ANALYSIS OF THE MEDICAL APPROACH TO BREAST CANCER INVESTIGATION IN BRAZIL
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202503150032
Emanuely Ximenes Furtado1, Gabriela Cristina Lima Areal2, Emanuele Aguiar Scatolin3, Rodrigo da Silva Justo4, Wedson Moraes Soares5, Elissamia Oliveira de Mendonça6, Lúcia Araújo da Silva7
RESUMO
Introdução: O câncer de mama é um problema de saúde pública crescente, com impacto significativo em morbidade e mortalidade. O rastreamento mamográfico anual é recomendado para mulheres de risco habitual entre 40 e 74 anos, e para mulheres com risco maior, o rastreamento complementar é considerado de forma individualizada. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática de literatura com análise qualitativa. O corte temporal foi de 3 anos e o levantamento bibliográfico ocorreu através da seleção de artigos indexados à plataforma digital Scientific Electronic Library Online (Scielo). Resultados: Foram selecionadas 19 publicações de um recorte temporal de três anos. Os estudos abordaram dados primários de hospitais e centros de referência de saúde nacionais. Discussão: A existência de uma lacuna entre as diretrizes e a realidade no acesso a exames de rastreamento, evidencia a influência dos determinantes sociais na saúde das mulheres. A qualidade e precisão dos métodos diagnósticos são cruciais, com destaque para o potencial da inteligência artificial, mas a distribuição desigual de tecnologias e a necessidade de treinamento profissional representam desafios. Fatores culturais, como o estigma e a falta de informação, também influenciam a adesão ao rastreamento, demandando estratégias de comunicação eficazes. Conclusão: A análise da abordagem médica brasileira no rastreamento do câncer de mama revela desafios e oportunidades, com destaque para a necessidade de diretrizes consensuais e políticas públicas que garantam acesso equitativo a tecnologias e exames. A educação permanente dos profissionais de saúde e a criação de uma linha de cuidado são passos essenciais para garantir diagnóstico e tratamento adequados a todas as mulheres, independentemente de sua condição social ou geográfica.
Palavras-chave: Câncer de mama. Rastreamento. Saúde pública.
INTRODUÇÃO
O câncer representa um problema de saúde pública de magnitude crescente, com impacto significativo em morbidade e mortalidade. Projeções mundiais revelam um aumento de 20% na incidência de casos de câncer na última década, e espera-se a ocorrência de mais de 25 milhões de novos casos anuais até 2030. No Brasil, são esperados 704 mil novos casos apenas para o triênio 2023-20251.
No cenário global, o câncer de mama apresenta a segunda posição no percentual estatístico de tumores neoplásicos diagnosticados (11,6% de todos os cânceres), sendo o câncer de pulmão o mais frequente (12,4%). Ainda assim, posicionou-se em quarto lugar quando analisada como principal causa de morte por câncer, onde o câncer de pulmão é responsável por 18,7% dos óbitos, seguido por câncer de colorretal (9,3%), fígado (7,8%), mama (6,9%) e estômago (6,8%)2.
Contudo, em 2018 uma pesquisa brasileira cruzou os dados dos Registros De Câncer De Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e calculou as razões de incidência e mortalidade anuais por câncer, apontou que o câncer de mama foi campeão e apresentou a maior razão para o público feminino3.
O Brasil conta, desde 1990, com o Sistema Único de Saúde, e desde 2005, com a Política Nacional de Atenção Oncológica, que garante à população acesso à promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação4. O impacto de pequenos atrasos para iniciar o tratamento do câncer de mama após o diagnóstico podem ter uma consequência mensurável nos resultados, incluindo sobrevida livre de doença, sobrevida específica da doença e sobrevida global. O tempo ideal entre o diagnóstico e o início do tratamento é crucial5.
O rastreamento mamográfico anual é recomendado para as mulheres de risco habitual entre 40 e 74 anos, e para as mulheres com risco maior (mamas densas, carcinoma lobular in situ, forte histórico familiar, entre outros) se beneficiam do rastreamento complementar, sendo consideradas de forma individualizada6.
Este trabalho teve como objetivo analisar a abordagem médica brasileira diante da investigação de câncer de mama, o tempo e os meios usados para o diagnóstico e os fatores associados.
MÉTODO
Trata-se de uma revisão sistemática de literatura com análise qualitativa. O corte temporal foi de 3 anos e o levantamento bibliográfico ocorreu através da seleção de artigos indexados à plataforma digital Scientific Electronic Library Online (Scielo).
A obtenção das publicações ocorreu através do emprego do operador: Câncer de mama. Utilizando a ferramenta de filtros da própria biblioteca eletrônica, o primeiro critério de inclusão foram estudos brasileiros, independente da língua de publicação, publicados no recorte temporal entre janeiro de 2020 e janeiro de 2025, resultando em 140 artigos. Deste total parcial, foram descartados estudos com dados secundários já analisados em outras fontes, publicações duplicadas, pesquisas de autores com potencial conflito de interesses comerciais, estudos de natureza não médica e artigos científicos incompletos, somaram 38 artigos. Além disso, foi realizada a leitura dos resumos para a verificação de compatibilidade com a temática proposta neste estudo, excluindo trabalhos que abordavam tratamento restando 19 publicações, de acordo com a Figura 1.
Figura 1: Fluxograma do sistema de pesquisa.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os estudos elegíveis foram ordenados cronologicamente para apresentação e análise dos dados. No total, foram selecionadas 19 publicações de um recorte temporal de três anos. Os estudos abordaram dados primários de hospitais e centros de referência de saúde nacionais, assim como serviços de atendimento privado e público. A heterogeneidade da amostragem nesta pesquisa contribui para uma análise abrangente, considerando diferentes pontos de vista.
São notáveis diversos fatores associados a abordagem médica brasileira diante da investigação de câncer de mama. Atualmente o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, a Sociedade Brasileira de Mastologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia estão em consenso sobre o rastreamento mamográfico, onde é recomendada a realização anual para as mulheres de risco habitual entre 40 e 74 anos. Acima de 75 anos pode ser interrompido em casos de comorbidades que reduzam a expectativa de vida. Mulheres com risco maior que o habitual, entre elas as com mamas densas, com história pessoal de hiperplasia lobular atípica, carcinoma lobular in situ clássico, hiperplasia ductal atípica, tratamento de câncer de mama ou de irradiação no tórax antes dos 30 anos, ou ainda portadoras de mutação genética ou com forte história familiar, se beneficiam do rastreamento complementar6.
O rastreio é realizado nas pacientes assintomáticas, caso exista suspeita clínica do surgimento de tumores mamários, os exames de imagem devem ser solicitados imediatamente. O quadro 1 ilustra o atual protocolo brasileiro para conduta médica no rastreio do câncer de mama.
Quadro 1: Recomendações brasileiras para o rastreamento do câncer de mama:

Dados epidemiológicos nacionais norteiam pesquisas e opiniões médicas, direcionam novos guias de condutas profissional personalizadas para a população brasileira, e por fim, orientam políticas públicas de saúde que contemplem o problema real considerando a distribuição geográfica e socioeconômica. Para verificar a adequação da oferta de procedimentos para a detecção precoce do câncer de mama no SUS, DIAS tornou público um estudo descritivo transversal realizado no ano de 2019, onde analisou a oferta dos exames preconizados com a população-alvo de cada estado, resultando em déficit de mamografias, punção por agulha grossa e biópsia para todas as regiões do país7. Porém, a resolução deste problema é complexa, pois além de equipamentos, uma estrutura mais complexa que envolve outros fatores como acesso a consultas, profissionais qualificados e tempo de espera são importantes para melhorar os indicadores de saúde femininos8.
Atualmente, uma grande preocupação médica é a redução do erro humano na etapa de diagnóstico. A ultrassonografia, como exame complementar, é operador-dependente e está sujeita a resultados falso-negativos e falso-positivos e podem gerar prejuízo ao paciente (atrasando o diagnóstico ou sendo submetido a uma biópsia desnecessária). A radiologista Mariah Carneiro Wanderley e colaboradores, em 2023, utilizou um software baseado em algoritmo de inteligência artificial para predição do risco de malignidade de nódulos mamários e obteve 98,2% de sensibilidade e 39% de especificidade, demonstrando resultados comparáveis à avaliação pelo radiologista9.
Atualmente a inteligência artificial tem um papel significativo na melhoria da precisão e eficácia no diagnóstico e monitoramento do câncer de mama. A adoção dessa tecnologia é um aliado importante da equipe médica para modificar os índices de mortalidade associada ao câncer de mama10.
Uma preocupação adicional envolve os resultados falso-positivos na mamografia de rastreamento. Um estudo de coorte com 10.671 mulheres de 40-69 anos, que realizaram mamografia de rastreamento e exame histopatológico de mama no SUS, nos anos de 2017 a 2019, mostrou que 46,2% apresentaram resultado benigno e a estimativa de falso positivo foi de 7,12 casos a cada 100 mulheres11. Esta análise é crucial para entender a importância da saúde quaternária e aprimoramentos tecnológicos e profissionais12.
Para diminuir essa discrepância no diagnóstico, é altamente recomendado o uso de mamógrafos inovadores, especialmente os computadorizados. Porém, o estudo de OLIVEIRA e colaboradores, publicado em 2024, apontou uma distribuição desigual deste tipo de aparelho no Brasil, existindo regiões que dispõem de seis ou mais equipamentos para cada 100 mil mulheres, e outras que não contam com nenhum equipamento13. Quando há dúvidas do diagnóstico utilizando mamografia, mulheres com mamas densas, história pessoal de câncer de mama, exposição a radioterapia torácica ou forte histórico familiar, existe a indicação da realização da ressonância magnética, sendo um exame com valor preditivo positivo para as lesões suspeitas, ou seja, refere-se à probabilidade de que uma lesão identificada como suspeita realmente ser uma condição patológica, indicando a confiabilidade do exame14.
Entre os exames laboratoriais está o aconselhamento genético para avaliação de risco para câncer de mama com possível padrão hereditário. Este teste é capaz de analisar o perfil de mutação germinativa e indicar variantes patogênicas, indeterminadas ou benignas, e genes relacionados a síndromes hereditárias que predispõem a cânceres ginecológicos. Além disso, é um esforço que contribui com estudos populacionais para avaliar o perfil de mutações de risco para câncer no Brasil15.
Nos casos de suspeita da presença do tumor, seja por exame de imagem, laboratorial ou através de testes que definem cálculo de risco6, a realização de biópsia com agulha de grande calibre pode definir a presença de biomarcadores como a expressão de receptores hormonais que guiarão a terapia de pacientes com câncer de mama. A expressão de receptores androgênicos é o padrão ouro do diagnóstico através da análise de mutação genética16.
As diferenças no acesso e realização dos exames necessários podem ser evidenciadas com base nos determinantes sociais de saúde. Os principais determinantes das mulheres que não fazem os exames de rastreio são: idade de 65 a 69 anos, cor parda e preta, que moram com mais de três pessoas, com nível educacional fundamental incompleto, sem plano de saúde, com cadastro na Estratégia Saúde da Família e moradoras das regiões Norte e Nordeste17.
Após etapa diagnóstica clínico e laboratorial, o tempo recomendado para submissão ao primeiro tratamento do câncer é idealmente menor que 60 dias. No Brasil, uma pesquisa que acompanhou mais de doze mil casos de câncer de mama assistidos pelo SUS verificou um intervalo maior que 60 dias em 82% dos casos, divididos principalmente para pacientes de raça/cor não branca, >50 anos de idade, estadiamento I ou que precisavam realizar tratamento de saúde fora da sua cidade de origem18.
Em razão da incidência e mortalidade elevadas, com possibilidade de prevenção e detecção precoce e consequente melhoria do prognóstico, o câncer de mama deve fazer parte das ações da Estratégia Saúde da Família (ESF). Entretanto, médicos e enfermeiros que participaram de uma pesquisa aplicada no estado de Minas Gerais, em 2019, demonstraram que os profissionais mais jovens tiveram conhecimento mais adequado, e os com maior tempo de graduação, melhores práticas, resultando em importantes lacunas no processo de educação permanente dos profissionais da ESF19.
As experiências das mulheres que precisam vivenciar o rastreio e diagnóstico de câncer mamário no SUS foram apontadas por uma pesquisa realizada em 2019 no estado do Ceará, com elevado tempo de espera, atendimento por ordem de chegada e insuficiência da carga horária médica20. Outra pesquisa identificou as experiências de mulheres brasileiras e alemãs, mediante a descoberta e os tratamentos das neoplasias de mama, mediante um questionário qualitativo que apontou uma diferença para obtenção do diagnóstico – no Brasil a partir do autoexame; e na Alemanha, pela carta convite do Seguro de Saúde, para fazer a mamografia. A revelação da doença apontou que os estigmas do câncer são maiores dentre as alemãs do que dentre as brasileiras21. A espiritualidade das brasileiras usada como forma de recuperação do câncer de mama contribuiu para a melhoria dos sintomas pós-traumáticos, bem como a qualidade de vida dessas mulheres22.
Além do estigma cultural, mudanças sociais abruptas podem intervir no curso do rastreio e diagnóstico do câncer de mama, como por exemplo, a pandemia da Covid-19 que, no Brasil, reduziu as consultas com a mastologia (46,3%), ultrassonografias (34,8%), mamografia (41,5%), biópsia (49,6%), casos novos 45,7% e cirurgia 34,6% no ano de 2020 em relação ao ano de 2019. Entretanto, a pandemia não afetou negativamente a oferta de quimioterapia e radioterapia para aquele ano23.
Nos casos das mulheres cujo resultado de rastreio indicou a presença de um tumor de mama benigno a repetição da mamografia para obtenção de um exame de imagem é idealmente de seis meses. No Brasil, uma pesquisa retrospectiva no estado do Rio de Janeiro apontou um intervalo mediano para a repetição do exame de 12 meses, com menor tempo para mulheres <70 anos e com risco maior que o habitual para câncer de mama24.
Diante de todo o cenário nacional a taxa de mortalidade por câncer de mama apresenta uma tendência crescente, com uma média de 19,95 óbitos por 100.000 mulheres. Essa taxa foi mais elevada nas regiões mais desenvolvidas do país, o que sugere uma correlação com volume populacional. Durante o período entre os anos 2005 e 2019, foram registrados 207.683 óbitos, destacando o câncer de mama como um grave problema de saúde pública devido à sua alta incidência e mortalidade entre as mulheres25.
Outrossim, a integralidade do atendimento tem sido prejudicada pela falta de protocolos e fluxos assistenciais adequados, bem como pela gestão ineficiente das filas no sistema de regulação. A ausência de uma Linha de Cuidado tem impactado negativamente a acessibilidade e a equidade no acesso aos serviços de saúde, o que é crucial para o enfrentamento dessa doença26.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A análise da abordagem médica brasileira no rastreamento do câncer de mama revela desafios significativos, mas também oportunidades para melhorias. É essencial que haja diretrizes consensuais entre instituições como o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem e a Sociedade Brasileira de Mastologia, que recomendam mamografias anuais para mulheres de 40 a 74 anos. No entanto, pesquisas atuais destacam a insuficiência na oferta de exames no Sistema Único de Saúde (SUS).
A desigualdade na distribuição de mamógrafos computadorizados no Brasil evidencia a necessidade urgente de políticas públicas que garantam acesso equitativo a tecnologias de saúde. A ressonância magnética também se destaca como uma alternativa valiosa para casos de dúvida diagnóstica, especialmente em mulheres com risco elevado.
Além disso, a precisão diagnóstica é uma preocupação crescente, especialmente em relação ao erro humano em exames como a ultrassonografia. A introdução de tecnologias, como algoritmos de inteligência artificial, mostra-se promissora.
O cenário brasileiro sobre o câncer de mama é preocupante, pois a detecção precoce e o tratamento adequado são cruciais para melhorar os prognósticos. O acesso desigual reflete determinantes sociais que afetam mulheres de grupos vulneráveis. Os profissionais de saúde se mobilizam e enfrentam junto às pacientes os obstáculos atuais com o objetivo de iniciar o tratamento em tempo hábil, garantindo melhor expectativa e qualidade de vida para as pacientes.
Portanto, é fundamental que o câncer de mama seja uma prioridade para a Política Nacional de Atenção Oncológica e nas ações da Estratégia Saúde da Família, com a implementação de protocolos adequados e uma gestão eficiente. A educação permanente dos profissionais de saúde e a criação de uma linha de cuidado são passos cruciais para garantir que todas as mulheres tenham acesso a um diagnóstico e tratamento adequados, independentemente de sua condição social ou geográfica. Somente assim poderemos enfrentar esse grave problema de saúde pública e reduzir a taxa de mortalidade que continua a crescer no país.
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1Graduanda em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – AC
E-mail: emanuely.ximenes@hotmail.com
2Graduanda em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – AC
E-mail: gabykris@gmail.com
3Graduanda em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – ACE-mail: manuaguiarscatolin@gmail.com
4Graduando em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – ACE-mail: rjrodrigojusto25@gmail.com
5Graduando em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – AC
E-mail: wedsonsoares.wms13@gmail.com
6Graduando em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – AC
E-mail: elissamiaoliveira@gmail.com
7Graduando em Medicina
Instituição: Centro Universitário Uninorte
Endereço: Alameda Alemanha, 200, Jardim Europa, Rio Branco – AC
E-mail: lucia.araujo6@hotmail.com