ACOLHIMENTO DE FAMILIARES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: UM OLHAR PARA POLÍTICA DE HUMANIZAÇÃO

RECEPTION OF FAMILIES IN THE INTENSIVE CARE UNIT: A PERSPECTIVE ON THE HUMANIZATION POLICY

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202509121551


Vitória Rodrigues Chagas Silva1, Luis David Felix Vieira2, Maria Isabel Albuquerque Mota3, Francisco Breno Madeira Neri4, Paula Jordana dos Santos Jorge5, Luiz Afonso Lopes Rodrigues6, Maria Tassyelia Batista Carlos7, Tiago Sousa de Melo8, Lucas Erick Feijó Martins9, Joaquim Ismael de Sousa Teixeira10


RESUMO

O acolhimento de familiares em Unidades de Terapia Intensiva representa uma dimensão central da assistência em saúde, uma vez que a experiência de internação em ambiente crítico repercute não apenas no paciente, mas também em sua rede de apoio afetivo. Este estudo teve como objetivo relatar a experiência de uma atividade de Educação Permanente em Saúde realizada junto à equipe multiprofissional de uma UTI em hospital de referência na cidade de Sobral-CE, tendo como eixo norteador os princípios da Política Nacional de Humanização. A investigação configura-se como relato de experiência e foi desenvolvida por residentes das áreas de enfermagem, fisioterapia e nutrição, utilizando a cartilha oficial da PNH como recurso pedagógico para a reflexão coletiva. A atividade foi conduzida em formato de roda de conversa, que favoreceu a horizontalidade das falas, a valorização da escuta e a troca de percepções acerca do cuidado humanizado em situações de alta complexidade. Os resultados apontaram que, embora a equipe já apresentasse conhecimento sobre os fundamentos da humanização, a ação pedagógica possibilitou o resgate de práticas como a comunicação clara, o estímulo à participação da família e a atenção às demandas emocionais dos envolvidos. Evidenciou-se que a aproximação entre teoria e prática fortaleceu os vínculos terapêuticos e contribuiu para a criação de um ambiente mais acolhedor, mitigando os impactos psicológicos do processo de hospitalização. Conclui-se que a inserção contínua de estratégias educativas voltadas para a humanização constitui instrumento relevante para qualificar o cuidado em UTI, ampliando a integralidade da assistência e reafirmando o papel da família como parte indissociável do processo de recuperação do paciente crítico.

Palavras-chave: Acolhimento. Cuidados Críticos. Humanização da Assistência.

1 INTRODUÇÃO

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é uma área hospitalar especializada para atendimento de pacientes em estado crítico, que exigem monitorização contínua e suporte de vida com recursos tecnológicos e humanos. Essas setor ofertam cuidados intensivos para casos graves, com equipe multiprofissional composta, frequentemente por enfermeiros e técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas e médicos, preparados para intervir de maneira precisa em situações que acometem o estado de vida de pacientes (Oliveira, 2023).

Por se tratar de uma unidade de cuidado crítico, onde são realizados grandes números de procedimentos invasivos e exames de alta complexidade e o risco de morte é por muitas vezes torna-se constante no dia a dia, exigindo de todos que ali atuam, competências necessárias para  que os tornem capazes de lidar com a finitude da vida (Silva, 2021).

A necessidade de assegurar uma assistência mais atenta e acolhedora aos pacientes durante a internação hospitalar motivou o Ministério da Saúde (MS) a instituir, no ano 2000, o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH). Tratava-se de uma iniciativa inovadora, cujo propósito era disseminar os princípios da humanização nas práticas em saúde e elevar a qualidade e a eficácia dos serviços prestados à população (Ferreira, 2024).

Posteriormente, em 2003, o MS ampliou e consolidou essa visão, transformando o programa na Política Nacional de Humanização (PNH). Esse marco estratégico representou uma significativa evolução, transcendendo o ambiente hospitalar para integrar a ideia de humanização como um valor fundamental no cotidiano de toda a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), (Ternus, 2021).

Nessa perspectiva, a humanização é realizada de forma distinta e individualizada pela equipe multiprofissional, resgatando o direito dos usuários em preservar sua dignidade. Isso inclui sua participação, responsabilização e autonomia, elementos fundamentais para que a humanização seja efetivamente construída. Este princípio estende-se também à família, que deve ser incluída como parte essencial do processo de cuidado, recebendo acolhimento e informação clara sobre o estado de saúde de seu ente (Oliveira, 2023).

Diante desse cenário, este estudo tem como objetivo relatar a experiência da realização de uma Educação Permanente em Saúde (EPS) junto à equipe de uma Unidade de Terapia Intensiva de um hospital da cidade de Sobral-CE, abordando o acolhimento dos familiares à luz da Política Nacional de Humanização. A proposta parte da compreensão de que a presença e o envolvimento da família constituem dimensões fundamentais do cuidado, não apenas para a recuperação do paciente, mas também para o fortalecimento do vínculo terapêutico e para a promoção de um ambiente mais humanizado.

Busca-se, portanto, refletir sobre como a prática profissional pode ser ressignificada a partir dessa perspectiva, incentivando mudanças que contribuam para a qualificação do trabalho em saúde e para a redução dos impactos emocionais e sociais gerados pelo processo de hospitalização em UTI, tanto para os pacientes quanto para seus familiares.

2 METODOLOGIA

Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, desenvolvido em um setor de Terapia Intensiva em um hospital referência em traumatologia na região norte do Ceará, na cidade de Sobral-Ce. A proposta da atividade consistiu em promover uma reflexão crítica na assistência ao paciente e acolhimento dos familiares, baseada na Política Nacional de Humanização (PNH), e no Sistema Único de Saúde (SUS), utilizando como recurso pedagógico a cartilha oficial da PNH, a qual serviu como guia norteador para a discussão com os profissionais de saúde presentes. O processo metodológico foi estruturado em quatro etapas, sendo elas: organização do espaço físico; apresentação da proposta intervencionista; reflexões com compartilhamento de percepções reais e sistematização das falas com a prática clínica.

Na primeira etapa, objetivou-se proporcionar um ambiente adequado e acolhedor para a realização da atividade. Para isso, foi utilizado o método ativo denominado como “roda”, que consiste no posicionamento dos participantes em círculo, favorecendo a horizontalidade das falas e o estímulo à escuta qualificada entre os participantes, garantindo o diálogo eficiente e capaz de alinhar todos os envolvidos em uma única linha de debate acerca da proposta estabelecida.

Para a segunda etapa, foi realizada uma breve contextualização sobre a relevância da humanização nos serviços de saúde, sobretudo em setores de alta complexidade, como em uma UTI. Nesse momento, destacou-se a importância do reconhecimento da vulnerabilidade do paciente em um centro de alta complexidade, podendo ser marcada pelo abalo físico e emocional do paciente e dos familiares envolvidos. Posteriormente, foi inserida a dinâmica interativa, na qual cada profissional participou de um sorteio de uma palavra-chave contida na cartilha da PNH.

Na terceira etapa, cada participante refletiu e compartilhou as percepções individuais conforme a palavra que recebeu, a partir do sorteio. Esse momento foi marcado pelo diálogo aberto, valorizando a escuta ativa e observando as diferentes perspectivas dos profissionais, na qual compartilharam experiências vividas e compreensões acerca do termo mencionado. Foi possível com esse momento, analisar o conhecimento dos profissionais acerca da temática e serviu como ponto de partida para a próxima etapa.

Para a última etapa, realizou-se o alinhamento do que os facilitadores abordaram e o que os participantes trouxeram como pauta. Para isso, foi sistematizada a prática clínica vivenciada pelos envolvidos com a exposição inicialmente realizada. Os participantes foram convidados ainda para realizar uma reflexão coletiva, direcionada ao reconhecimento das potencialidades e obstáculos presentes na efetiva aplicação da humanização em UTI.

No que se refere aos aspectos éticos, este estudo respeitou os preceitos estabelecidos pela Resolução n°466/2012 do Conselho Nacional de Saúde, garantindo a preservação da identidade dos participantes e o caráter voluntário da participação dos envolvidos. Ressalta-se que não houve qualquer tipo de prejuízo ou risco aos profissionais envolvidos, visto que a atividade se configurou como espaço de reflexão e diálogo, em ambiente de educação permanente.

3 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS

A ação foi direcionada aos técnicos de enfermagem atuantes na Unidade de Terapia Intensiva I (UTI I) de um hospital de referência em traumatologia e urgência e emergência, na região norte do Ceará, na cidade de Sobral. A escolha desses profissionais deu-se pela sua vivência diária em situações de elevada complexidade e grande carga emocional.

A atividade foi planejada e conduzida pelos residentes do programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência das áreas de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia tendo como foco a elaboração de uma abordagem e objetiva, bem como se adequasse ao ambiente, horário de trabalho, captação e participação destes profissionais no contexto da educação permanente.

 Assim foi realizada uma roda de conversa juntamente com os profissionais, próximo ao período que ocorreu as visitas familiares, para que o paciente não ficasse desassistido. Ao início, a equipe de residentes apresentou-se e iniciou sobre a temática que seria abordada durante a EP. Foi explicado que o momento seria baseado na PNH e que se daria através da distribuição de palavras-chave que faziam parte da política e dos princípios do SUS, através desse sorteio de palavras, cada técnico de enfermagem compartilharia a percepção baseada em sua prática profissional.

As palavras foram repassadas dentro de uma caixa, sendo elas baseadas na PNH (Acolhimento, Defesa dos Direitos dos Usuários, Transversalidade) e nos princípios do SUS (Equidade, Integralidade, Universalidade). Em roda de conversa, cada participante expôs sua percepção e interpretação da palavra a qual foi sorteada. Foi notória a participação conjunta e interesse pela temática, sendo relatada pelos profissionais de saúde a experiência vivenciada por alguns pacientes que marcaram o setor por período de internação prolongada.

Esse método favoreceu um diálogo compreensivo e uma troca de experiências, possibilitando que cada técnico refletisse sobre a importância de seu entendimento prévio e compartilhasse percepções relacionadas à prática do acolhimento em ambiente de terapia intensiva.

Foi possível observar, logo no início da conversa, a relevância do direito à saúde pública e gratuita, assegurado pela Constituição de 1988. Essa perspectiva evidencia a saúde como um dever do Estado, que se concretiza por meio da formulação e execução de políticas públicas voltadas à promoção do bem-estar, à prevenção de doenças e à garantia de acesso equitativo aos serviços de saúde para toda a população brasileira (Brasil, 1988).

Durante esta atividade, observou-se que a prática utilizada pelos profissionais na Unidade de Terapia Intensiva em estudo tem como premissa o que preconiza a Política Nacional de Humanização, utilizando-se principalmente os princípios do Sistema Único de Saúde que são a equidade, universalidade e integralidade, bem como o cuidado centrado no paciente. As impressões acerca das respostas obtidas corroboram com o pensamento de Sousa e Oliveira (2019), onde salienta-se que é fundamental a garantia a todos os cidadãos o acesso à saúde como direito, reduzindo desigualdades e garantindo atendimento completo às necessidades individuais e coletivas.

Apresenta-se, no quadro abaixo, os princípios e diretrizes do SUS, nos quais os profissionais devem seguir em sua diária, conforme figura 1, abaixo.

Figura 1: Princípios e Diretrizes do SUS

Fonte: Elaborado de Noronha et al., 2013.

Os princípios do SUS, estabelecidos na Lei nº 8.080 contém valores fundamentais para que sejam oferecidos aos cidadãos saúde pública, acessível a todos, considerando-se a igualdade de assistência à saúde sem preconceitos ou privilégios. É neste contexto que se encontra o princípio da universalidade, ou seja, todas as pessoas, independente de situação socioeconômica, racial ou orientação religiosa ou sexual tem direito à saúde universal e gratuita (Rosa, 2023).

Compreende-se como participação popular a adoção de estratégias e formulação de políticas públicas que promovam a inserção da comunidade nos processos decisórios e acompanhamento de saúde, principalmente através dos Conselhos de Saúde (Campos et al., 2023).

A integralidade enquanto princípio do SUS tem a possibilidade de considerar o indivíduo/paciente como um todo, promovendo-lhe a saúde, prevenindo doenças e ofertando tratamento e reabilitação, além de facilitar a articulação com outras políticas públicas de forma intersetorial (Wang, 2023).

A equidade é característica do Sistema Único de Saúde que busca diminuir as diferenças regionais e sociais, vislumbrando um equilíbrio no acesso e atendimento a todos os cidadãos. A descentralização corresponde à divisão de responsabilidade com a oferta de saúde entre os entes federativos: União, Estado e Município (Veloso et al., 2020).

Por último, o processo de regionalização e hierarquização dos serviços do SUS promove a articulação entre as unidades de saúde, considerando-se a complexidade dos casos no objetivo de atender determinada demanda de forma integral (Moura et al., 2021).

Através das discussões e relatos, os residentes realizavam o alinhamento das palavras chaves e o que a política trazia como definição. Foi possível também, fortalecer o principal objetivo, implementar a humanização na assistência no ambiente de UTI, não só aos pacientes, mas se estendendo aos familiares no momento das visitas, que estão inseridos em situações de vulnerabilidade psicológica, ao ver seu ente querido em cuidados intensivos, que por vezes não falam e não reagem por estar em ventilação mecânica, sedação e outras situações que comprometem a interação paciente e familiar.

Sabe-se que numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI), os multiprofissionais têm como missão precípua o tratamento mais específico através de monitoração contínua, configurando-se em um papel decisivo na chance de sobrevida dos pacientes em situação de gravidade que ameaçam a vida. Portanto, deve-se também ter um olhar humanizado aos familiares, que ficam ainda mais fragilizados tanto em relação à situação de gravidade do paciente quanto das dificuldades que uma UTI representa como limitações aos horários de visita, comunicação da família com a equipe e até mesmo a restrição na comunicação entre médico, equipe e familiares (Gomes et al., 2020).

Vale destacar, que, o ambiente a qual os residentes realizaram a EP, foi um setor que eles acompanharam e permaneceram em prática profissional no período de 2 meses, sendo possível o acompanhamento da prática dos profissionais após a realização da EP. Foi perceptível a humanização aliada na assistência profissional também no período de visita dos familiares, onde eles permaneciam no leito, acolhendo, esclarecendo informações, estimulando a comunicação e o toque físico aos pacientes, conforme a singularidade do paciente.

Essa prática de humanização por parte dos profissionais que trabalham na UTI, segundo alguns autores têm a capacidade de propiciar o bem estar psicológico do paciente e de sua família, bem como contribui para a adesão ao tratamento oferecido, reduzindo substancialmente os processos estressores em ambos, pois estes cuidados não se restringem aos aspectos técnicos, mas à criação de um ambiente acolhedor, que respeita as peculiaridades dos indivíduos, compreende e apoio nos sentimentos vivenciados pelos pacientes, principalmente aqueles que não visualizam chance de cura, demonstrando que o apoio, a comunicação clara e o suporte emocional são práticas centrais para o sucesso e recuperação de um paciente ( Devlin et al., 2019; Campos et al., 2020).

Diante do exposto, pode-se observar que o conhecimento dos participantes sobre o tema não era limitado ou inexistente; pelo contrário, muitos demonstraram familiaridade com aspectos centrais da humanização. Entretanto, a atividade possibilitou recordar e reforçar atribuições básicas do acolhimento, como a importância da escuta qualificada, da comunicação clara e do reconhecimento das necessidades emocionais dos familiares. Esse resgate evidenciou que, embora a prática cotidiana imponha desafios e muitas vezes conduza a uma visão fragmentada do acolhimento, os fundamentos estavam presentes, carecendo apenas de atualização e ressignificação no contexto da PNH.

4 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estudo demonstra que o acolhimento de familiares em Unidade de Terapia Intensiva, fundamentado nos princípios da Política Nacional de Humanização, favorece a construção de vínculos mais sólidos entre equipe multiprofissional, paciente e família. A experiência realizada possibilita identificar que a escuta qualificada, o diálogo transparente e a valorização das demandas emocionais ampliam a efetividade do cuidado, minimizando os impactos negativos da hospitalização em um ambiente de alta complexidade.

Constata-se que os objetivos foram atingidos, uma vez que a atividade de Educação Permanente em Saúde permitiu promover reflexões críticas e estimular práticas mais humanizadas no cotidiano da UTI. Evidencia-se que a participação ativa da equipe multiprofissional, ao reconhecer a família como parte do processo de cuidado, fortalece não apenas o bem-estar do paciente, mas também a confiança e o conforto dos familiares frente à situação de vulnerabilidade vivida.

Como limitações, destaca-se o fato de o estudo ter sido desenvolvido em um único cenário hospitalar, com amostra restrita a profissionais de uma unidade específica, o que pode limitar a generalização dos achados. Além disso, o tempo reduzido de acompanhamento pós-intervenção restringe a avaliação do impacto em longo prazo das mudanças observadas.

Sugere-se que novas investigações sejam conduzidas em diferentes contextos hospitalares e com delineamentos que incluam tanto a percepção da equipe quanto dos familiares, ampliando a compreensão sobre estratégias de acolhimento e seus efeitos sobre a qualidade assistencial. Estudos longitudinais e de natureza quantitativa também podem contribuir para avaliar o impacto da humanização no conforto familiar, na adesão ao tratamento e nos desfechos clínicos dos pacientes críticos.

REFERÊNCIAS

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1Enfermeira Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência. Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: vitoria.rodrigues.chagas@gmail.com

2Enfermeiro Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência. Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: ddavidvieiraa@hotmail.com

3Fisioterapeuta Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência. Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: mariaysabelalbuquerque15@gmail.com

4Enfermeiro Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência. Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: fbrenomadeira@gmail.com

5Nutricionista Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência. Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: p.jordana.s@gmail.com

6Nutricionista Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia. Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: lzafonsoo@gmail.com

7Enfermeira Coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva I e II da Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS). E-mail: tassyelia2010@gmail.com

8Coordenador da Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência da Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS) / UNINTA. E-mail: tiagosousam@gmail.com

9Fisioterapeuta Mestrando Gestão em Serviços de Saúde – MUST University. E-mail: lucasmartins@stacasa.com.br

10Enfermeiro Gerente de Qualidade e Eficiência Hospitalar da Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS). E-mail: joaquimismaeldesousateixeira@gmail.com