REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202512291245
Hugo Cardoso Esposti1
Orientador: Prof. Cristiano Guilherme Alves de Oliveira2
RESUMO
A profissão farmacêutica tem passado por transformações significativas ao longo dos anos, acompanhando as mudanças científicas e sociais no campo da saúde. Nesse contexto, destaca-se a consolidação da Atenção Farmacêutica como um modelo de prática profissional voltado ao cuidado centrado no paciente, com ênfase na promoção do uso racional de medicamentos e na melhoria da qualidade de vida. O presente artigo tem como objetivo realizar uma revisão da literatura sobre a evolução da prática farmacêutica, contextualizando o surgimento da Atenção Farmacêutica e descrevendo os principais métodos de acompanhamento farmacoterapêutico. Trata-se de uma revisão bibliográfica, baseada em publicações científicas nacionais e internacionais. Os métodos de acompanhamento farmacoterapêutico analisados evidenciam a ampliação do papel clínico do farmacêutico, contribuindo para a identificação, prevenção e resolução de problemas relacionados ao uso de medicamentos. Conclui-se que a Atenção Farmacêutica representa um avanço significativo na atuação profissional, fortalecendo a integração do farmacêutico nas equipes de saúde e promovendo melhores resultados terapêuticos para os pacientes.
Palavras-chave: Atenção Farmacêutica. Farmacêutico Clínico. Acompanhamento Farmacoterapêutico.
ABSTRACT
The pharmaceutical profession has undergone significant transformations over the years, following scientific and social changes in the healthcare field. In this context, Pharmaceutical Care has been consolidated as a professional practice model focused on patient-centered care, emphasizing the promotion of rational drug use and the improvement of quality of life. This article aims to conduct a literature review on the evolution of pharmaceutical practice, contextualizing the emergence of Pharmaceutical Care and describing the main pharmacotherapeutic follow-up methods. This is a bibliographic review based on national and international scientific publications. The analyzed pharmacotherapeutic follow-up methods highlight the expansion of the pharmacist’s clinical role, contributing to the identification, prevention, and resolution of drug-related problems. It is concluded that Pharmaceutical Care represents a significant advancement in professional practice, strengthening the integration of pharmacists into healthcare teams and promoting better therapeutic outcomes for patients.
Keywords: Pharmaceutical Care. Clinical Pharmacist. Pharmacotherapeutic follow-up.
1. Introdução
A profissão farmacêutica apresenta uma trajetória histórica marcada por mudanças nas atribuições técnicas e no papel social desempenhado nos sistemas de saúde. Registros históricos apontam que, no contexto do mundo árabe medieval, ocorreu a separação entre as atividades médicas e aquelas relacionadas ao preparo e à dispensação de medicamentos, com a atuação de profissionais especializados, como os Sayadilah (DIAS, 2005). Nesse período, a preparação e o armazenamento de drogas concentravam-se, inicialmente, em ambientes hospitalares; posteriormente, surgiram estabelecimentos voltados à produção e comercialização de medicamentos, contribuindo para a consolidação de práticas que antecedem o modelo moderno de farmácia (MUFA, 2019).
Ao longo do tempo, a profissão atravessou transformações científicas, sociais e econômicas, refletidas inclusive nas diferentes denominações e modelos de exercício profissional. Em determinados contextos, observa-se a predominância de atividades voltadas à dispensação e ao comércio de medicamentos, o que pode reduzir a visibilidade do farmacêutico enquanto profissional do cuidado e da clínica. Diante desse cenário, o fortalecimento de práticas centradas no paciente se apresenta como estratégia para ampliar a contribuição do farmacêutico na promoção da segurança e da efetividade dos tratamentos.
Nessa perspectiva, a Atenção Farmacêutica constitui um modelo de prática profissional que prioriza a interação com o usuário e a identificação, prevenção e resolução de problemas relacionados ao uso de medicamentos. Dentro desse campo, o acompanhamento farmacoterapêutico oferece métodos sistematizados de avaliação e seguimento da farmacoterapia, com foco em resultados clínicos, adesão e qualidade de vida, deslocando o centro do cuidado do medicamento, isoladamente, para o paciente em sua integralidade.
Assim, o objetivo deste artigo é realizar uma revisão sintética sobre a evolução histórica da profissão farmacêutica, contextualizar o surgimento da Atenção Farmacêutica e descrever os principais métodos de acompanhamento farmacoterapêutico discutidos na literatura.
2. Referencial Teórico
Segundo Dáder et al. (2007), a Atenção Farmacêutica compreende o conjunto de atividades assistenciais exercidas pelo farmacêutico com o objetivo de auxiliar o usuário de medicamentos, incluindo o acompanhamento farmacoterapêutico como parte fundamental desse processo. Em razão de sua formação ampla e específica em farmacologia e terapêutica, o farmacêutico é o profissional mais habilitado para realizar o acompanhamento sistemático da farmacoterapia, contribuindo para a promoção do uso racional de medicamentos.
Nesse contexto, a prática da Atenção Farmacêutica pressupõe a corresponsabilização do farmacêutico pelos resultados do tratamento, uma vez que esse profissional atua diretamente na orientação, no seguimento e na avaliação da farmacoterapia. Conforme destacam Lee e Ray (1993), “ao prestar Atenção Farmacêutica o profissional se responsabiliza por garantir que o paciente possa cumprir os esquemas farmacoterapêuticos e seguir o plano assistencial, de forma a alcançar resultados positivos”.
De modo geral, os métodos de Atenção Farmacêutica foram desenvolvidos a partir de adaptações do método clínico clássico de atenção à saúde e do sistema de registro SOAP (Subjective, Objective, Assessment, Plan), proposto por Weed na década de 1970, sendo estruturados para orientar o processo de cuidado farmacêutico e o registro sistematizado das informações clínicas (CORRER; OTUKI, 2011).
Dessa forma, entre os métodos mais difundidos no Brasil destacam-se o Método Dáder, o Pharmacotherapy WorkUp e o Therapeutic Outcomes Monitoring (TOM). Esses modelos têm como finalidade fornecer ao farmacêutico ferramentas, abordagens e procedimentos padronizados para a realização do atendimento clínico e do acompanhamento farmacoterapêutico (CORRER; OTUKI, 2011).
3. Metodologia
Foi realizado um estudo de revisão bibliográfica, de caráter descritivo, com o objetivo de reunir e analisar publicações relacionadas à evolução da prática farmacêutica, à Atenção Farmacêutica e aos métodos de acompanhamento farmacoterapêutico. O levantamento bibliográfico foi conduzido por meio da consulta a artigos científicos, periódicos, monografias e outras bases de dados científicas nacionais e internacionais.
Também foram analisados documentos institucionais disponibilizados em portais de órgãos e entidades vinculadas à área da saúde, bem como legislações e normas técnicas pertinentes ao tema. Durante o processo de seleção das fontes, priorizaram-se publicações mais recentes, sem excluir obras clássicas consideradas relevantes para a fundamentação teórica do estudo.
Para a realização das buscas, foram utilizadas palavras-chave e combinações de termos, tais como: “história da farmácia”, “assistência farmacêutica”, “atenção farmacêutica” e “métodos de acompanhamento farmacoterapêutico”. Os materiais selecionados foram analisados de forma qualitativa, visando à síntese e à discussão dos principais conceitos e abordagens relacionados ao tema.
4. Desenvolvimento
De acordo com Gomes-Júnior (1988) e Filho e Batista (2011), o comércio de boticas foi legalizado no Brasil em 1640, expandindo-se em razão da facilidade de abertura desses estabelecimentos e da expectativa de retorno econômico. As boticas caracterizavam-se como locais de comercialização de medicamentos e, em grande parte dos casos, eram administradas por indivíduos sem formação específica, conhecidos como boticários, cujo conhecimento sobre medicamentos era limitado. Além disso, o termo botica também era utilizado para designar os compartimentos existentes em hospitais civis e militares destinados ao preparo e à administração de medicamentos aos pacientes internados.
No início do século XX, o farmacêutico passou a ocupar posição de destaque social no que se refere ao medicamento, atuando não apenas na orientação para sua correta utilização, mas também na produção e na comercialização do arsenal terapêutico disponível à época (VALADÃO et al., 1986).
Nesse contexto, os medicamentos consolidaram-se como importantes ferramentas terapêuticas, uma vez que “os medicamentos constituem, hoje, a principal arma terapêutica usada, e o objetivo da sua utilização é melhorar a qualidade de vida dos pacientes, curando, retardando o progresso ou tratando sintomas das doenças” (DÁDER, 2001). Entretanto, o uso de medicamentos nem sempre resulta nos efeitos desejados, podendo estar associado a falhas de efetividade e a problemas de segurança, como reações adversas e toxicidade, especialmente quando utilizados de forma inadequada ou sem acompanhamento profissional (FUNCHAL-WITZEL et al., 2011).
Dessa forma, a automedicação e o uso contínuo e inadequado de medicamentos, sem o acompanhamento do farmacêutico, podem contribuir para o aumento dos Problemas Farmacoterapêuticos (PFT), reforçando a necessidade de buscar maior racionalidade no uso desses produtos (PERETTA; CICCIA, 2000; NASCIMENTO, 2003).
A superação desses problemas está relacionada ao aprimoramento do controle da farmacoterapia, por meio da adoção de estratégias que considerem o paciente em sua individualidade, promovam melhor relação custo-benefício, previnam o surgimento de PFT e proponham sua resolução, com vistas à otimização dos tratamentos farmacológicos (PERETTA; CICCIA, 2000; NIES; SPIELBERG, 1996).
Nesse cenário, desenvolveu-se a prática dos Cuidados Farmacêuticos, difundida no Brasil como Atenção Farmacêutica, como resposta às demandas sociais relacionadas ao uso seguro e eficaz de medicamentos (OLIVEIRA, 2003; FUNCHAL-WITZEL et al., 2011). Esse modelo de prática profissional foi concebido com o objetivo de prevenir e resolver os PFT, caracterizando-se, sobretudo, por ser centrado no paciente e não no medicamento, uma vez que “esse modelo foi criado para prevenir e resolver os PFT caracterizando-se, principalmente, por ser centrado no paciente e não no medicamento” (CIPOLLE et al., 1998). Nesse sentido, a Atenção Farmacêutica contribui de forma significativa para a compreensão e adesão do usuário ao tratamento medicamentoso, favorecendo sua efetividade e promovendo o uso racional de medicamentos (STORPIRTIS et al., 2001; ACURCIO, 2003; CIPOLLE et al., 2004).
4.1 Assistência Farmacêutica & Atenção Farmacêutica
A Assistência Farmacêutica compreende um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto em âmbito individual quanto coletivo, tendo o medicamento como insumo essencial e buscando garantir o acesso e o uso racional desses produtos. Esse conjunto de ações envolve desde a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos até sua seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia da qualidade, acompanhamento e avaliação de sua utilização, com vistas à obtenção de resultados concretos e à melhoria da qualidade de vida da população (BRASIL, 2004).
Inserida no contexto da Assistência Farmacêutica, a Atenção Farmacêutica configura-se como um modelo de prática profissional voltado diretamente ao cuidado ao usuário. Segundo a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, a Atenção Farmacêutica é:
Considerada como um modelo de prática farmacêutica, desenvolvida no contexto da Assistência Farmacêutica e compreendendo atitudes, valores éticos, comportamentos, habilidades, compromissos e corresponsabilidades na prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde, de forma integrada à equipe de saúde (BRASIL, 2004).
Essa prática caracteriza-se pela interação direta entre o farmacêutico e o usuário, com o objetivo de promover uma farmacoterapia racional e alcançar resultados definidos e mensuráveis, voltados à melhoria da qualidade de vida. Além disso, a Atenção Farmacêutica deve considerar as dimensões biopsicossociais do indivíduo, respeitando suas especificidades e adotando a integralidade como princípio norteador das ações em saúde (BRASIL, 2004).
4.2 Métodos de Acompanhamento Farmacoterapêutico
Os métodos de acompanhamento farmacoterapêutico têm suas bases no modelo clínico clássico de atenção à saúde. Nesse sentido, destaca-se o Problem-Oriented Medical Record (POMR), proposto por Lawrence Weed no final da década de 1960, o qual serviu de fundamento para o desenvolvimento de abordagens clínicas aplicadas posteriormente à prática farmacêutica. Conforme descrito pelo autor, “o modelo clínico para atividades médicas que foi proposto por Lawrence Weed no final dos anos 60, denominado Problem-Oriented Medical Record (POMR), serviu de base para o desenvolvimento de métodos voltados para a prática clínica no âmbito da farmácia”. Nesse modelo, Weed (1971) estrutura a ação clínica em quatro fases — coleta de dados, identificação de problemas, planejamento e seguimento — e propõe o uso do sistema SOAP (Subjective, Objective, Assessment, Plan) para o registro das informações clínicas.
A partir desse referencial, Cipolle e colaboradores, na Universidade de Minnesota, desenvolveram o primeiro método clínico específico para a prática farmacêutica, denominado Pharmacist Workup of Drug Therapy (PWDT). Segundo os autores, “há somente um processo de atenção ao paciente na atenção farmacêutica, assim como só há um processo padrão para provisão da atenção médica, odontológica ou de enfermagem”. Essa proposta não tem como finalidade impor limitações à atuação profissional, mas favorecer o aprendizado, a comunicação entre farmacêuticos e demais profissionais da saúde, além de permitir a continuidade do acompanhamento farmacoterapêutico, mesmo quando iniciado por outro profissional (CIPOLLE et al., 1998).
Na Universidade da Flórida, Helper e colaboradores desenvolveram o método denominado Therapeutic Outcomes Monitoring (TOM), inicialmente aplicado em programas de controle da asma brônquica em farmácias comunitárias. Esse método enfatiza o monitoramento sistemático dos resultados terapêuticos, com foco na avaliação clínica e na melhoria dos desfechos em saúde (GRAINGER-ROUSSEAU et al., 1997).
Já na Espanha, o Grupo de Investigação em Atenção Farmacêutica da Universidade de Granada propôs, em 1999, o Método Dáder de Seguimento Farmacoterapêutico. Esse método foi desenvolvido com o objetivo de possibilitar sua aplicação sem a necessidade de programas informatizados complexos, conhecimentos avançados prévios de farmacologia ou grandes recursos econômicos, podendo ser executado em um período de tempo viável para a prática profissional. Em sua fase piloto, o Método Dáder demonstrou-se eficaz na identificação e resolução de Problemas Relacionados a Medicamentos (PRM), apresentando resultados semelhantes aos observados com a aplicação de outros métodos de acompanhamento farmacoterapêutico (MARTÍNEZ-ROMERO et al., 2001).
5. Discussão
A trajetória profissional do farmacêutico evidencia mudanças significativas ao longo do tempo, especialmente no que se refere à sua autonomia técnica e ao reconhecimento social de suas atribuições.
Conforme destaca Valladão (1981), “de farmacêutico a responsável técnico, de liberal a assalariado, eis a trajetória do profissional no âmbito da farmácia propriamente dita, marcada por uma redução na dimensão técnica e social do seu trabalho e um ampliar na dimensão burocrática e comercial”. Nesse contexto, a farmácia passa a ser compreendida como “uma combinação exclusiva de profissão e negócios” (DENO et al., 1959), evidenciando a tensão histórica entre o exercício profissional e as demandas mercadológicas.
Essa aproximação da prática farmacêutica com atividades predominantemente comerciais é descrita por Dupuy e Karsenty (1974), que retratam a atuação do farmacêutico em estabelecimentos urbanos como marcada por interações breves e limitadas com os usuários, nas quais prevalece a dispensação mecânica de medicamentos, com reduzida participação clínica no cuidado ao paciente:
A profissão de farmacêutico se aproximou de modo sensível […] da profissão de comerciante. Instalemo-nos em uma grande farmácia da zona urbana e veremos […] os clientes desfilarem quase sem interrupção. A maior parte apresenta uma receita para a pessoa de bata branca que está atrás do balcão, a qual se limita a buscar os produtos prescritos, repete a posologia indicada pelo médico, embala os medicamentos e realiza a cobrança. Poucas palavras são trocadas […] Na maior parte do tempo, o papel do farmacêutico é, pois, o de um simples distribuidor (DUPUY; KARSENTY, 1974).
Diante desse cenário, a profissão farmacêutica vivencia um momento de transição, no qual se observa a busca pela retomada de seu prestígio técnico-científico e de sua relevância social. A especialização em áreas como a Assistência Farmacêutica e a incorporação de práticas clínicas surgem como estratégias para ampliar a atuação profissional, contribuir positivamente para os indicadores de saúde e fortalecer o papel do farmacêutico como integrante essencial das equipes multiprofissionais.
A necessidade de superar uma atuação restrita ao balcão e orientada predominantemente por interesses comerciais impulsiona a adoção de modelos de cuidado centrados no paciente. Nesse contexto, a incorporação de métodos de acompanhamento farmacoterapêutico configura-se como alternativa coerente e consistente para o fortalecimento da formação e da prática clínica do farmacêutico.
De modo geral, os profissionais da saúde compartilham etapas semelhantes no processo de cuidado ao paciente. No âmbito da farmácia, o farmacêutico, por ser especialista em medicamentos, encontra-se apto a identificar, prevenir e resolver problemas relacionados à farmacoterapia, promovendo o uso racional, a efetividade e a segurança dos tratamentos. A Atenção Farmacêutica, enquanto prática clínica centrada no paciente, pressupõe o compartilhamento de decisões e responsabilidades entre o farmacêutico, o usuário e a equipe de saúde, contribuindo para uma abordagem integral do cuidado (CORRER; OTUKI, 2011).
6. Conclusão
A Atenção Farmacêutica, enquanto prática profissional desenvolvida no contexto da Assistência Farmacêutica, associada ao uso de métodos de acompanhamento farmacoterapêutico, exerce influência positiva sobre os tratamentos farmacológicos. Essa atuação possibilita a identificação, a prevenção e a resolução de problemas relacionados à automedicação e ao uso inadequado de medicamentos, contribuindo para maior efetividade e segurança da farmacoterapia.
Os resultados negativos associados ao uso de medicamentos podem, na maioria dos casos, ser detectados e evitados por meio da atuação clínica do farmacêutico que aplica os princípios da Atenção Farmacêutica. Dessa forma, evidencia-se a relevância desse profissional no cenário da saúde, reafirmando seu papel fundamental na promoção do uso racional de medicamentos e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
7. Referências
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1Universidade Iguaçu Campus V – Pós-Graduando (a) / Aluno (a) – Rio de Janeiro, Brasil.
2Universidade Iguaçu Campus V – Professor Adjunto / Orientador – Rio de Janeiro, Brasil. * cristiano.farma@hotmail.com
