COBERTURA VACINAL INFANTIL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: ANÁLISE TEMPORAL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (2012–2022)

CHILD VACCINATION COVERAGE IN PRIMARY HEALTH CARE: A TEMPORAL ANALYSIS IN THE STATE OF RIO DE JANEIRO (2012–2022)

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202601311957


Marina Helena Dias da Silva; Emmanuelle Martins Justino Andrade; Ana Beatriz Menezes Abelheira; Virgínia Valiate Gonzalez; ⁠Ludmyla Luz Feitosa; Julia Antunes do Nascimento Viana; Raissa Quintanilha Fontes; Davi Silveira Guerra; Juliana Carvalho Bacellar; Maria de Fátima Gonçalves Enes


Resumo:

 Introdução: Analisa-se a cobertura vacinal infantil no RJ. Materiais e método: Estudo ecológico, observacional e descritivo, com dados do DATASUS (2012–2022). Discussão: Observou-se queda progressiva, acentuada após 2019. Conclusão: Evidencia-se a necessidade de fortalecer a Atenção Primária à Saúde e a imunização infantil.

Palavras-chave: Cobertura vacinal; Saúde da criança; Atenção Primária à Saúde

Abstract:

Introduction: This study analyzes childhood vaccination coverage in Rio de Janeiro. Materials and Methods: Ecological, observational, and descriptive study using data from DATASUS (2012–2022). Discussion: A progressive decline was observed, particularly after 2019. Conclusion: The findings highlight the need to strengthen Primary Health Care and childhood immunization.

Keywords: Vaccination coverage; Child health; Primary Health Care

Introdução

A vacinação infantil constitui uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), exercendo papel fundamental na redução da morbimortalidade infantil. A imunização sistemática, iniciada nos primeiros meses de vida, contribuiu de forma decisiva para o controle e a erradicação de diversas doenças imunopreveníveis, como poliomielite, sarampo, rubéola, hepatite B e coqueluche, que historicamente apresentavam elevadas taxas de adoecimento e mortalidade na população pediátrica. Assim, a vacinação configura-se como uma das intervenções de maior impacto em saúde pública ao longo das últimas décadas.

Além da proteção individual, a vacinação desempenha papel essencial na manutenção da imunidade coletiva, uma vez que a elevada cobertura vacinal reduz a circulação de agentes infecciosos na comunidade. Esse mecanismo proporciona proteção indireta a indivíduos que não podem ser vacinados, como crianças imunocomprometidas ou com contraindicações clínicas, ampliando os benefícios da imunização para toda a população. Dessa forma, a vacinação infantil representa não apenas uma ação de cuidado individual, mas também uma estratégia de proteção coletiva e equidade em saúde, especialmente em países de baixa e média renda (PALMIERI et al., 2023).

No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) destaca-se como uma das mais relevantes políticas públicas de saúde, sendo responsável pela oferta gratuita e universal de um calendário vacinal abrangente, desde o nascimento até a adolescência. A atuação do PNI, integrada à Atenção Primária à Saúde, tem sido determinante para o controle de doenças infecciosas e para a promoção da imunidade de grupo, contribuindo significativamente para a melhoria dos indicadores de saúde infantil no país (ARAUJO et al., 2022).

Nesse contexto, a Estratégia Saúde da Família (ESF) assume papel central na manutenção das coberturas vacinais, por meio do acompanhamento contínuo das famílias, da realização de visitas domiciliares e das ações de educação em saúde. A atuação próxima dos profissionais da ESF possibilita a identificação de atrasos vacinais, o fortalecimento do vínculo com a comunidade e a orientação adequada aos pais e responsáveis. Evidências apontam que municípios com maior cobertura da ESF apresentam melhores indicadores de vacinação infantil, além da redução de custos relacionados a internações e tratamentos de doenças imunopreveníveis (SILVA et al., 2024).

Apesar do histórico exitoso da vacinação no Brasil, nos últimos anos observou-se uma redução nas coberturas vacinais infantis, especialmente após o período da pandemia de COVID-19. Fatores como a interrupção de serviços de saúde, dificuldades logísticas, disseminação de informações falsas e aumento da hesitação vacinal contribuíram para a queda na adesão ao calendário vacinal. Estudos apontam redução significativa na cobertura de vacinas essenciais, como a tríplice viral e a BCG, inclusive em áreas urbanas, evidenciando a necessidade de fortalecimento das estratégias de comunicação e acesso aos serviços de saúde (SILVA et al., 2025).

No estado do Rio de Janeiro, a evolução da cobertura vacinal infantil tem sido motivo de preocupação, especialmente diante de contextos de desigualdade social, violência urbana e fragilidades na infraestrutura dos serviços de saúde. Embora o estado tenha alcançado elevados índices de vacinação nas décadas de 1990 e início dos anos 2000, a partir de 2010 observou-se uma tendência de declínio, influenciada por fatores como desinformação, dificuldades de acesso às unidades de saúde e vulnerabilidade socioeconômica. A circulação de informações falsas sobre a segurança das vacinas, aliada às barreiras territoriais e sociais, compromete a adesão das famílias ao calendário vacinal, sobretudo em áreas periféricas e de maior vulnerabilidade (RIBEIRO et al., 2020; CAMPOS et al., 2019; OLIVEIRA et al., 2021; ALMEIDA et al., 2019).

Diante desse cenário, torna-se fundamental analisar a evolução da cobertura vacinal em crianças menores de cinco anos no estado do Rio de Janeiro, a fim de compreender as tendências temporais e subsidiar estratégias de fortalecimento da Atenção Primária à Saúde e da Estratégia Saúde da Família, visando à ampliação da imunização infantil e à proteção da saúde coletiva.

Objetivos

Objetivo geral: Analisar a evolução da cobertura vacinal de imunobiológicos do calendário básico infantil no estado do Rio de Janeiro, no período de 2012 a 2022.

Objetivos específicos:

  • Descrever a evolução temporal da cobertura vacinal dos imunobiológicos BCG, Pentavalente, Poliomielite, Tríplice Viral (1ª dose) e Pneumocócica (1ª dose) no estado do Rio de Janeiro.
  • Identificar períodos de maior redução da cobertura vacinal ao longo dos anos analisados.
  • Analisar a cobertura vacinal infantil no contexto da Atenção Primária à Saúde, considerando o impacto do período pandêmico.
  • Discutir os possíveis impactos da redução da cobertura vacinal na saúde coletiva.

Metodologia

Trata-se de um estudo ecológico, observacional e descritivo, de abordagem quantitativa, realizado a partir de dados secundários provenientes do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), especificamente do sistema TABNET, disponibilizado pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS). 

Foram analisados dados de cobertura vacinal referentes aos imunobiológicos BCG, Pentavalente, Poliomielite, Tríplice Viral (1ª dose) e Pneumocócica (1ª dose), no estado do Rio de Janeiro, no período de 2012 a 2022. Os dados foram organizados por ano de registro, considerando a unidade da federação selecionada. Ressalta-se que a cobertura vacinal apresentada pelo DATASUS se refere à população-alvo definida para cada imunobiológico, não sendo possível a estratificação por faixa etária no sistema utilizado. A análise dos dados foi realizada de forma descritiva, por meio da avaliação das tendências temporais das coberturas vacinais ao longo do período estudado.

Por se tratar de um estudo com dados secundários, de domínio público, sem identificação de indivíduos e acessados por meio de bases oficiais do Sistema Único de Saúde, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa, conforme preconiza a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde.

Resultados

Os dados analisados estão apresentados na Tabela 1, que evidencia uma tendência geral de redução da cobertura vacinal dos imunobiológicos do calendário básico infantil no estado do Rio de Janeiro ao longo do período de 2012 a 2022. Observa-se que, até meados da década de 2010, a maioria das vacinas apresentava coberturas elevadas, frequentemente acima da meta preconizada de 95%. No entanto, a partir de 2016–2017, inicia-se um movimento de queda progressiva, com redução mais acentuada a partir de 2019, especialmente durante o período pandêmico.

A cobertura da vacina Tríplice Viral apresentou valores elevados e estáveis entre 2012 e 2016, mantendo-se acima da meta, com pico observado em 2014. A partir de 2017, verificou-se redução da cobertura, que se intensificou entre 2019 e 2020, ano que concentrou a maior queda da série histórica. No período de 2020 a 2022, os valores permaneceram significativamente abaixo da meta, sem recuperação até o final do período analisado.

Em relação à vacina Pneumocócica, observou-se crescimento gradual da cobertura entre 2012 e 2015, ainda abaixo da meta de 95%. Apenas nos anos de 2016 e 2017 a cobertura atingiu valores iguais ou superiores à meta. A partir de 2018, iniciou-se uma queda contínua, com reduções acentuadas entre 2019 e 2020. Durante o período pandêmico, a cobertura manteve-se persistentemente baixa, variando em torno de 59% a 63%, sem evidência de recuperação até 2022.

A vacina Poliomielite apresentou coberturas elevadas entre 2012 e 2015. Contudo, a partir de 2016, observou-se queda progressiva, com valores abaixo da meta em todos os anos subsequentes. As reduções mais expressivas ocorreram entre 2015 e 2016, 2018 e 2019, e 2019 e 2020. No período pandêmico, as coberturas permaneceram inferiores a 60%, sem recuperação ao longo dos anos analisados.

A cobertura da vacina Pentavalente apresentou comportamento distinto no início da série, com valor extremamente baixos em 2012, seguido de crescimento expressivo entre 2013 e 2016, atingindo a meta nos anos de 2015 e 2016. A partir de 2017, iniciou-se queda gradual, com redução abrupta entre 2018 e 2019. Entre 2019 e 2022, os valores permaneceram estagnados em patamares reduzidos, variando entre aproximadamente 56% e 58%, sem retorno à meta.

A vacina BCG manteve coberturas elevadas e estáveis entre 2012 e 2018, sempre acima da meta preconizada. Entretanto, a partir de 2019, observou-se queda significativa, com reduções importantes em 2020 e manutenção de valores abaixo da meta até 2022, apesar de discreta recuperação no último ano analisado.

De forma geral, todas as vacinas apresentaram redução importante da cobertura a partir de 2019, com ponto crítico em 2020. Nenhum dos imunobiológicos analisados retornou à meta de 95% até 2022. Destacam-se as vacinas Poliomielite e Pentavalente, que mantiveram coberturas persistentemente baixas após 2019, e a Pneumocócica, que já apresentava histórico de cobertura insuficiente mesmo antes do período pandêmico. Esse padrão evidencia fragilização das ações de imunização no estado ao longo dos últimos anos.

Tabela 1 – Evolução da cobertura vacinal (%) por imunobiológico no estado do Rio de Janeiro, 2012–2022.

Discussão

Os dados coletados evidenciam redução progressiva da cobertura vacinal infantil no estado do Rio de Janeiro ao longo do período analisado, com declínio mais acentuado a partir de 2019 e manutenção de valores abaixo da meta preconizada de 95% até 2022. Esse achado está em consonância com estudos nacionais que apontam tendência de queda das coberturas vacinais no Brasil na última década, especialmente após o período pandêmico, afetando imunobiológicos essenciais do calendário infantil (PALMIERI et al., 2023; SILVA et al., 2025).

A análise temporal demonstrou que, até meados da década de 2010, a maioria das vacinas apresentava coberturas elevadas e compatíveis com as metas estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). No entanto, a partir de 2016–2017, observou-se redução gradual das coberturas, com queda abrupta em 2020. Esse comportamento coincide com evidências descritas na literatura, que associam a redução da vacinação infantil a fatores como fragilização dos serviços de saúde, dificuldades logísticas, disseminação de informações falsas e aumento da hesitação vacinal (RIBEIRO et al., 2020; ALMEIDA et al., 2019).

O impacto da pandemia de COVID-19 mostrou-se particularmente relevante, uma vez que todas as vacinas analisadas apresentaram importante redução da cobertura a partir de 2020, sem recuperação adequada até 2022. Estudos indicam que, durante esse período, houve interrupção ou reorganização dos serviços de Atenção Primária à Saúde, redução da busca por atendimentos preventivos e priorização de ações emergenciais, o que contribuiu para o acúmulo de esquemas vacinais incompletos na população infantil (SILVA et al., 2024). Esse cenário reforça a vulnerabilidade das ações de imunização frente a crises sanitárias de grande magnitude.

Destacam-se, entre os imunobiológicos analisados, as vacinas Poliomielite e Pentavalente, que apresentaram coberturas persistentemente baixas após 2019, e a Pneumocócica, que já demonstrava valores insuficientes mesmo antes do período pandêmico. Esses achados são particularmente preocupantes, uma vez que a redução da cobertura dessas vacinas compromete a imunidade coletiva e aumenta o risco de reintrodução de doenças previamente controladas, como a poliomielite, conforme alertado em estudos recentes sobre o cenário nacional (PALMIERI et al., 2023; ARAÚJO et al., 2022).

No contexto da Atenção Primária à Saúde, a Estratégia Saúde da Família desempenha papel fundamental na manutenção das coberturas vacinais, por meio do acompanhamento longitudinal das famílias, da busca ativa de crianças com vacinação em atraso e das ações de educação em saúde. Evidências demonstram que territórios com maior cobertura da ESF apresentam melhores indicadores de imunização infantil, além de maior capacidade de resposta frente a situações de vulnerabilidade social (SILVA et al., 2024). Assim, a queda observada nas coberturas vacinais pode refletir não apenas os efeitos da pandemia, mas também desafios estruturais e organizacionais da APS, especialmente em contextos de desigualdade social.

No estado do Rio de Janeiro, fatores como vulnerabilidade socioeconômica, dificuldades de acesso aos serviços de saúde e circulação de informações falsas sobre vacinas podem ter contribuído para a redução da adesão ao calendário vacinal, conforme apontado por estudos prévios realizados no território fluminense (CAMPOS et al., 2019; OLIVEIRA et al., 2021). Esses aspectos reforçam a necessidade de estratégias integradas que articulem fortalecimento da APS, qualificação das equipes de saúde e ampliação das ações de comunicação e educação em saúde.

Dessa forma, os achados deste estudo corroboram a literatura ao evidenciar tendência de queda da cobertura vacinal infantil e destacam a importância do fortalecimento contínuo das ações de imunização no âmbito da Atenção Primária à Saúde. A recuperação das coberturas vacinais exige investimento em políticas públicas sustentáveis, reestruturação dos serviços e estratégias que promovam a confiança da população no Programa Nacional de Imunizações, visando à proteção da saúde coletiva e à prevenção de doenças imunopreveníveis.

Além disso, os achados deste estudo reforçam a necessidade de estratégias interdisciplinares para o fortalecimento das ações de imunização na Atenção Primária à Saúde, envolvendo não apenas profissionais da saúde, mas também gestores, educadores e a comunidade. A integração entre vigilância em saúde, comunicação social, educação em saúde e gestão dos serviços é fundamental para o enfrentamento da queda das coberturas vacinais, especialmente em contextos de desinformação e hesitação vacinal. Nesse sentido, a atuação da Estratégia Saúde da Família mostra-se central para a retomada da confiança da população e para a ampliação do acesso às ações de imunização infantil.

Este estudo apresenta algumas limitações que devem ser consideradas na interpretação dos resultados. Por tratar-se de uma análise baseada em dados secundários provenientes do DATASUS, está sujeito a possíveis inconsistências nos registros, subnotificação ou superestimação das coberturas vacinais, decorrentes de falhas no preenchimento dos sistemas de informação. Além disso, a impossibilidade de estratificação por faixa etária no sistema utilizado limita análises mais específicas da população infantil. O delineamento ecológico também não permite estabelecer relações causais, restringindo-se à análise de tendências temporais em nível populacional. Apesar dessas limitações, o uso de bases oficiais e de abrangência estadual confere robustez aos achados e relevância para o planejamento e avaliação das ações de imunização na Atenção Primária à Saúde.

Conclusão

Em suma, o foco deste trabalho residiu na análise da evolução da cobertura vacinal de imunobiológicos do calendário básico infantil no estado do Rio de Janeiro, no período de 2012 a 2022. Os resultados demonstraram redução progressiva das coberturas vacinais ao longo da série histórica, com queda mais acentuada a partir de 2019 e agravamento durante o período pandêmico, sem recuperação adequada até o final do período analisado.

A partir desse levantamento observou-se que, embora a maioria das vacinas tenha apresentado coberturas satisfatórias até meados da década de 2010, nenhuma delas atingiu a meta preconizada de 95% entre 2020 e 2022. Destacam-se as vacinas Poliomielite e Pentavalente, que permaneceram em níveis persistentemente baixos, além da Pneumocócica, que apresentou cobertura insuficiente mesmo antes da pandemia. Esses achados sinalizam aumento do risco epidemiológico para o ressurgimento de doenças imunopreveníveis previamente controladas.

Os resultados reforçam o papel central da Atenção Primária à Saúde e da Estratégia Saúde da Família na organização das ações de imunização, no acompanhamento das famílias e na identificação de atrasos vacinais. A fragilização observada nas coberturas vacinais evidencia a necessidade de fortalecimento das ações de vigilância, busca ativa, educação em saúde e ampliação do acesso aos serviços, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade social.

Dessa forma, conclui-se que a retomada e o fortalecimento das estratégias de imunização na Atenção Primária à Saúde são fundamentais para a recuperação das coberturas vacinais e para a proteção da saúde coletiva, sendo imprescindível o investimento contínuo em políticas públicas que garantam a confiança da população, a equidade no acesso e a sustentabilidade do Programa Nacional de Imunizações.

REFERÊNCIAS:

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