HUMANIZATION IN NURSING CARE IN PALLIATIVE CARE FOR ONCOLOGY PATIENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202505211002
Layanne Lustosa¹
Rodolfo José Vitor²
RESUMO
Introdução: Cuidados paliativos são abordagens voltadas para promover a qualidade de vida de pessoas com doenças graves, assim como de seus familiares Objetivo: Descrever a importância da humanização da assistência de enfermagem nos cuidados paliativos prestados a pacientes oncológicos em fase terminal. Métodos: Revisão integrativa da literatura com busca nas bases de dados Google Acadêmico, PubMed, BVS e SciELO, utilizando os descritores específicos: Assistência paliativa; Enfermagem em cuidados paliativos: e Atendimento de enfermagem oncológica. Foram incluídos estudos publicados entre 2012 e 2023, utilizando um total de oito artigos. Resultados: A humanização do cuidado pela enfermagem é essencial para aliviar a dor, promover conforto, respeitar a autonomia e prestar assistência integral ao paciente destacando a necessidade da qualificação profissional, sensibilidade emocional, comunicação terapêutica e atuação em equipe multiprofissional. Conclusão: A atuação humanizada da enfermagem nos cuidados paliativos oncológicos é fundamental para oferecer uma assistência digna, empática e centrada no paciente, contribuindo para sua qualidade de vida e para o acolhimento de seus familiares.
Palavras-chave: Cuidados paliativos; Enfermagem; Humanização da assistência; Pacientes oncológicos; Terminalidade.
ABSTRACT
Introduction: Palliative care is an approach aimed at promoting the quality of life of people with serious illnesses, as well as their families. Objective: To describe the importance of humanized nursing care in palliative care provided to terminally ill cancer patients. Method: An integrative literature review was conducted using the databases Google Scholar, PubMed, BVS, and SciELO, with the application of specific descriptors. Studies published between 2012 and 2023 in Portuguese, English, and Spanish were included, while epidemiological studies and abstracts were excluded. Results: It was found that humanized nursing care is essential to relieve pain, promote comfort, respect patient autonomy, and provide comprehensive care. The importance of professional qualification, emotional sensitivity, therapeutic communication, and multidisciplinary teamwork was emphasized. Conclusion: Humanized nursing care in oncological palliative care is crucial to offer dignified, empathetic, and patient-centered assistance, contributing to the patient’s quality of life and supporting their families.
Keywords: Palliative care; Nursing; Humanized care; Cancer patients; Terminal stage.
INTRODUÇÃO
O câncer é uma condição caracterizada pelo crescimento descontrolado de células anormais, que podem invadir tecidos próximos e até se espalhar para outras partes do organismo, em um processo chamado metástase, originando mais de uma centena de tipos distintos de tumores malignos. Quando os tumores surgem em tecidos epiteliais, como a pele ou mucosas, recebem a denominação de carcinomas. Já aqueles que se desenvolvem em tecidos conjuntivos, como ossos, músculos e cartilagens, são classificados como sarcomas (Instituto Nacional de Câncer, 2022).
Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento do câncer, entre eles predisposições genéticas, uso frequente de álcool e tabaco, dieta desequilibrada, falta de atividade física, exposição à poluição, além de infecções por agentes como HPV, hepatites B e C, HIV, vírus Epstein-Barr e a bactéria Helicobacter pylori (Ministério da Saúde, 2022).
Dados do Instituto Nacional de Câncer (2022) apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil poderá registrar cerca de 704 mil novos diagnósticos da doença e grande parte desses casos está ligada às regiões Sul e Sudeste, que unidas representam cerca de 70% da incidência estimada. A lista de tipos de câncer observados inclui o câncer de pâncreas, fortemente associado ao tabagismo e à obesidade, e o câncer de fígado, frequentemente relacionado a infecções hepáticas crônicas. Ao todo, foram identificadas 21 categorias distintas de câncer, um aumento em relação ao período anterior (2020–2022).
Segundo o Ministério da Saúde (2022), o câncer é a segunda principal causa de morte no Brasil, sendo responsável por uma em cada seis mortes no mundo. Em grande parte dos casos, o diagnóstico ocorre em estágios avançados da doença, o que muitas vezes exige a adoção de cuidados paliativos.
Esses cuidados têm papel essencial na redução da mortalidade, especialmente quando há diagnóstico precoce. A detecção inicial permite tratamentos mais eficazes, sendo este processo composto por três fases fundamentais: conscientização e acesso aos serviços, avaliação clínica com diagnóstico preciso e início adequado do tratamento. Quando não há identificação precoce, o câncer tende a ser diagnosticado tardiamente, tornando o cuidado paliativo uma abordagem necessária (Organização Pan-Americana da Saúde, 2020).
Os cuidados paliativos têm como foco o bem-estar de pessoas que convivem com doenças ameaçadoras à vida, oferecendo também suporte às famílias. Eles englobam o alívio da dor e de outros sintomas físicos, assim como o manejo de aspectos emocionais, sociais e espirituais associados à enfermidade (Organização Mundial da Saúde, 2017).
De acordo com o INCA (2023), o principal objetivo dos cuidados paliativos é assegurar qualidade de vida e dignidade tanto ao paciente quanto aos seus entes queridos. Isso é feito por meio da identificação e tratamento precoce de sintomas, avaliação cuidadosa e controle adequado da dor e de outros sinais que impactam o cotidiano.
Quanto mais cedo os cuidados paliativos são introduzidos, maiores são os benefícios, inclusive durante tratamentos que visam à cura. Nas fases mais avançadas da doença, tornam-se indispensáveis para proporcionar conforto, acolhimento e dignidade até o fim da vida (INCA, 2023).
A atuação da equipe de cuidados paliativos depende da integração de diversos profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e farmacêuticos. O enfermeiro, em particular, desempenha um papel crucial no atendimento direto e no apoio à equipe multidisciplinar, sendo responsável por monitorar sinais e sintomas, prestar assistência contínua e estabelecer comunicação eficaz com os familiares. É fundamental que esses profissionais estejam devidamente capacitados e atualizados, uma vez que o conhecimento técnico e a sensibilidade humana influenciam diretamente na qualidade do cuidado (Carvalho & Parsons, 2012).
Pacientes oncológicos em fase terminal enfrentam grande sofrimento físico e emocional, e o apoio psicológico é essencial tanto para eles quanto para suas famílias. Nesse cenário, a humanização da assistência prestada pela equipe de enfermagem é um diferencial que promove acolhimento e conforto.
Diante disso, este estudo parte da seguinte questão: Qual a relevância da abordagem humanizada na assistência de enfermagem a pacientes oncológicos em estado terminal? Tendo como objetivo descrever a importância da humanização da assistência de enfermagem no contexto dos cuidados paliativos, destacando a importância do enfermeiro e os desafios enfrentados por esses profissionais para garantir uma assistência respeitosa, empática e centrada na dignidade do ser humano.
MATERIAIS E MÉTODOS
A metodologia utilizada neste estudo consistiu em uma revisão integrativa da literatura, uma estratégia que possibilita a análise aprofundada de pesquisas já realizadas sobre um determinado tema. Esse tipo de abordagem contribui para o entendimento do conhecimento existente, ao mesmo tempo em que permite identificar lacunas que ainda precisam ser exploradas em futuras investigações (Mendes, Silveira e Galvão, 2008).
O desenvolvimento da revisão integrativa ocorre por meio de etapas bem definidas. Inicialmente, delimita-se o tema e formula-se uma pergunta de pesquisa que direciona toda a análise. Na sequência, são estabelecidos os critérios de inclusão e exclusão dos estudos, assegurando que apenas materiais relevantes sejam considerados. Após essa triagem, realiza-se a coleta das informações nos estudos selecionados, seguida de uma leitura crítica, com o objetivo de compreender os métodos utilizados, os resultados encontrados e suas contribuições para o campo investigado. Posteriormente, os dados são organizados, interpretados e sintetizados de forma clara, permitindo uma visão ampla e consistente do tema. Por fim, realiza-se uma verificação final de qualidade e coerência da análise realizada (Gil, 2017).
A revisão teve como ponto de partida a seguinte pergunta norteadora: “Qual a importância da humanização da enfermagem no cuidado de pacientes oncológicos em fase terminal?”. A busca por materiais foi realizada em bases de dados reconhecidas, como Google Acadêmico, PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e SciELO.
Os descritores utilizados para a pesquisa foram: “Assistência paliativa”, “Enfermagem em cuidados paliativos” e “Atendimento de enfermagem oncológica”, buscando garantir a abrangência e a precisão da coleta de dados.
Foram considerados, nos critérios de inclusão, artigos publicados entre os anos de 2012 e 2023, redigidos em português ou espanhol, disponíveis integralmente online e que abordassem diretamente a temática proposta. Foram excluídos da análise os resumos simples ou expandidos, bem como os trabalhos que não se alinhavam aos descritores e aos objetivos do estudo.
Após a seleção dos materiais, os dados foram organizados de acordo com os critérios definidos, e sua análise foi estruturada no Quadro 1, onde se apresenta o tratamento das informações obtidas, permitindo uma visão consolidada dos achados da pesquisa.
QUADRO 1: Compilado de tratamento dos dados da pesquisa

Fonte: Autores da pesquisa
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O tema da humanização nos cuidados paliativos em pacientes oncológicos tem sido amplamente discutido no campo da enfermagem, especialmente quando se considera a complexidade do cuidado necessário para pessoas em estágio terminal. Enquanto os profissionais de enfermagem enfrentam desafios significativos, como o manejo de aspectos emocionais e éticos, além de limitações estruturais que podem impactar na qualidade da assistência, é fundamental a prestação de cuidados que respeitem a individualidade dos pacientes, promovam o conforto físico e emocional, e envolvam a família no processo de cuidado.
O quadro 2 apresentado a seguir reúne e sintetiza os principais resultados de diferentes estudos que abordam a importância da humanização na assistência prestada a pacientes oncológicos em estado terminal.
QUADRO 2: Agrupamento dos artigos utilizados e seus resultados


Fonte: Autores da pesquisa, 2025
DISCUSSÃO
A humanização da assistência nos cuidados paliativos a pacientes oncológicos em estágio terminal constitui um pilar fundamental na prática da enfermagem, pois envolve não apenas o alívio dos sintomas físicos, mas também o acolhimento emocional, psicológico e espiritual do paciente e de seus familiares.
Conforme Silva (2017), os cuidados paliativos devem ir além da perspectiva curativa e se alinhar a uma abordagem centrada no paciente, respeitando sua dignidade, autonomia e necessidades individuais. Assim, o enfermeiro assume o papel de mediador do cuidado, promovendo intervenções que melhorem a qualidade de vida sem prolongar ou antecipar o processo natural da morte.
Nesse contexto, o enfermeiro precisa identificar com precisão as necessidades específicas de cada paciente para oferecer um cuidado direcionado e eficaz. Isso inclui o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem, o planejamento e a implementação de ações que visem não só o alívio da dor e outros sintomas, mas também a promoção de conforto, bem-estar e apoio emocional. A autonomia do paciente deve ser preservada por meio de sua inclusão nas decisões sobre o próprio tratamento, o que demonstra uma postura ética e respeitosa por parte da equipe de enfermagem (Silva et al., 2017).
Franco et al. (2017) reforçam que a humanização exige uma escuta ativa e a sensibilidade para interpretar tanto as manifestações verbais quanto não verbais dos pacientes, o que demanda preparo técnico, emocional e ético. A integração com uma equipe multiprofissional também é fundamental, visto que o cuidado humanizado é mais efetivo quando realizado de forma interdisciplinar. A enfermagem deve, portanto, atender às dimensões fisiológicas, mas também psicossociais e espirituais, respeitando o paciente como um ser integral.
O acolhimento com empatia e preparo emocional, como enfatizado por Santos, Lira e Costa (2018), é essencial para proporcionar um cuidado digno e menos doloroso. O enfermeiro deve estar capacitado para lidar com a terminalidade e manter uma visão holística do paciente, considerando os impactos físicos, emocionais e existenciais da doença oncológica avançada.
De acordo com Silva, Manso, Brasileiro (2022), em um estudo realizado entre 2005 e 2016 sobre a relação entre cuidados paliativos e a importância da comunicação, foi concluído que o papel do enfermeiro é fundamental para garantir uma assistência abrangente ao paciente. Estes cuidados, são essenciais devido à interação e confiança estabelecidas para ajudar o paciente a aceitar seu diagnóstico, acrescenta-se, que ao proporcionar cuidados paliativos, os enfermeiros não buscam necessariamente uma cura para a doença, mas sim proporcionar conforto diante do sofrimento do paciente e de seus familiares, contribuindo para facilitar o processo de aceitação. Isso se mostra relevante pois é comum que tanto o paciente quanto seus familiares enfrentam constantes sentimentos de tristeza, uma reação natural diante de situações que envolvem perda, fracasso, decepção e outros momentos difíceis na vida humana.
Os aspectos emocionais do cuidado também são destacados por Silva, Manso e Brasileiro (2022), ao apontarem que a enfermagem é impulsionada por sentimentos, exigindo dos profissionais um equilíbrio entre sensibilidade e preparo técnico. Ao mesmo tempo em que acolhem o sofrimento, os enfermeiros devem ajudar o paciente e seus familiares a lidar com o diagnóstico, facilitando o processo de aceitação e promovendo momentos de paz mesmo diante da finitude.
Para tanto, a comunicação torna-se uma ferramenta essencial. Fernandes et al. (2013) destacam que é preciso utilizar instrumentos para identificar a dor com precisão e ajustar as intervenções conforme as necessidades do paciente. Além disso, como relatado por Santos et al. (2020), práticas afetivas e cuidadosas, como o toque, os abraços, a escuta ativa e a presença acolhedora, têm grande impacto na redução do sofrimento e no fortalecimento do vínculo terapêutico.
A construção desse vínculo, como observa França (2018), é especialmente significativa, pois contribui para que o paciente e sua família se sintam seguros, amparados e compreendidos em meio às emoções intensas que permeiam essa fase da vida. No entanto, essa atuação exige do enfermeiro constante aperfeiçoamento, principalmente no que diz respeito ao enfrentamento de sentimentos como impotência, tristeza e desesperança, comuns no contexto paliativo (Silva; Manso; Brasileiro, 2022).
Apesar da importância desse cuidado, Vitória e Martins (2023) apontam que os profissionais enfrentam diversos obstáculos, como escassez de recursos, sobrecarga de trabalho e falta de tempo para estabelecer uma atenção mais personalizada. Soma-se a isso o desgaste emocional provocado pelas decisões difíceis e pelo acompanhamento de pacientes em situações de extremo sofrimento. Ainda assim, a vivência prática contribui significativamente para o amadurecimento profissional, pois permite ao enfermeiro desenvolver competências críticas, empáticas e técnicas fundamentais para oferecer um cuidado mais sensível, ético e efetivo.
Para Vitória Martins (2023), o exercício da enfermagem em cuidados paliativos traz consigo desafios singulares e obstáculos específicos. A natureza intrincada e sensível desses cuidados implica lidar com situações emocionalmente carregadas, tomar decisões complexas e fornecer apoio a pacientes e suas famílias em momentos de extrema fragilidade. Além disso, os profissionais enfrentam regularmente o peso emocional, dilemas éticos e a gestão de sintomas desafiadores nesse contexto. Adicionalmente, a carência de recursos apropriados, a falta de tempo e a necessidade de colaboração em equipes interdisciplinares também se configuram como barreiras significativas na prestação de cuidados paliativos. Há uma conexão profunda entre o tempo dedicado à prática na enfermagem e o amadurecimento profissional.
Ao longo dos anos de prática, o enfermeiro amplia e aprofunda seus conhecimentos, desenvolvendo competências clínicas e técnicas essenciais para um cuidado excepcional. Os meios de subsistência oferecem oportunidades valiosas para lidar com diversas situações clínicas e desafios complexos, refinando o pensamento clínico, a tomada de decisões e compreendendo as necessidades dos pacientes. (Vitória; Martins,2023).
Em síntese, os artigos analisados evidenciam que a humanização nos cuidados paliativos oncológicos não é apenas uma diretriz ética, mas uma prática essencial que deve permear todas as ações do enfermeiro.
CONCLUSÃO
A presente revisão integrativa destacou a importância da abordagem humanizada na assistência de enfermagem a pacientes oncológicos em cuidados paliativos, especialmente aqueles em fase terminal. Observou-se que o cuidado vai além das intervenções técnicas, abrangendo dimensões emocionais, psicológicas, sociais e espirituais, com o objetivo de aliviar a dor, reduzir sintomas e proporcionar conforto, dignidade e acolhimento em um momento de grande fragilidade.
Nesse contexto, o enfermeiro assume um papel central na garantia de uma atenção integral e empática, atuando com ética, sensibilidade e em cooperação com a equipe multiprofissional. Práticas como a escuta ativa, o diálogo claro e respeitoso e a valorização da autonomia do paciente são fundamentais para uma assistência de qualidade.
No entanto, foram identificados diversos obstáculos enfrentados pelos profissionais de enfermagem, como o desgaste emocional, carências estruturais e a necessidade de constante atualização profissional. Esses desafios evidenciam a necessidade de investimentos em capacitação contínua e apoio institucional, visando aprimorar o cuidado oferecido.
Conclui-se, portanto, que a humanização no cuidado de enfermagem é essencial nos cuidados paliativos de pacientes com câncer, contribuindo para que o processo de terminalidade seja vivido de maneira mais acolhedora, respeitosa e digna.
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¹Graduanda em Enfermagem pelo Instituto de Educação Superior de Brasília-IESB Campus Oeste.
²Professor, mestre em Ciências Ambientais, Sociedade e Saúde pela PUC-GO.
