O PAPEL DA ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DO DIABETES MELLITUS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE

THE ROLE OF NURSING IN THE PREVENTION AND TREATMENT OF DIABETES MELLITUS IN PRIMARY HEALTH CARE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511171015


Kelen Charles de Oliveira Ferreira1
Bruna Louzada Saez2
Geovanna Venâncio da Silva3
Camila Antunez Villagran4
Lair Ferreira de Oliveira Filho5
Ana Cleides Pereira dos Santos6


RESUMO

Introdução: O papel fundamental da enfermagem na prevenção e tratamento do Diabetes Mellitus (DM) na Atenção Primária à Saúde (APS). O DM é uma síndrome metabólica caracterizada pela hiperglicemia crônica, que pode levar a complicações graves. A enfermagem desempenha uma função central na detecção precoce, acompanhamento e educação em saúde para o manejo da doença, promovendo autocuidado e adesão terapêutica. Objetivo: Destacar a importância do papel da enfermagem, a capacitação profissional e a abordagem multidisciplinar no manejo do DM, enfatizando a prevenção e o tratamento na APS. Material e Métodos: Trata- se de uma revisão narrativa da literatura, analisando artigos científicos publicados nos últimos 5 a 10 anos que abordam o papel da enfermagem na prevenção e tratamento do DM. Foram selecionados 8 estudos rigorosos, provenientes das bases LILACS e SciELO, conforme critérios de inclusão e exclusão específicos. Resultados: Os resultados indicam que a enfermagem é essencial no controle efetivo do DM, atuando como educadora e promotora do autocuidado. Destaca-se o uso de tecnologias móveis e grupos educativos como ferramentas inovadoras. O suporte familiar e a interdisciplinaridade também são fundamentais na adesão ao tratamento. Porém, desafios como sobrecarga de trabalho, falta de recursos e necessidade de capacitação persistem. Considerações Finais: A atuação da enfermagem na APS é vital para prevenir complicações e promover qualidade de vida. Políticas públicas que valorizem e fortaleçam a enfermagem são necessárias para superar barreiras e ampliar essas ações de cuidado integral e humanizado aos pacientes com DM.

Palavras-chave: Enfermagem; Atenção Primária à Saúde; Diabetes Mellitus ;Educação em Saúde; Autocuidado; Promoção da Saúde.

ABSTRACT

Introduction: The fundamental role of nursing in the prevention and treatment of Diabetes Mellitus (DM) in Primary Health Care (PHC). DM is a metabolic syndrome characterized by chronic hyperglycemia, which can lead to serious complications. Nursing plays a central role in early detection, follow-up, and health education for disease management, promoting self- care and therapeutic adherence. Objective: To highlight the importance of the nursing role, professional training, and multidisciplinary approach in the management of DM, emphasizing prevention and treatment in PHC. Material and Methods: This is a narrative literature review analyzing scientific articles published in the last 5 to 10 years that address the role of nursing in the prevention and treatment of DM. Eight rigorous studies were selected from the LILACS and SciELO databases, according to specific inclusion and exclusion criteria. Results: The results indicate that nursing is essential for the effective control of DM, acting as an educator and promoter of self-care. The use of mobile technologies and educational groups stands out as innovative tools. Family support and interdisciplinarity are also fundamental for treatment adherence. However, challenges such as work overload, lack of resources, and the need for professional training persist. Considerations: Nursing practice in PHC is vital to prevent complications and promote quality of life. Public policies that value and strengthen nursing are necessary to overcome barriers and expand these actions of comprehensive and humanized care for patients with DM.

Keywords: Nursing; Primary Health Care; Diabetes Mellitus; Health Education; Self Care; Health Promotion

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus (DM) é uma síndrome metabólica multifatorial caracterizada, pela hiperglicemia crônica, decorrente da deficiência na produção ou na ação da insulina, o que acarreta riscos elevados de complicações agudas e crônicas [1].

O DM tipo 1 é uma condição autoimune em que as células beta do pâncreas são destruídas progressivamente, resultando em uma produção insuficiente ou nula de insulina. Essa forma da doença geralmente é detectada na infância ou adolescência e requer o uso contínuo de insulina para controlar os níveis de glicose no sangue. Os sintomas típicos incluem sede excessiva (polidipsia), aumento da frequência urinária (poliúria), fome constante (polifagia), perda de peso significativa, fadiga e alterações no humor, decorrentes da dificuldade do organismo em utilizar a glicose como fonte de energia [2].

Na DM tipo 2, o organismo ainda produz insulina, mas as células apresentam redução na sensibilidade a esse hormônio, o que leva o pâncreas a aumentar sua produção. Com o passar do tempo, essa sobrecarga pode comprometer a função das células beta. O tratamento inicial é focado em mudanças no estilo de vida, com uma alimentação equilibrada e exercícios físicos, sendo complementado por medicamentos orais e, se necessário, pela insulinoterapia em fases avançadas da doença [3]. A obesidade, especialmente o acúmulo de gordura na região abdominal, é um fator determinante para o desenvolvimento da resistência insulínica e das complicações cardiovasculares associadas ao diabetes, que são as principais causas de morte nessa população [4].

A DM é uma doença sem cura, aonde é possível alcançar uma vida saudável e de qualidade por meio de mudanças na qualidade de vida dos pacientes. A adoção de novos hábitos incluem dieta equilibrada, prática regular de atividade física e uso contínuo dos medicamentos, é fundamental para o controle da doença [5].

A atenção primária à saúde (APS) constitui o primeiro ponto de contato entre o indivíduo e o sistema de saúde, sendo o espaço prioritário para ações voltadas à prevenção, promoção e acompanhamento de doenças crônicas, como o diabetes mellitus. O profissional de enfermagem exerce um papel fundamental e diversificado na prevenção e no controle do DM, atuando desde a detecção precoce de sinais e sintomas até o acompanhamento contínuo do paciente, por meio de um cuidado integral e centrado nas necessidades da pessoa [6].

A equipe de enfermagem deve desenvolver planos assistenciais personalizados, identificar precocemente possíveis agravos e incentivar práticas de vida saudáveis, articulando intervenções farmacológicas e não farmacológicas [7].

No manejo do diabetes, a educação em saúde é fundamental para prevenir complicações e reduzir a mortalidade associada, destacando que é fundamental que os pacientes adotem práticas constantes de autocuidado, incluindo escolhas alimentares adequadas, atividade física regular, uso correto dos medicamentos e monitoramento da glicemia [8].

Após essas informações, surgiu então uma problemática, a respeito de qual é o papel da enfermagem na prevenção e tratamento da DM, desta forma o presente estudo tem como objetivo Destacar o papel da enfermagem e a importância da capacitação na prevenção e tratamento da abordagem multidisciplinar no manejo dessa condição.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

2.1 Tipo de pesquisa

A pesquisa é uma revisão narrativa da literatura, que visa identificar e sintetizar evidências sobre o papel da enfermagem na prevenção e tratamento do DM. Este tipo de revisão permite uma análise rigorosa e organizada de estudos relevantes sobre o tema, promovendo a inclusão de artigos científicos de alta qualidade e metodologicamente robustos. Além disso, busca garantir a objetividade e replicabilidade dos resultados.

2.2 Critérios de inclusão

Os critérios de inclusão abarcam estudos que tratam do papel da enfermagem na prevenção e tratamento do DM, com foco tanto na capacitação dos profissionais quanto na abord agem multidisciplinar do cuidado. Foram incluídos apenas estudos publicados em português ou inglês, nos últimos 5 a 10 anos, que analisam instruções específicas realizadas por enfermeiros.

2.3 Critérios de exclusão

Como critérios de exclusão eliminaram artigos que abordem apenas aspectos gerais da DM sem referência ao papel específico da enfermagem, bem como estudos com metodologia insuficiente ou com foco exclusivo em populações pediátricas ou geriátricas, a menos que esses artigos abordem o papel da enfermagem. Adicionalmente, foram excluídos estudos que tratam de diabetes gestacional, diabetes monogênico e diabetes secundário.

2.4 Descritores em saúde

Para realizar uma busca eficiente e específica, foram utilizados descritores de saúde (DECs), conforme diretrizes e regras. Os descritores incluíram termos como “diabetes mellitus”, “enfermagem”, “prevenção do diabetes” e “tratamento do diabetes”. Estes descritores foram aplicados para otimizar a precisão na recuperação de estudos relevantes, facilitando a identificação de itens que abordam diretamente o papel da enfermagem no manejo do DM.

2.5 Quantidade de trabalhos encontrados

Após a aplicação dos descritores e dos critérios de inclusão/exclusão, foram especificamente identificados 60 estudos. Após uma análise minuciosa, 40 artigos foram selecionados para análise final, uma vez que atenderam a todos os critérios de relevância e qualidade estabelecidos.

3 RESULTADOS

Dos 60 estudos, 8 foram selecionados para a elaboração do presente artigo, 3 da LILACS e 5 da Scielo, conforme quadro 1:

QUADRO 1 – Caracterização dos artigos analisados, conforme título, autor, ano da publicação, delineamento do estudo e fonte de dados

Título do artigoAutor (es)/anoDelineamento do estudoFonte de dados
E1Impacto da educação em saúde realizada por enfermeiros sobre o autocuidado              em pacientes com Diabetes Mellitus2023Ensaio                    clínico controladoSciELO
E2Suporte familiar e adesão terapêutica em pacientes diabéticos2023Estudo qualitativo descritivoLilacs
E3Capacitação de profissionais de enfermagem no manejo do Diabetes Mellitus2019Estudo transversalSciELO
E4Uso de tecnologias móveis no autocuidado do Diabetes Mellitus2023Revisão integrativaSciELO
E5Intervenções educativas na Atenção Primária à Saúde para controle do Diabetes Mellitus2014Estudo experimentalScielo
E6Mudança no estilo de vida como prevenção ao Diabetes Mellitus tipo 22018Revisão sistemáticaLILACS
E7Psicologia e manejo do Diabetes Mellitus na Atenção Primária2021Estudo observacionalScielo
E8Utilização de grupos educativos no autocuidado do paciente com Diabetes Mellitus2023Estudo longitudinalLILACS

Dentre os estudos analisados, observa-se que a maioria possui delineamento quantitativo, com predominância de ensaios clínicos controlados (E1) e estudos quantitativos longitudinais (E8). Outros estudos apresentam delineamentos qualitativos, observacionais e revisões integrativas (E2, E4, E7) e alguns com enfoque transversal e experimental (E3, E5, E6). Os anos de publicação variam entre 2014 e 2023, mostrando um interesse constante e recente no tema do diabetes mellitus, especialmente em aspectos relacionados ao autocuidado e à educação em saúde.

Os estudos abordam diferentes aspectos do diabetes mellitus: o impacto da educação em saúde sobre o autocuidado (E1), suporte familiar e adesão terapêutica (E2), capacitação dos profissionais de enfermagem (E3), uso de tecnologias móveis no autocuidado (E4), intervenções educativas na atenção primária (E5), mudança no estilo de vida para prevenção do diabetes tipo 2 (E6), psicologia e manejo do diabetes na atenção primária (E7) e a utilização de grupos educativos para autocuidado (E8). Esse conjunto diversificado de estudos revela uma pluralidade de abordagens metodológicas e temáticas, com foco tanto em intervenções práticas quanto no entendimento do suporte social e psicológico necessário para o manejo da doença, refletindo a complexidade e a multidimensionalidade do cuidado em diabetes mellitus.

4 DISCUSSÃO

A relevância da atuação da enfermagem no cuidado às pessoas com Diabetes Mellitus (DM) na Atenção Primária à Saúde (APS). Os enfermeiros desempenham funções centrais que abrangem desde a detecção precoce até o acompanhamento longitudinal do paciente, prevenindo complicações agudas e crônicas da doença [2]. A prática da enfermagem constitui um dos pilares do cuidado integral, visto que as intervenções educativas, apoio ao autocuidado e estratégias voltadas à adesão terapêutica [8].

No que se refere à educação em saúde, diversos estudos convergem ao demonstrar sua eficácia no controle glicêmico e na redução de hospitalizações relacionadas ao DM [9]. Este dado corrobora a função do enfermeiro como educador, capaz de instrumentalizar os pacientes para compreenderem sua condição, reconhecerem riscos e desenvolverem práticas de autocuidado. Apesar da ampla evidência sobre sua efetividade, ainda se verifica desigualdade na implementação dessas estratégias na rotina da APS, o que sugere a necessidade de políticas institucionais mais robustas.

A enfermagem, ao articular com outros profissionais, potencializa a assistência e favorece uma abordagem biopsicossocial [10]. Entretanto, nota que nem sempre esse trabalho em rede ocorre de maneira estruturada, sendo muitas vezes limitado pela fragmentação do sistema de saúde. Nesse cenário, destaca também o papel do suporte familiar, que deve ser incentivado pelo enfermeiro como elemento facilitador da adesão terapêutica [11].

A incorporação de tecnologias digitais e grupos educativos é outra inovação essas ferramentas ampliam a comunicação, qualificam o acompanhamento clínico e contribuem para a personalização do cuidado. Todavia, apesar de promissoras, sua utilização ainda enfrenta barreiras como a falta de treinamento profissional, limitações no acesso digital dos pacientes e carência de infraestrutura adequada na APS [12].

Os desafios enfrentados pelos enfermeiros permanecem expressivos. Entre eles destaca a sobrecarga de trabalho, a ausência de protocolos institucionais claros e a escassez de recursos materiais [5]. As dificuldades compromete na qualidade das ações e evidencia a necessidade de valorização profissional e de investimentos que garante melhores condições para a prática da enfermagem.

No campo da prevenção secundária, a atuação contínua da enfermagem mostra-se determinante na identificação precoce de complicações como o pé diabético e a insuficiência renal. Intervenções sistemáticas e oportunas podem reduzir significativamente a morbimortalidade, além de representar importante economia para o sistema público de saúde[13]. Entretanto, observa-se que tais práticas preventivas ainda não estão plenamente consolidadas na APS, revelando lacunas a serem exploradas por novos estudos.

5 CONCLUSÃO

Os achados evidenciam que o papel da enfermagem na prevenção e tratamento do Diabetes Mellitus (DM) na Atenção Primária à Saúde é fundamental para o controle efetivo da doença e a promoção da qualidade de vida dos pacientes. A enfermagem ultrapassa o aspecto técnico e passa a atuar como agente educador, orientando os pacientes sobre os cuidados necessários para o manejo da condição, incluindo a adoção de hábitos saudáveis, uso adequado da medicação e monitoramento constante da glicemia. Esta atuação contribui significativamente para a prevenção das complicações agudas e crônicas relacionadas ao DM, evitando internações e agravamentos que impactam negativamente a saúde dos indivíduos.

Além disso, o trabalho demonstra a importância do suporte familiar, que deve ser estimulado pela equipe de enfermagem para fortalecer a adesão ao tratamento. A interdisciplinaridade no cuidado, com a integração da enfermagem ao time multiprofissional, também é destacada como indispensável para um atendimento integral e centrado nas necessidades do paciente. A utilização de tecnologias móveis e grupos educativos reforçam a efetividade das ações de autocuidado, mostrando que a inovação aliada à educação pode impulsionar resultados positivos.

Entretanto, desafios como a sobrecarga de trabalho, insuficiência de recursos e a necessidade de capacitação contínua dos profissionais de enfermagem ainda são obstáculos a serem superados para a melhoria dos serviços prestados. Políticas públicas que valorizem e fortaleçam a enfermagem são essenciais para garantir a continuidade e ampliação dessas ações.

6 REFERÊNCIAS

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5. Santos LM, et al. Grupo educativo junto a pessoas com diabetes: desafios para ampliar o autocuidado e a escuta da equipe da atenção básica. ProfSaude – Revista do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. 2023. Disponível em: https://profsaude- abrasco.fiocruz.br/tcm/grupo-educativo-junto-pessoas-diabetes-desafios-ampliar-au- tocuidado-escuta-equipe-atencao-basica

6. Ministério da Saúde. Guia Rápido – Diabetes Mellitus. Superintendência de Atenção Primária; 2023. Disponível em: https://subpav.org/aps/uploads/publico/repositorio/Li- vro_GuiaRapido-DiabetesMellitus_PDFDigital_20231113.pdf

7. Organização Mundial da Saúde. Papel do enfermeiro na detecção, tratamento e preven- ção do diabetes. [S.l.]; 2021. p. 6. Disponível em: https://www.sci- elo.br/j/rlae/a/hMF6pRGYmKtjpMPQrypMYBq/?format=pdf&lang=pt

8. Moreira LA, et al. Educação em saúde sobre complicações crônicas do Diabetes Melli- tus. Elo. 2023;14:2057-65. Disponível em: http://periodicos.ufv.br/elo/arti-cle/view/18153

9. Amaral MA, et al. Oficinas educativas na atenção primária de saúde para promoção do autocuidado em diabetes mellitus. Revista APS. 2014;17(1):58-64. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/download/15198/8022

10. Gomes TL, et al. Mudanças no estilo de vida na prevenção e controle do diabetes tipo 2. Rev Saude Publica. 2018;52:20.

11. Ferreira AP, Gonçalves MC. A importância do suporte familiar no autocuidado do pa- ciente com diabetes mellitus. Rev Bras Enferm. 2023;76:e20220284. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/kD7YxrR7StbGkR8vZd8bSfN/?lang=pt

12. Vieira F, Pereira L. Tecnologias móveis aplicadas ao autocuidado de pacientes com diabetes na atenção primária: revisão integrativa. Rev Bras Enferm. 2023. Disponível em: https://biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/tecnologia-m-health- autocuidado-pessoas-diabetes.pdf

13. Lima JR, et al. Implantação de grupo multiprofissional para atuar junto a portadores de diabetes mellitus da equipe de saúde da família. Rev Enferm UFPE. 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/mWsTmMcHxLVqn4J6bdsTd7d/


1Graduanda em Enfermagem Universidade de Rio verde -Unirv
kelencharles24@gmail.com
0009-0007-4656-6172

2brunalzdsaez@gmail.com
https://orcid.org/0009-0009-7105-5803
Universidade de Rio Verde

3Graduanda em Enfermagem Universidade de Rio Verde – UniRv
geovannavenancio83@gmail.com
Orcid: 0009-0001-7264-4986

4camilaantunezvillagran@gmail.com
https://orcid.org/0000-0002-9498-3049
Universidade de Rio Verde

5lair@unirv.edu.br
https://orcid.org/0000-0002-1101-8519
Universidade de Rio Verde

6Doutoranda Unievangelica
Rio verde
acpenfer@hmail.com
Orcid https://orcid.org/0009-0001-6318-3532