REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202601121958
Ana Bárbara de Morais Valle Queiroz
Orientador: Guilherme Augusto Moreira Silva
Coorientador: Rafael de Souza Bueno
RESUMO
A formação em Medicina de Família e Comunidade (MFC) exige o desenvolvimento de competências que vão além do conhecimento técnico, incluindo comunicação, trabalho em equipe, profissionalismo e cuidado centrado na pessoa, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS). Nesse cenário, modelos avaliativos tradicionais apresentam limitações para captar a complexidade dessas competências. Este estudo tem como objetivo relatar a experiência de uma residente de MFC submetida à avaliação 360°, de forma experimental, analisando suas potencialidades formativas. Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência, realizado em um Programa de Residência em MFC no município de Anápolis, Goiás, durante o ano de 2024. A avaliação 360° foi aplicada trimestralmente, envolvendo múltiplas fontes avaliadoras, incluindo autoavaliação, avaliação do preceptor, da equipe multiprofissional, dos colegas residentes, estagiários de medicina e usuários do serviço de saúde, com garantia de anonimato e feedback estruturado. A experiência evidenciou que a avaliação multifonte favoreceu a autoavaliação crítica, o desenvolvimento reflexivo e o aprimoramento progressivo de competências técnicas e relacionais. Conclui-se que a avaliação 360° constitui uma ferramenta formativa relevante na residência em MFC, especialmente quando aplicada de forma contínua e associada a feedback qualificado.
DESCRITORES: Modelos avaliativos; Avaliação 360; Feedback; Residência Médica; Medicina de Família e Comunidade.
ABSTRACT
Training in Family and Community Medicine (FCM) requires the development of competencies that go beyond technical knowledge, including communication, teamwork, professionalism, and person-centered care, especially within the context of Primary Health Care (PHC). In this scenario, traditional assessment models present limitations in capturing the complexity of these competencies. This study aims to report the experience of a Family and Community Medicine resident who was experimentally subjected to a 360-degree evaluation, analyzing its formative potential. This is a descriptive study with a qualitative approach, presented as an experience report, conducted within a Family and Community Medicine Residency Program in the municipality of Anápolis, Goiás, throughout the year 2024. The 360-degree evaluation was applied quarterly and involved multiple assessment sources, including self-assessment, evaluations by the preceptor, the multiprofessional team, fellow residents, medical interns, and health service users, with anonymity and structured feedback ensured. The experience demonstrated that multisource assessment promoted critical self-assessment, reflective development, and the progressive improvement of technical and relational competencies. It is concluded that the 360-degree evaluation constitutes a relevant formative tool in Family and Community Medicine residency training, especially when applied continuously and combined with qualified feedback.
DESCRIPTORS: Assessment models; 360-degree evaluation; Feedback; Medical Residency; Family and Community Medicine.
1. INTRODUÇÃO
A formação em Medicina de Família e Comunidade exige o desenvolvimento de competências que ultrapassam o conhecimento técnico, incluindo comunicação, trabalho em equipe, profissionalismo e cuidado centrado na pessoa, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde. Para isso, são desenvolvidos modelos de avaliação durante a formação, garantindo sempre a qualidade do conhecimento e a obtenção das competências necessárias (LOCKYER; SARGEANT, 2022). Os modelos tradicionais de avaliação, frequentemente centrados na observação de um único avaliador, têm limitações para captar essa complexidade (SOUZA; TOASSI, 2025; ALMEIDA; AMARAL, 2021).
A avaliação 360°, também chamada de multisource feedback, integra múltiplas perspectivas como: autoavaliação, preceptor, colegas, equipe multiprofissional e usuários. Todas essas questões favorecem não só o feedback ampliado, mas também a autoavaliação e o desenvolvimento reflexivo ao longo do tempo (LOCKYER; SARGEANT, 2022; DONNON et al., 2014; BJÖRKLUND et al., 2022). A avaliação 360° tem validade e viabilidade para fornecer devolutivas formativas úteis em contextos clínicos e educacionais, apesar de desafios como sobrecarga avaliativa e necessidade de cultura institucional de feedback (DONNON et al., 2014; LOCKYER; SARGEANT, 2022).
2. OBJETIVOS
Considerando esse contexto, esse trabalho tem como objetivo relatar a experiência de uma residente de Medicina de Família e Comunidade submetida à avaliação 360° de forma extraoficial, com o intuito de avaliar as vantagens do método e possibilidades de sua posterior implementação.
3. MÉTODO
Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência, que descreve a aplicação da avaliação 360° em um Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade, desenvolvido pela Universidade Evangélica de Goiás no município de Anápolis, Goiás, realizado em 2024 ao longo de seus 12 meses. A experiência envolveu uma Residente de Medicina de Família e Comunidade e avaliadores de múltiplas fontes, incluindo preceptor, equipe multiprofissional, colegas residentes, estagiários de medicina e usuários do serviço de saúde. A avaliação foi realizada ao longo do estágio, de forma confidencial, a cada trimestre, por meio de formulário impresso e entregue às partes pelo preceptor, com garantia de anonimato, visando captar diferentes perspectivas sobre o desempenho da residente em cenários reais da Atenção Primária à Saúde.
4. RESULTADOS – RELATO DE EXPERIÊNCIA
Contexto da vivência
Ao entrar na residência de Medicina de Família e Comunidade em março de 2024, após alguns anos de formada, foi possível experimentar novas nuances da medicina, antes não exploradas. As experiências com atendimento na Atenção Primária de Saúde ao longo da faculdade e como médica generalista foram pontuais, e nunca havia tido a oportunidade de viver ativamente a rotina como médica de família. Os principais desafios no início foram as oportunidades de gerenciamento de equipe, atendimentos longitudinais e acompanhamento constante por médicos preceptores.
Neste início, foi possível observar o grande interesse dos preceptores em gerar a formação de médicos capazes de cuidar de forma integral. Então, no primeiro ano de residência, foi proposto por um dos nossos preceptores a avaliação em modelo 360 ou avaliação multifonte, de forma extraoficial. Essa proposta incluía a avaliação trimestralmente no formato: autoavaliação, avaliação pela equipe multidisciplinar, por pacientes selecionados, interpares (entre os residentes da mesma unidade) e avaliação do preceptor.
O processo iniciava-se com a autoavaliação realizada em conjunto com o preceptor, utilizando um questionário estruturado. Em seguida, eram aplicadas as avaliações pelo preceptor e pelos colegas de residência e equipe, além da entrega de formulários específicos aos pacientes, para que avaliassem o médico responsável pelo seu atendimento. A autoavaliação contemplava sete áreas: assiduidade, disciplina e dedicação ao trabalho, produtividade, responsabilidade, iniciativa, relacionamento e trabalho em equipe, além de conhecimento médico e competências gerais. Esses mesmos domínios também estavam presentes nos instrumentos utilizados para a avaliação interpares.
A avaliação realizada pelo preceptor englobava critérios como pontualidade, desempenho ético, habilidades técnicas e habilidades teóricas. Já o instrumento direcionado aos pacientes foi adaptado à realidade e ao perfil do público atendido, incluindo perguntas simples e diretas, como: “Fala tudo para você sobre a sua doença?”, “Cumprimentou você?”, “Estimula você a fazer perguntas?” e “Recomendaria este médico(a) a um amigo, familiar ou conhecido?”.
No momento da primeira avaliação, ainda que não oficial, realizada nesse formato, houve certa tensão pelos participantes, especialmente por se tratar de uma experiência inédita para todos. No entanto, após a realização da avaliação 360º percebemos uma maior capacidade de promover autocríticas e autorreflexões, tendo a oportunidade de enxergar uma diferente perspectiva sobre nós: a dos colegas, equipe, pacientes e preceptor.
Ao longo das avaliações seguintes durante o ano, tornou-se evidente um aprimoramento gradual de aspectos que haviam sido a mim apontados como passíveis de melhoria, o que contribuiu diretamente para o fortalecimento da minha prática profissional e para um cuidado mais alinhado às necessidades dos pacientes e da equipe. Me chamou atenção, ainda, o retorno espontâneo de alguns pacientes que participaram da avaliação, relatando que se sentiram incluídos no próprio cuidado, satisfeitos e valorizados por terem a oportunidade de opinar sobre a experiência do atendimento, algo que, segundo eles, nunca havia acontecido antes.
Tradicionalmente, o formato de avaliação adotado pela instituição baseia-se no modelo sanduíche, composto por um elogio inicial, seguido de uma crítica construtiva e finalizado com um novo reforço positivo, o que contribui para tornar o feedback mais acolhedor e reduzir possíveis resistências do avaliado. Além disso, o processo avaliativo atual também inclui avaliações normativas, como provas escritas, que cumprem o papel de aferir o conhecimento teórico de forma direta. Diferente do modelo tradicional, a avaliação 360 graus experimentada por mim, permitiu a participação de múltiplos avaliadores, ampliando a diversidade de olhares sobre a prática profissional e favorecendo, ao meu ver, reflexões mais profundas e um impacto formativo mais significativo.
Por fim, percebo que esse processo contribuiu grandemente para a reflexão sobre o meu papel enquanto médica de família, especialmente no que se refere à integralidade do cuidado e à importância do acompanhamento longitudinal e multidisciplinar. Embora a avaliação tenha ocorrido de forma não oficial e com caráter apenas formativo, acredito que sua aplicação contínua ao longo de toda a residência, e de forma sistemática durante a Residência de Medicina de Família e Comunidade, poderia potencializar ainda mais seus efeitos e ganhos. O crescimento acadêmico e profissional ao longo das avaliações foi exponencial em comparação com outras metodologias as quais fui submetida ao longo da minha formação médica.
5. DISCUSSÃO
A vivência da residente ao ser submetida à avaliação 360° em três momentos distintos ao longo da Residência em Medicina de Família e Comunidade permitiu compreender esse instrumento como um processo formativo progressivo, e não como um evento isolado. A repetição da avaliação ao longo do tempo favoreceu a percepção de continuidade no desenvolvimento profissional, possibilitando identificar mudanças, amadurecimentos e permanências na prática cotidiana, algo coerente com a proposta pedagógica da formação em APS (SOUZA; TOASSI, 2025; BRITO; CARAMORI; CUNHA, 2025).
Ao longo das três aplicações, a avaliação 360° mostrou-se produtiva justamente por permitir que o desempenho da residente fosse observado sob diferentes perspectivas, contemplando dimensões que extrapolam o domínio técnico. A literatura aponta que instrumentos de muitas fontes ampliam a capacidade de captar competências relacionadas à comunicação, ao trabalho em equipe, ao profissionalismo e à relação com os usuários, que são aspectos centrais na Medicina de Família e Comunidade, mas frequentemente subavaliados em modelos tradicionais o que corrobora positivamente à experiência relatada, que contribuiu à prática profissional da Residente (BASTOS et al., 2019; SOUZA; TOASSI, 2025).
Em contraste, o modelo institucional padronizado de feedback adotado na residência, baseado no chamado feedback sanduíche, embora apresente vantagens práticas e seja amplamente difundido na preceptoria, mostrou-se mais limitado do ponto de vista formativo (MILAN et al, 2006). O formato, centrado em um comentário positivo, seguido de um aspecto a ser melhorado e finalizado por outro comentário positivo, tende a oferecer devolutivas mais genéricas e menos aprofundadas, especialmente quando não associado a critérios claros ou a um acompanhamento longitudinal do desempenho. Estudos sobre feedback formativo apontam que, quando utilizado de forma isolada, esse modelo pode reduzir o potencial reflexivo do processo avaliativo (ALMEIDA; AMARAL, 2021).
A avaliação 360°, por sua vez, ao ser aplicada algumas vezes ao longo da residência, permite que o residente não apenas receba feedbacks pontuais, mas acompanhe sua própria trajetória de desenvolvimento (BASTOS et al., 2019). A possibilidade de comparar percepções de diferentes avaliadores em momentos distintos favorece a autoavaliação crítica e o reconhecimento de avanços e desafios persistentes. Esse caráter longitudinal é destacado na literatura como um dos principais diferenciais da avaliação baseada em competências, por estimular o aprendizado contínuo e a responsabilidade do residente sobre sua própria formação (WANDER et al., 2024).
Outro elemento central da experiência foi o papel do feedback formativo associado à avaliação 360°. A literatura é consistente ao afirmar que o impacto educativo da avaliação multifonte depende menos do instrumento em si e mais da qualidade da devolutiva realizada. Nos três momentos vivenciados, o feedback estruturado possibilitou espaços de reflexão, nos quais a residente pôde confrontar sua autoimagem profissional com as percepções externas, favorecendo ajustes conscientes na prática clínica e relacional. (ALMEIDA; AMARAL, 2021; SILVA, 2024)
No contexto da APS, a inclusão da equipe multiprofissional e dos usuários no processo avaliativo mostrou-se particularmente significativa. Estudos em programas de Medicina de Família e Comunidade destacam que a participação dos usuários fortalece o protagonismo social e aproxima a formação médica das necessidades reais da população atendida (SOUZA, 2024; SOUZA; TOASSI, 2025).
Cabe destacar que a avaliação 360° não se apresenta como substituta dos modelos tradicionais de feedback, mas como complemento qualificado. O feedback sanduíche pode ser útil em situações pontuais do cotidiano da preceptoria, sobretudo pela sua simplicidade e aplicabilidade imediata. No entanto, a experiência relatada e os estudos analisados indicam que, quando se busca uma avaliação mais profunda, reflexiva e alinhada à complexidade da prática em MFC, a avaliação multifonte oferece maior potencial formativo (ARAI et al., 2024).
Apesar dos benefícios observados, a experiência também evidenciou desafios importantes. Entre eles, destacaram-se sentimentos iniciais de vergonha e receio de julgamento por parte da residente, especialmente nas primeiras aplicações da avaliação, aspecto frequentemente descrito na literatura sobre avaliações multifonte. Observou-se, ainda, que alguns pacientes podem se sentir coibidos a participar do processo avaliativo por receio de represálias, mesmo quando o anonimato é garantido. Além disso, a sobrecarga da equipe e o tempo necessário para aplicação dos instrumentos e para a realização do feedback foram identificados como fatores limitantes, corroborando achados de estudos que apontam a logística e a organização do serviço como desafios para a implementação da avaliação 360 graus (SOUZA, 2024; SILVA, 2024).
Mesmo diante de limitações inerentes a um relato de experiência, como a pequena amostra, a centralidade na vivência de uma única residente e a subjetividade relacionada aos diferentes perfis dos avaliadores, a experiência apresentada dialoga de forma consistente com a literatura nacional.
6. CONCLUSÃO
A experiência relatada demonstra que a avaliação 360°, quando aplicada de forma contínua ao longo da Residência em Medicina de Família e Comunidade, constitui uma ferramenta formativa relevante, capaz de ampliar a compreensão do desempenho profissional para além dos aspectos técnicos. A incorporação de múltiplas perspectivas favoreceu a autoavaliação, a reflexão crítica e o amadurecimento profissional, elementos centrais para a formação em Medicina de Família e Comunidade.
Ao ser comparada a modelos avaliativos mais tradicionais, como o feedback sanduíche, a avaliação 360° mostrou-se, na percepção própria da residente, mais abrangente e sensível à complexidade das relações de cuidado, do trabalho em equipe e da comunicação. Embora todo processo envolva desafios, como o receio inicial de julgamento, a subjetividade inerente às avaliações e limitações operacionais do serviço, a experiência evidencia que, quando associada a feedback estruturado e conduzida em ambiente de confiança, a avaliação multifonte pode transformar o momento avaliativo em oportunidade de aprendizagem significativa.
Por fim, este relato reforça a importância de se das instituições de ensino e órgãos de saúde e educação repensarem os processos avaliativos na residência médica, valorizando estratégias que reconheçam a complexidade da prática em saúde e o papel ativo do residente em sua própria formação. A avaliação 360°, quando utilizada de forma complementar às metodologias já existentes, contribui para uma formação mais reflexiva, participativa e alinhada aos princípios da Medicina de Família e Comunidade e da Atenção Primária à Saúde.
REFERÊNCIAS
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BJÖRKLUND, K. et al. Multisource feedback for workplace learning in primary health care: a qualitative study. BMC Medical Education, London, v. 22, n. 1, 2022.
BRITO L de AR, CARAMORI U. CUNHA ATR. Avaliação na Residência Médica: Guia Teórico-Prático. Rio de Janeiro, RJ; 2025.
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MILAN, F. B.; PARISH, S. J.; REICHGOTT, M. J. A model for educational feedback based on clinical communication skills strategies: beyond the “feedback sandwich”. Teaching and Learning in Medicine, Philadelphia, v. 18, n. 1, p. 42–47, 2006.
SILVA, J. D. L.. A avaliação formativa como estratégia do processo avaliativo utilizada pelo preceptor no programa de residência multiprofissional. Revista Interdisciplinar de Saúde e Educação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 1, 2024.
SOUZA, M. S. F. de. Análise da avaliação 360 graus na residência médica de Medicina de Família e Comunidade: percepção de cidadãos usuários e preceptores. 2024. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino na Saúde) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2024.
WANDER, B. et al. Métodos de ensino e avaliação na preceptoria de residências em saúde. Temas em Educação e Saúde, Araraquara, v. 20, e024002, 2024.
