MANAGEMENT AND QUALITY OF CARE INDICATORS IN THE FAMILY HEALTH STRATEGY: AN EVALUATIVE STUDY IN PRIMARY CARE OF THE BRAZILIAN UNIFIED HEALTH SYSTEM (SUS)
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202512291235
Marcos Leôncio Lima Silva de Souza1; Péricles Cristiano Batista Flores2; Ingridy Tayane Gonçalves Pires Fernandes3; Plínio Regino Magalhães4; Lilavati Manto Medrado de Meneses5; Valdemir Vieira6; Luciana Rodrigues da Silva7; Lilian Regino Magalhães8; Juciany Martins Medeiros Salvador9; Carla Mara Gualberto Pereira Oliveira10
RESUMO
A Estratégia Saúde da Família (ESF) é fundamental para a organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no Sistema Único de Saúde (SUS), articulando ações de promoção, prevenção e cuidado contínuo nos territórios. Este estudo teve como objetivo avaliar como os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado vêm sendo utilizados na ESF e sua contribuição para a organização do processo de trabalho e a tomada de decisões. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com busca no Google Acadêmico, que resultou na inclusão de oito estudos publicados entre 2013 e 2025. Os resultados evidenciam que o uso dos indicadores ocorre de forma desigual, variando conforme o apoio da gestão, a capacitação das equipes e os espaços de discussão coletiva. Quando utilizados de maneira crítica e contextualizada, os indicadores auxiliam na identificação de necessidades invisibilizadas, na priorização de ações e no fortalecimento do cuidado longitudinal. Observou-se, ainda, a ampliação do uso de indicadores relacionados às dimensões subjetivas do cuidado, como vínculo, coordenação e satisfação dos usuários. Conclui-se que os indicadores têm potencial para qualificar a gestão e o cuidado na ESF, desde que sejam utilizados de forma participativa, pedagógica e alinhada às realidades territoriais e aos princípios do SUS.
Palavras-chave: Estratégia saúde da família. Atenção primária à saúde. Gestão do cuidado. Qualidade do cuidado.
ABSTRACT
The Family Health Strategy (ESF) is fundamental to the organization of Primary Health Care (APS) in the Brazilian Unified Health System (SUS), articulating actions of promotion, prevention, and continuous care in the territories. This study aimed to evaluate how management and quality of care indicators have been used in the ESF and their contribution to the organization of the work process and decision-making. This is an integrative literature review, with a search on Google Scholar, which resulted in the inclusion of eight studies published between 2013 and 2025. The results show that the use of indicators occurs unevenly, varying according to management support, team training, and spaces for collective discussion. When used critically and contextually, the indicators help in identifying invisible needs, prioritizing actions, and strengthening longitudinal care. Furthermore, an increase in the use of indicators related to the subjective dimensions of care, such as bonding, coordination, and user satisfaction, was observed. It is concluded that the indicators have the potential to improve management and care in the Family Health Strategy, provided that they are used in a participatory and educational manner, aligned with territorial realities and the principles of the Brazilian Unified Health System (SUS).
Keywords: Family health strategy. Primary health care. Care management. Quality of care.
1. INTRODUÇÃO
A Estratégia Saúde da Família (ESF) ocupa um lugar central na organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no Sistema Único de Saúde (SUS), sendo responsável por articular ações de promoção, prevenção e cuidado contínuo nos territórios (MACINKO; MENDONÇA, 2018) Mais do que ampliar o acesso, a ESF busca qualificar as práticas de cuidado a partir do vínculo, da longitudinalidade e da responsabilização das equipes sobre a população adscrita (SORATTO et al., 2015). Nesse contexto, discutir gestão e qualidade do cuidado deixa de ser um exercício meramente técnico e passa a dialogar diretamente com as experiências reais de usuários e trabalhadores, revelando avanços, fragilidades e desafios cotidianos da atenção básica (BITTAR, 2000).
Os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado assumem papel estratégico nesse cenário, pois permitem transformar o cotidiano dos serviços em informações capazes de orientar decisões, planejar ações e avaliar resultados (VITURI et al., 2011). Quando bem utilizados, esses indicadores ajudam a enxergar além dos números, apontando desigualdades no acesso, limitações na resolutividade e oportunidades de melhoria no processo de trabalho das equipes (BÁO et al., 2019). Na APS, especialmente na ESF, indicadores relacionados à estrutura, aos processos e aos resultados assistenciais contribuem para avaliar se o cuidado ofertado está, de fato, alinhado às necessidades da população e aos princípios do SUS (BORGES; SANTOS; SIMÕES, 2020).
Entretanto, a avaliação da gestão e da qualidade do cuidado na ESF ainda enfrenta desafios importantes, como a sobrecarga das equipes, a rotatividade de profissionais, as limitações de infraestrutura e a fragmentação de sistemas de informação que podem comprometer tanto a produção quanto o uso crítico dos indicadores. Além disso, quando a avaliação é percebida apenas como instrumento de controle ou cobrança de metas, perde-se seu potencial pedagógico e transformador (FERREIRA et al., 2022; SANINE et al., 2021). Diante disso, realizar um estudo avaliativo sobre indicadores de gestão e qualidade do cuidado na ESF torna-se fundamental para compreender como esses instrumentos vêm sendo utilizados na APS do SUS e quais efeitos produzem no cuidado ofertado à população. Assim, essa pesquisa tem como objetivo avaliar como os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado vêm sendo utilizados na ESF, buscando compreender sua contribuição para a organização do processo de trabalho, para a tomada de decisões na APS do SUS e para a qualificação do cuidado ofertado à população
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Na APS, a gestão do cuidado na ESF acontece em um espaço vivo, marcado por relações humanas, demandas diversas e realidades territoriais complexas. Nesse cenário, os indicadores de gestão e qualidade do cuidado deixam de ser apenas instrumentos administrativos e passam a funcionar como mediadores entre o planejamento e a prática cotidiana (RUIVO et al., 2025). Quando analisados de forma sensível ao contexto local, esses indicadores permitem identificar padrões de cuidado invisíveis no dia a dia, como dificuldades de acesso em grupos específicos, falhas na continuidade do acompanhamento e desigualdades persistentes entre territórios cobertos pela ESF (SILVA; ALVES, 2019).
Segundo Facchini, Tomasi e Dilélio (2018), um aspecto inovador na discussão atual sobre indicadores na APS é a ampliação do olhar para além dos resultados clássicos, incorporando dimensões relacionadas à experiência do usuário e ao trabalho em equipe. Do mesmo modo Silva e Caldeira (2010) reiteram que, elementos como escuta qualificada, vínculo, coordenação do cuidado e satisfação dos usuários vêm sendo reconhecidos como fundamentais para avaliar a efetividade da ESF, especialmente em populações em situação de maior vulnerabilidade social.
Outro avanço importante refere-se ao uso integrado dos sistemas de informação em saúde como fonte estratégica para a avaliação, como a consolidação de bases como e-SUS APS e SISAB possibilitou maior disponibilidade de dados, porém o desafio atual está na capacidade analítica das equipes e gestores para transformar informação em ação (CELUPPI et al., 2024). Os processos formativos contínuos e o apoio institucional são determinantes para que os indicadores sejam apropriados pelas equipes como ferramentas de reflexão crítica, e não apenas como exigências burocráticas impostas por instâncias superiores (ASTOLFO; KEHRIG, 2017).
Além disso, a inclusão dos profissionais de saúde e, em alguns casos, dos próprios usuários na análise dos indicadores favorece a construção de soluções mais aderentes à realidade local. Essa lógica fortalece o sentimento de corresponsabilização, estimula mudanças no processo de trabalho e amplia o potencial dos indicadores como instrumentos de transformação das práticas de cuidado, contribuindo para uma APS mais resolutiva, equitativa e humanizada (SALGADO; FORTES, 2021; QUEIROZ JÚNIOR et al., 2025).
3. METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão integrativa que possibilita a síntese de conhecimentos produzidos sobre determinado tema, reunindo evidências científicas de diferentes delineamentos metodológicos. Esse tipo de revisão permite compreender o estado atual da produção científica, identificar lacunas no conhecimento e subsidiar a prática profissional, a gestão em saúde e a formulação de políticas públicas. Na área da saúde coletiva, especialmente no contexto da APS, a revisão integrativa se mostra uma estratégia relevante para aproximar a produção científica da realidade dos serviços e das necessidades da população.
A definição da questão norteadora constitui uma etapa central da revisão integrativa, pois orienta todo o processo de busca, seleção e análise dos estudos. Para sua construção, utilizou-se a estratégia PICO (População, Intervenção, Comparação e Desfecho), adaptada sem o elemento de comparação, considerando:
- P: usuários e/ou equipes atuantes na Atenção Primária à Saúde;
- I: indicadores de gestão e de qualidade do cuidado;
- O: qualificação da gestão e do cuidado em saúde.
Foi elaborada a seguinte questão norteadora: como os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado têm sido utilizados na APS para qualificar a gestão e a organização do cuidado?
A busca dos estudos foi realizada em bases de dados reconhecidas na área da saúde, priorizando publicações de acesso aberto, o Google Acadêmico. Foram utilizados descritores controlados e termos livres relacionados à Atenção Primária à Saúde, Estratégia Saúde da Família, indicadores de gestão e qualidade do cuidado, combinados por meio de operadores booleanos AND e OR, de modo a ampliar a sensibilidade da busca sem comprometer sua especificidade, localizando 2.840 artigos.
Foram incluídos estudos originais disponíveis na íntegra, publicados entre 2013 e 2025, em português que abordassem o uso de indicadores de gestão e/ou qualidade do cuidado no contexto da APS. Excluíram-se artigos duplicados, estudos de opinião, editoriais, cartas ao editor e publicações que não dialogassem diretamente com a temática proposta ou com o cenário da Atenção Primária.
Ao adicionar os critérios, 2.748 artigos foram excluídos, selecionando 92 artigos. Esses foram analisados por seis autores de forma criteriosa, considerando aspectos como objetivo, metodologia, principais resultados e contribuições para a gestão e o cuidado em saúde. A síntese dos achados foi realizada de maneira descritiva e interpretativa, buscando identificar convergências, divergências e tendências na literatura. Essa abordagem permitiu construir uma visão ampliada e crítica sobre o papel dos indicadores na qualificação da APS, respeitando as diferentes realidades territoriais e organizacionais dos serviços.
Além disso, vale ressaltar que, por se tratar de uma revisão integrativa da literatura, onde os dados coletados são de fontes secundárias e disponibilizadas em bases de dados e de acesso aberto, não foi necessário submeter o estudo ao Comitê de Ética em Pesquisa.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
Após a triagem foi possível chegar à inclusão de oito artigos na revisão integrativa. Esses dados foram coletados e organizados de forma metódica no Quadro 1, o qual contém informações, como: título, autor e ano de publicação e objetivo de pesquisa.
Quadro 1 – Organização dos estudos selecionados para compor a revisão.


A análise dos estudos incluídos na revisão integrativa evidenciou que os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado vêm sendo utilizados na ESF de forma heterogênea, refletindo tanto o potencial quanto as limitações do contexto da APS no SUS.
Observou-se que, nos serviços em que os indicadores são incorporados ao cotidiano das equipes como instrumentos de apoio ao planejamento, há maior clareza na definição de prioridades, melhor organização das agendas e fortalecimento do acompanhamento longitudinal dos usuários (TESSER; NORMAN; VIDAL, 2018). Nesses cenários, os indicadores deixam de ser vistos apenas como exigências institucionais e passam a orientar decisões mais coerentes com as necessidades reais do território (PIRES et al., 2023).
Os resultados também apontam que a utilização dos indicadores favorece a identificação de grupos populacionais historicamente menos assistidos, como pessoas com doenças crônicas mal controladas, gestantes com início tardio do pré-natal e usuários com baixa adesão ao acompanhamento contínuo (STÁBILE et al., 2013). Essa capacidade de “dar visibilidade” a situações de cuidado fragilizado contribui para o redirecionamento das ações das equipes, estimulando estratégias mais proativas, como busca ativa, reorganização do processo de trabalho e fortalecimento do vínculo com a comunidade (MESQUITA et al., 2020). Assim, os indicadores se mostram capazes de apoiar práticas mais equitativas, ainda que sua efetividade dependa diretamente da forma como são interpretados e utilizados (FRACOLLI et al., 2014)
Outro achado relevante diz respeito à relação entre indicadores e tomada de decisão na gestão local, onde as unidades com maior apoio da gestão municipal e espaços regulares de discussão coletiva tendem a utilizar os indicadores de maneira mais crítica e reflexiva. Nessas experiências, reuniões de equipe, momentos de educação permanente e apoio institucional funcionam como dispositivos que transformam dados em conhecimento compartilhado. Em contrapartida, onde esses espaços são frágeis ou inexistentes, os indicadores costumam ser subutilizados ou percebidos apenas como instrumentos de cobrança, o que limita seu impacto na qualificação do cuidado (MESQUITA et al., 2020; CHAVES; SCHERER; CONILL, 2023).
No que se refere à qualidade do cuidado, os resultados indicam um movimento crescente de valorização de indicadores que dialogam com dimensões subjetivas e relacionais da atenção, como continuidade do cuidado, coordenação entre níveis assistenciais e satisfação dos usuários.
Embora esses aspectos ainda sejam mais difíceis de mensurar, os estudos (PRADO; SANTOS, 2018; GARCIA; AZAMBUJA; BONAMIGO, 2021) apontam que sua incorporação amplia a compreensão sobre a efetividade da ESF, aproximando a avaliação das experiências concretas vividas por usuários e profissionais. Essa perspectiva reforça a ideia de que qualidade não se resume a números ou metas cumpridas, mas envolve a forma como o cuidado é produzido no encontro entre as pessoas.
De modo geral, os resultados permitem afirmar que os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado têm potencial para qualificar a organização do processo de trabalho e apoiar a tomada de decisões na ESF, respondendo ao objetivo e à questão norteadora do estudo. No entanto, seu impacto positivo depende de uma abordagem que valorize o contexto local, a participação das equipes e o caráter pedagógico da avaliação. Quando utilizados de forma sensível, compartilhada e orientada para a melhoria do cuidado, os indicadores se consolidam como aliados na construção de uma APS mais resolutiva, humanizada e alinhada aos princípios do SUS.
5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estudo permitiu compreender que os indicadores de gestão e de qualidade do cuidado, quando utilizados de forma crítica e contextualizada na ESF, contribuem significativamente para a organização do processo de trabalho, a tomada de decisões e a qualificação do cuidado na Atenção Primária do SUS. Os achados reforçam que esses instrumentos vão além do monitoramento de metas, tornando-se potentes aliados na identificação de necessidades invisibilizadas, no enfrentamento das desigualdades e no fortalecimento do cuidado longitudinal.
Entretanto, a efetividade dos indicadores está diretamente relacionada à forma como são apropriados pelas equipes e gestores. Ambientes que valorizam a educação permanente, o diálogo coletivo e o apoio institucional tendem a transformar dados em ações concretas, enquanto abordagens meramente burocráticas limitam seu potencial transformador. Assim, responder à questão norteadora deste estudo implica reconhecer que os indicadores qualificam a gestão e o cuidado quando articulados às realidades territoriais, às experiências dos usuários e ao compromisso ético com os princípios do SUS.
Assim, conclui-se que investir em processos avaliativos participativos e humanizados é essencial para fortalecer a ESF como espaço de cuidado integral, equitativo e resolutivo, reafirmando a Atenção Primária como eixo estruturante do sistema de saúde brasileiro.
REFERÊNCIAS
ASTOLFO, Susi; KEHRIG, Ruth Terezinha. O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA INTEGRADA DE SIS NA APS: a experiência do e-sus ab no mato grosso, brasil. Revista de Saúde Coletiva da Uefs, [S.L.], v. 7, n. 1, p. 8-15, 22 jul. 2017. Universidade Estadual de Feira de Santana. http://dx.doi.org/10.13102/rscdauefs.v7i1.1169. Disponível em: https://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/1169. Acesso em: 23 dez. 2025.
BÁO, Ana Cristina Pretto et al. Quality indicators: tools for the management of best practices in health. Revista Brasileira de Enfermagem, [S.L.], v. 72, n. 2, p. 360-366, 2 abr. 2019. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0479. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/T89wNCjgBwCKCYS9whxjSsm/?lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
BITTAR, O. J. N. V.. Gestão de processos e certificação para qualidade em saúde. Revista da Associação Médica Brasileira, [S.L.], v. 46, n. 1, p. 70-76, mar. 2000. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-42302000000100011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ramb/a/4yzmkxbpwzzp89FNmyNDdLm/?format=html&lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
BORGES, João Paulo Assunção; SANTOS, Luciana Avila; SIMÕES, Ana Lúcia de Assis. Indicadores de qualidade na assistência à saúde da criança na atenção primária a saúde: uma revisão integrativa. Brazilian Journal Of Health Review, [S.L.], v. 3, n. 3, p. 7101-7116, 2 abr. 2020. Brazilian Journal of Health Review. http://dx.doi.org/10.34119/bjhrv3n3-241. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/12370. Acesso em: 23 dez. 2025.
CHAVES, Ana Cláudia Cardozo; SCHERER, Magda Duarte dos Anjos; CONILL, Eleonor Minho. O que contribui para a resolubilidade na Atenção Primária à Saúde? Revisão integrativa da literatura, 2010-2020. Ciência & Saúde Coletiva, [S.L.], v. 28, n. 9, p. 2537- 2551, set. 2023. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/1413- 81232023289.15342022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/FJw8WFrRVyY6X9tsMkc7qXk/?format=html&lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
FACCHINI, Luiz Augusto; TOMASI, Elaine; DILÉLIO, Alitéia Santiago. Qualidade da Atenção Primária à Saúde no Brasil: avanços, desafios e perspectivas. Saúde em Debate, [S.L.], v. 42, n. 1, p. 208-223, 2 set. 2018. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0103-11042018s114. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/TmzJ4T4MkCxFxbxpxTFXJsd/?lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
FERREIRA, Lucilene Renó et al. Desafios na avaliação da atenção básica a partir de um programa de melhoria da qualidade. Escola Anna Nery, [S.L.], v. 26, p. 1-1, 2022. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/2177-9465-ean-2021-0287pt. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ean/a/Q7DwqDXrsp9bgTMfMcMBpfJ/?lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
FRACOLLI, Lislaine Aparecida et al. Primary health care assessment tools: a literature review and metasynthesis. Ciência & Saúde Coletiva, [S.L.], v. 19, n. 12, p. 4851-4860, dez. 2014. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/1413-812320141912.00572014.
GARCIA, Marja Camargo; AZAMBUJA, Marcelo Schenk; BONAMIGO, Andrea Wander. Percepções sobre a avaliação de qualidade na Atenção Primária à Saúde: revisão integrativa. Saúde em Redes, [S.L.], v. 6, n. 3, p. 235-253, 30 abr. 2021. Associação Brasileira da Rede Unida. http://dx.doi.org/10.18310/2446-4813.2020v6n3p235-253. Disponível em: https://revista.redeunida.org.br/index.php/rede-unida/article/view/2497. Acesso em: 23 dez. 2025.
MACINKO, James; MENDONÇA, Claunara Schilling. Estratégia Saúde da Família, um forte modelo de Atenção Primária à Saúde que traz resultados. Saúde em Debate, [S.L.], v. 42, n. 1, p. 18-37, set. 2018. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0103- 11042018s102. Disponível em: ttps://www.scielosp.org/article/sdeb/2018.v42nspe1/18- 37/pt/. Acesso em: 23 dez. 2025.
MESQUITA, Livia Mendes et al. Estratégias de Educação Permanente na Avaliação das Equipes de Saúde da Família: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Educação Médica, [S.L.], v. 44, n. 1, p. 1-1, 30 ago. 2020. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/1981-5271v44.1-20190006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbem/a/7k3GXRx4qPTrCCftY8FkKvj/?lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
PIRES, Renata de Cássia Coelho et al. AVALIAÇÃO DA RESOLUTIVIDADE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: uma revisão integrativa sobre os atendimentos através da estratégia saúde da família no brasil. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S.L.], v. 9, n. 1, p. 47-69, 31 jan. 2023. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciencias e Educacao. http://dx.doi.org/10.51891/rease.v9i1.8137. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/8137/3195. Acesso em: 23 dez. 2025.
PRADO, Nilia Maria de Brito Lima; SANTOS, Adriano Maia dos. Promoção da saúde na Atenção Primária à Saúde: sistematização de desafios e estratégias intersetoriais. Saúde em Debate, [S.L.], v. 42, n. 1, p. 379-395, set. 2018. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0103-11042018s126. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/sdeb/2018.v42nspe1/379-395/pt/. Acesso em: 23 dez. 2025.
QUEIROZ JÚNIOR, José Edilson Rios et al. AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO E INDICADORES DE GESTÃO NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMILIA. Brazilian Journal Of Implantology And Health Sciences, [S.L.], v. 7, n. 12, p. 196-215, 4 dez. 2025. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. http://dx.doi.org/10.36557/2674- 8169.2025v7n12p196-215. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/6715. Acesso em: 23 dez. 2025.
RUIVO, Bárbara Alves Ruela de Azevedo et al. INDICADORES DE QUALIDADE COMO FERRAMENTA PARA A EFICIÊNCIA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE. Aracê, [S.L.], v. 7, n. 9, p. 7758, 2 set. 2025. Seven Events. http://dx.doi.org/10.56238/arev7n9-013. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/7758. Acesso em: 23 dez. 2025.
SALGADO, Manoela Alves; FORTES, Sandra Lucia Correia Lima. Indicadores de saúde mental na atenção primária à saúde: avaliando a qualidade do acesso através da capacidade de detecção de casos. Cadernos de Saúde Pública, [S.L.], v. 37, n. 9, p. 1-1, 22 jul. 2021. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0102-311×00178520. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csp/2021.v37n9/e00178520/. Acesso em: 23 dez. 2025.
SANINE, Patricia Rodrigues et al. Influência da gestão municipal na organização da atenção à saúde da criança em serviços de atenção primária do interior de São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, [S.L.], v. 37, n. 1, p. 1-1, 2021. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0102-311×00242219. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csp/2021.v37n1/e00242219/. Acesso em: 23 dez. 2025.
SILVA, George Sobrinho; ALVES, Claudia Regina Lindgren. Avaliação do grau de implantação dos atributos da atenção primária à saúde como indicador da qualidade da assistência prestada às crianças. Cadernos de Saúde Pública, [S.L.], v. 35, n. 2, p. 1-1, 2 set. 2019. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0102-311×00095418. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csp/2019.v35n2/e00095418/. Acesso em: 23 dez. 2025.
SILVA, José Mendes da; CALDEIRA, Antônio Prates. Modelo assistencial e indicadores de qualidade da assistência: percepção dos profissionais da atenção primária à saúde. Cadernos de Saúde Pública, [S.L.], v. 26, n. 6, p. 1187-1193, 2 jun. 2010. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0102-311×2010000600012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/TkdJptn84Tbk8pgD5fXMydc/?format=html&lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
SORATTO, Jacks et al. Family health strategy: a technological innovation in health. Texto & Contexto – Enfermagem, [S.L.], v. 24, n. 2, p. 584-592, jun. 2015. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0104-07072015001572014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tce/a/cbRvR568RNnwjVkWKRdtDfy/?lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
STÁBILE, Ariela Petramali et al. Indicadores de saúde infantil na estratégia saúde da família no Brasil: revisão integrativa da literatura. Revista de Ciências Médicas, [S.L.], v. 22, n. 1, p. 31, 30 ago. 2013. Cadernos de Fé e Cultura, Oculum Ensaios, Reflexão, Revista de Ciencias Medicas e Revista de Educação da PUC-Campinas. http://dx.doi.org/10.24220/2318- 0897v22n1a1999. Disponível em: https://periodicos.puccampinas.edu.br/cienciasmedicas/article/view/1999. Acesso em: 23 dez. 2025.
TESSER, Charles Dalcanale; NORMAN, Armando Henrique; VIDAL, Tiago Barra. Acesso ao cuidado na Atenção Primária à Saúde brasileira: situação, problemas e estratégias de superação. Saúde em Debate, [S.L.], v. 42, n. 1, p. 361-378, 4 set. 2018. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0103-11042018s125. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/cLcqmxhpPLWJjJMWrq9fL4K/?format=html&lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.
VITURI, Dagmar Willamowius et al. Indicadores de qualidade como estratégia para melhoria da qualidade do cuidado em um hospital universitário. Ciência, Cuidado e Saúde, [S.L.], v. 9, n. 4, p. 1-9, 2 jul. 2011. Universidade Estadual de Maringá. http://dx.doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v9i4.13829. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Dagmar-Vituri2/publication/234833941_INDICADORES_DE_QUALIDADE_COMO_ESTRATEGIA_PA RA_MELHORIA_DA_QUALIDADE_DO_CUIDADO_EM_HOSPITAL_UNIVERSITARI O/links/0912f5101120d4e4cb000000/INDICADORES-DE-QUALIDADE-COMO ESTRATEGIA-PARA-MELHORIA-DA-QUALIDADE-DO-CUIDADO-EM-HOSPITAL UNIVERSITARIO.pdf. Acesso em: 23 dez. 2025.
1Mestrando em Saúde e Gestão do Trabalho
Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) Tianguá, Ceará, Brasil
E-mail: marcosleomed@live.com
2Doutor em Saúde Pública
Universidad San Lorenzo (UNISAL), Paraguai
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0486-045X
E-mail: pcbflores50@gmail.com
3Mestra em Políticas Públicas
Universidade de Mogi das Cruzes
Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9334-6857
E-mail: ingridytayanefernandes@gmail.com
4Mestre em Saúde Pública
Universidad San Lorenzo (UNISAL), Paraguai
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2194-679X
E-mail: rsmagalhaes75@hotmail.com
5Mestra em Engenharia Biomédica
Universidade Anhembi Morumbi São Paulo, Brasil
E-mail: lilavatimanto@gmail.com
6Mestre em Enfermagem Psiquiátrica
Universidade de São Paulo (USP), Brasil
E-mail: enf.vieiravaldemir@gmail.com
7Especialista em Qualidade e Segurança do Paciente
Faculdade Anhanguera de Itapecerica da Serra São Paulo, Brasil
E-mail: luciana.r.silva@cogna.com.br
8Graduada em Fisioterapia Universidade Paulista (UNIP) São Paulo, São Paulo, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0009-0001-1357-5888
E-mail: lilian_magalhaes@hotmail.com
9Enfermeira, pós-graduada em Cardiologia e Hemodinâmica Faculdade Iguaçu Capanema, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0009-0004-2497-7294
E-mail: nanymartins7@outlook.com
10Pós-graduada em Enfermagem
Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) Sobral, Ceará, Brasil
E-mail: carlamaraoliveira123@gmail.com
