REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202503312056
Ana Beatriz Gomes Quintela1
RESUMO
Afecções periodontais são inflamações crônicas dos tecidos periodontais que, além de comprometer a saúde da boca, se associa a diferentes doenças sistêmicas. Este estudo teve como objetivo analisar essa relação, destacando os mecanismos subjacentes envolvidos e suas implicações clínicas. Para isso, foi realizada uma revisão de literatura baseada em artigos científicos publicados entre 2021 e 2025 nas bases Google Acadêmico, SciELO e PubMed. Os resultados demonstraram que as afecções periodontais influenciam de forma negativa a saúde sistêmica por meio de processos inflamatórios crônicos e disseminação bacteriana, o que contribui para agravar condições como diabetes, doenças cardiovasculares e neurodegenerativas. Observou-se que inflamações periodontais podem afetar a homeostase sistêmica por meio de citocinas pró-inflamatórias, estresse oxidativo e mecanismos imunológicos. O estudo destaca a importância de abordagens preventivas e terapêuticas, promovendo uma abordagem interdisciplinar no tratamento da periodontite. Conclui-se que a saúde periodontal deve ser considerada um fator determinante na prevenção e no controle de doenças sistêmicas, demandando maior conscientização e práticas clínicas mais abrangentes.
Palavras-chave: Diabetes Mellitus. Doenças cardiovasculares. Doenças periodontais. Inflamação. Processo saúde-doença.
ABSTRACT
Periodontal Conditions are Chronic Inflammations of Periodontal Tissues that, Beyond Affecting Oral Health, Are Associated with Various Systemic Diseases. This study aimed to analyze this relationship, highlighting the underlying mechanisms involved and their clinical implications. To achieve this, a literature review was conducted based on scientific articles published between 2021 and 2025 in Google Scholar, SciELO, and PubMed databases. The results demonstrated that periodontal conditions negatively impact systemic health through chronic inflammatory processes and bacterial dissemination, contributing to the worsening of conditions such as diabetes, cardiovascular diseases, and neurodegenerative disorders. It was observed that periodontal inflammation can affect systemic homeostasis through pro-inflammatory cytokines, oxidative stress, and immune mechanisms. The study emphasizes the importance of preventive and therapeutic approaches, advocating for an interdisciplinary approach to periodontitis treatment. It concludes that periodontal health should be considered a key factor in the prevention and management of systemic diseases, requiring greater awareness and more comprehensive clinical practices.
Keywords: Diabetes Mellitus. Cardiovascular diseases. Periodontal diseases. Inflammation. Health-disease process.
1. INTRODUÇÃO
A periodontite é uma inflamação crônica que compromete os tecidos responsáveis pela sustentação dos dentes e pode levar à destruição progressiva do periodonto (Alexandre et al., 2023). Além de comprometer a saúde bucal, Estudos científicos indicam uma relação entre a periodontite e várias doenças sistêmicas, incluindo o diabetes mellitus, doenças cardiovasculares, Alzheimer e complicações gestacionais (Bhuyan et al., 2022; Martínez-García; Hernández-Lemus, 2024).
Diante dessas evidências, a presente pesquisa se concentra em analisar a relação entre afecções periodontais e a saúde sistêmica, destacando os mecanismos inflamatórios envolvidos e suas implicações clínicas. O estudo busca compreender como a inflamação periodontal pode impactar outros sistemas do organismo e quais estratégias podem ser adotadas para minimizar seus efeitos negativos.
A relevância desse estudo se justifica em três frentes. No âmbito social, a doença periodontal apresenta alta prevalência e pode agravar condições sistêmicas, impactando a qualidade de vida dos pacientes (Jain et al., 2021). Em nível acadêmico, aprofundar o conhecimento sobre essa inter-relação contribui para pesquisas futuras e práticas mais eficazes. Profissionalmente, a periodontia se beneficia dessa abordagem integrada, promovendo um tratamento mais abrangente e interdisciplinar.
Embora a relação entre afecções periodontais e saúde sistêmica seja altamente documentada, muitos aspectos sobre os mecanismos biológicos envolvidos ainda carecem de esclarecimento. Com isso, indaga-se: de que forma as afecções periodontais podem impactar a saúde sistêmica, e quais mecanismos biológicos explicam essa relação?
Com base nesse questionamento, este estudo tem como objetivo analisar a relação entre afecções periodontais e a saúde sistêmica, evidenciando os mecanismos envolvidos e suas implicações clínicas. Para isso, propõe-se: definir a doença periodontal, sua etiologia, epidemiologia e fatores de risco; investigar sua associação com doenças sistêmicas; e identificar estratégias de prevenção e tratamento que minimizem seus impactos.
A metodologia adotada para esta pesquisa consiste em uma revisão de literatura, com base em artigos científicos publicados entre 2021 e 2025, disponíveis nas bases Google Acadêmico, SciELO e PubMed. Foram selecionados apenas artigos em português e inglês, disponíveis na íntegra, excluindo-se teses, dissertações e outros trabalhos acadêmicos, priorizando publicações de relevância na área.
2. DESENVOLVIMENTO
2.1. Afecções Periodontais: Definição, Etiologia e Epidemiologia
As afecções periodontais são inflamações crônicas dos tecidos que suportam os dentes, levando à destruição do ligamento periodontal e osso alveolar (Alexandre et al., 2023). Seu principal fator etiológico é o biofilme dental, mas a resposta inflamatória do hospedeiro influencia a progressão da doença (Bhuyan et al., 2022). Assim, sua patogênese é multifatorial, envolvendo microrganismos, fatores genéticos e condições sistêmicas.
A etiologia da doença periodontal envolve disbiose microbiana e resposta inflamatória exacerbada. Bhuyan et al. (2022) e Jain et al. (2021) destacam a presença de Porphyromonas gingivalis, Aggregatibacter actinomycetemcomitans e Tannerella forsythia, enquanto Martínez-García e Hernández-Lemus (2024) ressaltam a influência genética, associando variações nos genes IL1B e TNF a maior suscetibilidade à inflamação periodontal.
Fatores ambientais, sistêmicos e imunológicos interagem na patogênese da doença. Kuraji et al. (2021) e Pereira et al. (2023) enfatizam a resposta imune na destruição tecidual, enquanto Shang et al. (2023) discute o papel do estresse oxidativo nesse processo. Essas diferentes abordagens reforçam que a periodontite não é apenas uma infecção bacteriana, mas uma condição de disfunção inflamatória complexa.
A prevalência das afecções periodontais varia entre estudos. Jain et al. (2021) apontam que 80% dos adultos apresentam alguma forma da doença, enquanto Shang et al. (2023) estimam entre 10% e 15% em casos severos. Alexandre et al. (2023) identificaram periodontite em 60,3% dos pacientes analisados, revelando discrepâncias metodológicas e variações regionais que impactam os dados epidemiológicos.
Fatores sociodemográficos influenciam diretamente na prevalência. Gomes et al. (2021) apontam a doença periodontal como um dos principais agravos à saúde bucal no Brasil, sendo uma das maiores causas de perda dentária. Silva et al. (2022) associam a condição à idade avançada, menopausa e nível socioeconômico, indicando que indivíduos de baixa renda são mais vulneráveis ao desenvolvimento da doença.
A manifestação clínica da periodontite pode variar. Vigilato e Schwingel (2023) enfatizam a destruição progressiva dos tecidos periodontais e a formação de bolsas periodontais. Bhuyan et al. (2022) e Martínez-García e Hernández-Lemus (2021) destacam a liberação de mediadores inflamatórios, como interleucinas, que promovem inflamação persistente e agravam o quadro periodontal ao longo do tempo.
Os autores convergem ao reconhecer a periodontite como um problema global de alta prevalência e impacto na saúde bucal. No entanto, diferenças nas abordagens etiológicas e epidemiológicas indicam a necessidade de estudos que padronizem critérios diagnósticos e analisem fatores de risco específicos (Jain et al., 2021; Alexandre et al., 2023). Isso possibilitaria um entendimento mais preciso da doença.
Dessa forma, a etiologia da doença periodontal envolve uma interação complexa entre fatores microbianos, genéticos e imunológicos. Divergências nos dados epidemiológicos reforçam a necessidade de aprofundamento metodológico para compreender sua real magnitude (Martínez-García; Hernández-Lemus, 2024; Shang et al., 2023). Isso permitiria estratégias mais eficazes para prevenção e manejo da periodontite.
2.2. Doença Periodontal e Saúde Sistêmica
A doença periodontal tem sido amplamente estudada em sua inter-relação com a saúde sistêmica, dada sua natureza inflamatória crônica e o potencial de disseminação de mediadores inflamatórios e patógenos periodontais para a corrente sanguínea. Alexandre et al. (2023) reforçam a relação entre a periodontite e o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes mellitus, evidenciando que a inflamação periodontal pode comprometer a homeostase sistêmica e agravar o controle metabólico de pacientes com comorbidades. Esse achado converge com os dados de Bhuyan et al. (2022), que destacam a bacteremia induzida pela inflamação gengival como um fator crítico na patogênese de eventos cardiovasculares.
A relação bidirecional entre diabetes mellitus e periodontite é particularmente bem documentada. Gomes et al. (2021) evidenciam que a hiperglicemia crônica potencializa a degradação tecidual periodontal ao estimular apoptose celular, estresse oxidativo e redução da síntese de colágeno, enquanto a inflamação periodontal agrava a resistência insulínica, criando um ciclo patogênico interdependente. Esses achados são corroborados por Silva et al. (2023), que ressaltam que os níveis elevados de IL-6 e TNF-α em pacientes diabéticos comprometem a função endotelial e predispõem à aterosclerose. Essa conexão sugere que o controle da periodontite pode representar uma estratégia auxiliar na gestão do diabetes.
Além do impacto cardiovascular e metabólico, a doença periodontal tem sido associada a doenças neurodegenerativas. Pereira et al. (2023) identificaram a presença de Porphyromonas gingivalis no cérebro de pacientes com Alzheimer, sugerindo que a inflamação periodontal pode atravessar a barreira hematoencefálica e desencadear processos neuroinflamatórios, como a deposição de placas amiloides e a hiperfosforilação da proteína Tau. Essa perspectiva se alinha à de Martínez-García e Hernández-Lemus (2021), que destacam a influência de citocinas inflamatórias na disfunção neuronal e no declínio cognitivo, reforçando a hipótese de um eixo inflamatório periodonto-cérebro.
Do ponto de vista hepático, Kuraji et al. (2021) sugerem que a inflamação periodontal pode desencadear esteatose hepática não alcoólica e resistência insulínica por meio da modulação do eixo oral-fígado. A liberação de mediadores inflamatórios sistêmicos provenientes do tecido periodontal pode promover inflamação hepática crônica, resultando em fibrose progressiva e disfunção metabólica. Esse resultado expande o entendimento da periodontite como um elemento de risco não só para doenças metabólicas e cardiovasculares, mas também para complicações hepáticas.
A relação entre doença periodontal e doenças respiratórias também merece destaque. Jain et al. (2021) apontam que microrganismos periodontopatogênicos podem ser aspirados para o trato respiratório inferior, exacerbando inflamações pulmonares e aumentando o risco de infecções, como pneumonia aspirativa e exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Esse mecanismo patogênico é reforçado por Shang et al. (2023), que associam a periodontite ao aumento do estresse oxidativo sistêmico, o qual pode comprometer a resposta imunológica e predispor a infecções pulmonares.
Outro aspecto relevante é a correlação entre periodontite e osteoporose. Silva et al. (2022) sugerem que ambas compartilham mecanismos fisiopatológicos comuns, como a regulação da reabsorção óssea por citocinas inflamatórias e a influência de fatores sistêmicos como o tabagismo e a deficiência de vitamina D. Embora a osteoporose não cause diretamente a periodontite, a redução da densidade mineral óssea pode agravar a perda óssea alveolar, tornando os pacientes mais suscetíveis à destruição periodontal e consequente edentulismo.
Finalmente, Vigilato e Schwingel (2023) enfatizam a associação da doença periodontal com a endocardite bacteriana, destacando que a bacteremia transitória resultante da inflamação periodontal pode permitir a colonização de válvulas cardíacas por microrganismos periodontais, aumentando o risco de infecção endotelial. Esse resultado fortalece a perspectiva de Martínez-García e Hernández-Lemus (2024), que identificam a periodontite como um fator de risco relevante para a disfunção endotelial e a ocorrência de eventos tromboembólicos. Assim, torna-se evidente que a periodontite não pode mais ser tratada como uma condição isolada da cavidade oral, mas sim como um fator de risco sistêmico, com impactos em diversos órgãos e sistemas.
2.3. Estratégias de Prevenção e Abordagens Terapêuticas
A abordagem preventiva e terapêutica da doença periodontal é um campo de investigação multidisciplinar, dada sua complexidade etiopatogênica e seus impactos na saúde geral dos pacientes. Alexandre et al. (2023) destacam que a higiene bucal rigorosa, incluindo escovação e uso de fio dental, é essencial na prevenção da progressão da doença periodontal. No entanto, o estudo revela que a adesão inadequada a essas práticas reflete diretamente na persistência do biofilme dental e no aumento da inflamação gengival, o que sugere que estratégias educativas personalizadas possam otimizar os resultados preventivos.
Bhuyan et al. (2022) corroboram essa visão ao enfatizar que a higiene oral e a remoção mecânica do biofilme por raspagem e alisamento radicular são fundamentais na contenção da doença. Entretanto, diferentemente de Alexandre et al. (2023), os autores defendem a introdução de antimicrobianos tópicos ou sistêmicos em casos avançados, argumentando que tais abordagens podem minimizar a carga microbiana e os efeitos sistêmicos da inflamação periodontal, especialmente em pacientes com comorbidades metabólicas.
A visão terapêutica expandida de Jain et al. (2021) introduz novas perspectivas ao campo, ao indicar que, além das terapias convencionais, terapias regenerativas e biomateriais inovadores podem representar avanços significativos no manejo da doença periodontal. Regeneração tecidual guiada e enxertos ósseos são citados como estratégias promissoras para casos avançados, em que a reabilitação da arquitetura óssea e gengival se faz necessária. Essa abordagem contrasta com a defendida por Gomes et al. (2021), que priorizam a integração entre odontologia e medicina no manejo da periodontite, principalmente em pacientes diabéticos, visando um melhor controle metabólico.
A influência de hábitos de vida na doença periodontal é amplamente discutida por Kuraji et al. (2021), que ressaltam a necessidade da cessação do tabagismo, controle glicêmico e dieta equilibrada como medidas preventivas coadjuvantes. Essa perspectiva se alinha às conclusões de Martínez-García e Hernández-Lemus (2021), que apontam que uma abordagem sistêmica, envolvendo a modulação da resposta imune do hospedeiro, pode reduzir marcadores inflamatórios sistêmicos, beneficiando tanto a saúde bucal quanto a saúde geral do paciente.
A relação entre a doença periodontal e o estresse oxidativo é abordada por Shang et al. (2023), que indicam que a utilização de terapias antioxidantes, como vitamina C e melatonina, pode atuar na redução dos efeitos deletérios da inflamação periodontal sobre os tecidos de suporte dentário. Esse ponto amplia as discussões anteriores ao sugerir que intervenções nutricionais e farmacológicas podem desempenhar papel relevante no manejo da doença, sobretudo em associação às terapias convencionais.
No contexto da osteoporose associada à periodontite, Silva et al. (2022) indicam que estratégias terapêuticas voltadas à manutenção da densidade mineral óssea, como o uso de bifosfonatos e suplementação de cálcio e vitamina D, podem minimizar a perda óssea alveolar e, consequentemente, reduzir os impactos da periodontite na saúde geral. Esse achado converge com a abordagem proposta por Pereira et al. (2023), que discutem a relação entre periodontite e doenças neurodegenerativas, sugerindo que a modulação inflamatória pode representar um mecanismo essencial na contenção dos efeitos sistêmicos da periodontite.
Por último, Vigilato e Schwingel (2023) destacam que a antibioticoterapia seletiva pode ser necessária para pacientes com risco de endocardite bacteriana, reforçando a necessidade de um manejo individualizado da doença periodontal. Ao comparar com as estratégias propostas por Silva et al. (2023), percebe-se que há uma necessidade crescente de integrar a odontologia a outras áreas da saúde, otimizando abordagens terapêuticas e minimizando riscos inflamatórios sistêmicos.
3. CONCLUSÃO
Este estudo buscou investigar a conexão entre afecções periodontais e a saúde sistêmica, destacando os mecanismos envolvidos e suas repercussões clínicas. A partir da revisão de literatura realizada, foi possível confirmar que a inflamação do periodonto não se limita à cavidade oral, mas interage com diversos sistemas do organismo, favorecendo a evolução de enfermidades cardiovasculares, metabólicas e neurodegenerativas. Dessa forma, o objetivo proposto foi plenamente alcançado, demonstrando a relevância da periodontite como um fator de risco sistêmico.
Embora os estudos tenham avançado sobre a conexão entre periodontite e saúde sistêmica, algumas lacunas ainda permanecem. Estudos futuros devem aprofundar a compreensão dos mecanismos moleculares que sustentam essa inter-relação, bem como investigar a eficácia de novas terapias integrativas. Além disso, há necessidade de pesquisas longitudinais que analisem o impacto do tratamento periodontal na redução da incidência e gravidade de doenças sistêmicas, o que contribuiria para um melhor direcionamento clínico.
Este estudo contribui para o entendimento da periodontite como uma condição inflamatória com implicações além da saúde bucal, fornecendo informações relevantes para profissionais da área odontológica e médica. A pesquisa reforça a necessidade de uma abordagem interdisciplinar no manejo da doença periodontal, incentivando a colaboração entre diferentes especialidades para melhorar a saúde geral dos pacientes e reduzir riscos associados a condições sistêmicas.
Diante do exposto, conclui-se que a doença periodontal não pode ser vista isoladamente, mas como parte de um quadro sistêmico mais amplo. Sua associação com diversas doenças reforça a necessidade de uma abordagem integrada e multidisciplinar no diagnóstico e tratamento. O reconhecimento da periodontite como um fator de risco relevante para a saúde geral deve impulsionar novas estratégias de manejo e pesquisa, visando um cuidado mais eficiente e preventivo para os pacientes.
REFERÊNCIAS
ALEXANDRE, C. V. et al. Condição sistêmica de pacientes em tratamento periodontal: avaliação de 5 anos. RSBO – Revista Sul-brasileira de Odontologia, v. 20, n. 1, p. 69-78, jan./jun. 2023. Disponível em: https://periodicos.univille.br/RSBO/article/view/2003. Acesso em: 12 mar. 2025.
BHUYAN, R. et al. Periodontitis and its inflammatory changes linked to various systemic diseases: a review of its underlying mechanisms. Biomedicines, v. 10, n. 2659, 2022. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36289921/. Acesso em: 12 mar. 2025.
GOMES, D. V. et al. Nível de conhecimento dos profissionais da Estratégia de Saúde da Família sobre a relação bidirecional Doença Periodontal-Diabetes Mellitus. Odontologia Clínico-Científica, Recife, v. 20, n. 1, p. 30-38, mar. 2021. Disponível em: https://cro-pe.org.br/site/adm_syscomm/publicacao/foto/169.pdf#page=30. Acesso em: 12 mar. 2025.
JAIN, P. et al. Periodontitis and systemic disorder – an overview of relation and novel treatment modalities. Pharmaceutics, v. 13, n. 8, p. 1175, jul. 2021. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34452136/. Acesso em: 12 mar. 2025.
KURAJI, R. et al. Periodontal disease–related nonalcoholic fatty liver disease and nonalcoholic steatohepatitis: an emerging concept of oral: liver axis. Periodontology 2000, v. 87, n. 1, p. 204-240, 31 ago. 2021. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34463983/. Acesso em: 12 mar. 2025.
MARTÍNEZ-GARCÍA, M.; HERNÁNDEZ-LEMUS, E. Periodontal inflammation and systemic diseases: an overview. Frontiers in Physiology, v. 12, 2021. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34776994/. Acesso em: 12 mar. 2025.
MARTÍNEZ-GARCÍA, M.; HERNÁNDEZ-LEMUS, E. The molecular comorbidity network of periodontal disease. International Journal of Molecular Sciences, v. 25, n. 18, p. 10161, 2024. Disponível em: https://www.mdpi.com/1422-0067/25/18/10161. Acesso em: 12 mar. 2025.
PEREIRA, L. F. et al. Doença periodontal e doença de Alzheimer: considerações atuais. Research, Society and Development, v. 12, n. 5, e11012541537, 2023. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/41537. Acesso em: 12 mar. 2025.
SHANG, J. et al. Role of oxidative stress in the relationship between periodontitis and systemic diseases. Frontiers in Physiology, v. 14, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37501927/. Acesso em: 12 mar. 2025.
SILVA, G. L. da et al. Associação entre a osteoporose e doença periodontal: revisão de literatura narrativa. Research, Society and Development, v. 11, n. 10, p. e65111032363, 2022. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/32363. Acesso em: 12 mar. 2025.
SILVA, M. E. R. da et al. Inter-relação da doença periodontal e diabetes mellitus: revisão integrativa. Recima21 – Revista Científica Multidisciplinar, v. 4, n. 11, 2023. Disponível em: https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/4441. Acesso em: 12 mar. 2025.
VIGILATO, N. F. V. B.; SCHWINGEL, R. A. Doença periodontal como possível fator de risco para diabetes e doenças cardiovasculares, com ênfase na endocardite bacteriana: revisão de literatura. Revista Mato-grossense de Odontologia e Saúde, v. 2, n. 1, p. 119-131, 2023. Disponível em: https://revistas.fasipe.com.br/index.php/REMATOS/article/view/243. Acesso em: 12 mar. 2025.
1Aluna do Curso de Periodontia. E-mail: ana_bi@hotmail.com.br