THE CHALLENGES OF MEDICATION ADHERENCE IN PATIENTS OF THE DIABETIC FOOT PROGRAM: AN EXPERIENCE REPORT FROM THE LAGO AZUL PRIMARY HEALTH UNIT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511302156
Manuella Juniane Araujo Soares
Rodrigo Sampaio Soares
Wendell Christian Cavalcante Gomes
Resumo
A Atenção Primária à Saúde constitui eixo estratégico para o manejo de doenças crônicas, especialmente no acompanhamento do diabetes mellitus e de suas complicações, como o pé diabético, que representa importante causa de morbimortalidade no país. Considerando a relevância desse cenário, o presente artigo descreve a experiência desenvolvida na Unidade Básica de Saúde Lago Azul, em Ananindeua (PA), onde programas como HIPERDIA e o atendimento especializado ao pé diabético possibilitam a articulação entre práticas assistenciais e formação acadêmica. O objetivo consistiu em relatar vivências relacionadas à identificação de fatores que comprometem a adesão medicamentosa e à realização de ações educativas voltadas ao fortalecimento do autocuidado. As atividades ocorreram entre agosto e novembro e incluíram atendimentos clínicos, visitas domiciliares, ações comunitárias e a aplicação de um questionário elaborado para explorar aspectos terapêuticos, sociais e comunicacionais envolvidos no processo de tratamento. Os resultados evidenciaram dificuldades associadas à compreensão das orientações, à disponibilidade de medicamentos, às condições socioeconômicas e à interação entre usuários e profissionais de saúde. As visitas domiciliares permitiram reconhecer contextos que influenciavam diretamente o manejo da doença, enquanto as ações educativas ampliaram o entendimento dos usuários sobre práticas de cuidado. A experiência demonstrou que a integração ensino–serviço favorece a adesão terapêutica, qualifica a atenção primária e fortalece a atuação da extensão universitária como instrumento de promoção da saúde.
Palavras-chave: Adesão medicamentosa. Pé diabético. Atenção primária. Educação em saúde. Extensão universitária.
1 INTRODUÇÃO
A Atenção Primária à Saúde (APS) consolidou-se como eixo central das políticas públicas voltadas ao cuidado integral das pessoas com doenças crônicas, destacando-se como campo estratégico para a promoção, prevenção e manejo clínico qualificado. Diversas sínteses de evidências apontam que a APS representa o nível de atenção com maior potencial para reduzir complicações graves decorrentes do diabetes mellitus e promover o autocuidado, especialmente quando orientada por práticas educativas, acompanhamento contínuo e uso racional de medicamentos (BRASIL, 2016). Nesse contexto, o enfrentamento de condições como o pé diabético demanda ações integradas, visto que sua prevenção e controle dependem de intervenções multiprofissionais, estratégias educativas e detecção precoce de fato- res de risco, conforme apontado em estudos qualitativos voltados à APS (SILVA et al., 2018).
A literatura demonstra que a adesão medicamentosa é determinante para o controle glicêmico e para a prevenção de lesões em extremidades, sendo influenciada por elementos sociais, cognitivos, econômicos e relacionados ao acesso a medicamentos e orientações (SOARES, ROSA & ALZUGUIR, 2021). Pesquisas desenvolvidas no âmbito da atenção primária evidenciam que grande parte das falhas na continuidade do tratamento decorre de dificuldades de compreensão terapêutica, baixa escolaridade, insegurança em relação ao uso correto dos medicamentos e fragilidades no acompanhamento clínico (SANTOS et al., 2019). Além disso, complicações como o pé diabético exigem acompanhamento estrutura- do e contínuo, conforme demonstrado em revisões recentes que ressaltam o papel do cuidado de enfermagem na prevenção de amputações e na reabilitação funcional dos pacientes (CALDEIRA et al., 2024). Assim, compreender os determinantes da adesão medicamentosa torna-se essencial para qualificar as intervenções da APS e fortalecer o cuidado integral.
É nesse cenário que se insere a Unidade Básica de Saúde Lago Azul, localizada em Ananindeua (PA), que atende os territórios Lago Azul e Levilândia, oferecendo serviços essenciais, como imunização, consultas médicas e um ambulatório especializado em pé diabético — o único da região. O serviço acompanha mais de cem usuários mensalmente, promovendo ações de prevenção, tratamento e educação em saúde, o que o torna um espaço privilegiado para práticas formativas e integração ensino–serviço. As atividades desenvolvi- das no local articulam acolhimento, vigilância em saúde, intervenções educativas e acompanhamento clínico, permitindo que estudantes compreendam de forma aprofundada os de- terminantes sociais e clínicos envolvidos no manejo de doenças crônicas, especialmente aquelas associadas ao diabetes.
A observação direta das vivências no território revelou obstáculos significativos relaciona- dos à adesão medicamentosa, incluindo dificuldades de entendimento das orientações, barreiras socioeconômicas, irregularidades no acesso a medicamentos e fragilidades na comunicação entre profissionais e usuários. Esses elementos configuram a problematização que fundamenta o presente estudo, cuja justificativa se apoia na relevância social e sanitária do tema, uma vez que a compreensão dessas barreiras contribui para aprimorar práticas de cuidado, fortalecer políticas de promoção da saúde e qualificar o processo formativo em saúde. Considerando esses aspectos, este artigo apresenta um relato de experiência que descreve a atuação de estudantes de medicina do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia em atividades vinculadas aos programas HIPERDIA e Pé Diabético, desenvolvidas entre agosto e novembro na UBS Lago Azul. O objetivo consiste em analisar as dificuldades relacionadas à adesão medicamentosa identificadas durante atendimentos clínicos, visitas domiciliares, ações comunitárias e reuniões com preceptoria, contribuindo para o fortalecimento da integração ensino–serviço–comunidade e para o aprimoramento das estratégias de cuidado no âmbito da APS.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
O cuidado das pessoas com doenças crônicas na Atenção Primária à Saúde (APS) tem sido amplamente discutido na literatura, sobretudo quando envolve adesão terapêutica e práticas contínuas de autocuidado. Sínteses de evidências publicadas pelo Ministério da Saúde des- tacam que a adesão medicamentosa depende tanto da prescrição adequada quanto de fato- res que atravessam o cotidiano dos usuários, como acesso regular aos medicamentos, com- preensão das orientações e qualidade da comunicação com os profissionais (BRASIL, 2016). Esses elementos se tornam ainda mais relevantes no manejo do diabetes, condição que exige vigilância constante e acompanhamento articulado entre diferentes áreas da APS.
No caso do pé diabético, estudos recentes reforçam que essa complicação se vincula diretamente ao descontrole glicêmico e à dificuldade de manter práticas terapêuticas de rotina. A revisão qualitativa realizada por Silva et al. (2018) evidencia que a prevenção do pé dia- bético requer uma combinação de educação em saúde, monitoramento estruturado e acompanhamento multiprofissional, especialmente em populações que convivem com vulnerabilidades sociais. A compreensão do tratamento, segundo os autores, não pode ser vista como responsabilidade exclusiva do paciente, mas como um processo em que acessibilidade, linguagem adequada e vínculo influenciam de maneira decisiva.
A literatura também mostra que práticas educativas realizadas na APS ampliam a autonomia dos usuários e fortalecem a continuidade do cuidado. Soares, Rosa e Alzuguir (2021) apontam que a participação de estudantes em ações educativas contribui para a promoção de hábitos saudáveis, ao mesmo tempo em que aproxima a formação acadêmica da realidade do território. Nesse mesmo sentido, Santos et al. (2019) demonstram que intervenções baseadas em diálogo e acompanhamento ativo favorecem o uso racional de medicamentos e ajudam a minimizar dúvidas sobre tratamentos prolongados.
Por fim, estudos de escopo sobre cuidados de enfermagem, como o de Caldeira et al. (2024), reforçam que a prevenção de lesões e amputações depende de uma rotina bem estabelecida de avaliação dos pés, orientações claras e continuidade do acompanhamento. Esse conjunto de evidências confirma que a adesão medicamentosa, o manejo do pé diabético e as ações educativas integram um mesmo campo de desafios, cuja compreensão exige olhar atento para o território, sensibilidade às condições de vida e estratégias de cuidado que articulem clínica, educação e vínculo.
3 METODOLOGIA
O presente estudo caracteriza-se como um relato de experiência, de natureza descritiva e abordagem qualitativa, desenvolvido na Unidade Básica de Saúde Lago Azul, em Ananindeua (PA), entre 23 de agosto e 8 de novembro. A população-alvo compreendeu usuários acompanhados pelos programas Pé Diabético e HIPERDIA, além de familiares e cuidadores, compondo uma amostragem não probabilística por conveniência, formada pelos participantes presentes durante as atividades do projeto. As ações envolveram atendimentos clínicos supervisionados, visitas domiciliares, reuniões com a preceptoria, ações comunitárias e atividades educativas, nas quais os estudantes atuaram na identificação de fatores relacionados à adesão medicamentosa, na orientação sobre uso correto de medicamentos, no manejo de doenças crônicas e na promoção do autocuidado. Nessas etapas, foram utilizados instrumentos como observação direta, registros de campo, diálogos estruturados e um questionário elaborado pelos acadêmicos para explorar aspectos terapêuticos, comunicacionais e socioeconômicos envolvidos no processo de tratamento.
Os dados coletados por meio dos atendimentos, visitas, reuniões e questionário foram sistematizados em registros escritos e analisados por meio de análise descritiva e interpretativa, buscando identificar padrões e elementos recorrentes que permitissem compreender as barreiras enfrentadas pelos pacientes quanto à adesão medicamentosa. As etapas metodológicas foram discutidas semanalmente com a equipe da unidade, garantindo rigor, coerência e replicabilidade ao processo. A sistematização das atividades, articulada à produção dos relatórios parciais, possibilitou compreender a relação entre o contexto territorial, as práticas clínicas e as dificuldades percebidas pelos usuários, assegurando alinhamento entre os objetivos do estudo e os procedimentos adotados.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Identificação geral dos resultados e organização dos dados.
Os resultados obtidos ao longo do projeto de extensão revelam um conjunto de evidências importantes para a compreensão das dificuldades relacionadas à adesão medicamentosa entre usuários acompanhados na Atenção Primária à Saúde. A organização dos dados coleta- dos — provenientes de atendimentos clínicos, visitas domiciliares, ações educativas, reuniões com a preceptoria e aplicação de questionário estruturado — permitiu identificar padrões de comportamento, necessidades específicas e fatores que influenciam a continuidade do tratamento no contexto do Programa Pé Diabético.
Barreiras à adesão medicamentosa identificadas.
A análise do questionário aplicado aos usuários possibilitou compreender com maior precisão as barreiras enfrentadas no uso cotidiano dos medicamentos. Entre os principais entraves observados, destacaram-se dificuldades ligadas à compreensão das prescrições, limitações socioeconômicas para aquisição contínua dos fármacos e insegurança quanto ao uso correto das terapias. Esses achados mostram que a adesão medicamentosa depende de comunicação acessível, vínculo com os profissionais e disponibilidade regular de medica- mentos, resultando em desafios que precisam ser considerados em qualquer estratégia de cuidado dirigida a pessoas com doenças crônicas.
Contribuições dos atendimentos clínicos supervisionados.
Os atendimentos clínicos supervisionados contribuíram para a identificação precoce de condições clínicas com risco de agravamento, sobretudo entre pessoas com hipertensão e diabetes. A atuação conjunta entre estudantes e equipe permitiu intervenções oportunas, além de reforçar a importância da prevenção de iatrogenias e da redução dos riscos associados à polifarmácia. Esses resultados destacam que o acompanhamento longitudinal, característico da Atenção Primária, amplia a capacidade de reconhecer vulnerabilidades e atuar preventivamente de forma qualificada.
Percepção territorial e resultados das visitas domiciliares.
As visitas domiciliares possibilitaram uma compreensão ampliada do território e dos fato- res sociais que interferem no autocuidado. A observação direta e os diálogos com os mora- dores revelaram que condições ambientais inadequadas, baixa escolaridade, fragilidades nas redes de apoio e dificuldades de locomoção influenciam diretamente a continuidade do tratamento. Esses elementos mostram que a adesão medicamentosa não ocorre isoladamente, mas se constrói a partir de interações sociais, condições econômicas e contextos familiares que precisam ser conhecidos para orientar intervenções mais eficazes.
Efeitos das ações comunitárias, oficinas e participação social.
As ações comunitárias e oficinas realizadas ao longo do projeto abordaram temas como prevenção do câncer de mama, controle glicêmico, aferição da pressão arterial, alimentação saudável e práticas corporais adaptadas à realidade dos moradores. A participação de familiares e cuidadores reforçou a rede de apoio ao usuário, ampliou o alcance das orientações e contribuiu para fortalecer comportamentos de autocuidado. A partir das percepções coletadas durante essas atividades, observou-se maior engajamento da comunidade em práticas preventivas e maior clareza sobre a importância do seguimento terapêutico.
Desenvolvimento acadêmico e construção crítica.
No campo da formação acadêmica, a vivência dos estudantes no território favoreceu o desenvolvimento de competências essenciais, como empatia, comunicação efetiva, pensa- mento crítico e compreensão da integralidade do cuidado. A sistematização das atividades, a produção do relatório parcial e as discussões com a equipe permitiram aprofundar reflexões sobre os desafios do cuidado às pessoas com doenças crônicas, consolidando aprendizagens alinhadas aos princípios do SUS e às necessidades reais da população atendida.
Documentação, avaliação e integração ensino–serviço.
A documentação fotográfica, os registros de campo e as análises produzidas ao longo do projeto constituíram um conjunto de dados que subsidiará futuras intervenções e investigações. A avaliação final realizada com a equipe permitiu identificar avanços, desafios per- sistentes e potenciais melhorias a serem incorporadas nas próximas etapas do trabalho, fortalecendo a integração entre universidade e serviço de saúde. A articulação entre ensino, cuidado e comunidade mostrou-se fundamental para a construção de práticas contextualizadas, alinhadas às demandas do território e capazes de contribuir efetivamente para o fortalecimento da Atenção Primária.
Síntese interpretativa dos principais achados.
Em síntese, os achados demonstram que a adesão medicamentosa é influenciada por fato- res sociais, culturais, econômicos e clínicos, e que estratégias educativas contínuas, práticas extensionistas e acompanhamento multiprofissional desempenham papel decisivo na prevenção de complicações associadas ao diabetes e demais doenças crônicas. As atividades realizadas reafirmam a importância de projetos de extensão para o desenvolvimento de ações integradas, humanizadas e coerentes com os princípios do SUS, fortalecendo vínculos comunitários e qualificando tanto o cuidado quanto a formação acadêmica.

5 CONCLUSÃO
Este relato de experiência evidencia que o objetivo de compreender as dificuldades relacionadas à adesão medicamentosa entre usuários acompanhados pelo Programa Pé Diabético na Atenção Primária é plenamente atingido. A observação direta das atividades, associada
à participação dos estudantes nas ações clínicas, educativas e territoriais, permite identificar que fatores sociais, clínicos e organizacionais influenciam de maneira decisiva o seguimento terapêutico. A vivência no serviço mostra que o cuidado contínuo, aliado a intervenções educativas e ao vínculo estabelecido com a equipe, favorece comportamentos de autocuidado mais consistentes e melhora a compreensão dos usuários sobre seu tratamento.
Os achados permitem concluir que a prática extensionista desenvolvida na UBS Lago Azul amplia a capacidade formativa dos estudantes, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da Atenção Primária. A experiência demonstra que metodologias baseadas na integração ensino–serviço–comunidade promovem aprendizagem significativa, desenvolvem competências clínicas e humanísticas e qualificam o cuidado ofertado aos usuários. Como se trata de um relato, as conclusões refletem o contexto específico observado e não permitem generalizações amplas, constituindo uma limitação inerente ao desenho do estudo.
Sugere-se que futuras iniciativas ampliem a análise para diferentes territórios e incorporem métodos complementares que permitam avaliar, com maior profundidade, o impacto das ações educativas sobre a adesão terapêutica. De forma geral, o relato confirma que a atuação conjunta entre estudantes, profissionais e comunidade fortalece o cuidado integral e reafirma a relevância das práticas de extensão no desenvolvimento de respostas efetivas às necessidades reais da população atendida.
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