CLAREAMENTO INTERNO DO DENTE 21 DESVITALIZADO E TÉCNICA DE CONSULTÓRIO: UM RELATO DE CASO
INTERNAL BLEACHING OF DEVITALIZED TOOTH 21 AND IN-OFFICE TECHNIQUE: A CASE REPORT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202510201022
Morgana Silva Azevedo Machado¹
Yasmin Natália Néry Silva²
Gabrielle Oliveira Santos³
Caren Cristine da Silva Batista⁴
RESUMO
Introdução: A estética dental é uma das principais demandas na odontologia contemporânea, principalmente em dentes anteriores escurecidos após tratamento endodôntico, que afetam a harmonia do sorriso e a autoestima do paciente.
Objetivo: Relatar um caso clínico de clareamento interno associado à técnica de consultório, em dente anterior não vital, visando a recuperação estética e funcional.
Relato de caso: Paciente foi atendido na Clínica Odontológica do Centro Universitário São Lucas Afya, apresentando escurecimento no dente 21, previamente tratado endodonticamente. Inicialmente, realizou-se o clareamento interno com perborato de sódio no elemento 21 e, posteriormente, o clareamento externo com peróxido de hidrogênio a 35% nos demais dentes. Em seguida, o dente 21 foi restaurado com resina composta fotopolimerizável, buscando devolver forma, função e estética. O tratamento resultou em significativa melhora da coloração dental, preservação estrutural e harmonia estética. O paciente recebeu orientações quanto à manutenção da higiene oral e possíveis cuidados para estabilidade da cor.
Conclusão: A associação entre clareamento interno e externo, combinada à restauração direta, constitui uma alternativa eficaz, conservadora e previsível no tratamento de dentes escurecidos, proporcionando ganhos estéticos, funcionais e emocionais para o paciente.
Palavra – Chave: Clareamento dental; Clareamento interno; Perborato de sódio; Estética dentária; Dente não vital.
ABSTRACT
Introduction: Dental aesthetics has become one of the main demands in contemporary dentistry, especially in anterior teeth darkened after endodontic treatment, which affects smile harmony and patient self-esteem.
Objective: To report a clinical case of internal bleaching associated with in-office technique in a non-vital anterior tooth, aiming at aesthetic and functional recovery.
Case report: A patient was treated at the Dental Clinic of Centro Universitário São Lucas Afya, presenting discoloration in tooth 21, previously endodontically treated. Internal bleaching was performed with sodium perborate on tooth 21, followed by external bleaching with 35% hydrogen peroxide on the remaining teeth. Then, tooth 21 was restored with light-cured composite resin to reestablish form, function, and aesthetics. The treatment resulted in a significant improvement in tooth color, structural preservation, and aesthetic harmony. The patient received guidance on oral hygiene and care for long-term color stability.
Conclusion: The combination of internal and external bleaching associated with direct restoration represents an effective, conservative, and predictable option for treating discolored teeth, providing aesthetic, functional, and emotional benefits for the patient.
Keywords: Dental whitening; Internal whitening; Sodium perborate; Dental aesthetics; Non-vital tooth.
INTRODUÇÃO
A estética dental tem se tornado uma das principais preocupações dos pacientes na odontologia moderna, especialmente em casos de dentes escurecidos após tratamento endodôntico. O clareamento interno é um procedimento conservador que permite a recuperação da cor de dentes desvitalizados, preservando sua estrutura e evitando intervenções mais invasivas, como a reabilitação protética (Sampaio; Freitas; Araújo, 2010). Dentre as técnicas disponíveis, destaca-se o uso do perborato de sódio e do peróxido de hidrogênio, que promovem a oxidação dos pigmentos responsáveis pelo escurecimento dental, proporcionando uma melhora estética significativa (Memon; Kalhoro, 2021). A eficácia desses agentes clareadores tem sido amplamente estudada. Pesquisas demonstram que a associação entre perborato de sódio e peróxido de hidrogênio a 30% na técnica walking bleach apresenta resultados satisfatórios na melhoria da coloração de dentes não vitais, especialmente em casos de escurecimento decorrente de necrose pulpar (Savic-Stankovic et al., 2019). Além disso, o perborato de sódio também tem sido aplicado no clareamento extracoronal, como no tratamento de manchas de fluorose, apresentando desempenho superior a outras técnicas, como microabrasão e clareamento em consultório com peróxido de hidrogênio (Singhal et al., 2022). O mecanismo de ação do perborato de sódio baseia-se em suas propriedades oxidativas. Ao se dissolver, libera peróxido de hidrogênio, um componente essencial para a quebra dos compostos cromogênicos responsáveis pela descoloração dental (John; Colin, 2012). Embora os agentes clareadores possam causar sensibilidade dentária, estudos indicam que o perborato de sódio apresenta menor incidência de efeitos adversos quando comparado a outras técnicas (Singhal et al., 2022; Araújo et al., 2006). Entretanto, alguns pesquisadores destacam que os efeitos a longo prazo sobre a integridade do esmalte e a possibilidade de recidiva da cor ainda precisam ser mais investigados para garantir a segurança e previsibilidade dos resultados (Lazzari et al., 2022). O uso de espectrofotômetros tem sido sugerido como ferramenta auxiliar na avaliação objetiva da eficácia do clareamento, possibilitando um acompanhamento mais preciso das alterações de cor ao longo do tempo (Wenhao; Chang; Jie, 2014). Além do clareamento interno, o clareamento em consultório surge como uma alternativa complementar, utilizando agentes de alta concentração à base de peróxido de hidrogênio, que podem ser ativados por fontes de luz para potencializar os resultados (Mayer et al., 2024). A combinação dessas técnicas tem sido considerada uma estratégia eficaz para aprimorar a estética de dentes desvitalizados escurecidos. O presente estudo tem como objetivo descrever a aplicação combinada do clareamento interno e do clareamento em consultório na reabilitação estética de um dente desvitalizado escurecido. A escolha dessa abordagem justifica-se pela necessidade de avaliar a eficácia clínica da associação entre as técnicas e sua influência na estabilidade da cor ao longo do tempo. A relevância deste estudo reside na crescente demanda por procedimentos estéticos minimamente invasivos e na busca por estratégias que promovam resultados previsíveis e duradouros. Dessa forma, espera-se que a análise do caso contribua para o aprimoramento das condutas clínicas, fornecendo subsídios para uma abordagem segura e eficaz no tratamento de dentes desvitalizados escurecido
RELATO DE CASO CLÍNICO
Paciente YNS, sexo feminino, parda, 28 anos de idade, compareceu a clínica odontológica do Centro Universitário São Lucas AFYA – Porto Velho/RO, queixando-se de dente anterior escurecido. Na anamnese a paciente negou comorbidades médicas, alergia medicamentosa ou a anestésicos locais. Ao exame radiográfico do dente 21, apresentava-se com tratamento endodôntico em condição satisfatória, sem necessidade de retratamento, podendo entao dar continuidade ao procedimento (figura 01). Ao exame clinico, encontrava-se restaurações insatisfatórias nos dentes anteriores e alteração cromática dentária com tonalidade amarelada e dente 21 escurecido. O planejamento proposto para a paciente foi a realização de clareamento interno do dente 21 desvitalizado com perborato de sódio, clareamento externo dos demais dentes com peróxido de hidrogênio a 35% e troca de restaurações insatifastórias. Beneficios e riscos foram devidamente explicados e documentados na assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. Inicialmente, foi realizada a fotografia dos dentes para observar a alteração da coloração dentária no final do tratamento (figura 02). Logo em seguida, foi realizada a profilaxia dentária com uso de pasta profilatica e escova robson, a fim de promover adequada limpeza das superficies e preparo para o procedimento. Posteriormente, procedeu-se à anestesia do nervo infraorbitário e palatino, utilizando Mepivacaína 2% (1,5 tubetes), para o conforto do paciente. Realizou-se o isolamento absoluto unitário com lençol de borracha, arco young, grampo 212 e barreira gengival (figura 03). Com o campo operatório estabelecido, foi executada a abertura coronária do dente 21 com brocas diamantadas esféricas FG 1011 e 1013 da KG Sorensen (figura 04). O agente clareador foi então preparado em placa de vidro, utilizando duas medidas do pó com a colher dosadora, de perborato de sódio Whiteness Perborato da FGM misturado em uma gota de peróxido de hidrogênio 20% ( figura 05). O material obtido foi aplicado em uma bolinha de algodão, inserida na câmara pulpar do dente 21, permanecendo na cavidade por 15 min, esse procedimento foi realizado duas vezes (figura 06 e 07). Após o tempo de espera, foi realizada uma nova mistura do agente clareador perborato de sódio, duas medidas do pó com a colher dosadora misturado em soro fisiológico. O elemento atingido foi aplicado novamente na câmara pulpar com uma bolinha de algodão, permanecendo na cavidade por três dias, a cavidade foi selada provisóriamente com cimento de ionômero de vidro e foi realizada a checagem oclusal da paciente (figura 08 e 09). Esse protocolo foi repetido em quatro sessões sucessivas de clareamento interno. Após a ultima sessão de clareamento interno, foi realizada a aplicação de hidróxido de cálcio na câmara pulpar do dente 21 para neutralizar o agente clareador. Concluída a fase do clareamento interno, deu-se inicio ao clareamento externo em consultório, realizado em quatro sessões. Inicialmente foi a feita a profilaxia, seguida da instalação do afastador labial e aplicação de barreira gengival fotopolimerizável da FGM. O gel clareador foi preparado pela mistura de cinco gotas de peróxido de hidrogênio a 35% com quinze gotas do gel espessante, até atingir a consistência adequada. O gel foi então aplicado em uma camada uniforme sobre a superfície vestibular de todos os dentes anteriores e mantido até adquirir aspecto transparente, sendo removido o excesso com algodão e o restante com abundante irrigação de água (figura 10). Esse protocolo foi realizado por duas aplicações e quatro sessões. Após o término das quatro sessões de clareamento interno e externo, observou-se experssiva melhora estética no sorriso da paciente, com significativa homogeneização da coloração dentária e eliminação do escurecimento do elemento 21 (figura 11). A tonalidade final obtida apresentou-se harmônica com os demais dentes anteriores, atendendo plenamente às expectativas estéticas da paciente. Concluída a fase de clareamento, procedeu-se à remoção do material provisório e à troca das restaurações insatisfatórias dos dentes 21, 22 e 12, utilizando resina composta da Forma A1 Ultradent. Foram realizados os ajustes oclusais e o polimento final das restaurações, assegurando uma superfície lisa e natural, restabelecendo a forma e a função estética do sorriso (figuras 12 e 13). A paciente recebeu orientações quanto a manutenção da higiene bucal adequada e realização de consultas periódicas para acompanhamento clínico. Após o acompanhamento de 30 dias, constatou-se estabilidade da cor e ausência de sensibilidade ou alteração pulpar nos dentes clareados, confirmando o sucesso do tratamento tanto do ponto de vista estético quanto funcional (figura 14).








DISCUSSÃO
O protocolo de clareamento interno e externo aplicado no dente 21 resultou em expressiva melhora estética, com uniformização da cor e restabelecimento da harmonia do sorriso da paciente. Após quatro sessões do procedimento, observou-se a completa remoção da pigmentação escurecida do elemento tratado, além da estabilidade da coloração dental nas reavaliações subsequentes. O clareamento promoveu também o equilíbrio cromático entre o dente 21 e os dentes adjacentes, sem ocorrência de sensibilidade pós-operatória ou alterações estruturais perceptíveis.
Os resultados obtidos neste caso corroboram os achados de Sampaio, Freitas e Araújo (2010), que demonstraram a eficácia do perborato de sódio como agente clareador interno, especialmente em dentes escurecidos por necrose pulpar. O sucesso clínico pode ser atribuído à ação oxidante do perborato, que libera gradualmente peróxido de hidrogênio, permitindo a quebra dos pigmentos orgânicos responsáveis pela descoloração dental (John et al., 2013). Essa liberação controlada reduz o risco de efeitos colaterais, como a reabsorção radicular externa, frequentemente associada ao uso de peróxidos altamente concentrados (Savić-Stanković et al., 2020).
A combinação do clareamento interno com o clareamento externo em consultório potencializou o resultado estético final, promovendo uniformidade na coloração e brilho dos dentes. Esse efeito combinado é reforçado por Mayer et al. (2024), que demonstraram que o uso de diferentes formas de liberação de oxigênio reativo, como o perborato e o peróxido de hidrogênio, proporciona resultados complementares e seguros, sem comprometer as propriedades mecânicas da dentina.
Durante todo o protocolo, não foram observados sinais de sensibilidade ou alteração estrutural do esmalte e da dentina, corroborando as observações de Singhal et al. (2022), que relatam menor incidência de efeitos adversos com o uso de perborato de sódio em comparação a outros agentes clareadores. A manutenção da integridade dental também foi favorecida pelo uso do isolamento absoluto e pela correta neutralização do agente clareador com hidróxido de cálcio, reduzindo o risco de difusão residual de peróxido nos tecidos adjacentes — conduta igualmente recomendada por Lazzari et al. (2022).
O uso da técnica walking bleach com substituições periódicas do agente clareador demonstrou ser eficaz e previsível, proporcionando resultados visuais satisfatórios em curto prazo. Estudos espectrofotométricos, como o de Wenhao, Chang e Jie (2014), também destacam que variações nos parâmetros de luminosidade (L*) e tonalidade (b*) após o clareamento confirmam a eficácia do método, o que foi observado clinicamente no presente caso.
A restauração final com resina composta fotopolimerizável complementou o resultado estético, restabelecendo a forma e o brilho natural do sorriso. Segundo Memon e Kalhoro (2021), o sucesso do clareamento interno está diretamente relacionado à adequada selagem da câmara pulpar e à escolha do material restaurador compatível com o novo tom obtido após o clareamento, fatores observados neste caso clínico.
Portanto, os resultados obtidos confirmam que a associação entre clareamento interno com perborato de sódio e clareamento em consultório com peróxido de hidrogênio é uma alternativa segura, conservadora e de alta previsibilidade estética. A técnica proporciona benefícios funcionais e psicológicos significativos ao paciente, reforçando sua indicação em casos de dentes desvitalizados escurecidos.
METODOLOGIA
Este trabalho foi executado de acordo com as diretrizes do Manual Unificado de Trabalho de Conclusão de Curso MUTCC da faculdade São Lucas Afya – UniSL Afya. O método empregado para o presente trabalho, trata-se de uma revisão de literatura qualitativa e descritiva acerca do tema e a descrição do relato de caso do paciente com o tema: Clareamento interno do dente 21 desvitalizado e técnica de consultório. Foi feita uma pesquisa dos artigos com base de dados nos sites de pesquisa: Google Acadêmico, Pubmed, Scielo, periódicos, tese de mestrado e projetos de pesquisa voltados ao tema proposto.
Metodologia Proposta
O estudo em questão possui abordagem quantitativa, de nível descritivo, e será realizado de maneira transversal, onde o sujeito da pesquisa constitui-se do paciente da clínica integrada da Faculdade de Odontologia do Centro Universitário São Lucas (UniSL), localizado no município de Porto Velho/RO. Será aplicado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TCLE, (Conselho Nacional de Saúde, Resolução 466/12 CNS/MS). Haverá um risco (mínimo), tal procedimento será realizado antes ou após a consulta agendada pelo acadêmico que presta atendimento àquele participante da pesquisa, podendo ocorrer em ambos os turnos de atendimento do centro odontológico, dependendo do horário de atendimento deste paciente na clínica integrada II. A coleta de dados será realizada na recepção do centro odontológico, mediante questionário estruturado, após explicação do objetivo, do método, da garantia de confidencialidade dos dados e da possibilidade de desistência em qualquer etapa da pesquisa, após os usuários serão convidados a participar do estudo e será solicitada assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Neste critério, aplica-se a categoria de intervenção observacional e clínica, onde o pesquisador interfere o mínimo possível no levantamento de informações e práticas odontológicas sequenciais, visto que será o próprio interlocutor que realizará o procedimento, favorecendo assim, aqueles que possuam dificuldade de ler e/ou escrever.
CONCLUSÃO
O presente relato de caso demonstrou que a associação entre o clareamento interno com perborato de sódio e o clareamento externo em consultório com peróxido de hidrogênio a 35% constitui uma abordagem eficaz, segura e conservadora para o tratamento de dentes desvitalizados escurecidos. O protocolo empregado promoveu significativa melhora estética, restabelecendo a harmonia do sorriso e contribuindo para a satisfação e autoestima da paciente, sem ocasionar sensibilidade ou danos estruturais ao elemento dental tratado.
A aplicação do perborato de sódio mostrou-se eficiente na remoção da pigmentação intrínseca decorrente da necrose pulpar, confirmando sua efetividade como agente clareador intracoronário. Além disso, a associação com o clareamento externo potencializou o resultado final, proporcionando uniformidade cromática entre o dente tratado e os dentes adjacentes. A restauração com resina composta fotopolimerizável complementou o tratamento, devolvendo forma, função e estética de maneira previsível e duradoura.
Os achados deste trabalho corroboram estudos anteriores (Sampaio; Freitas; Araújo, 2010; Lazzari et al., 2022; Memon; Kalhoro, 2021), que destacam a segurança e a eficácia do perborato de sódio como alternativa clínica viável para o clareamento interno de dentes não vitais. O uso adequado do isolamento absoluto, o controle rigoroso do tempo de exposição e a neutralização final do agente clareador foram fatores essenciais para o sucesso do tratamento e para a prevenção de complicações, como a reabsorção radicular cervical.
Conclui-se que o clareamento interno, quando corretamente indicado e associado a técnicas complementares, representa um procedimento de grande relevância na odontologia estética contemporânea, permitindo a reabilitação de dentes escurecidos de forma minimamente invasiva e com excelentes resultados clínicos e funcionais. Recomenda-se, contudo, o acompanhamento periódico do paciente, a fim de monitorar a estabilidade da cor e garantir a manutenção dos resultados obtidos a longo prazo.
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¹Acadêmica do curso de Odontologia do Centro Universitário São Lucas Afya – Porto Velho. E-mail: morgazevedo@hotmail.com;
²Acadêmica do curso de Odontologia do Centro Universitário São Lucas Afya – Porto Velho. E-mail: yasmin.nery@hotmail.com;
³Acadêmica do curso de Odontologia do Centro Universitário São Lucas Afya – Porto Velho. E-mail: gabrielleoliveirasantosts@gmail.com;
⁴Orientadora e Professora do Centro Universitário São Lucas Afya – Porto Velho. Cirurgiã-dentista, mestre e especialista em Prótese Dentária. E-mail: caren.batista@saolucas.edu.br.
