USO DE FITOTERÁPICOS NA ODONTOLOGIA: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

USE OF HERBAL REMEDIES IN DENTISTRY: INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202510152118


Priscila Rocha Andrade1
Alexandre Kraemer2


Resumo

A fitoterapia é uma prática terapêutica que utiliza plantas medicinais e seus derivados no tratamento e prevenção de doenças, ganhando espaço também na odontologia. O uso de fitoterápicos em contextos odontológicos tem demonstrado propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, analgésicas, cicatrizantes e regenerativas, atuando como alternativa ou complemento aos tratamentos convencionais. Este trabalho teve como objetivo analisar o uso de fitoterápicos na odontologia por meio de uma revisão integrativa da literatura. Foram selecionados artigos científicos nas bases de dados da BVS, considerando publicações nacionais que abordassem a aplicação de substâncias naturais no manejo de afecções bucais. Os resultados evidenciam a eficácia de plantas como própolis, melaleuca, calêndula, barbatimão, entre outras, no controle de infecções, inflamações gengivais e na promoção da cicatrização tecidual. Conclui-se que os fitoterápicos representam uma ferramenta promissora na prática odontológica, embora ainda sejam necessários estudos clínicos mais robustos e regulamentações específicas para seu uso seguro e padronizado.

Palavras-chave: Fitoterapia. Odontologia. Plantas medicinais. Produtos naturais. Saúde bucal.

1 INTRODUÇÃO

A fitoterapia, prática que utiliza plantas medicinais e seus derivados no tratamento e prevenção de doenças, vem ganhando espaço em diferentes áreas da saúde, incluindo a odontologia. Reconhecida por suas propriedades terapêuticas, acessibilidade e menor risco de efeitos colaterais em comparação com tratamentos convencionais, apresenta-se como uma alternativa complementar relevante no manejo de diversas condições clínicas. (Aleluia et al., 2015; MACHADO; OLIVEIRA, 2014). No âmbito das políticas públicas, o uso de fitoterápicos já foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC). (MINISTÉRIO DA SAÚDE BRASIL, 2018).

Contudo, apesar dessa inserção, sua aplicação na odontologia ainda é pouco difundida, seja por desconhecimento dos profissionais, ausência de protocolos padronizados ou pela escassez de evidências científicas robustas sobre eficácia e segurança. Pesquisa realizada por Evangelista et al. (2012) mostrou que apenas 8% dos dentistas e 7,61% dos pacientes relataram utilizar plantas medicinais para patologias orais, evidenciando a necessidade de maior divulgação e capacitação. Diversos estudos reforçam o potencial das substâncias naturais no cuidado odontológico, destacando plantas como própolis, camomila, aroeira-do-sertão e malva, cujas propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, analgésicas e cicatrizantes contribuem para o controle de infecções, o alívio da dor, a redução de inflamações e a reparação tecidual. MACHADO e OLIVEIRA (2014) ressaltam, por exemplo, que a aroeira-do-sertão apresentou resultados comparáveis aos de agentes consagrados, como a clorexidina, evidenciando seu potencial terapêutico e a importância de mais estudos clínicos para consolidar o uso de fitoterápicos com base em evidências. Dessa forma, este estudo tem como objetivo principal descrever o uso de fitoterápicos na odontologia, reunindo e analisando as evidências disponíveis na literatura sobre essa prática. Complementarmente, busca-se identificar as principais plantas medicinais ou empregadas na área e suas propriedades terapêuticas, bem como verificar as indicações clínicas mais recorrentes dos fitoterápicos no contexto odontológico.

2 METODOLOGIA  E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio de busca em artigos científicos que abordassem o uso de fitoterápicos na odontologia. Foram considerados como critérios de inclusão: artigos completos, nos idiomas português, inglês e espanhol, cujo tema central estivesse relacionado ao uso de plantas medicinais ou fitoterápicos em aplicações odontológicas. Os critérios de exclusão foram: artigos duplicados, incompletos, editoriais e trabalhos que não apresentassem relação direta com a temática. Para a elaboração desta pesquisa, foram desenvolvidas etapas que envolveram a escolha e delimitação do tema, a formulação da questão de investigação, a busca e seleção criteriosa das fontes bibliográficas, bem como a análise e organização das informações coletadas. Em seguida, procedeu-se à interpretação crítica dos dados e à construção argumentativa fundamentada, com o objetivo de conferir consistência e clareza à produção acadêmica, conforme orientações metodológicas propostas por Booth, Colomb e Williams (2000).(Booth et al., 2000) As buscas foram realizadas no agregador de base de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando-se descritores indexados na plataforma DeCS: “Medicamento fitoterápico” AND “Odontologia”.

O processo de seleção dos estudos foi organizado de acordo com um fluxograma PRISMA adaptado (Page et al., 2021), contemplando as etapas de identificação, triagem, elegibilidade e inclusão.

Inicialmente foram recuperados 11 artigos, dos quais 2 foram excluídos após leitura de títulos e resumos, resultando em uma amostra final de 9 estudos. O processo de identificação, triagem e seleção está representado no fluxograma PRISMA, disponível na Figura 1.

Com o intuito de organizar e apresentar de forma clara os achados da revisão integrativa, optou-se pela elaboração de uma tabela síntese com os principais dados extraídos dos artigos selecionados. Essa estratégia permitiu sistematizar informações relevantes, como os autores dos estudos, as plantas e fitoterápicos investigados, o tipo de estudo de cada artigo da amostra e a principal conclusão encontrada pelos autores.

A estrutura tabular facilita a comparação entre os estudos, contribui para a visualização dos padrões encontrados na literatura e proporciona uma análise mais objetiva e acessível ao leitor. Esta tabela pode ser vista abaixo em Tabela 1.

Resumo

Autor/AnoFitoterápicos/plantas estudadasTipo de estudoPrincipal conclusão
Aleluia et al.(2015)Camomila, própolis, carvo-da-índia, romã, malva, unha-de-gatoRevisão da literaturaOs fitoterápicos/plantas estudadas possuem ação antimicrobiana, anti-inflamatória e cicatrizante concretizada por testes clínicos e laboratoriais e estão entre os fitoterápicos mais utilizados na Odontologia
Cestari et al.(2013)Melaleuca, própolisExperimental, in vitroDentre os fitoterápicos avaliados, a melaleuca não foi eficaz contra as cepas testadas, enquanto o própolis apresentou ação contra E. faecalis. Os autores evidenciam importância da realização de novos estudos, com o objetivo de proporcionar maior embasamento científico para os cirurgiões-dentistas na seleção de agentes antimicrobianos alternativos
Drumond et al. (2004)Água Rabelo®, MelRosado®, Apis Flora®,Fitogargarejo®, Óleo deCopahyba®Exprimental, in vitroOs fitoterápicos tiveram desempenhos variados. Malvatricin® apresentou a melhor efetividade antimicrobiana, e Água Rabelo® não apresentou efetividade
Evangelista et al. (2012)Pedra hume cãa, crajiru, sara tudoEstudo qualiquantitativo, descritivo e exploratório, com abordagem etnobotânicaAs plantas medicinais comercializadas são usadas de maneira empírica, 90% dos cirurgiões dentistas alegaram não ter preparo para prescrever fitoterápicos, evidenciando a importância de políticas públicas que promovam essa técnica
Lima et al.(2025)Camomila, romã, extrato de própolisRevisão da literaturaConclui-se que o uso de fitoterápicos pode contribuir para o tratamento das lesões provocadas pela quimioterapia e radioterapia devido às suas propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e anti tumorais. Além disso, apresentam a vantagem de não comprometer ainda mais o sistema imunológico do paciente
Machado e Oliveira(2014)Aroeira-do-sertãoRevisão da literaturaA aroeira tem demonstrado resultados promissores em pesquisas voltadas ao controle de microrganismos associados a patologias bucais. No entanto, são necessários estudos adicionais para comprovar seu mecanismo de ação
Machado, Freitas e Sales-Peres(2016)Própolis, aroeira-do sertãoRevisão sistemáticaConclui-se que tanto a própolis quanto a aroeira possuem ação anti-inflamatória. A própolis se destaca no tratamento da cárie dentária, em procedimentos endondônticos e na mucosite. Já a aroeira-do-sertão pode ser útil no tratamento da periodontite. No entanto, mais estudos são necessários para entender melhor os efeitos desses produtos na saúde bucal
Silva et al.(2020)Semente de manuscada, óleo de coco, casca de cajueiro, casca de romã, semente de sucupira, raiz de urtiga branca, gengibre, extrato de romã, pedra humeExperimental, in vitroEntre os nove extratos analisados, somente a casca de romã e a pedra hume mostraram ação antimicrobiana contra Streptococcus mutans e Streptococcus mitis. A casca de cajueiro teve efeito apenas sobre Streptococcus mutans, e o gengibre apenas sobre Streptococcus mitis
Souza et al.(2018)Lavandula angustifolia millerRevisão narrativa da literaturaA Lavandula angustifolia miller apresenta potencial farmacológico antimicrobiano, antifúngico, anti-inflamatório, ansiolítico e antinociceptivo, que a tornam uma alternativa promissora para aplicações na Odontologia. No entanto, os autores destacam que ainda há escassez de estudos específicos na área odontológica

Quatro estudos abordaram o uso de fitoterápicos amplamente empregados na odontologia, como própolis, camomila, romã, malva e lavanda .(Aleluia et al., 2015; Silva et al., 2020; Souza et al., 2018; Lima et al., 2025) Dois estudos concentraram-se na análise de espécies específicas de maior relevância clínica, como a aroeira-do-sertão (Machado; Freitas; Sales-Peres, 2016; MACHADO; OLIVEIRA, 2014). Outro estudo voltou se ao uso de plantas medicinais no controle do biofilme oral (Cestari et al., 2013). Além das espécies vegetais tradicionalmente utilizadas, Drummond et al. (2004) investigaram a atividade antibacteriana de produtos fitoterápicos comerciais, como: Água Rabelo®, Mel Rosado®, Apis Flora®, Fitogargarejo® e Óleo de Copahyba®. Enquanto uma pesquisa investigou a percepção e utilização de plantas medicinais por dentistas e pacientes (Evangelista et al., 2012). Com diferentes abordagens, os estudos analisados apontaram diversas indicações clínicas para o uso de fitoterápicos na odontologia, incluindo controle de infecções, manejo da dor, redução de inflamações, estímulo à cicatrização e controle do biofilme oral (Souza et al., 2018; Silva et al., 2020; Aleluia et al., 2015; Cestari et al., 2013; Machado; Freitas; Sales-Peres, 2016; MACHADO; OLIVEIRA, 2014) . Destes, dois estudos destacaram a própolis em diferentes contextos clínicos, como agente antimicrobiano e cicatrizante (Cestari et al., 2013; Aleluia et al., 2015), enquanto outros ressaltaram a aplicação de espécies, como a romã no controle da atividade antimicrobiana oral (Drumond et al., 2004), e a camomila na redução do desconforto causado pela xerostomia (Lima et al., 2025), a aroeira-do-sertão, com resultados consideráveis no controle bacteriano de microorganismos relacionados a patologias bucais (MACHADO; OLIVEIRA, 2014)

3 RESULTADOS E ANÁLISE DOS DADOS

     A crescente busca por alternativas naturais no tratamento de diversas condições de saúde tem impulsionado a utilização de fitoterápicos na odontologia. Plantas medicinais, ricas em compostos bioativos, atuam como coadjuvantes em diversas situações clínicas, frequentemente complementando os métodos convencionais com menor risco de efeitos adversos. A eficácia dessas substâncias está associada às suas propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, cicatrizantes e analgésicas, aplicáveis em quadros clínicos como gengivites, periodontites, aftas e cáries dentárias (Aleluia et al., 2015; Silva et al., 2020; Cestari et al., 2013) A cavidade bucal abriga uma microbiota diversificada, desempenhando papel central no desenvolvimento de doenças orais, como cáries e patologias periodontais. O controle dessa flora bacteriana é essencial para a manutenção da saúde bucal, sendo um dos principais alvos da fitoterapia. Estudos demonstram que diversos fitoterápicos apresentam atividade antimicrobiana significativa. Silva et al. (2020) evidenciam que substâncias como própolis, óleos essenciais e determinados extratos vegetais possuem ação contra microrganismos patogênicos, incluindo Streptococcus mutans, Porphyromonas gingivalis e Fusobacterium nucleatum. O própolis, produzido pelas abelhas, destaca-se como um fitoterápico com potencial bactericida, antifúngico e antiviral, sendo eficaz no controle de infecções orais (Silva et al., 2020; Cestari et al., 2013). De forma complementar, Drumond et al. (2004) demonstraram que produtos fitoterápicos comerciais, como Água Rabelo®, Mel Rosado®, Apis Flora®, Fitogargarejo® e Óleo de Copahyba®, apresentam atividade antibacteriana relevante contra bactérias cariogênicas, ampliando as opções terapêuticas naturais para o controle da microbiota oral.

Além da ação antimicrobiana, fitoterápicos com propriedades anti-inflamatórias desempenham papel importante na modulação das respostas inflamatórias associadas a gengivites e periodontites. Machado, Freitas e Sales-Peres (2016) destacam a atividade anti-inflamatória de produtos naturais, incluindo o óleo de alfazema (Lavandula angustifolia), amplamente utilizado por suas propriedades analgésicas e relaxantes. Souza et al. (2018) confirmam que o óleo de alfazema contribui para a redução da inflamação gengival e para a regeneração de tecidos bucais. A aroeira-do-sertão (Myracrodruon urundeuva) apresenta ação anti-inflamatória potente, auxiliando no controle de inflamações gengivais e na regeneração tecidual (MACHADO; OLIVEIRA, 2014) Outro fitoterápico relevante é a calêndula (Calendula officinalis), que demonstra efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes, sendo eficaz no tratamento de lesões bucais e no pós-operatório de procedimentos odontológicos, promovendo a redução do inchaço e da dor (Evangelista et al., 2012). Produtos com propriedades regenerativas contribuem para a cicatrização de tecidos moles e gengivais. givais, acelerando a recuperação e prevenindo complicações secundárias (Drumond et al 2004: Souza et al 2018)

No âmbito da periodontia, fitoterápicos como o barbatimão (Stryphnodendron adstringens) apresentam ação adstringente e anti-inflamatória, auxiliando no controle de bolsas periodontais e na regeneração de tecidos danificados (Aleluia et al., 2015). Tais substâncias podem atuar como complementos aos tratamentos convencionais, promovendo o controle da inflamação gengival, a prevenção da perda óssea e a regeneração tecidual. Apesar do potencial terapêutico evidente, o uso clínico de fitoterápicos enfrenta desafios significativos, incluindo a falta de padronização, variações na concentração de princípios ativos e a escassez de estudos clínicos rigorosos em humanos. Evangelista et al. (2012) enfatizam a necessidade de pesquisas adicionais que validem a eficácia e a segurança desses produtos, estabelecendo protocolos de dosagem adequados e garantindo a aplicabilidade na prática odontológica.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir desta revisão, pode-se considerar que a fitoterapia na Odontologia tem demonstrado grande potencial como alternativa ou complemento aos tratamentos convencionais. Diversos fitoterápicos, como própolis, óleo de melaleuca, aroeira-do-sertão, calêndula, barbatimão e cravo-da-índia, apresentam propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, cicatrizantes e analgésicas, atuando de forma eficaz no manejo de condições como cáries, gengivites, periodontites, estomatite aftosa e lesões traumáticas, além de promoverem a regeneração dos tecidos orais danificados (Silva et al., 2020; Drumond et al., 2004; Evangelista et al., 2012)(Silva et al., 2020; Drumond et al., 2004; Evangelista et al., 2013). Os resultados analisados evidenciam que esses fitoterápicos podem contribuir para a redução da carga bacteriana, o controle da inflamação gengival, a aceleração do processo de cicatrização e a promoção de tratamentos menos invasivos, com menores efeitos adversos em comparação aos fármacos sintéticos. Nesse sentido, este estudo alcançou seu objetivo principal de descrever o uso de fitoterápicos na Odontologia, bem como os objetivos secundários de identificar as principais plantas medicinais utilizadas na área e verificar suas indicações clínicas mais recorrentes.

A principal contribuição desta revisão é a sistematização do conhecimento disponível, oferecendo um panorama atualizado que reforça o potencial terapêutico dos fitoterápicos na prática odontológica e abre espaço para sua utilização como recurso complementar baseado em evidências. Contudo, como limitação, destaca-se a dependência de estudos já publicados, muitos deles com amostras reduzidas, metodologias heterogêneas e ausência de padronização das concentrações e formas de administração dos compostos vegetais. Assim, futuras pesquisas devem investir em ensaios clínicos controlados, com protocolos rigorosos e padronizados, a fim de confirmar a eficácia, segurança e aplicabilidade clínica dos fitoterápicos, além de explorar sua viabilidade econômica e aceitação pelos pacientes. Em síntese, a fitoterapia na Odontologia representa um campo promissor e sustentável, com potencial para integrar-se de forma cada vez mais sólida ao arsenal terapêutico da prática clínica. Apesar dos desafios existentes, a tendência é que, com o avanço da ciência e a regulamentação adequada, os fitoterápicos se consolidem como aliados eficazes na promoção da saúde bucal.

REFERÊNCIAS

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1 Discente do Curso Superior de Odontologia do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas
2 Docente do Curso Superior de Odontologia do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas