NURSING CARE FOR CHILDREN WITH MALIGNANT NEOPLASIA IN HUMANIZED PALLIATIVE CARE: AN INTEGRATIVE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202510151403
Lais Fernanda Rodrigues Barros Siqueira e Leticia Araújo Rocha1
Orientador Arthur Gerhard Montenegro Falcao2
RESUMO
Este estudo de conclusão de curso tem como objetivo investigar como a enfermagem atua nos cuidados paliativos oferecidos a crianças enfrentando o câncer, com foco em elevar o bem-estar, atenuar o sofrimento e fornecer amparo integral – em termos físicos, emocionais, sociais e espirituais. Os cuidados paliativos infantis buscam não apenas controlar os sintomas da doença, mas também garantir apoio e acolhimento contínuos à criança e à sua família, desde o instante do diagnóstico até as fases mais desafiadoras da doença. Para dar conta desse tipo de cuidado, especialmente em momentos de dor e terminalidade infantil. Após uma investigação aprofundada em diversos estudos, o levantamento revelou os maiores desafios desses trabalhadores, incluindo a ausência de treinamento direcionado, o sofrimento causado pela morte e a importância de se comunicar com tato com os parentes. Além disso, o estudo enfatizou como a compaixão, a capacidade de ouvir com atenção e o amparo religioso são fundamentais no auxílio, sendo componentes essenciais para assegurar um tratamento respeitoso e humano. A constatação final é que a atuação qualificada da enfermagem é indispensável para amenizar o sofrimento de crianças em cuidados paliativos oncológicos. Aprimorar a assistência por meio de um cuidado mais ético, solidário e eficiente depende do investimento na formação constante, do amparo institucional e da criação de normas nacionais. A enfermagem tem um papel central nesse percurso, estando ao lado do paciente e de seus parentes durante todo o tratamento, que pode envolver quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, além de oferecer apoio psicológico e conforto emocional. Entretanto, a capacitação profissional ainda precisa melhorar na preparação técnica e emocional dos enfermeiros.
Palavras-chave: Cuidados paliativos pediátricos; Enfermagem oncológica; Câncer infantil; Qualidade de vida; Suporte emocional.
1 INTRODUÇÃO
Os cuidados paliativos para crianças com neoplasia͏ maligna tens͏͏como intento dar cuidado, afeição e apoio. Tendo como principal objetivo segurar a melhor qualidade de vida possível ajudando no alivio do sofrimento físico emocional͏͏social.
A enfermagem tem um papel essencial nesse processo. Os profissionais estão sempre perto da criança e da família, dando apoio, orientações e cuidando de perto o que for preciso. Além disso, eles dão remédios como quimioterapia, fazem cirurgias, radioterapias ou terapias especiais, incluindo imunoterapia para câncer. Também oferecem suporte emocional e psicológico ajudando a criança lidar com a dor proporcionando conforto nesses momentos tão difíceis.
A atuação da enfermagem͏͏em cuidados paliativos infantis ainda assim enfrenta vários desafios. Uma das maiores͏͏dificuldades é a falta de preparo especial para esse tipo de cuidado. Em muitos cursos de enfermagem o controle da dor e os cuidados paliativos em crianças não são abordados com a devida atenção. Além disso os enfermeiros frequentemente enfrentam dilemas emocionais ao tratar com o sofrimento e a perda de crianças o que͏ pode resultar em conflitos͏͏internos por isso é importante que esses profissionais recebam capacitação técnica͏͏e emocional para que possam oferecer um atendimento sensível e eficaz. Essa pesquisa quer entender melhor como a enfermagem ajuda nos cuidados paliativos para crianças.
A atuação dos enfermeiros é essencial para amenizar a dor de crianças e seus familiares em fases tão delicadas, sempre considerando suas vontades e precisões. Ao otimizar a capacitação dos enfermeiros e a excelência da assistência prestada, podemos gerar um impacto considerável. Acompanhar crianças em estado terminal demanda um cuidado especial: é preciso observar seu físico, suas emoções e o que se passa em seu cotidiano. Para os entes queridos, a notícia de uma enfermidade severa é um choque que transforma tudo. Assim, a forma com que os enfermeiros se comunicam e amparam é indispensável.
Aprimorar constantemente a capacitação dos enfermeiros e aprofundar o conhecimento em cuidados paliativos representa uma grande melhoria no conforto das crianças, além de ser uma forma eficaz de otimizar o suporte dado a esses jovens pacientes. Fortalecer as competências possibilita aos profissionais tratar a dor de forma mais eficaz, adotando uma perspectiva completa que engloba o aspecto físico, o emocional e o espiritual.
Esta análise bibliográfica busca investigar como os enfermeiros estão assistindo essas crianças, quais obstáculos encontram e como se dedicam para oferecer o melhor amparo viável.
Almejamos, ainda, compreender como o suporte emocional e o diálogo com a família são cruciais para o êxito dos cuidados paliativos.
OBJETIVOS:
1.1 OBJETIVO GERAL:
Identificar e analisar, na literatura, as práticas e desafios enfrentados pela enfermagem na assistência à criança com câncer em cuidados paliativos.
1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
•͏ Apurar͏ quais͏ são͏ os͏ procedimentos͏ primordiais͏ da͏ enfermagem͏ nos͏ cuidados͏ paliativos͏ oferecidos a crianças com câncer.
•͏Averiguar͏ os͏ impasses͏ que͏ os͏ enfermeiros͏ se͏ deparam͏ ao͏ proporcionar͏ este͏ tipo͏ de͏ amparo͏ a͏ crianças com câncer.
•͏Investigar͏ de͏ que͏ forma͏ a͏ equipe͏ de͏ enfermagem͏ auxilia͏ na͏ atenuação͏ da͏ dor͏ e͏ de͏ outros͏ incômodos físicos nesta etapa da enfermidade.
•͏Estudar͏ as͏ provações͏ que͏ os͏ enfermeiros͏ confrontam͏ ao͏ assistir͏ a͏ estes͏ pacientes.
•͏Constatar͏ como͏ a͏ enfermagem͏ coopera͏ para͏ minorar͏ a͏ dor͏ e͏ os͏ sintomas͏ em͏ crianças͏ com͏ câncer durante este período sensível.
•͏Apontar͏ as͏ carências͏ na͏ capacitação͏ e͏ no͏ aperfeiçoamento͏ dos͏ enfermeiros͏ em͏ cuidados͏ paliativos direcionados a crianças.

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
Referencial teórico/Estado da arte
O Cuidado de enfermagem em crianças com doenças paliativa é um jeito completo de ajudar, buscando melhorar a qualidade de vida e diminuir o sofrimento. È feito cuidando dos sintomas físicos e dando apoio emocional, social e espiritual. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), relata que esse cuidado deve começar quando já tem o diagnostico, mesmo que a criança esteja fazendo outros tratamentos.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) está totalmente a favor da Política Nacional de Atenção à Oncologia Infantil (Lei 14.308/2022), que assegura um atendimento completo, incluindo cuidados paliativos, para crianças que enfrentam o câncer. A Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE) enfatiza que esses cuidados são essenciais para pacientes com prognósticos incertos e devem ser iniciados logo no começo do tratamento.
No tratamento do câncer infantil, o papel dos enfermeiros é importantíssimo. Eles estão sempre ao lado das crianças, ajudando a aliviar os sintomas, dando apoio emocional e conversando de forma amigável. Essa proximidade faz com que as crianças busquem neles conforto e cuidado. Cuidar de crianças com câncer, principalmente as menores, é um grande desafio para esses profissionais.
É fundamental que eles possuam um controle atencioso e abrangente da situação. Pesquisas apontam que, nesses momentos, o enfermeiro exerce um papel determinante, atuando não só na área técnica, mas também oferecendo suporte emocional, conversando com os familiares e buscando formas de proporcionar mais conforto e dignidade à criança durante o tratamento. Silva e outros pesquisadores (2020) falam que os enfermeiros são muito importantes nos cuidados paliativos infantis, principalmente quando criam laços com a família, controlam a dor e dão suporte emocional.
Cuidar de crianças com câncer, abaixo dos 12 anos, é complexo para os enfermeiros. Eles precisam ter um manejo completo e atencioso de lidar com a situação. Nesses casos, os estudos mostram que o enfermeiro é crucial, ajudando não só com a parte técnica, mas também dando apoio emocional, conversando com a família e criando maneiras de deixar a criança mais confortável e digna durante a doença.
Silva et al. (2020) falam que os enfermeiros são muito importantes nos cuidados paliativos infantis, principalmente quando criam laços com a família, controlam a dor e dão suporte emocional. Eles dizem que o trabalho do enfermeiro é essencial para um atendimento mais humano e completo.
Oliveira et al. (2021) concordam, mostrando que os enfermeiros ajudam a diminuir o sofrimento, apoiam a família e conversam abertamente. As informações que temos indicam que esse cuidado deve acontecer tanto no hospital quanto em casa, sempre priorizando um tratamento humano e completo.
Pereira et al. (2013) discutem os cuidados paliativos para crianças, olhando para o corpo, a mente, o espírito e a comunicação. Eles também chamam a atenção para os tratamentos invasivos, que muitas vezes só pioram o sofrimento. Cuidar de tudo isso traz bem-estar para a criança e para a família, com foco em um tratamento humano em todos os sentidos
Souza et al. (2019) salientam que o tratamento de crianças com câncer em cuidados paliativos precisa seguir normas consistentes e personalizadas. É essencial demonstrar que você se importa, construindo laços verdadeiros e dando amparo emocional ao enfrentar o sofrimento psicológico atrelado à dor física.
Moura et al. (2017) notam que crianças em cuidados paliativos precisam muito de alívio da dor, apoio da família e atenção total. O estudo deles está de acordo com a Teoria do Cuidado Humano de Jean Watson, que diz que a empatia e o suporte emocional são super importantes para o bem-estar das crianças.
Lima et al. (2018) mostram como é crucial apoiar os enfermeiros que cuidam de crianças em fase terminal. Eles apontam que a relação entre enfermeiro, criança e família é essencial, mas também lembram que a saúde emocional do enfermeiro precisa de atenção para que o atendimento seja bom.
Fernandes et al. (2020) abordam a importância de falar de forma clara, ter apoio psicológico e organizar os cuidados. Eles lembram que as questões espirituais e emocionais da criança são muito importantes e que esse cuidado vale tanto no hospital quanto em casa.
Carvalho et al. (2021) dizem que usar materiais educativos e dar informações claras para as famílias faz toda a diferença. Para crianças de até 12 anos, ensinar os parentes traz benefícios para o cuidado, criando confiança e preparando os pais para o que vier. Santos et al. (2018) mostram como as emoções são importantes nos cuidados paliativos para crianças. Eles acham que os cuidados deveriam incluir o lado emocional.
Ajudar com as emoções, criar laços e conversar de forma amigável devem ser parte do trabalho e do treinamento dos enfermeiros. Costa et al. (2021), usando a Teoria de Watson, estudaram como cuidar de crianças com câncer em cuidados paliativos. Eles dizem que cuidar da pessoa como um todo, ouvir com atenção e criar laços de carinho fazem com que o cuidado seja mais humano e completo. Outro ponto importante é que precisamos de mais apoio das instituições. Sem regras claras e uma boa estrutura, fica difícil oferecer cuidados paliativos infantis de qualidade e sem interrupção.
Criar normas nacionais ajudaria a deixar os serviços mais parecidos e melhores, garantindo um atendimento mais humano e que funcione bem. Essas atitudes são essenciais para cuidar de verdade das crianças com câncer e de suas famílias, de forma humana, correta e com carinho. Também é preciso mais apoio das instituições. A falta de regras claras e de uma boa estrutura atrapalha a oferta de cuidados paliativos pediátricos de qualidade e contínuos. Criar orientações nacionais pode ajudar a tornar os serviços mais padronizados e melhores, garantindo um atendimento mais humano e que funcione.
Mesmo com os problemas, pesquisas mostram que ser empático, respeitar o que a criança quer, trabalhar em equipe e valorizar a espiritualidade ajudam muito a dar um cuidado mais digno e completo. Colocar a família no cuidado é essencial, dando mais apoio e ajudando no bem-estar durante toda a doença. É crucial aprimorar as habilidades dos enfermeiros, integrando o conhecimento sobre cuidados paliativos para crianças nos currículos universitários e estabelecendo diretrizes governamentais que proporcionem suporte emocional e recursos adequados para esses profissionais. Tal medida é fundamental para garantir um tratamento genuíno, marcado pela humanidade, ética e empatia, tanto para as crianças com câncer quanto para seus entes queridos.
3 METODOLOGIA
Foram considerados os estudos publicados no período de 2010 a 2025, que tratassem da assistência de enfermagem no contexto de cuidados paliativos para crianças acometidas por câncer. Foram levados em conta estudos originais, revisões integrativas, relatos de experiências e diretrizes clínicas. Por outro lado, foram retirados da análise artigos que discutissem somente cuidados paliativos em adultos, publicações sem acesso ao texto integral e estudos que não explorassem a função da enfermagem.
Depois da escolha dos artigos, as informações foram retiradas por meio de uma ferramenta padronizada que incluía dados sobre o autor, ano, país, objetivo, método, principais achados e conclusões. Subsequentemente, essas informações foram agrupadas em categorias temáticas para análise e discussão integrada. Dado que se trata de uma revisão integrativa da literatura.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
Nesta análise abrangente, selecionamos artigos publicados entre 2010 e 2025 que abordaram o suporte de enfermagem no delicado contexto dos cuidados paliativos para crianças com câncer. Após a análise, agrupamos as pesquisas em quatro categorias principais: (1) Práticas de enfermagem em cuidados paliativos infantis, (2) Desafios enfrentados pelos enfermeiros, (3) Suporte emocional à criança e à família, e (4) Relevância do desenvolvimento profissional.
4.1 Procedimentos de enfermagem no cuidado paliativo infantil
Textos da área indicam que o trabalho dos enfermeiros com crianças em cuidados paliativos vai além de apenas administrar medicamentos. Estudos indicam que é fundamental aliviar a dor, monitorar a resposta do corpo, oferecer apoio emocional e espiritual, além de promover uma comunicação aberta com os familiares.
4.2 Dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros
Após revisar vários estudos, identificamos que os principais desafios no tratamento paliativo infantil incluem: falta de preparo profissional, forte impacto emocional e falta de diretrizes internas claramente definidas.
Tabela 1 – Principais procedimentos de enfermagem identificados na literatura

Gráfico 1– Principais dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros

4.3 Suporte emocional à criança e à família
Diversos estudos indicam que a maneira como a equipe de enfermagem acolhe e se comunica com carinho impacta significativamente o bem-estar das crianças e a forma como suas famílias enfrentam a situação.
Tabela 2 – Estratégias de suporte emocional identificadas

4.4 Necessidade de capacitação profissional
Uma análise abrangente de vários estudos aponta uma lacuna importante: a ausência de formação específica em cuidados paliativos pediátricos na capacitação de enfermeiros. Essa circunstância ressalta a urgência de programas de atualização contínuos e diretrizes claramente estabelecidas.
Gráfico 2 – Necessidade de capacitação em cuidados paliativos pediátricos (2010-2025)

Síntese dos resultados
A análise completa dos dados coletados indica que:
- Na assistência paliativa a crianças, a enfermagem desempenha um papel essencial e acolhedor;
- Há desafios relacionados à capacitação e ao bem-estar emocional dos profissionais;
- O apoio à família é fundamental para o êxito do tratamento;
- É fundamental implementar normas e diretrizes governamentais para garantir a qualidade e a consistência do serviço.
1.1. Subtítulo
Análise dos obstáculos, práticas e contribuições da equipe de enfermagem na garantia de um atendimento integral, ético e humanizado a crianças em fase paliativa com câncer
CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estudo efetuado revela que o trabalho dos enfermeiros em cuidados paliativos para crianças com câncer se mostra essencial para assegurar uma abordagem ética, completa e humanizada no tratamento. As metas estabelecidas foram plenamente alcançadas, viabilizando a identificação das práticas dos enfermeiros, as maiores dificuldades encontradas por eles e os métodos usados para atenuar a dor e dar amparo emocional à criança e a seus entes queridos.
Percebe-se que, mesmo focados no bem-estar da criança, os enfermeiros lidam com problemas consideráveis, como a carência de capacitação específica, o abalo emocional frente ao sofrimento infantil e a inexistência de normas institucionais bem definidas. A enfermagem possui um papel basilar na oferta de um cuidado adequado, dada a sua presença constante e o laço afetivo criado com os pacientes e seus respectivos familiares.
Melhorar a qualidade do atendimento e promover uma interação mais eficaz com os familiares dos pacientes exige que os enfermeiros sejam capacitados não apenas em habilidades técnicas, mas também em aspectos relacionados à gestão da saúde emocional. Isso permite oferecer um suporte integral — físico, psicológico e espiritual — ao longo de todo o processo de tratamento. A pesquisa destaca a importância de incluir temas sobre cuidados paliativos pediátricos nos currículos de formação em enfermagem, além de urgir pela criação de políticas públicas que valorizem e incentivem essa área de especialização.
Um aspecto relevante identificado foi a limitada quantidade de estudos nacionais recentes sobre cuidados paliativos infantis conduzidos sob a perspectiva da enfermagem. Recomenda-se que investigações futuras aprofundem as análises qualitativas, colocando o foco nas vivências dos profissionais de enfermagem nesse contexto e na eficácia das estratégias voltadas ao suporte emocional.
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso Superior de enfermagem do Instituto UNAMA Campus Universidade da Amazônia e-mail: lais.fernanda.rb@gmail.com
2Docente do Curso Superior de enfermagem do Instituto UNAMA Campus Universidade da Amazônia. e-mail: arthur gerhard montenegro falcao
