O IMPACTO DAS TELAS NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E EMOCIONAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202508311240


Renata Balado Duarte1
Cláudia Carvalho de Almeida Cavalcante2


RESUMO

Nas últimas décadas, o avanço acelerado das tecnologias digitais transformou profundamente as dinâmicas familiares, sociais e educacionais. Crianças da primeira infância, devido às fases do desenvolvimento cognitivo, emocional e social, estão cada vez mais expostas ao uso de telas desde os primeiros anos de vida. Considerando o avanço das tecnologias e as mudanças nas relações humanas, especialmente após o advento da pandemia de COVID-19, tornou-se ainda mais urgente refletir sobre o papel das telas na vida das crianças nessa faixa etária. O presente estudo tem como objetivo geral compreender como o uso excessivo de telas digitais durante a primeira infância pode impactar o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças, buscando evidenciar de que maneira essa exposição interfere na formação de vínculos afetivos, no aprendizado, na atenção, no comportamento e nas habilidades sociais no cotidiano infantil. A abordagem adotada foi qualitativa, com base em pesquisas bibliográficas e exploratórias. Foram selecionadas fontes publicadas entre 2018 e 2025, preferencialmente indexadas em bases científicas reconhecidas, como Scielo, Pubmed, Google Acadêmico, CAPES, e periódicos relevantes nas áreas de psicologia, pedagogia, neurociência e desenvolvimento infantil. Espera-se que a análise das evidências disponíveis na literatura científica permita não apenas identificar os riscos associados ao uso excessivo de telas, mas também propor diretrizes para um uso mais consciente e equilibrado das tecnologias digitais por crianças na primeira infância. A relevância deste estudo está em compreender, com base em evidências científicas, de que maneira o uso excessivo de telas impacta o desenvolvimento infantil e como estabelecer parâmetros para um uso mais consciente e equilibrado das tecnologias digitais. Além de contribuir para o avanço do conhecimento na área, este trabalho oferece subsídios teóricos e práticos capazes de fundamentar políticas públicas, orientar famílias e educadores, e apoiar intervenções clínicas voltadas à promoção do bem-estar e da saúde mental das crianças na primeira infância.

Palavras-chaves: Terapia Cognitivo-Comportamental; Ansiedade Generalizada; Infância; Saúde Mental; Reestruturação Cognitiva.

ABSTRACT:

In recent decades, the rapid advancement of digital technologies has profoundly transformed family, social, and educational dynamics. Children in early childhood, due to their cognitive, emotional, and social developmental stages, are increasingly exposed to screen use from their earliest years. This study aims to understand how excessive use of digital screens during early childhood may impact children’s emotional and cognitive development, particularly regarding the formation of emotional bonds, learning processes, attention, behavior, and social skills in daily life.A qualitative approach was adopted, based on bibliographic and exploratory research. Sources were selected from publications between 2018 and 2025, preferably indexed in recognized scientific databases such as SciELO, PubMed, Google Scholar, CAPES, and peer-reviewed journals relevant to psychology, education, neuroscience, and child development. Considering the accelerated integration of technologies into human relationships—especially following the COVID-19 pandemic—critical reflection on the role of screens in young children’s lives has become increasingly urgent. This study seeks not only to identify the potential risks associated with excessive screen use but also to propose guidelines for a more mindful and balanced engagement with digital technologies in early childhood.

Keywords: Digital Technologies; Early Childhood; Cognitive Development; Emotional Development; Screen Time.

1. INTRODUÇÃO:

O avanço acelerado do uso das tecnologias digitais transformou profundamente as dinâmicas familiares, sociais e educacionais das crianças na primeira infância. Essa realidade tem despertado crescente atenção da comunidade científica, que busca compreender os efeitos excessivos na exposição precoce dentro do desenvolvimento infantil.

Diversos estudos apontam que a exposição excessiva a dispositivos digitais, especialmente durante os primeiros anos de vida, influência de forma significativa o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. Essa fase, marcada por intensas transformações e pela aquisição de habilidades fundamentais, exige uma variedade de estímulos e interações humanas que nem sempre são proporcionados pelo uso prolongado das tecnologias digitais. Nesse contexto, torna-se essencial compreender os impactos dessa prática, a fim de promover o uso consciente das telas e preservar o desenvolvimento saudável das crianças.

De acordo com Vygotsky (2001), o desenvolvimento infantil é um processo dinâmico e complexo, no qual aspectos cognitivos, emocionais e sociais se inter-relacionam ao longo do tempo. Já para Skinner (1953), a abordagem comportamental considera que o desenvolvimento é fortemente influenciado pelo ambiente e pelas interações sociais, reforçando a importância do contexto na formação de comportamentos e habilidades.

Diversos estudos evidenciam que o reforço positivo ou negativo de determinados estímulos exerce papel essencial no desenvolvimento infantil. Contudo, o uso excessivo de telas têm comprometido esse processo, reduzindo o tempo destinado a experiências fundamentais para a aprendizagem, como o brincar, a exploração ativa do ambiente e as interações sociais presenciais.

No cotidiano infantil, há crescente preocupação, por parte da comunidade científica, de educadores, profissionais da saúde e famílias, em compreender como o período que vai do nascimento até os seis anos de idade constitui uma fase crucial para o desenvolvimento humano. Essa etapa é marcada pela intensa plasticidade cerebral e pelo ritmo acelerado de aquisição de competências cognitivas, emocionais e sociais. As experiências vividas nesse período desempenham papel determinante na construção da subjetividade, no desenvolvimento das habilidades sociais e na estruturação da cognição.

Nesse contexto, é necessário analisar a influência das tecnologias digitais no desenvolvimento infantil. Estudos recentes apontam que a exposição excessiva às telas está associada a atrasos na linguagem, dificuldades de atenção, maior irritabilidade, prejuízos na interação social, alterações comportamentais e comprometimento da autorregulação emocional. Esses impactos afetam negativamente a capacidade da criança de lidar com frustrações, estabelecer vínculos afetivos e desenvolver empatia.

Assim, este estudo busca compreender, de forma aprofundada, os efeitos do uso excessivo de telas sobre o desenvolvimento cognitivo e emocional na primeira infância. A análise das evidências disponíveis na literatura científica visa não apenas identificar os riscos associados a essa prática, mas também propor diretrizes para o uso mais consciente e equilibrado das tecnologias digitais. Espera-se, ainda, oferecer subsídios teóricos e práticos para orientar políticas públicas, ações educativas e intervenções clínicas voltadas à promoção de um desenvolvimento infantil saudável.

Considerando o cenário atual de crescente digitalização das relações humanas, torna-se imprescindível fomentar uma discussão crítica, pautada em evidências científicas, sobre os limites e as possibilidades do uso de tecnologias digitais por crianças na primeira infância.

A primeira infância representa um período crítico do desenvolvimento humano, caracterizado por intensa plasticidade cerebral e pela rápida aquisição de competências cognitivas, emocionais e sociais. Nessa etapa, as experiências vivenciadas pela criança exercem papel determinante na construção de sua subjetividade, na formação de vínculos afetivos e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

2. O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E EMOCIONAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA

De acordo com Nobre et al. (2021), a infância é um período em que o desenvolvimento neuropsicomotor, cognitivo e emocional constitui a base para experiências que estimulam a interação, a exploração do ambiente e o aprendizado social. A exposição excessiva às telas compete com essas atividades essenciais, limitando oportunidades de brincadeiras livres e interações presenciais — práticas indispensáveis para o desenvolvimento da linguagem, da regulação emocional e das funções cognitivas. Embora as tecnologias digitais ofereçam benefícios, como o maior acesso a recursos educacionais, os potenciais prejuízos associados ao uso excessivo, sobretudo em idades precoces, têm sido alvo de crescente preocupação científica.

O desenvolvimento emocional na primeira infância é um processo fundamental, pois influencia diretamente a forma como a criança compreende, expressa e regula suas emoções ao longo da vida. Conforme Souza (2023), essa fase é marcada por intensas transformações neuropsicológicas, que desempenham papel central no amadurecimento afetivo e na construção das bases para as competências socioemocionais futuras.

Lima (2020) reforça que o vínculo com os cuidadores, a qualidade das interações sociais e o ambiente no qual a criança está inserida são fatores determinantes para o desenvolvimento de competências emocionais, como empatia, autorregulação e segurança emocional. Interações positivas e consistentes contribuem para a formação de uma base afetiva sólida, essencial ao equilíbrio emocional ao longo da vida.

De forma complementar, Gonçalves et al. (2024) ressalta que as experiências emocionais vivenciadas na infância moldam significativamente o comportamento futuro e influenciam diretamente o desempenho cognitivo e social. A ausência de estímulos afetivos adequados pode ocasionar atrasos no desenvolvimento emocional, manifestando-se em dificuldades de relacionamento, baixa autoestima e comportamentos desregulados, comprometendo a adaptação da criança a diferentes contextos sociais e escolares.

3. A RELAÇÃO ENTRE EMOÇÕES E O USO DE TECNOLOGIAS

Com o avanço das tecnologias digitais, a infância contemporânea passou a ser marcada pelo uso frequente de dispositivos eletrônicos, o que tem gerado preocupações quanto aos efeitos emocionais da exposição precoce e excessiva às telas.

Ferreira et al. (2025) destacam que o uso de telas durante atividades rotineiras, como a alimentação, reduz a interação olho no olho e empobrece as experiências emocionais que envolvem a troca afetiva. Nesse sentido, Martins et al. (2024) aponta que o tempo excessivo diante das telas pode interferir negativamente na regulação emocional das crianças, uma vez que limita a vivência de situações reais que demandam empatia, frustração e resolução de conflitos.

Além disso, Freitas et al. (2025) reforçam que a exposição prolongada a conteúdos digitais está associada ao desenvolvimento de comportamentos impulsivos, ansiedade e alterações no sono, fatores que afetam diretamente o equilíbrio emocional infantil. Esses achados evidenciam que a interação com telas deve ser cuidadosamente monitorada, considerando seu impacto potencial no bem-estar e no desenvolvimento emocional das crianças na primeira infância. Diversas pesquisas têm se debruçado sobre os efeitos do uso de dispositivos digitais no desenvolvimento infantil. 

De acordo com De Araújo et al. (2024), existe uma relação direta entre o uso intensivo de telas e o comprometimento das funções executivas, tais como atenção, memória de trabalho e controle inibitório. Essa disfunção compromete tanto o desenvolvimento cognitivo quanto o emocional, considerando que tais funções são essenciais para a aprendizagem e a autorregulação comportamental.

Gomes et al. (2024) afirmam que o uso não mediado das tecnologias digitais está associado a atrasos no desenvolvimento da linguagem e na capacidade de resolução de problemas. 

Nascimento, Rocha e Domingues (2024) alertam que os impactos emocionais também são significativos, incluindo maior prevalência de irritabilidade, instabilidade emocional e dificuldades de socialização.

4. ESTUDOS SOBRE DISTRAÇÃO, REGULAÇÃO EMOCIONAL E HABILIDADES SOCIAIS E O USO DE TELAS NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Estudos indicam que o uso frequente de telas pode afetar a atenção sustentada e prejudicar a capacidade de concentração em tarefas escolares e nas interações sociais (COSTA, 2024). Lima et al. (2023) observaram que crianças expostas precocemente às telas tendem a apresentar maior dificuldade em lidar com frustrações e em desenvolver empatia, comprometendo assim suas habilidades sociais.

Segundo Souza e Fernandes (2024), o excesso de estímulos audiovisuais pode sobrecarregar o sistema nervoso infantil, dificultando o processo de autorregulação emocional. Essa condição se manifesta em comportamentos de agitação, dependência de estímulos externos e intolerância ao tédio. Em contrapartida, Santos et al. (2024) destacam que crianças que utilizam tecnologias de forma moderada e supervisionada apresentam melhor desempenho nas interações interpessoais e maior autocontrole.

A exposição a telas na primeira infância tem se tornado um fenômeno global. Almeida et al. (2024) relatam que crianças entre 0 e 5 anos passam, em média, de 2 a 4 horas por dia diante de dispositivos digitais, superando o tempo recomendado por organizações de saúde. Um estudo conduzido por Vasconcelos et al. (2023) revelou que 85% das crianças brasileiras com menos de seis anos utilizam telas diariamente, muitas desde os primeiros meses de vida.

Santos et al. (2025) complementam que esse contato precoce, frequentemente sem a mediação de adultos, representa um risco para o desenvolvimento saudável, especialmente em contextos familiares com menor escolaridade ou acesso limitado a informações sobre o uso responsável das tecnologias digitais.

Briet e Polastri (2024), enfatizam que a exposição descontrolada às telas pode comprometer a aprendizagem de normas sociais, o desenvolvimento da linguagem e a aquisição de habilidades cognitivas complexas.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante das evidências discutidas ao longo deste trabalho, torna-se evidente que o uso de telas na primeira infância deve ser abordado com cautela, responsabilidade e consciência crítica. Embora as tecnologias digitais ofereçam benefícios quando utilizadas de forma orientada e educativa, o uso excessivo e sem supervisão tem se mostrado prejudicial ao desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças.

Os estudos revisados demonstram que a exposição prolongada às telas está associada a atrasos no desenvolvimento da linguagem, prejuízos na atenção, dificuldades de autorregulação emocional e comprometimento das habilidades sociais. Além disso, a substituição de experiências reais e interativas por estímulos digitais afeta diretamente a formação de vínculos afetivos e o amadurecimento psíquico durante os primeiros anos de vida, fase considerada sensível e decisiva para o desenvolvimento humano.

É fundamental, portanto, que famílias, educadores e profissionais da saúde estejam atentos às recomendações sobre o uso de dispositivos eletrônicos por crianças pequenas. Estratégias como a mediação parental ativa, o incentivo a brincadeiras ao ar livre, a promoção de interações sociais significativas e a criação de rotinas equilibradas podem reduzir os impactos negativos e favorecer um desenvolvimento mais saudável e integral.

Conclui-se que o debate sobre o uso de telas na primeira infância não se limita à proibição ou à aceitação irrestrita, mas requer uma abordagem educativa, preventiva e baseada em evidências científicas, que considere o bem-estar da criança em sua totalidade — emocional, cognitiva, física e social.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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