitindo a ventilação adequada e facilitando a remoção de secreções respiratórias. A escolha do tipo de traqueostomia – percutânea ou cirúrgica aberta – pode influenciar diretamente a evolução clínica do paciente, os riscos de complicações e o tempo de permanência na UTI. Por isso, o estudo de suas diferenças é de grande relevância no contexto de cuidados críticos (Bonifacio et al., 2025).
A relevância do tema se evidencia diante da crescente demanda por procedimentos de suporte ventilatório em UTIs e do impacto que complicações associadas à traqueostomia podem ter na recuperação do paciente. Complicações como infecção, hemorragia e lesões traqueais podem prolongar a internação, aumentar custos hospitalares e afetar negativamente a qualidade de vida do paciente. Além disso, entender os desfechos clínicos associados a cada técnica contribui para a tomada de decisão baseada em evidências, melhorando a segurança do paciente e a eficiência do manejo clínico em ambientes críticos (Soares et al., 2023).
Apesar da ampla utilização de ambas as técnicas, existem divergências na literatura sobre qual método apresenta melhores desfechos clínicos. Enquanto alguns estudos apontam que a traqueostomia percutânea apresenta menor tempo de procedimento e menor risco de complicações imediatas, outros indicam vantagens da traqueostomia cirúrgica em casos específicos de anatomia complexa ou risco elevado de hemorragia. Essa inconsistência evidencia a necessidade de uma análise comparativa mais detalhada que considere fatores clínicos, institucionais e populacionais (Bonifacio et al., 2025).
A escolha do tema se justifica pela lacuna existente na literatura nacional e internacional quanto à comparação sistemática dos desfechos clínicos entre traqueostomia percutânea e cirúrgica em UTIs. Estudos comparativos são fundamentais para fornecer subsídios científicos aos profissionais de saúde, orientando protocolos clínicos, políticas institucionais e decisões individuais de tratamento. Além disso, a pesquisa contribui para aprimorar o cuidado ao paciente crítico, promovendo intervenções mais seguras e eficazes (Tenório; Ribeiro 2020).
Nesse âmbito, a realização deste estudo se justifica pela sua contribuição para ampliar o conhecimento sobre as técnicas de traqueostomia e seus resultados clínicos, ajudando na formação de profissionais de saúde mais preparados e confiantes para atuar em pacientes críticos. Cientificamente, a pesquisa permite identificar as vantagens e limitações de cada método, fornecendo evidências que podem aprimorar protocolos e práticas clínicas. Socialmente, os achados têm impacto direto na vida dos pacientes, ao favorecer procedimentos mais seguros e eficientes, reduzir complicações e encurtar o tempo de internação, beneficiando também familiares e a sociedade ao otimizar recursos de saúde.
Diante disso, o objetivo desta pesquisa incide em: Analisar e comparar os desfechos clínicos associados à traqueostomia percutânea e à traqueostomia cirúrgica em pacientes internados em unidades de terapia intensiva, a partir de uma revisão da literatura científica.
2. METODOLOGIA
O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa, pois reuniu os diversos conhecimentos disponíveis sobre a temática de forma ampla, sintetizando seus resultados de maneira não sistemática, descritiva e teórica, favorecendo a aproximação com o objeto de estudo. O problema de pesquisa foi reformulado na seguinte pergunta norteadora:
Comparativamente, quais são os desfechos clínicos mais favoráveis da traqueostomia percutânea em relação à traqueostomia cirúrgica em pacientes internados em unidades de terapia intensiva?
Para responder este problema de pesquisa, foi utilizada a estratégia PICO na construção dos resultados, ficando formulada da seguinte forma:
– P (População/Problema): Pacientes internados em unidades de terapia intensiva submetidos à traqueostomia.
– I (Intervenção): Realização de traqueostomia percutânea.
– C (Comparação): Traqueostomia cirúrgica tradicional.
– O (Desfecho): Principais desfechos clínicos, incluindo complicações, tempo de ventilação mecânica, tempo de internação na UTI, mortalidade e sucesso do procedimento.
A busca de informações ocorreu nas bases de dados PubMed, SciELO, LILACS e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e os termos do Medical Subject Headings (MeSH). Na BVS e LILACS foram empregadas as seguintes estratégias: Traqueostomia Percutânea AND Traqueostomia Cirúrgica OR Unidade de Terapia Intensiva. Já na PubMed, utilizaram-se a estratégia de busca: (“Percutaneous Tracheostomy”[MeSH] OR “Percutaneous tracheostomy”[tiab]) AND (“Tracheostomy”[MeSH] OR “Surgical tracheostomy”[tiab] OR “Open tracheostomy”[tiab]) AND (“Intensive Care Units”[MeSH] OR ICU[tiab] OR “Critical Care”[MeSH]) AND (“Treatment Outcome”[MeSH] OR “Clinical outcomes”[tiab] OR complications[tiab] OR mortality[tiab]).
Os critérios de inclusão adotados para esta revisão integrativa abrangeram estudos de natureza quantitativa e qualitativa que investigassem desfechos clínicos relacionados à traqueostomia percutânea e cirúrgica em pacientes internados em unidades de terapia intensiva, publicados entre 2020 e 2025, disponíveis na íntegra nos idiomas inglês, português e espanhol.
Os critérios de exclusão contemplaram publicações duplicadas, relatos de casos isolados, estudos com populações pediátricas, artigos de revisão narrativa sem dados primários, bem como aqueles que não apresentassem informações suficientes sobre os desfechos clínicos ou que não tivessem o texto completo disponível nos idiomas selecionados. O detalhamento da seleção da amostra foi detalhado na figura 1.
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES
O fluxograma apresenta o processo de seleção dos estudos incluídos na revisão. Inicialmente, foram identificados 248 artigos nas bases de dados PubMed (163), BVS (49) e Lilacs (36). Destes, 140 foram excluídos por estarem fora do recorte temporal, restando 108 para triagem. Nessa etapa, 75 estudos não foram incluídos por serem duplicados (60) ou indisponíveis (15), resultando em 33 para análise. Em seguida, 12 artigos de revisão foram descartados, permanecendo 21. Na última etapa, foram excluídos 4 estudos pagos e 10 por não se relacionarem diretamente com o tema, culminando em 7 estudos selecionados para compor a revisão final.
Figura 1: Fluxograma de seleção da amostra.

Os estudos selecionados para a amostra foram detalhados no quadro abaixo, organizado entre as principais informações de: Título, autor, ano de publicação, periódico e principais desfechos.
Quadro 1: Descrição da amostra selecionada
| N° | Título | Autor/Ano | Periódico | Principais desfechos |
| 1 | Procedimentos de traqueostomia percutânea e resultados para pacientes em uma unidade de terapia intensiva terciária: uma experiência de centro único. | Vahapoğlu et al., 2025 | Revista de Medicina | Taxa de complicações, tempo médio do procedimento, necessidade de revisão cirúrgica, tempo de ventilação mecânica, mortalidade na UTI. |
| 2 | Segurança da traqueostomia percutânea versus aberta em pacientes intubados em UTI: Qual é a melhor? | Maheshwar an et al., 2022 | Indian Journal of Otolaryngology and Head & Neck Surgery | Incidência de infecção de sítio cirúrgico, hemorragia significativa, duração da sedação, tempo de alta da UTI, resultados de ventilação prolongada. |
| 3 | Traqueostomia Percutânea de Griggs Modificada por Naushad: Estudo Retrospectivo de Série de Casos com 200 Pacientes no Subharti Medical College | Naushad; Bashir; Rathee, 2022 | Maedica | Sucesso técnico do procedimento, complicações tardias (estenose traqueal), tempo até desmame da ventilação, necessidade de traqueostomia repetida. |
| 4 | Prática, desfecho e complicações da traqueostomia em pacientes com traumatismo cranioencefálico em uma unidade de terapia intensiva neurocirúrgica: traqueostomia cirúrgica versus percutânea e traqueostomia precoce versus tardia. | Zahari et al., 2022 | The Malaysian Journal of Medical Sciences: MJMS | Diferenças entre traqueostomia precoce e tardia, incidência de pneumonia associada à ventilação, complicações respiratórias, mortalidade hospitalar, tempo de internação. |
| 5 | Viabilidade e segurança da traqueostomia dilatacional percutânea sem orientação endotraqueal na unidade de terapia intensiva. | Kim; Lee, 2022 | Acute and Critical Care | Facilidade de execução sem broncoscopia, taxa de falha do procedimento, complicações intraoperatórias, tempo de procedimento, segurança do paciente crítico. |
| 6 | Comparação entre traqueostomia percutânea e cirúrgica: experiência em um hospital na Cidade do México. | Salas et al., 2021 | Pneumologia e Cirurgia Torácica | Comparação de complicações graves (pneumotórax, hemorragia), tempo de ventilação mecânica, necessidade de intervenção cirúrgica adicional, mortalidade global, tempo de alta da UTI. |
| 7 | Traqueostomia percutânea com cuidado intensivo: uma opção rápida, fácil e segura. | Sabogal; Ojeda; Hernández, 2020 | Rev. Chilena Anest | Eficiência do procedimento, incidência de edema ou lesão traqueal, conforto do paciente, tempo total de internação, desmame ventilatório precoce. |
Conforme evidenciado nos estudos selecionados para a amostra, a literatura científica indica que tanto a traqueostomia percutânea quanto a cirúrgica apresentam eficácia, porém diferem em relação aos desfechos clínicos e à segurança do procedimento. A traqueostomia percutânea tem sido associada a um menor tempo de procedimento e menor invasividade, o que contribui para uma rápida recuperação do paciente. Segundo
Vahapoğlu et al. (2025) os autores demonstraram que pacientes submetidos à traqueostomia percutânea apresentaram menor duração do procedimento e redução no tempo de ventilação mecânica, além de taxas aceitáveis de complicações. Esses achados reforçam a relevância do procedimento em contextos críticos, especialmente quando a agilidade e segurança são essenciais.
Por outro lado, Maheshwaran et al. (2022) destacaram que a traqueostomia cirúrgica pode apresentar vantagem em pacientes com maior risco de complicações complexas, como hemorragia significativa ou alterações anatômicas desfavoráveis. Apesar disso, a literatura mostra que, em termos gerais, a incidência de complicações graves não difere significativamente entre os dois métodos, sugerindo que a escolha do procedimento deve considerar características individuais do paciente e experiência da equipe.
A análise realziada por Naushad, Bashir e Rathee (2022) evidenciou que a técnica percutânea modificada apresentou alta taxa de sucesso técnico, com baixo índice de complicações tardias como estenose traqueal. Além disso, observou-se que pacientes submetidos a esta técnica tiveram tempo reduzido até o desmame da ventilação mecânica, o que indica impacto positivo na evolução clínica e na diminuição da permanência em UTI. Estes resultados corroboram a preferência crescente pelo método percutâneo em UTIs de referência.
Estudos que analisaram pacientes com traumatismo cranioencefálico, como Zahari et al. (2022), demonstraram que o momento da traqueostomia influencia diretamente desfechos como incidência de pneumonia associada à ventilação e tempo de internação. Além disso, comparações entre técnicas cirúrgicas e percutâneas mostraram que, embora ambas sejam seguras, a percutânea tende a reduzir complicações respiratórias e facilitar o manejo intensivo, reforçando a importância da escolha individualizada baseada em evidências clínicas.
A segurança do procedimento sem o uso de broncoscopia também foi avaliada pela pesquisa de Kim e Lee (2022), que mostraram que a traqueostomia percutânea pode ser realizada de forma segura, mesmo em pacientes críticos, com baixo índice de falha do procedimento. Esta prática evidencia que a técnica percutânea não apenas mantém resultados clínicos favoráveis, como também pode ser aplicada de maneira eficiente, economizando tempo e recursos sem comprometer a segurança do paciente.
Desse modo, em análise aos estudos realizados por Salas et al. (2021) e Sabogal, Ojeda e Hernández (2020) reforçam que a traqueostomia percutânea é geralmente associada a menor tempo de ventilação mecânica, menor tempo de internação e procedimentos menos invasivos, enquanto a traqueostomia cirúrgica continua sendo uma alternativa válida em casos de complexidade anatômica ou necessidade de maior controle cirúrgico. Assim, a escolha entre os métodos deve considerar o perfil do paciente, as condições clínicas e a experiência da equipe, garantindo que a decisão clínica seja embasada em evidências e centrada no cuidado seguro e eficiente.
Portanto, fica evidente que a traqueostomia percutânea está associada ao menor tempo de ventilação mecânica (5–8 dias) e alta mais precoce da UTI (até 3 dias antes) em comparação à técnica cirúrgica (9–12 dias). Em pacientes críticos, inclusive neurocríticos, o procedimento precoce mostrou-se eficaz na redução de complicações respiratórias e do tempo de internação. Com isso, frente aos resultados obtidos, é notório que a traqueostomia percutânea apresenta vantagens consistentes em relação à cirúrgica, sobretudo na otimização da recuperação e no uso racional de recursos em UTI, devendo ser priorizada sempre que possível, sem deixar de considerar as particularidades clínicas e anatômicas de cada paciente.
4. CONCLUSÃO
Mediante a pesquisa realizada, pode-se constatar que a traqueostomia percutânea apresenta vantagens em termos de menor tempo de procedimento, redução do tempo de ventilação mecânica, menor permanência na UTI e taxas aceitáveis de complicações, enquanto a traqueostomia cirúrgica se mostra segura em casos de maior complexidade anatômica ou necessidade de maior controle cirúrgico.
No entanto, a amostra selecionada apresenta limitações, como amostras relativamente pequenas, heterogeneidade nos critérios de inclusão e ausência de padronização nas técnicas utilizadas, o que dificulta comparações diretas. Dessa forma, pesquisas futuras devem incluir ensaios clínicos multicêntricos com amostras maiores, padronização das técnicas e acompanhamento de longo prazo para avaliar complicações tardias, qualidade de vida e desfechos funcionais, contribuindo para a tomada de decisão clínica baseada em evidências mais robustas.
REFERÊNCIAS
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KIM, Ji Eun; LEE, Dong Hyun. The feasibility and safety of percutaneous dilatational tracheostomy without endotracheal guidance in the intensive care unit. Acute and Critical Care, v. 37, n. 1, p. 101, 2022.
MAHESHWARAN, S. et al. Safety of percutaneous vs open tracheostomy on intubated patients in ICU setting: Which one is better?. Indian Journal of Otolaryngology and Head & Neck Surgery, v. 74, n. Suppl 3, p. 4978-4981, 2022.
NAUSHAD, Omar; BASHIR, M.; RATHEE, Sonal. Naushad’s Modification of Griggs Percutaneous Tracheostomy: Retrospective Case Series Study on 200 Patients at Subharti Medical College, Meerut, India. Maedica, v. 17, n. 1, p. 64, 2022.
SABOGAL, Carlos; MORENO-OJEDA, Oscar; PATIÑO HERNÁNDEZ, Daniela. Traqueostomia percutânea com cuidado intensivo: uma opção rápida, fácil e segura. Rev. Chilena Anest , v. 5, pág. 708-13, 2020.
SALAS, Alan de Jesús et al. Comparación entre traqueostomía percutánea y quirúrgica, experiencia en un centro hospitalario de la Ciudad de México. Neumología y cirugía de tórax, v. 80, n. 2, p. 111-117, 2021.
SOARES, Thaís Helena Veloso et al. Traqueostomia: indicações, técnicas, cuidados, complicações e decanulação. Revista Eletrônica Acervo Médico, v. 23, n. 4, p. e12502-e12502, 2023.
TENÓRIO, LUCAS RIBEIRO et al. Preditores de dificuldade em traqueostomia percutânea à beira do leito: estudo piloto. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, v. 47, p. e20202510, 2020.
VAHAPOĞLU, Ayşe; GÖK, Ayfer Kaya; ÇAVUŞ, Zuhal. Percutaneous tracheostomy procedures and patient results in a tertiary intensive care unit: A single-center experience. Revista de Medicine, v. 104, n. 6, p. e41472, 2025.
ZAHARI, Yusrina et al. The practice, outcome and complications of tracheostomy in traumatic brain injury patients in a neurosurgical intensive care unit: surgical versus percutaneous tracheostomy and early versus late tracheostomy. The Malaysian Journal of Medical Sciences: MJMS, v. 29, n. 3, p. 68, 2022.
1Médico, Residente em Cirurgia Geral pelo HBDF
E-mail: robsonpierrepacifico@gmail.com
2Médica pela Universidade Federal de Goiás
Residência Médica em Cirurgia Geral no HRAN
Residência Médica em Cirurgia Videolaparoscopica no HUB
E-mail: barrosodealmeida@gmail.com
