ANALYSIS OF THE EPIDEMIOLOGICAL PROFILE, DIAGNOSTIC
PRACTICES, AND TREATMENT OF TUBERCULOSIS IN THE 5TH REGIONAL HEALTH MANAGEMENT (V GERES) – PERNAMBUCO.
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202506230948
Gustavo Henrique Soares da Silva1
Fernanda Couto Sousa Falcão2
Sabrina dos Santos Ferreira Inácio3
Eduardo Alexandre Pereira4
Karen Mabel Rodrigues Jordão5
Yago Matheus Martins de Lima6
Resumo
O artigo aborda o perfil epidemiológico da tuberculose, além das práticas de diagnóstico e tratamento adotadas na V Gerência Regional de Saúde (V GERES), em Pernambuco. Trata-se de uma pesquisa descritiva, documental e quantitativa, baseada em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), no período de 2018 a 2023. Os resultados apontam que a região apresenta taxas de incidência e mortalidade superiores às médias estadual e nacional, com maior concentração entre homens jovens em situação de vulnerabilidade. O diagnóstico é realizado principalmente por baciloscopia e teste rápido molecular, e o tratamento segue o esquema padronizado pelo Ministério da Saúde, com recomendação do Tratamento Diretamente Observado (TDO). Conclui-se que, apesar dos esforços locais, como ações intersetoriais e capacitações, ainda há limitações estruturais que dificultam o controle efetivo da doença. Reforça-se a necessidade de fortalecer a atenção primária, a vigilância epidemiológica e a articulação entre setores para melhorar os indicadores e garantir o cuidado integral às pessoas com tuberculose.
Palavras-chave: Tuberculose. Epidemiologia. Saúde pública. Tratamento. Diagnóstico.
1 INTRODUÇÃO
Tuberculose (TB) é uma doença infecciosa de origem bacteriana, causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que permanece como um dos principais problemas de saúde pública em escala global. Apesar de ser evitável, tratável e curável, a doença ainda causa milhões de casos e mortes a cada ano, especialmente em populações socialmente vulneráveis. Segundo o Relatório Global da Tuberculose de 2023, da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram estimados 10,6 milhões de casos novos e 1,3 milhão de mortes em 2022, reafirmando a tuberculose como a doença infecciosa mais letal do mundo após a COVID-19 (Who, 2023).
No Brasil, a tuberculose permanece como uma doença de notificação compulsória e prioritária na agenda da saúde pública. O país ocupa a 20ª posição entre as 30 nações com maior carga de tuberculose no mundo. Em 2023, segundo dados do Ministério da Saúde, foram notificados 75.078 casos novos, correspondendo a uma taxa de incidência de 35,1 casos por 100 mil habitantes. A mortalidade também permanece preocupante: foram registrados 5.111 óbitos por tuberculose em 2022, com uma taxa de 2,4 por 100 mil habitantes (Brasil, 2024).
No estado de Pernambuco, a situação é igualmente desafiadora. Em 2023, foram registrados aproximadamente 4.500 casos novos de tuberculose, com uma taxa de incidência de 47,3 casos por 100 mil habitantes, acima da média nacional. A taxa de mortalidade no estado foi de 2,9 óbitos por 100 mil habitantes, demonstrando a persistência da doença como problema crônico de saúde pública. A distribuição dos casos é concentrada principalmente nas regiões metropolitanas e em territórios com maior vulnerabilidade socioeconômica, como na V Gerência Regional de Saúde, o que evidencia a necessidade de abordagens intersetoriais e ações territorializadas de enfrentamento (Brasil, 2024)
A justificativa deste estudo está na relevância de compreender o comportamento epidemiológico da tuberculose em contextos locais e regionais, especialmente em áreas que apresentam indicadores acima da média nacional. Além disso, investigar as práticas adotadas para o diagnóstico e o tratamento permite identificar fragilidades e potencialidades da rede de atenção à saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade dos serviços e para a redução da incidência e mortalidade (Oliveira et al. 2021).
Dessa forma, o objetivo deste artigo é analisar o perfil epidemiológico da tuberculose, bem como avaliar as práticas de diagnóstico e os tratamentos adotados, com ênfase na realidade da V GERES, visando fornecer subsídios para o aprimoramento das ações de controle da doença (Oliveira et al. 2021).
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1 A Tuberculose como Problema de Saúde Pública
A tuberculose (TB) é uma doença infecciosa e transmissível causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que afeta prioritariamente os pulmões, embora possa acometer outros órgãos. Apesar dos avanços no diagnóstico e no tratamento, a tuberculose continua sendo um grave problema de saúde pública, especialmente em países em desenvolvimento, como o Brasil (Brasil, 2023).
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil está entre os 30 países com maior carga da doença. Em 2022, foram notificados cerca de 71 mil novos casos no país, com destaque para estados das regiões Norte e Nordeste, onde as desigualdades sociais impactam diretamente nos índices de adoecimento e mortalidade (OMS, 2023).
2.2 Aspectos Epidemiológicos da Tuberculose em Pernambuco
O estado de Pernambuco apresenta alta carga de tuberculose, com variações significativas entre os municípios. Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) apontam que, entre 2018 e 2023, foram notificados 806 casos em uma região específica do estado. O município de Correntes concentrou o maior número de casos (307), seguido por Itáiba (142) e Bom Conselho (72), demonstrando a heterogeneidade da distribuição da doença (SINAN, 2024).
Além disso, a análise por sexo revela que o grupo masculino foi o mais acometido, representando aproximadamente 71% dos casos. Isso confirma tendências epidemiológicas nacionais que associam maior vulnerabilidade masculina a fatores sociais, culturais e ocupacionais (SINAN, 2024).
2.3 Perfil Etário e Vulnerabilidades
Os dados evidenciam que a tuberculose afeta majoritariamente adultos entre 20 e 59 anos, ou seja, a população economicamente ativa. Esse perfil etário reforça o impacto socioeconômico da doença, pois compromete a produtividade e acarreta custos diretos e indiretos com tratamento, afastamentos e reabilitação (Oliveira, Pinheiro, Santos, Figueiro).
Por outro lado, embora a incidência seja menor entre crianças e idosos, isso não elimina a importância da vigilância epidemiológica nesse grupo, especialmente diante da possibilidade de infecção latente e subnotificações (Oliveira, Pinheiro, Santos, Figueiro).
2.4 Recidivas e Casos Novos
Entre os casos registrados, 108 foram classificados como recidivas, o que pode indicar falhas no acompanhamento clínico, abandono de tratamento ou resistência bacteriana. A recidiva é um fator preocupante, pois aumenta o risco de disseminação comunitária da doença e exige ações específicas de rastreio e adesão terapêutica (Santos, Junior, Cunha, Lima, 2024).
A maior parte das notificações, no entanto, refere-se a casos novos (698), o que reforça que a cadeia de transmissão permanece ativa. Essa realidade evidencia a necessidade de intensificar as estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e educação em saúde (Santos, Junior, Cunha, Lima, 2024).
3 METODOLOGIA
Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa descritiva, documental e quantitativa, visando analisar o perfil epidemiológico da tuberculose, bem como as práticas de diagnóstico e tratamento adotadas na área de abrangência da V Gerência Regional de Saúde (V GERES), situada no estado de Pernambuco.
A pesquisa descritiva permite observar, registrar e analisar fenômenos sem interferência direta, buscando identificar características, distribuições e comportamentos da doença no tempo e espaço (TRIVIÑOS, 1987). A abordagem documental envolve a análise de documentos oficiais e registros disponíveis, sendo uma técnica amplamente utilizada em estudos epidemiológicos (CELLARD, 2008). A abordagem quantitativa possibilita a quantificação dos dados coletados, permitindo análises estatísticas que contribuem para a compreensão dos fenômenos estudados (GIL, 2019).
Foram utilizados dados secundários provenientes de bases oficiais, como o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), disponível no TABNET/DATASUS, além de relatórios técnicos emitidos pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco e pela própria V GERES. Essas fontes são reconhecidas por sua confiabilidade e abrangência na coleta de informações epidemiológicas (BRASIL, 2024).
O período de análise compreendeu os anos de 2018 a 2023, permitindo a avaliação de tendências epidemiológicas, variações nos índices de incidência, mortalidade e características clínicas dos casos registrados nesse intervalo de tempo. Esse recorte temporal é adequado para identificar padrões e mudanças significativas na ocorrência da doença (SILVA; GALVÃO, 2024).
Foram incluídos os casos confirmados de tuberculose, devidamente notificados no SINAN, com residência declarada em municípios que integram a área de abrangência da V GERES, durante o período delimitado. Foram excluídos todos os registros que apresentaram inconsistências, duplicidades, lacunas de informações fundamentais ou cuja área de residência não correspondesse ao território da V GERES.
A organização e análise dos dados foram realizadas por meio de tabulação em planilhas eletrônicas, com posterior aplicação de análises estatísticas descritivas, incluindo cálculos de frequências absolutas, relativas, médias e variações percentuais. Esses procedimentos buscaram identificar os padrões epidemiológicos, a distribuição sociodemográfica, além de aspectos relacionados ao diagnóstico, formas clínicas e desfecho do tratamento (GIL, 2019).
A interpretação dos resultados foi conduzida com base nas recomendações técnicas do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), permitindo contextualizar os achados da pesquisa e subsidiar discussões pautadas em evidências (BRASIL, 2024).
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
3.1 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DESAFIOS RELACIONADOS AO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE NA V GERES – PERNAMBUCO
A tuberculose (TB) continua sendo uma doença de elevada carga epidemiológica no estado de Pernambuco, com destaque para a V GERES (Gerência Regional de Saúde), localizada no Agreste Meridional. Esta regional, composta por municípios com distintas realidades socioeconômicas e desafios na estrutura da rede de atenção à saúde, apresenta taxas de incidência e mortalidade por tuberculose superiores à média estadual, configurando-se como uma área prioritária para o enfrentamento da doença.
Nos últimos anos, observou-se um número expressivo de casos novos de tuberculose na região (tabela 1), com predominância entre adultos jovens, do sexo masculino, em situação de vulnerabilidade social, como pessoas em situação de rua, privadas de liberdade ou com histórico de uso de substâncias psicoativas. A forma pulmonar da doença é a mais prevalente, o que evidencia a importância do diagnóstico precoce e da quebra da cadeia de transmissão, faixa etária (tabela 3), sexo (tabela 2) e casos de recidiva (tabela 4). A coinfecção TB/HIV (tabela 6) também é relevante na regional, contribuindo para o agravamento dos casos e aumento da letalidade.
Um dos principais problemas enfrentados na V GERES é o abandono do tratamento, que representa um desafio persistente para o controle da doença. As taxas de abandono variam entre os municípios, mas frequentemente ultrapassam o limite preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de até 5%. Fatores como o deslocamento até os serviços de saúde, a ausência de vínculo entre usuário e equipe, os efeitos colaterais dos medicamentos, o estigma social e a desinformação sobre a importância da continuidade do tratamento estão entre os principais motivos identificados (Pernambuco, 2024).
A adesão ao tratamento da tuberculose requer acompanhamento contínuo, apoio psicossocial e envolvimento da rede de atenção básica. No entanto, desafios estruturais e operacionais, como a rotatividade de profissionais de saúde, escassez de recursos para visitas domiciliares e falhas na supervisão direta do tratamento (TDO), comprometem a efetividade das ações. Além disso, a falta de integração entre os níveis de atenção e a dificuldade no monitoramento dos indicadores dificultam a tomada de decisão baseada em evidências.
Diante desse cenário, algumas estratégias têm sido implementadas ou indicadas para melhorar a adesão ao tratamento na V GERES. Entre elas, destacam-se:

Fonte: Elaborado pelo autor com base em BRASIL (2021, 2024), FERREIRA et al. (2022), PAIM e SILVA (2020), SILVA et al. (2023), CAMPOS et al. (2021).
Essas ações, articuladas e integradas com a realidade local, são fundamentais para reverter os indicadores desfavoráveis e promover o controle efetivo da tuberculose na região. O fortalecimento da vigilância epidemiológica, aliado ao cuidado centrado no usuário e à valorização da atenção primária, é essencial para alcançar melhores resultados na V GERES.
3.2 Diagnóstico e Tratamento da Tuberculose: Abordagem Convencional no SUS
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado da tuberculose são pilares fundamentais para o controle da doença e a interrupção da cadeia de transmissão. No Brasil, o manejo da tuberculose é ofertado integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com protocolos padronizados que garantem acesso universal e gratuito ao diagnóstico e tratamento.
O diagnóstico da tuberculose baseia-se na combinação de avaliação clínica, exames laboratoriais e radiografia de tórax. O primeiro passo é a identificação do sintomático respiratório, ou seja, a pessoa com tosse por três semanas ou mais, com ou sem outros sintomas como febre vespertina, sudorese noturna, emagrecimento e cansaço.
3.2.2 Os principais exames utilizados para confirmação diagnóstica são:
1. Baciloscopia de escarro: método tradicional, de baixo custo e rápida execução, útil especialmente para formas pulmonares bacilíferas;
2. Teste Rápido Molecular para Tuberculose (TRM-TB): exame que detecta o DNA do Mycobacterium tuberculosis e identifica resistência à rifampicina em cerca de duas horas, sendo atualmente recomendado como teste inicial para todos os casos suspeitos;
3. Cultura para micobactéria: considerada padrão-ouro, embora de maior tempo de processamento, é útil para confirmar casos com baciloscopia negativa;
4. Radiografia de tórax: utilizada como exame complementar, principalmente quando os exames bacteriológicos são negativos.
Além disso, para casos de coinfecção com HIV ou suspeita de formas extrapulmonares, podem ser necessários exames adicionais, como líquor, biópsias e exames de imagem.
3.2.3 Tratamento da Tuberculose
O tratamento da tuberculose é padronizado no Brasil e consiste em esquema farmacológico com quatro medicamentos principais, administrados por via oral em dose fixa combinada:


3.2.4 O esquema padrão para casos novos tem duração de 6 meses, sendo dividido em duas fases:
1. Fase intensiva (2 meses): RHZE
2. Fase de manutenção (4 meses): RH
Esse esquema é indicado para adultos e adolescentes com tuberculose pulmonar ou extrapulmonar (exceto formas meningoencefálicas e ósseas mais graves). A adesão ao tratamento é fundamental para a cura, a prevenção da resistência medicamentosa e a redução da transmissão da doença.
O Ministério da Saúde recomenda a realização do Tratamento Diretamente Observado (TDO), em que o paciente toma os medicamentos sob supervisão de um profissional ou agente comunitário de saúde, ao menos três vezes por semana, visando garantir o uso correto das medicações e evitar o abandono (Brasil, 2024).
Casos especiais, como tuberculose em crianças, gestantes, pessoas vivendo com HIV, ou pacientes com tuberculose resistente, requerem esquemas diferenciados e acompanhamento especializado.
O sucesso no controle da tuberculose depende da integração entre diagnóstico oportuno, início imediato do tratamento, adesão adequada e acompanhamento regular, com monitoramento dos efeitos adversos e avaliação da resposta clínica e bacteriológica ao longo do tratamento.



5 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A realidade epidemiológica da tuberculose na V GERES, em Pernambuco, reflete uma série de desafios comuns a outras regiões do país, especialmente no que diz respeito à adesão ao tratamento e à estruturação dos serviços de saúde. Silva, Sousa e Costa (2023), ao analisarem o contexto da região Norte, destacam que a vulnerabilidade social está diretamente relacionada à maior incidência de tuberculose, com dificuldades semelhantes às enfrentadas pela V GERES, como moradias precárias, baixa escolaridade e acesso restrito aos serviços de saúde, fatores que se reproduzem nos territórios do Agreste Meridional.
Mendes e Oliveira (2022), ao estudarem o interior de Minas Gerais, observam que o abandono do tratamento permanece elevado onde há fragilidade no acompanhamento dos pacientes pela atenção básica. Isso também é evidente na V GERES, onde a rotatividade das equipes de saúde, somada à dificuldade de implementação sistemática do Tratamento Diretamente Observado (TDO), contribui para o desfecho insatisfatório de muitos casos. A falta de vínculo entre usuários e profissionais de saúde aparece como um fator central nas duas realidades, afetando diretamente a continuidade e a qualidade da atenção.
Rocha e Barros (2023), por sua vez, ressaltam a importância da integração entre vigilância epidemiológica e atenção básica, citando experiências bem-sucedidas no sul do Brasil. Essa articulação, ainda insuficiente na V GERES, é essencial para fortalecer o rastreamento de contatos, a busca ativa de sintomáticos respiratórios e o monitoramento das notificações. Os autores apontam que municípios com fluxos bem definidos entre setores e com investimento em ferramentas de informação têm obtido melhores resultados no controle da doença.
Lima e Ferreira (2022) chamam atenção para a importância do Tratamento Diretamente Observado (TDO), destacando que, mesmo em contextos urbanos periféricos, sua implementação com apoio comunitário tem resultado em maior adesão e redução do abandono. Na V GERES, embora existam municípios com boas práticas nessa linha, ainda é necessário fortalecer o papel dos Agentes Comunitários de Saúde e capacitar as equipes para atuar de forma mais próxima e humanizada. A abordagem centrada no paciente, considerando suas barreiras pessoais e sociais, é vista como diferencial positivo na prática desses autores.
Cunha e Nascimento (2023), ao analisarem experiências intersetoriais no Centro-Oeste, evidenciam que estratégias articuladas com a assistência social, educação e justiça ampliam o impacto das ações de controle da tuberculose. Essa abordagem também é promissora para a V GERES, sobretudo para alcançar populações em maior risco, como pessoas privadas de liberdade, em situação de rua ou com dependência química. A oferta de incentivos sociais e a presença ativa de políticas públicas alinhadas ao setor saúde são fatores que, segundo os autores, reduzem significativamente o abandono de tratamento.
Assim, ao colocar em diálogo essas experiências os casos desse agravo tão abordado em todo território, observa-se que os desafios enfrentados pela V GERES não são isolados, mas sim parte de um panorama nacional que exige soluções integradas e sensíveis às especificidades locais. As contribuições dos autores aqui discutidos reforçam a necessidade de investimentos em gestão, educação permanente, vigilância qualificada e envolvimento comunitário como caminhos para o fortalecimento das ações de controle da tuberculose na região.
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso Superior de Farmácia do Instituto Faculdade Integrada Cete – FIC Garanhuns e-mail:
gustavohenriiquesoares15@gmail.com
2Discente do Curso Superior de Farmácia do Instituto Faculdade Integrada Cete – FIC Garanhuns e-mail:
falcaofernandaa@gmail.com
3Discente do Curso Superior de Farmácia do Instituto Faculdade Integrada Cete – FIC Garanhuns e-mail:
sabrina.ferreira84@hotmail.com
4Discente do Curso Superior de Farmácia do Instituto Faculdade Integrada Cete – FIC Garanhuns e-mail:
eduardobinha01@gmail.com
5Discente do Curso Superior de Farmácia do Instituto Faculdade Integrada Cete – FIC Garanhuns e-mail: karennmabeel@hotmail.com
6Docente do Curso Superior de Farmácia do Instituto Faculdade Integrada Cete – FIC Garanhuns. Mestre em Análises Clínicas (PPGMAD/UNIR). e-mail: yago.martins.ml@outlook.com
