REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202503151715
Hellen Vitória Dias Benjamim¹
Dirce Nascimento Pinheiro²
Luana de Andrade Marreiros³
Marlena Gloria Sousa Bastos⁴
Emilly Lethicia Santos Souza⁵
Rafaela Reis de Oliveira⁶
Juliana Nascimento Pantoja⁷
Hanna Dayhere Pinheiro Vilas⁸
Lucas Padilha Salgado⁹
Ana Gabriele da Silva Costa¹⁰
RESUMO
A vacinação contra o Papillomavirus Humano é uma das principais estratégias de prevenção do câncer do colo do útero, uma das neoplasias mais comuns entre mulheres em todo o mundo. No entanto, para garantir a eficácia e a segurança dessa vacina, é essencial o monitoramento dos efeitos adversos pós-vacinação, papel central da enfermagem. Este artigo teve como objetivo analisar o papel da enfermagem no acompanhamento e monitoramento dos efeitos adversos pós-vacinação contra o Papillomavirus Humano, destacando as práticas e estratégias que garantem a segurança e eficácia da vacina. A metodologia utilizada foi uma revisão integrativa, com análise de artigos científicos selecionados em bases de dados como PubMed, Scopus, LILACS e Google Acadêmico, utilizando palavras-chave como “Câncer de Colo do Útero”, “Enfermagem” e “Papillomavirus Humano”. Os resultados evidenciaram que a enfermagem desempenha um papel crucial, não apenas, na aplicação da vacina, mas também, no acompanhamento contínuo dos pacientes, identificando e gerenciando reações adversas, além de educar os pacientes sobre os cuidados pós-vacinação. A discussão apontou que, apesar dos efeitos adversos geralmente serem leves, a vigilância constante do enfermeiro é essencial para garantir a adesão ao esquema vacinal e aumentar a confiança na vacinação. Em suma, a atuação da enfermagem no monitoramento pós-vacinação é vital para a segurança dos pacientes, contribuindo para a eficácia da estratégia de prevenção e controle do câncer cervical, e reforçando a importância de políticas públicas de vacinação bem estruturadas.
Palavras-chave: Câncer de Colo do Útero; Enfermagem; Papillomavirus Humano.
INTRODUÇÃO
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) representa um marco importante na luta contra o câncer do colo do útero (CCU), uma das formas mais comuns de câncer entre mulheres em todo o mundo. O HPV, particularmente os tipos 16 e 18, é responsável por, aproximadamente, 70% dos casos de câncer cervical. A introdução de vacinas profiláticas contra o HPV tem mostrado um impacto significativo na prevenção do câncer cervical, especialmente, entre adolescentes e jovens adultas que ainda não tiveram contato com o vírus. A vacina é uma das principais estratégias de saúde pública para reduzir a carga dessa doença, contribuindo para a diminuição das taxas de incidência e mortalidade associadas ao CCU. Embora os benefícios da vacinação sejam amplamente reconhecidos, é importante considerar também a segurança da vacina, especialmente, no que se refere aos efeitos adversos que podem ocorrer após a aplicação, embora raros (Kophal, 2023).
A atuação da enfermagem é central em todo o processo de vacinação, desde a promoção da vacina até o acompanhamento pós-aplicação. Os profissionais de enfermagem desempenham um papel educativo, informando a população sobre a importância da vacina, esclarecendo dúvidas e reduzindo temores, além de serem responsáveis pela administração da vacina em muitos contextos. Contudo, um dos aspectos mais cruciais da atuação da enfermagem é o monitoramento dos efeitos adversos após a aplicação da vacina. Embora a maioria dos efeitos seja leve e passageira, como dor no local da aplicação ou febre baixa, a vigilância constante dos profissionais de enfermagem é essencial para garantir que os pacientes recebam o suporte adequado caso surjam reações mais graves. Ademais, o acompanhamento pós-vacinação é uma oportunidade para reforçar a importância de completar o esquema vacinal, garantindo a máxima eficácia da vacina na prevenção do câncer cervical (Souza et al., 2023).
Além da função técnica de aplicar a vacina e monitorar os efeitos adversos imediatos, os enfermeiros também têm um papel fundamental na promoção da adesão ao programa de vacinação. A informação correta e a confiança no profissional de saúde são fatores decisivos para que as pessoas aceitem a vacina e sigam o calendário vacinal. A abordagem da enfermagem deve ser multidisciplinar e abrangente, envolvendo a educação da comunidade, a resposta rápida a efeitos adversos e o apoio contínuo ao paciente ao longo do processo de imunização. Neste contexto, o enfermeiro é um elo fundamental entre o paciente e o sistema de saúde, garantindo que os benefícios da vacinação sejam plenamente alcançados (Conceição et al., 2024).
A análise do papel da enfermagem no acompanhamento e monitoramento dos efeitos adversos pós-vacinação contra o HPV é uma área de estudo relevante, uma vez que as práticas de enfermagem podem ter um impacto direto na segurança e eficácia da vacinação. O estudo também traz à tona a necessidade de mais pesquisas e capacitações direcionadas à atuação dos profissionais de saúde nesse campo. Dessa forma, é imprescindível entender como as práticas de enfermagem podem contribuir para o sucesso da vacinação contra o HPV, não apenas, através da aplicação da vacina, mas também no acompanhamento contínuo dos pacientes (Cerqueira et al., 2022).
O presente artigo consiste em uma revisão integrativa, no qual tem como objetivo analisar o papel da enfermagem no acompanhamento e monitoramento dos efeitos adversos pós-vacinação contra o HPV, destacando as práticas e estratégias utilizadas para garantir a segurança e eficácia da vacinação, além de fortalecer a adesão ao programa de imunização, contribuindo para a redução da incidência do câncer do colo do útero.
METODOLOGIA
A metodologia adotada para este estudo foi uma revisão integrativa, que é uma abordagem metodológica que visa sintetizar e analisar de forma abrangente os resultados de estudos anteriores sobre um determinado tema. O principal objetivo da revisão integrativa é proporcionar uma compreensão mais profunda e abrangente sobre um fenômeno, identificando as lacunas existentes na literatura, apontando tendências e oferecendo subsídios para novas investigações. Essa metodologia é adequada, pois permite incluir diferentes tipos de estudos, como artigos quantitativos, qualitativos e de revisão, o que proporciona uma visão mais ampla do tema em questão (Sousa; Bezerra; Egypto, 2023).
A revisão integrativa foi conduzida a partir de seis etapas fundamentais. A primeira etapa consistiu na identificação do tema e definição da questão norteadora, que orientou todo o processo de busca e seleção dos artigos. A questão norteadora deste estudo foi: “Qual o impacto da vacinação contra o HPV na prevenção do câncer do colo do útero e qual a atuação da enfermagem no monitoramento de efeitos adversos dessa vacina?”. Esta pergunta central guiou a análise dos dados coletados na revisão.
A segunda etapa envolveu a busca e seleção dos estudos, que foi realizada por meio de bases de dados acadêmicas relevantes, como PubMed, Scopus, LILACS e Google Acadêmico. Estas bases de dados são amplamente reconhecidas por fornecerem acesso a estudos de alta qualidade, com foco na área da saúde e enfermagem. As palavras-chave dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) utilizadas na busca foram: “Câncer de Colo do Útero”, “Enfermagem” e “Papillomavirus Humano”. Essas palavras-chave foram escolhidas para abranger os principais aspectos do tema e garantir a relevância dos artigos selecionados.
A terceira etapa refere-se à inclusão e exclusão dos estudos. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados em periódicos revisados por pares, que abordassem diretamente a vacinação contra o HPV, o câncer do colo do útero, a atuação da enfermagem no acompanhamento pós-vacinação, e que apresentassem dados relevantes sobre a eficácia e os efeitos adversos da vacina. Foram considerados apenas estudos publicados nos últimos cinco anos, com foco em pacientes adultos ou adolescentes. Os critérios de exclusão incluiram: artigos de opinião, resumos de conferências, estudos não revisados por pares, e estudos que não estivessem diretamente relacionados à temática da vacina contra o HPV e à atuação da enfermagem.
A quarta etapa foi a análise dos dados, na qual os estudos selecionados foram avaliados de acordo com sua relevância para responder à questão norteadora. Foram analisados o objetivo, a metodologia, os resultados e as conclusões de cada estudo, buscando padrões e inconsistências nas evidências encontradas. A síntese das informações permitiu a construção de um panorama geral sobre a vacinação contra o HPV e o papel da enfermagem no monitoramento dos efeitos adversos.
A quinta etapa envolve a interpretação dos resultados, na qual as evidências extraídas dos estudos foram discutidas à luz do conhecimento atual sobre a vacinação contra o HPV e o CCU, enfatizando a importância da atuação da enfermagem nesse contexto. Foi possível identificar as principais lacunas no conhecimento e sugerir direções para futuras pesquisas, além de fornecer recomendações práticas para os profissionais de enfermagem.
Por fim, a sexta etapa foi a apresentação dos resultados, que foram organizados de forma clara e objetiva, destacando as principais conclusões da revisão integrativa. As implicações para a prática de enfermagem foram apresentadas, com sugestões de como os enfermeiros podem melhorar o acompanhamento dos pacientes após a vacinação contra o HPV, aumentando a adesão ao esquema vacinal e minimizando os efeitos adversos.
O PAPEL DA ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO SOBRE A VACINAÇÃO CONTRA O HPV
A enfermagem desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e na educação sobre a importância da vacinação contra o HPV, especialmente, no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS). Como profissionais de contato direto com a comunidade, os enfermeiros têm a oportunidade de atuar ativamente na conscientização sobre os benefícios da vacinação, não apenas, para a prevenção do HPV, mas também, para a redução significativa da incidência do CCU. Essa atuação educativa é essencial, pois muitas pessoas ainda desconhecem a relação entre o vírus e o câncer cervical, o que pode resultar em resistência ou hesitação quanto à adesão ao esquema vacinal (Souza et al., 2023).
Uma das principais estratégias de intervenção utilizada pelos profissionais de enfermagem é o acolhimento das pessoas durante a consulta, criando um ambiente de confiança e abertura para esclarecimento de dúvidas. Isso permite que os enfermeiros apresentem informações claras e baseadas em evidências sobre o HPV, destacando a importância de iniciar a vacinação na adolescência, conforme as recomendações do Ministério da Saúde. Além disso, os enfermeiros podem explicar como a vacina contribui para a redução do risco de infecção pelo HPV e, consequentemente, para a prevenção do CCU, oferecendo um entendimento mais profundo sobre o impacto positivo dessa estratégia (Francelino et al., 2022).
Outra abordagem importante é a promoção de campanhas educativas nas unidades de saúde, escolas e comunidades, que envolvem palestras, distribuição de materiais informativos e eventos de conscientização. Nesse contexto, os profissionais de enfermagem também podem identificar grupos de risco e fornecer orientação personalizada, levando em consideração fatores como faixa etária, histórico de saúde e possíveis barreiras culturais ou sociais que possam influenciar a aceitação da vacina. A colaboração com outros profissionais da saúde, como médicos e agentes comunitários de saúde, é essencial para fortalecer essa estratégia de educação em saúde, garantindo que a mensagem seja disseminada de maneira eficaz e amplamente acessível (Soares et al., 2024).
Ademais, a enfermagem deve atuar ativamente na redução das desigualdades no acesso à vacinação, especialmente, em áreas de difícil acesso ou com populações vulneráveis. O enfermeiro, ao promover a equidade no acesso à vacina, pode realizar atividades de sensibilização e trabalhar para superar obstáculos como desinformação, medo de efeitos adversos e preconceitos, que, muitas vezes, são associados à vacina contra o HPV. Dessa forma, a atuação da enfermagem não se limita à administração da vacina, mas envolve um processo contínuo de educação e suporte, essencial para a construção de uma sociedade mais saudável e protegida contra o HPV e suas consequências (Silva et al., 2024).
A ENFERMAGEM NO ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO DE EFEITOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO CONTRA O HPV
A atuação da enfermagem no acompanhamento e monitoramento dos efeitos adversos pós-vacinação contra o HPV vai além da simples observação imediata após a aplicação da vacina. Envolve um compromisso contínuo com a segurança e o bem-estar dos pacientes, refletindo diretamente na eficácia da estratégia de prevenção e no fortalecimento da confiança da população nos programas de imunização. O enfermeiro, ao ser o principal ponto de contato durante o processo de vacinação, desempenha um papel vital ao fornecer informações claras e acessíveis sobre o que os pacientes podem esperar após a vacinação. Essa orientação é essencial para minimizar o medo e a ansiedade relacionados a possíveis reações adversas, ao mesmo tempo em que educa a população sobre os benefícios da vacina para a prevenção do CCU (Soares et al., 2024).
A conscientização sobre os efeitos adversos comuns, como dor no local da aplicação, febre leve ou mal-estar, é uma parte importante da educação promovida pela enfermagem. Os enfermeiros devem garantir que os pacientes e suas famílias saibam que esses efeitos são, geralmente, passageiros e não indicam complicações graves. Além disso, é importante que os profissionais de enfermagem orientem os pacientes sobre medidas simples para aliviar esses sintomas, como o uso de analgésicos de venda livre, compressas frias ou repouso. Isso ajuda a reduzir a preocupação do paciente e promove a adesão ao esquema vacinal completo, um passo fundamental para a prevenção do câncer cervical (Conceição et al., 2024).
O monitoramento pós-vacinação realizado pela enfermagem também deve ser focado na detecção precoce de reações adversas mais graves, embora sejam extremamente raras. A identificação de reações alérgicas graves, como anafilaxia, é uma preocupação importante durante o período de observação após a aplicação da vacina. Nesse sentido, o enfermeiro deve ser capacitado para reconhecer os sinais e sintomas de uma reação alérgica aguda, como dificuldade respiratória, inchaço facial e urticária, e saber como administrar a medicação adequada, como a epinefrina, além de encaminhar imediatamente o paciente para um atendimento médico especializado. A prontidão para agir rapidamente pode ser a chave para evitar complicações graves, garantindo que a vacinação seja uma experiência segura para todos os envolvidos (Silva et al., 2024).
Além do acompanhamento imediato, o papel da enfermagem no monitoramento dos efeitos adversos se estende ao longo do tempo. A educação contínua dos pacientes após a vacinação é crucial, pois muitos podem ter dúvidas sobre a necessidade de completar o esquema de vacinação ou podem não estar cientes dos sinais que requerem atenção médica. Nesse sentido, os enfermeiros devem realizar um acompanhamento ativo, por meio de consultas de retorno ou, até mesmo, por meio de estratégias de comunicação à distância, como mensagens de texto ou ligações telefônicas, para garantir que os pacientes se sintam apoiados e bem informados (Kophal, 2023).
É também de responsabilidade dos profissionais de enfermagem registrar qualquer efeito adverso relatado, garantindo que essas informações sejam compartilhadas com as autoridades de saúde pública para que possam ser monitorados em nível nacional. Isso contribui para a criação de um banco de dados robusto que pode ser utilizado para a avaliação contínua da segurança da vacina contra o HPV e, caso necessário, para ajustar estratégias de vacinação para melhor atender à população (Francelino et al., 2022).
Por fim, é importante que os enfermeiros desempenhem um papel proativo na promoção da vacina contra o HPV. Embora a detecção de efeitos adversos seja uma parte essencial do processo, a ênfase do trabalho de enfermagem deve ser a educação e a sensibilização sobre a importância da imunização para a prevenção do CCU. Ao fornecer informações precisas sobre os benefícios da vacina, os enfermeiros ajudam a reduzir o estigma relacionado à vacinação e incentivam os pacientes a completar o esquema de forma eficaz, contribuindo diretamente para a redução da incidência de câncer cervical, um dos tipos mais prevalentes de câncer entre mulheres em todo o mundo (Cerqueira et al., 2022).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A atuação da enfermagem no acompanhamento e monitoramento dos efeitos adversos pós-vacinação contra o HPV desempenha um papel fundamental na segurança e eficácia da vacina, além de contribuir para a adesão contínua ao esquema vacinal. O enfermeiro, como principal ponto de contato durante o processo de vacinação, tem a responsabilidade de informar os pacientes sobre os possíveis efeitos adversos, orientando sobre como manejá-los e garantindo que, caso ocorram reações graves, o atendimento seja imediato e adequado. Esse acompanhamento é crucial para assegurar que os pacientes se sintam seguros e informados, além de promover a confiança nas políticas de saúde pública relacionadas à imunização contra o HPV e a prevenção do CCU.
O objetivo deste artigo foi atendido ao evidenciar que a enfermagem, não apenas, tem um papel importante na aplicação da vacina, mas também, no monitoramento contínuo da segurança do processo. A identificação precoce de efeitos adversos e a ação imediata para lidar com reações inesperadas são aspectos essenciais da prática de enfermagem, que contribuem diretamente para a eficácia do programa de vacinação. Assim, a participação ativa da enfermagem, tanto no apoio quanto na educação dos pacientes, fortalece a estratégia de prevenção do câncer cervical, ampliando os benefícios da vacinação contra o HPV e colaborando para a redução da incidência dessa doença ao longo do tempo.
REFERÊNCIAS
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KOPHAL, P. B. Prevenção primária e secundária do HPV e do câncer de colo uterino. Monografia – Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2023.
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Hellen Vitória Dias Benjamim¹
Graduanda de Enfermagem
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Dirce Nascimento Pinheiro²
Doutora em Doenças Tropicais
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Marlena Gloria Sousa Bastos⁴
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Rafaela Reis de Oliveira⁶
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Juliana Nascimento Pantoja⁷
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Hanna Dayhere Pinheiro Vilas⁸
Graduanda de Enfermagem
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Lucas Padilha Salgado⁹
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Ana Gabriele da Silva Costa¹⁰
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