REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601140843
Sebastiana Tamyres Queiroz de Abreu1
Amanda da Silva Furtado2
RESUMO
O mieloma múltiplo é uma neoplasia hematológica caracterizada pela proliferação clonal de plasmócitos malignos na medula óssea, associada a manifestações sistêmicas que impactam significativamente a morbimortalidade e a qualidade de vida dos pacientes. Nas últimas décadas, avanços no entendimento da fisiopatologia da doença possibilitaram o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas, incluindo imunomoduladores, inibidores de proteassoma, anticorpos monoclonais e terapias celulares avançadas. Essas inovações contribuíram para o aumento das taxas de resposta, prolongamento da sobrevida e melhor controle da progressão da doença. Paralelamente, a avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde tornou-se um desfecho fundamental, considerando os efeitos adversos, a cronicidade do tratamento e as limitações funcionais impostas aos pacientes. Nesse contexto, o presente artigo analisa as principais terapias utilizadas no manejo do mieloma múltiplo, com ênfase nas novas estratégias terapêuticas e em seus impactos na qualidade de vida. Conclui-se que o tratamento do mieloma múltiplo deve ir além da eficácia clínica, incorporando uma abordagem integral, humanizada e centrada no paciente, visando melhores desfechos clínicos e funcionais.
Palavras-chave: Mieloma múltiplo; Novas terapias; Qualidade de vida.
ABSTRACT
Multiple myeloma is a hematological neoplasm characterized by the clonal proliferation of malignant plasma cells in the bone marrow, associated with systemic manifestations that significantly impact morbidity, mortality, and the quality of life of patients. In recent decades, advances in understanding the pathophysiology of the disease have enabled the development of new therapeutic approaches, including immunomodulators, proteasome inhibitors, monoclonal antibodies, and advanced cell therapies. These innovations have contributed to increased response rates, prolonged survival, and better control of disease progression. Simultaneously, the assessment of health-related quality of life has become a fundamental outcome, considering adverse effects, the chronicity of treatment, and the functional limitations imposed on patients. In this context, this article analyzes the main therapies used in the management of multiple myeloma, with emphasis on new therapeutic strategies and their impact on quality of life. It concludes that the treatment of multiple myeloma should go beyond clinical efficacy, incorporating a comprehensive, humanized, and patient-centered approach, aiming for better clinical and functional outcomes.
Keywords: Multiple myeloma; New therapies; Quality of life.
1 INTRODUÇÃO
O mieloma múltiplo é uma neoplasia hematológica caracterizada pela proliferação clonal de plasmócitos na medula óssea, resultando na produção de imunoglobulinas monoclonais e em manifestações sistêmicas como anemia, lesões ósseas, insuficiência renal e imunodeficiência (HARTH et al., 2025; ARÊDES et al., 2024). Trata-se de uma doença considerada incurável, porém tratável, com evolução clínica bastante heterogênea.
Nas últimas décadas, o tratamento do mieloma múltiplo passou por transformações significativas, impulsionadas pelo avanço do conhecimento fisiopatológico e pelo desenvolvimento de terapias-alvo e imunoterapias (TASSE, 2024; SEVERINO et al., 2023). Esses progressos contribuíram para o aumento expressivo da sobrevida global e livre de progressão.
Paralelamente ao ganho em sobrevida, ampliou-se a preocupação com a qualidade de vida relacionada à saúde, uma vez que o tratamento é prolongado e frequentemente associado a eventos adversos relevantes (DE MIRANDA DRUMMOND et al., 2022; FONSECA, 2025). Assim, a avaliação terapêutica passou a considerar não apenas eficácia, mas também tolerabilidade e impacto funcional.
Diante desse cenário, este artigo tem como objetivo analisar as novas abordagens terapêuticas no mieloma múltiplo e discutir seus impactos na qualidade de vida dos pacientes, com base em evidências científicas recentes.
2. REFERENCIAL TEÓRICO
2.1 Fisiopatologia do mieloma múltiplo
A fisiopatologia do mieloma múltiplo está associada à proliferação clonal descontrolada de plasmócitos neoplásicos na medula óssea, os quais produzem imunoglobulinas monoclonais ou cadeias leves livres. Esses produtos anômalos são responsáveis por diversas manifestações clínicas sistêmicas, incluindo alterações ósseas, hematológicas e renais, caracterizando a complexidade da doença (TASSE, 2024; RAUBER; AMÂNCIO, 2023).
O crescimento de células neoplásicas promove profunda modificação do microambiente medular, com liberação de citocinas inflamatórias e fatores de crescimento. Essa interação favorece a sobrevivência tumoral e contribui para a resistência terapêutica, tornando o mieloma múltiplo uma doença biologicamente ativa e dinâmica (TASSE, 2024).
A ativação exacerbada dos osteoclastos e a inibição da atividade osteoblástica resultam em desequilíbrio do metabolismo ósseo. Como consequência, surgem lesões ósseas líticas, fraturas patológicas e dor óssea persistente, que impactam diretamente a funcionalidade e a qualidade de vida dos pacientes (HARTH et al., 2025).
A infiltração da medula óssea compromete a produção normal das células sanguíneas. Esse processo leva ao desenvolvimento de anemia, trombocitopenia e leucopenia, aumentando o risco de fadiga intensa, sangramentos e infecções recorrentes (ARÊDES et al., 2024).
Outro mecanismo relevante é a produção excessiva de cadeias leves imunoglobulínicas, que podem se depositar nos túbulos renais. Esse acúmulo leva à lesão renal progressiva e à insuficiência renal, uma das principais complicações associadas ao pior prognóstico no mieloma múltiplo (OLIVEIRA, 2025).
Além disso, alterações citogenéticas e moleculares, como deleções cromossômicas e translocações específicas, influenciam diretamente a agressividade tumoral e a resposta ao tratamento. A identificação dessas alterações permite a estratificação de risco e fundamenta a adoção de terapias personalizadas (TASSE, 2024).
2.2 Perfil epidemiológico e impacto do mieloma múltiplo
O mieloma múltiplo é uma neoplasia que acomete predominantemente indivíduos idosos, com maior incidência a partir da sexta década de vida. Estudos apontam discreto predomínio no sexo masculino, embora a doença afete ambos os gêneros de forma significativa (RESENDE et al., 2024; RAUBER; AMÂNCIO, 2023).
No contexto brasileiro, dados epidemiológicos demonstram crescimento progressivo no número de casos diagnosticados ao longo dos últimos anos. Esse aumento está relacionado ao envelhecimento populacional e à ampliação do acesso a métodos diagnósticos mais sensíveis e específicos (RESENDE et al., 2024).
Apesar dos avanços diagnósticos, persistem importantes desigualdades regionais no acesso aos serviços de saúde e às terapias de alto custo. Essas disparidades impactam diretamente a sobrevida e os desfechos clínicos dos pacientes, especialmente no sistema público de saúde (CASTELHANO, 2023).
O diagnóstico tardio ainda é uma realidade frequente e está associado à apresentação clínica mais grave. Muitos pacientes são diagnosticados apenas após o surgimento de fraturas patológicas, dor óssea intensa ou insuficiência renal, o que compromete o prognóstico inicial (RAUBER; AMÂNCIO, 2023).
Além das repercussões físicas, o mieloma múltiplo exerce impacto psicossocial significativo. O tratamento prolongado, as limitações funcionais e as hospitalizações frequentes afetam a autonomia, a vida profissional e o convívio social dos pacientes (DE MIRANDA DRUMMOND et al., 2022).
Nesse sentido, o conhecimento do perfil epidemiológico da doença é fundamental para o planejamento de políticas públicas e estratégias de cuidado integral, visando reduzir desigualdades e melhorar a qualidade da assistência prestada.
2.3 Terapias convencionais e práticas atuais
O tratamento convencional do mieloma múltiplo baseia-se em esquemas combinados que incluem inibidores de proteassoma, imunomoduladores e corticosteroides. Essas estratégias visam reduzir a carga tumoral, controlar sintomas e prolongar a sobrevida dos pacientes (DE MACEDO et al., 2024).
O protocolo VCD, composto por bortezomibe, ciclofosfamida e dexametasona, é amplamente utilizado como terapia de indução. Estudos demonstram taxas satisfatórias de resposta inicial, especialmente em pacientes recém-diagnosticados (DA COSTA et al., 2023).
A introdução da talidomida representou um avanço significativo no tratamento do mieloma múltiplo, apesar de seus efeitos adversos. Quando comparada a esquemas mais antigos, essa droga contribuiu para melhora da sobrevida e da qualidade de vida relacionada à saúde (DE MIRANDA DRUMMOND et al., 2022).
O transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas permanece como padrão terapêutico para pacientes elegíveis. Essa abordagem permite maior controle da doença e prolongamento do tempo de remissão, especialmente quando realizada após boa resposta à indução (TAKAKUWA, 2024).
Entretanto, as terapias convencionais estão associadas a toxicidades relevantes, como neuropatia periférica, mielossupressão e maior risco de infecções. Esses efeitos exigem monitoramento contínuo e ajustes terapêuticos individualizados (SILVA, 2024).
Dessa forma, embora eficazes, as práticas convencionais demandam integração com novas abordagens terapêuticas para otimizar resultados e reduzir impactos negativos ao paciente.
2.4 Novas terapias e avanços tecnológicos
O desenvolvimento de anticorpos monoclonais marcou uma nova era no tratamento do mieloma múltiplo. O daratumumabe, por exemplo, demonstrou capacidade de promover respostas profundas e duradouras, mesmo em pacientes com doença avançada (MORAES et al., 2025; SEVERINO et al., 2023).
A incorporação da avaliação da doença residual mínima (DRM) trouxe importante avanço na personalização do tratamento. A negatividade da MRD está associada a melhor prognóstico e maior sobrevida livre de progressão (MORAES et al., 2025).
As terapias celulares com células T CAR representam uma das inovações mais promissoras no cenário atual. Estudos indicam altas taxas de resposta em pacientes com mieloma múltiplo recidivante ou refratário (SANTANA, 2024; FERREIRA; STROPARO, 2025).
Ensaios clínicos com CAR-T anti-CD19 e outros alvos demonstram eficácia significativa, embora ainda existam desafios relacionados à toxicidade, como a síndrome de liberação de citocinas e neurotoxicidade (TRENTINI; MENDES; OLIVEIRA, 2024).
Outro entrave importante refere-se ao alto custo dessas terapias e ao acesso restrito, especialmente em países em desenvolvimento. Essa realidade limita a aplicabilidade ampla dessas inovações (SANTOS, 2023).
Ainda assim, as novas terapias representam um avanço substancial rumo à medicina personalizada, com potencial de transformar o prognóstico do mieloma múltiplo.
2.5 Qualidade de vida e abordagem integral
A qualidade de vida relacionada à saúde tornou-se um desfecho central no manejo do mieloma múltiplo, especialmente diante da cronicidade da doença e da prolongada duração do tratamento (CASTELHANO, 2023).
Eventos adversos a medicamentos, como fadiga, neuropatia e distúrbios gastrointestinais, impactam diretamente a adesão terapêutica e o bem-estar dos pacientes. O monitoramento desses efeitos é essencial para a continuidade do tratamento (FONSECA, 2025).
Estudos recentes têm investigado abordagens complementares, como o uso de probióticos, com o objetivo de reduzir efeitos colaterais e melhorar o equilíbrio imunológico durante o tratamento oncológico (BRITO et al., 2024).
A reconciliação medicamentosa e o acompanhamento farmacoterapêutico desempenham papel fundamental na prevenção de interações medicamentosas e na redução de eventos adversos, contribuindo para maior segurança do paciente (SILVA, 2024).
O cuidado multidisciplinar, envolvendo equipe médica, enfermagem, farmacêuticos, fisioterapeutas e apoio psicológico, é essencial para atender às múltiplas demandas desses pacientes.
Assim, o tratamento do mieloma múltiplo deve integrar controle da doença, redução de toxicidades e promoção da qualidade de vida, assegurando cuidado contínuo, humanizado e centrado no paciente.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise da literatura evidencia que a incorporação de novas terapias, como anticorpos monoclonais e terapias celulares, promoveu aumento significativo das taxas de resposta e da sobrevida global em pacientes com mieloma múltiplo. Esses avanços representam uma mudança expressiva no curso natural da doença, anteriormente marcada por prognóstico reservado (MORAES et al., 2025; SANTANA, 2024).
Os anticorpos monoclonais, em especial o daratumumabe, demonstraram capacidade de induzir respostas profundas quando associados a esquemas terapêuticos convencionais. Essa combinação potencializa o controle da carga tumoral e reduz a progressão da doença, inclusive em pacientes com múltiplas linhas prévias de tratamento (SEVERINO et al., 2023; DE MACEDO et al., 2024).
Outro aspecto relevante refere-se à introdução da avaliação da doença residual mínima como marcador prognóstico. Pacientes que alcançam negatividade de MRD apresentam maior sobrevida livre de progressão e menor risco de recaídas, consolidando esse parâmetro como ferramenta essencial na prática clínica contemporânea (MORAES et al., 2025).
A negatividade da MRD também está associada à redução da carga sintomática, como dor óssea e fadiga, refletindo positivamente na qualidade de vida relacionada à saúde. Dessa forma, a profundidade da resposta terapêutica passou a ser um fator determinante não apenas para o prognóstico, mas também para o bem-estar do paciente (CASTELHANO, 2023).
As terapias celulares com células T CAR emergem como alternativa promissora para pacientes com mieloma múltiplo recidivante ou refratário. Estudos recentes demonstram altas taxas de resposta, mesmo em cenários de doença avançada e resistente às terapias convencionais (SANTANA, 2024; FERREIRA; STROPARO, 2025).
Apesar da eficácia, essas terapias estão associadas a eventos adversos relevantes, como síndrome de liberação de citocinas e neurotoxicidade. Esses efeitos exigem monitoramento intensivo e infraestrutura especializada, o que limita sua ampla aplicabilidade (TRENTINI; MENDES; OLIVEIRA, 2024).
Outro desafio importante refere-se ao custo elevado das terapias inovadoras, que impacta diretamente o acesso, especialmente em sistemas públicos de saúde. A desigualdade no acesso compromete a equidade do cuidado e reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à incorporação tecnológica sustentável (CASTELHANO, 2023).
Além disso, a toxicidade cumulativa dos tratamentos prolongados pode comprometer a adesão terapêutica e a funcionalidade dos pacientes. Eventos adversos como neuropatia periférica, mielossupressão e fadiga persistente continuam sendo obstáculos relevantes no manejo clínico (FONSECA, 2025).
Nesse contexto, o cuidado multidisciplinar assume papel central na otimização dos resultados terapêuticos. A atuação integrada de médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais de saúde contribui para o manejo adequado dos efeitos adversos e para a promoção da qualidade de vida (SILVA, 2024).
Por fim, os resultados analisados demonstram que a integração entre eficácia terapêutica, segurança e atenção centrada no paciente é fundamental para o sucesso do tratamento do mieloma múltiplo. O avanço científico, aliado a estratégias de cuidado integral, representa o caminho mais promissor para a melhoria dos desfechos clínicos e funcionais dessa população.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os avanços terapêuticos no tratamento do mieloma múltiplo modificaram de forma significativa a evolução clínica da doença, permitindo maior controle da progressão e aumento da sobrevida dos pacientes. O desenvolvimento de novas estratégias farmacológicas e imunoterapias ampliou as possibilidades de manejo, reduzindo a agressividade do curso clínico e tornando o tratamento mais eficaz ao longo do tempo.
A consolidação de abordagens terapêuticas mais modernas evidenciou a necessidade de individualização do tratamento, considerando as características biológicas da doença e as condições clínicas de cada paciente. Essa personalização contribui para escolhas terapêuticas mais adequadas, favorecendo melhores respostas e reduzindo a ocorrência de complicações associadas ao tratamento prolongado.
Entretanto, o enfrentamento do mieloma múltiplo não se limita ao controle da carga tumoral. A doença e seu tratamento impõem desafios físicos, emocionais e funcionais que impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes, exigindo atenção contínua às limitações impostas pela cronicidade e pelos efeitos adversos das terapias.
Nesse contexto, a adoção de uma abordagem integral torna-se fundamental, envolvendo não apenas o tratamento medicamentoso, mas também o suporte multiprofissional. O acompanhamento contínuo, o manejo adequado das complicações e o suporte psicossocial são elementos essenciais para garantir maior adesão terapêutica e bem-estar ao longo do tratamento.
Dessa forma, o manejo do mieloma múltiplo deve transcender a busca pela eficácia terapêutica isolada, incorporando estratégias voltadas à humanização do cuidado, à melhoria da qualidade de vida e à ampliação do acesso às terapias. Essa abordagem integrada possibilita desfechos mais positivos e sustentáveis, centrados nas necessidades reais do paciente.
REFERÊNCIAS
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1Médica – tamyresqueiroz@live.com
2Médica Orientadora – amandas_furtado@hotmail.com
