EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO PRÉ-NATAL E O EMPODERAMENTO DA GESTANTE: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202511302133


Shirley Andrade de Oliveira1; Tatianne Souza dos Santos2; Luana Cristina Alves Silva do Patrocinio3; Adyla Amanda Costa de Souza4; Stefani Gisele Bastos Dornas5; Edicarla Torres6; Carla Nogueira Soares7


RESUMO – Este artigo tem como objetivo analisar a importância da educação em saúde no pré-natal como  instrumento de empoderamento da gestante, destacando o papel do enfermeiro na Estratégia Saúde da  Família. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, desenvolvida a partir da análise de  artigos científicos, livros e documentos do Ministério da Saúde publicados entre 2015 e 2025. Observou-se  que a educação em saúde é uma prática essencial para promover o protagonismo da mulher no processo  gestacional, fortalecendo sua autonomia, autoconfiança e capacidade de tomada de decisões sobre o  cuidado consigo e com o bebê. O estudo evidencia que o enfermeiro é um agente fundamental na promoção  do empoderamento feminino por meio de ações educativas que valorizam o diálogo, o acolhimento e o  vínculo entre gestante e equipe de saúde. Conclui-se que a educação em saúde no pré-natal é uma  estratégia eficaz para melhorar a qualidade da assistência e contribuir para uma maternidade mais  consciente e segura.  

PALAVRAS-CHAVE: Educação em saúde. Pré-natal. Empoderamento da gestante. Enfermagem.  Estratégia Saúde da Família.  

ABSTRACT – This article aims to analyze the importance of health education in prenatal care as an  instrument for empowering pregnant women, highlighting the role of nurses in the Family Health Strategy.  This is qualitative bibliographic research, developed from the analysis of scientific articles, books, and  documents from the Ministry of Health published between 2015 and 2025. It was observed that health  education is an essential practice to promote women’s protagonism in the gestational process, strengthening  their autonomy, self-confidence, and capacity for decision-making regarding their own care and that of their  baby. The study shows that nurses are fundamental agents in promoting female empowerment through  educational actions that value dialogue, welcoming, and the bond between pregnant women and the health  team. It concludes that health education in prenatal care is an effective strategy to improve the quality of  care and contribute to a more conscious and safe motherhood.  

KEYWORDS: Health education. Prenatal care. Women’s empowerment. Nursing. Family Health Strategy 

INTRODUÇÃO  

O período gestacional constitui um momento de intensas transformações físicas,  emocionais e sociais na vida da mulher, exigindo acompanhamento contínuo e  orientações adequadas quanto ao cuidado materno e neonatal. Nesse contexto, o  pré-natal assume papel fundamental, atuando não apenas na prevenção de complicações,  mas também na promoção da saúde e do bem-estar da gestante e do bebê (BRASIL,  2013; NASCIMENTO et al., 2021).  

A educação em saúde destaca-se como estratégia essencial nesse processo, uma  vez que contribui para que a mulher compreenda as mudanças corporais, reconheça as  fases do desenvolvimento fetal e adote práticas de autocuidado. Diversos autores  apontam que ações educativas qualificadas favorecem o protagonismo feminino,  fortalecendo sua autonomia e sua capacidade de tomada de decisão ao longo da  gestação (FALKENBERG et al., 2014; COSTA; ALMEIDA; PEREIRA, 2022; SILVA;  NASCIMENTO, 2020).  

Contudo, apesar dos avanços nas políticas públicas direcionadas à saúde da  mulher e da ampliação das iniciativas de educação em saúde no pré-natal, observa-se  que muitas gestantes ainda enfrentam dificuldades de acesso à informação, baixa adesão  às consultas e reduzida participação nas decisões relacionadas ao próprio corpo e ao  parto (ALBUQUERQUE, 2024; BRASIL, 2022). Além disso, pesquisas apontam que parte  das mulheres apresenta limitações na compreensão e na aplicação das orientações  recebidas, o que pode comprometer o autocuidado e a continuidade do acompanhamento  gestacional (DE MELO et al., 2021; SOUZA; LIMA, 2021).  

Essas dificuldades podem estar relacionadas à forma como as práticas educativas  são conduzidas pelos profissionais de saúde, frequentemente baseadas em um modelo  biomédico e pouco participativo, que restringe o diálogo e não valoriza a experiência e o  conhecimento prévio das gestantes. Estudos evidenciam que a adoção de metodologias  dialógicas, humanizadas e centradas na educação popular pode ampliar o engajamento  das mulheres, fortalecendo sua capacidade de decisão e contribuindo para o  empoderamento durante o pré-natal (CAVACA et al., 2025; GOMES; MELO, 2015;  JARDIM et al., 2019; SOUZA et al., 2022). 

Através desse cenário, emerge a seguinte questão norteadora desta pesquisa: de  que maneira as ações de educação em saúde desenvolvidas durante o pré-natal  contribuem para o empoderamento da gestante, favorecendo autonomia,  autocuidado e protagonismo no processo gestacional?  

Diante deste questionamento, presume-se que a implementação de ações efetivas  de educação em saúde durante o pré-natal, conduzidas de forma humanizada e  participativa pelo enfermeiro e pela equipe da Estratégia Saúde da Família, possa  contribuir significativamente para o empoderamento da gestante, favorecendo sua  autonomia, a adoção de práticas de autocuidado e a melhoria dos desfechos maternos e neonatais. Face a essa hipótese, o objetivo deste estudo é analisar a importância  da educação em saúde no pré-natal como instrumento de empoderamento da gestante,  com ênfase no papel do enfermeiro na Estratégia Saúde da Família.  

Dessa forma, a relevância deste estudo está em destacar a importância da  educação em saúde como ferramenta fundamental para o empoderamento da gestante  durante o pré-natal. Ao compreender melhor as transformações do seu corpo, os  cuidados necessários e os direitos relacionados à gestação e ao parto, a mulher torna-se  mais confiante e capaz de participar ativamente das decisões sobre sua saúde e a do  bebê. Ademais, o tema também contribui para a valorização do papel do enfermeiro e da  equipe da Atenção Básica na promoção de práticas educativas humanizadas e centradas  na gestante. Assim, esta pesquisa bibliográfica busca fortalecer a reflexão sobre  estratégias que qualifiquem o cuidado pré-natal, reduzam riscos maternos e neonatais e  promovam a autonomia e o protagonismo feminino no processo gestacional.  

2. REFERENCIAL TEÓRICO  

2.1 Educação em saúde: conceitos e práticas  

A educação em saúde é um processo contínuo que visa promover o conhecimento  e o autocuidado das pessoas, estimulando a reflexão sobre hábitos e comportamentos  relacionados à saúde (CAVACA et al., 2025). No contexto da atenção básica, ela assume  papel central, pois possibilita que o usuário do sistema de saúde participe ativamente das  ações de prevenção e promoção de saúde. 

De acordo com o Ministério da Saúde (BRASIL, 2022), as práticas de educação  em saúde devem envolver profissionais comprometidos com a promoção e a prevenção,  gestores que apoiem essas ações e a população como participante ativa na construção  de conhecimentos e na ampliação da autonomia nos cuidados individuais e coletivos. No  entanto, apesar dessa concepção integrada, ainda há uma considerável distância entre o  discurso institucional e a efetivação prática dessas diretrizes (FALKENBERG et al., 2014).  A educação em saúde deve ser construída de forma participativa, valorizando o diálogo  e os saberes populares, o que torna o aprendizado mais significativo e eficaz (GOMES;  PIMENTEL DE MELO, 2015).  

2.2 O pré-natal como espaço de cuidado e acolhimento  

O pré-natal é uma das principais ações da atenção básica à saúde e tem como  objetivo acompanhar a gestação desde o início, prevenindo complicações e garantindo  um parto seguro (BRASIL, 2013). Além dos exames e avaliações clínicas, esse momento  deve ser aproveitado como espaço de escuta e orientação.  

O enfermeiro, dentro da Estratégia Saúde da Família (ESF), é um  profissional chave nesse processo, pois atua na consulta de enfermagem, nas atividades  educativas e na criação de vínculo com a gestante. O acolhimento e a comunicação  empática fortalecem a confiança e facilitam a adesão ao pré-natal (SILVA; NASCIMENTO,  2020).  

Corroborando com tal afirmação, um estudo realizado em 2021 por um grupo de  pesquisadores revelou que a qualidade da consulta de enfermagem está diretamente  relacionada ao domínio técnico do profissional, à sua capacidade de acolher e demonstrar  interesse pela gestante, fatores que contribuem para a criação de um ambiente de  confiança e para a continuidade do acompanhamento pré-natal (NASCIMENTO et al.,  2021).  

2.3 Empoderamento da gestante: autonomia e protagonismo  

O empoderamento feminino pode ser compreendido como o processo pelo qual a  mulher passa a reconhecer seu valor, direitos e capacidade de decisão (SOUZA; LIMA,  2021). No contexto do pré-natal, o empoderamento se traduz na autonomia da gestante  para compreender e participar das escolhas que envolvem sua saúde e a do bebê. 

O empoderamento da gestante envolve uma relação dialógica entre os  profissionais de saúde e a mulher, baseada na comunicação, na negociação e no  reconhecimento de suas potencialidades e condições socioeconômicas. Esse processo  também requer autonomia do enfermeiro, que deve dominar e compartilhar informações  de forma acessível (JARDIM; SILVA; FONSECA, 2019). Assim, o empoderamento  representa um processo de conquista e superação, possibilitando que a gestante se torne  protagonista do seu cuidado e participe ativamente das decisões relacionadas ao parto e  à sua saúde.  

É importante mencionar aqui sobre a violência obstétrica, uma realidade que,  lamentavelmente, ainda existente no sistema de saúde, esse tipo de violência representa  uma grave violação dos direitos das mulheres, manifestando-se por meio de práticas  desumanizadas, falta de informação, negligência e desrespeito durante o parto. A  superação desse problema requer não apenas mudanças estruturais nos serviços de  saúde, mas também o fortalecimento do empoderamento da gestante.  

Nesse sentido, estratégias educativas no pré-natal, como a construção do plano  de parto, o fortalecimento do vínculo entre gestante e equipe de saúde e o incentivo à  autonomia, são fundamentais para reduzir situações de violência obstétrica (SOUZA et  al., 2022). Quando a mulher é informada sobre seus direitos, compreende o processo de  parto e se sente acolhida, ela se torna mais confiante para participar das decisões sobre  seu corpo e seu parto. Assim, o empoderamento atua como uma ferramenta de proteção e transformação, promovendo uma experiência mais respeitosa, segura e humanizada  no nascimento.  

2.4 Desafios e perspectivas da educação em saúde no pré-natal  

Apesar dos avanços nas políticas públicas, ainda existem muitos desafios que  dificultam a efetividade da educação em saúde no pré-natal, como a sobrecarga de  trabalho dos profissionais, limitações de tempo nas consultas e barreiras culturais  (COSTA et al., 2022). Uma pesquisa realizada em 2021 revelou que a qualidade da  assistência pré-natal depende não apenas do atendimento clínico, mas também da  integração dos diversos serviços de saúde que atendem mãe, neonato e pai, organizados  em Redes de Atenção à Saúde, garantindo acesso oportuno a cuidados de qualidade (DE  MELO et al., 2021). 

Neste contexto, é relevante destacar que o cuidado multidisciplinar desempenha  papel fundamental em diversos setores, como saúde, educação e assistência social, ao  reunir profissionais de diferentes áreas para atender de forma integrada às necessidades  de indivíduos e comunidades (ALBUQUERQUE, 2024).  

Para superar os desafios identificados na educação em saúde no pré-natal, é  fundamental investir em estratégias que promovam a organização e integração dos  serviços de saúde, garantindo que profissionais disponham de tempo adequado para  realizar atendimentos de qualidade, na capacitação contínua da equipe multiprofissional  e a implementação de protocolos que facilitem o trabalho colaborativo para reduzir a  sobrecarga e otimizar o atendimento. Também, é essencial considerar as barreiras  culturais das gestantes, adotando abordagens educativas sensíveis às diversidades  sociais e culturais, e fortalecendo o vínculo entre a equipe de saúde e a comunidade.  

3. METODOLOGIA  

Trata-se de uma revisão de artigos bibliográficos, de abordagem qualitativa,  elaborada a partir da análise de produções científicas publicadas entre 2015 e 2025.  Foram consultadas bases de dados como SciELO, LILACS e Google Acadêmico, além  de documentos do Ministério da Saúde.  

Foram incluídos estudos que abordam a educação em saúde no pré-natal, o  empoderamento da gestante e o papel do enfermeiro na atenção básica. Foram excluídos  trabalhos que tratam apenas de aspectos clínicos ou técnicos do pré-natal, sem enfoque  educativo.  

A análise dos dados foi realizada por meio da leitura crítica dos materiais  selecionados, categorizando os principais temas e evidências sobre a contribuição da  educação em saúde para o empoderamento da gestante.  

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO  

A análise dos estudos evidenciou que a educação em saúde no pré-natal  desempenha papel central na qualificação do cuidado e na promoção do protagonismo  da gestante. Os trabalhos consultados mostram que as ações educativas conduzidas pelos profissionais de enfermagem ampliam o acesso das gestantes a informações  relevantes, fortalecem a compreensão sobre mudanças corporais e orientam sobre  práticas de autocuidado ao longo da gestação.  

Neste contexto, observa-se que o processo educativo favorece a construção de  um vínculo mais sólidos entre equipe de saúde e gestante, aspecto apontado como  fundamental para a continuidade do acompanhamento. As ações educativas realizadas  pelos enfermeiros contribuem para o vínculo entre equipe e usuária, gerando confiança.  

Os estudos identificaram que o empoderamento da gestante no pré-natal está  associado a melhores resultados maternos e neonatais, pois mulheres mais informadas  tendem a adotar comportamentos de autocuidado e buscar assistência de forma precoce  e contínua (SANTOS; SILVA, 2021).  

Entretanto, a literatura destaca que o modelo biomédico ainda é predominante em  alguns serviços, limitando o espaço de fala das gestantes. Assim, é necessário que os  profissionais adotem uma postura mais educativa, participativa e humanizada,  valorizando o diálogo e o respeito à individualidade de cada mulher.  

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS  

A educação em saúde no pré-natal é fundamental para o empoderamento da  gestante, pois proporciona conhecimento, segurança e autonomia diante das  transformações da gravidez. O enfermeiro, por estar mais próximo da comunidade e das  gestantes, tem papel essencial nesse processo, atuando como educador, orientador e  facilitador do cuidado.  

Conclui-se que o fortalecimento das práticas educativas na atenção básica é  essencial para garantir uma assistência pré-natal humanizada, participativa e centrada  na mulher, promovendo não apenas a saúde física, mas também o protagonismo e a  dignidade feminina.  

REFERÊNCIAS  

ALBUQUERQUE, Conceição Pereira Silva de. Educação em saúde: possibilidades e  desafios na atuação dos enfermeiros no pré-natal de gestantes adolescentes. 2024. 

Relatório de defesa (Mestrado Profissional em Saúde e Tecnologia no Espaço Hospitalar)  – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.  

BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: atenção ao pré-natal de  baixo risco. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2013.  

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Popular em Saúde.  Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2022.  

CAVACA, Aline Guio; OLIVEIRA, Isabella Moura de; BOLDRINI, Tatiany Volker; ELIAS,  Flávia Tavares Silva; KÖPTCKE, Luciana Sepúlveda; VIANA, Claudemir Edson.  Educomunicação e saúde coletiva no Brasil: uma revisão de escopo. Saúde em Debate,  Rio de Janeiro, v. 49, n. 145, e9908, abr./jun. 2025.  

COSTA, L. M.; ALMEIDA, R. S.; PEREIRA, F. C. Educação em saúde e o empoderamento  da gestante na atenção básica. Revista de Enfermagem e Saúde Pública, v. 9, n. 2, p.  55–63, 2022.  

DE MELO, V. S. G.; GOMES, E. N. F.; SILVA, E. A.; RODRIGUES, L. M. S.; SILVA, G.  S. V.; SILVA, C. M. S. D. Os desafios dos enfermeiros para realização do pré-natal na  Estratégia de Saúde da Família. Revista Pró-UniverSUS, v. 12, n. 2, supl., p. 02–09,  jul./dez. 2021.  

FALKENBERG, Mirian Benites; MENDES, Thais de Paula Lima; MORAES, Eliane  Pedrozo de; SOUZA, Elza Maria de. Educação em saúde e educação na saúde: conceitos  e implicações para a saúde coletiva. Ciência & Saúde Coletiva, v. 19, n. 3, p. 847–852,  2014.  

GOMES, Leandra Macedo de Araújo; MELO, Mônica Cecília Pimentel de. Práticas  populares de cuidado: percepção de gestantes em uma unidade de saúde de Petrolina PE. Espaço para a Saúde, v. 16, n. 3, p. 53–63, 2015. DOI: 10.22421/15177130- 2015v16n3p53. Disponível em: https://espacoparasaude.fpp.edu.br/index.php/espacosaude/article/view/396. Acesso  em: 2 nov. 2025.  

JARDIM, M. J. A.; SILVA, A. A.; FONSECA, L. M. B.; et al. Contribuições do enfermeiro  no pré-natal para a conquista do empoderamento da gestante. Revista Fund Care  Online, v. 11, n. esp., p. 432–440, 2019.  DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2019.v11i2.432-440. 

NASCIMENTO, D. da S.; NASCIMENTO, D. da S.; SILVA, V. F. de A.; BELARMINO, C.  M. V.; LAGO, V. C. A. L. P. Assistência de enfermagem ao pré-natal na atenção básica:  uma revisão integrativa. Revista Artigos. Com, v. 27, p. e7219, 26 abr. 2021.  

SANTOS, A. L.; SILVA, M. R. Empoderamento feminino e atenção pré-natal: uma revisão  integrativa. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 74, n. 3, 2021. 

SILVA, T. R.; NASCIMENTO, G. P. O papel do enfermeiro na educação em saúde durante  o pré-natal. Revista Ciência Cuidar e Saúde, v. 19, n. 1, p. 1–10, 2020.  

SOUZA, M. E.; LIMA, F. C. Autonomia e empoderamento feminino na assistência prénatal.  Revista Saúde em Foco, v. 11, n. 4, p. 28–36, 2021.  

SOUZA, Tainá Pereira e; SANTOS, Maria Victória de Almeida; CORGOZINHO, Viviane  Aparecida; OLIVEIRA, Maila Martins; ALMEIDA, Camila Souza de; SOUZA, Débora  Aparecida Silva. Empoderamento da gestante contra a violência obstétrica. Research,  Society and Development, v. 11, n. 6, e27611629100, 2022.


1Centro Universitário Anhanguera de Marabá. Docente e-mail: shirleyam.itupiranga10@gmail.com
2Centro Universitário Anhanguera de Marabá. Docente e-mail:tatiannedosantos@gmail.com
3Centro Universitário Anhanguera de Marabá. Docente e-mail: lua555.lc@gmail.com
4Centro Universitário Anhanguera de Marabá. Docente e-mail: amandacostasecund@gmail.com
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