ALEITAMENTO MATERNO: A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

BREASTFEEDING: THE IMPORTANCE OF NURSING CARE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202511302244


Milena Camila Braz1
Guilherme Luís Nascimento Quintiliano2
Caroline Foster Medeiros3
Isabela do Nascimento Martins4
Laurirrane Guido Lopes5
Eline Andréia Monteiro6


Resumo 

O aleitamento materno garante nutrição, proteção e vínculo, reduz doenças e fortalece mãe e  filho. Recomendado pela OPAS/OMS, exige apoio do enfermeiro com orientações, estratégias  educativas e suporte profissional, promovendo continuidade e bem-estar materno-neonatal. A  amamentação favorece nutrição, vínculo e desenvolvimento saudável, prevenindo doenças  físicas e emocionais. Reconhecida academicamente, fortalece imunidade, laços familiares e  funções cognitivas, refletindo em qualidade de vida, desempenho e promoção da saúde,  justificando sua relevância social. Analisar a importância da enfermagem na conscientização  sobre aleitamento materno na atenção primária de saúde. O leite materno previne doenças e  promove desenvolvimento saudável. A “Golden Hour” estimula a amamentação precoce.  Enfrentando desafios, exige apoio da enfermagem, políticas públicas e educação em saúde,  garantindo benefícios físicos, emocionais e sociais para mãe, bebê e sociedade. Apresentou-se  o estudo como quantitativo, descritivo e transversal, realizado com 20 puérperas em unidades  de saúde, aplicando questionários e palestras, analisando riscos, benefícios, dados demográficos  e respeitando princípios éticos. 

Palavras-chaves: Aleitamento materno. Assistência de enfermagem. Saúde materno-infantil.  Educação em saúde. Apoio à amamentação.

ABSTRACT 

Breastfeeding ensures nutrition, protection and bonding, reduces diseases and strengthens  mother and child. Recommended by PAHO/WHO, it requires nurse support with guidance,  educational strategies and professional support, promoting continuity and maternal-neonatal  well-being. Breastfeeding favors nutrition, bonding and healthy development, preventing  physical and emotional diseases. Academically recognized, it strengthens immunity, family ties  and cognitive functions, reflecting on quality of life, performance and health promotion,  justifying its social relevance. Analyze the importance of nursing in breastfeeding awareness in  primary health care. Breast milk prevents diseases and promotes healthy development. “Golden  Hour” stimulates early breastfeeding. Facing challenges, it requires support from nursing,  public policies and health education, ensuring physical, emotional and social benefits for  mother, baby and society. The study was presented as quantitative, descriptive and transversal,  carried out with 20 puerperals in health units, applying questionnaires and lectures, analyzing  risks, benefits, demographic data and respecting ethical principles. 

Keywords: Breastfeeding. Nursing care. Maternal and child health. Health education.  Breastfeeding support. 

1. INTRODUÇÃO 

O aleitamento materno favorece o desenvolvimento infantil, fortalece o vínculo mãe filho e oferece proteção, reduzindo riscos de depressão pós-parto, além de prevenir doenças  cardiovasculares e metabólicas (Takemoto et al., 2023). 

É fundamental para a amamentação na saúde materno-infantil, garantindo nutrientes  essenciais ao desenvolvimento. A OPAS/OMS recomenda amamentação na primeira hora de  vida, exclusiva até os 6 meses e complementar até os 2 anos (HAAS et al., 2021). 

A enfermagem tem um papel essencial no ciclo puerperal, atuando na prevenção,  promoção e assistência, orientando sobre aleitamento no pré-natal, incentivando a  amamentação precoce e acompanhando no pós-parto para sua manutenção (Martins et al.,  2024).

Tem como objetivo, analisar a importância da enfermagem na conscientização sobre  aleitamento materno na atenção primária de saúde. 

A amamentação é essencial no âmbito acadêmico, social e profissional, trazendo  benefícios cognitivos, emocionais e físicos para a criança, fortalecendo vínculos familiares,  prevenindo doenças e promovendo saúde coletiva, qualidade de vida e desenvolvimento. 

O aleitamento materno, portanto, vai além da nutrição, ele é um pilar essencial para o  desenvolvimento criança, refletindo também na saúde da mãe. Sua relevância é reconhecida  como prática de impacto permanente na vida individual e na sociedade. Assim, compreender,  apoiar e valorizar a amamentação é investir em saúde, qualidade de vida e no futuro, garantindo  benefícios duradouros para toda a comunidade. 

2. REFERENCIAL TEÓRICO 

2.1 A Importância do Aleitamento Materno para o Desenvolvimento do Bebê 

A primeira hora de vida do recém-nascido é chamado de “Golden Hour”, conhecida  como “hora dourada”, demanda que os profissionais de saúde se orientem de possíveis riscos a  sobrevivência do bebê, dando um atendimento e cuidados adequados, com essas práticas ressalta-se o primeiro contato pele a pele entre mãe e filho, promovendo a regulação da  temperatura corporal, dando maior estabilidade nas funções cardiorrespiratórias, tendo menor  chance de queda glicêmica, o que facilita na diminuição do tempo de internação da criança  (Monteiro et al., 2022). Já as mães, estimulam o fortalecimento do vínculo com o bebê e a  amamentação por meio do reflexo de sucção e facilita no alívio da ansiedade causada no período  gestacional (Monteiro et al., 2022). 

Durante a gestação, o corpo da mulher passa por diversas mudanças, principalmente a  mama por conta de uma grande quantidade de hormônios, assim, os alvéolos desempenham um  papel muito importante na produção do colostro, ou seja, o primeiro leite produzido que acaba  sendo essencial nesse processo (Leite, 2010). Com isso, ocorre uma redução nos níveis  hormonais após o nascimento do bebê, o que estimula a prolactina para liberação do leite  materno (Leite, 2010).  

Compreende-se que a amamentação é mais que nutrir o bebê, é um desempenho que estimula  o vínculo entre a mãe e o filho, oferecendo afeto, proteção e conexão para o recém-nascido  (Mota, 2017). A nutrição do leite materno é essencial para os desenvolvimentos saudáveis dos lactentes e principalmente para a imunidade no primeiro ano de sua vida, período de grande  importância para a saúde da criança (Mota, 2017).  

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha que o leite materno seja de  forma exclusiva até os seis meses de vida do bebê, após esse período, é recomendado a inclusão  de outros alimentos na dieta da criança, dando continuidade a amamentação com a alimentação,  conforme os desejos nutricionais e deixando fortalecer o organismo da criança (Almeida;  Sousa, 2018).  

É evidente a percepção da importância do aleitamento materno tanto para o lactente  quanto para a mãe, proporcionando benefícios para ambos (Silva et al., 2020). O leite materno  é rico em nutrientes e traz diversas vantagens, incluindo o fortalecimento do sistema  imunológico do lactente, principalmente nos primeiros dias de vida, quando o bebê está mais  suscetível a infecções, assim o leite materno se torna um aliado importante na defesa da saúde  do recém-nascido (Silva et al., 2020).  

2.2 Os Benefícios do Aleitamento Materno  

Conforme os benefícios da amamentação, atuante na nutrição, psicossocial e  imunológico do recém-nascido, trata-se de uma assistência maior de toda equipe da saúde,  principalmente o enfermeiro, que deve integrar a essas funções no seu trabalho, colocando em prática a promoção, orientação e o apoio a amamentação (Antunes et al., 2008).  

Com a redução do desmame, estão trazendo muitos efeitos positivos para realidade de  hoje, ao perceber os bons resultados dos incentivos à amamentação, os profissionais de saúde  tornam-se motivados a aprimorar seus conhecimentos, aperfeiçoando as práticas, as novas  estratégias para favorecer ainda mais o aleitamento materno (Pereira, 2010).  

Os benefícios vinculados ao aleitamento materno são abrangentes e profundamente  significativos, tanto para a mãe quanto para o bebê pois, entre os principais aspectos corporais  mais relevantes, destacam-se diversas mudanças que afetam diretamente o corpo, como por  exemplo a aceleração do processo de involução uterina, a redução das chances de uma nova  gestação a curto prazo, a reconstituição corporal da mulher no pós-parto, além de prevenção  de câncer de mama e colo uterino, doenças crônicas e diabetes tipo II e para o recém-nascido,  também tem seus benefícios, assim como o leite materno que oferece todos os nutrientes  essenciais para um crescimento saudável, hidratação ideal, entre várias outras proteção  imunológicas (Lustosa, 2020) 

Dessa maneira, torna-se possível compreender que o leite materno é benéfico ao  nutriente mais adequado e seguro para a criança, proporcionando impactos notáveis na  diminuição da mortalidade infantil e gerando uma praticidade para mãe, como a ausência da  necessidade de se levantar durante a madrugada para aquecer mamadeiras, ou até mesmo de  constituir uma vantagem econômica, especialmente para famílias de baixa renda, sendo que o  aleitamento não influencia em custos financeiros (Carvalho; Passos, 2021).  

2.3 As Dificuldades Encontradas para Amamentar  

No século XXI, um dos principais desafios para manter a amamentação é o retorno ao  trabalho, intensificado pela dor do mamilo, as fissuras, dores nas mamas, ou até mesmo de um  parto traumático que se manifesta como os principais obstáculos enfrentados pelas lactantes  (Urbanetto et al., 2018).  

No Brasil, a duração do Aleitamento Materno Exclusivo (AME) até os seis meses está  associada à participação da mulher no mercado de trabalho, sendo que a licença maternidade  assegura apenas quatro meses após o nascimento, com o fim desse período, o aleitamento  materno pode ser seguido, principalmente quando se um apoio familiar ou quando o ambiente  profissional, auxiliando nas condições para a amamentação (Rodrigues et al., 2022). Vale  ressaltar que o enfrentamento e não comprometimento dos direitos legais das mulheres por  conta de situações desagradáveis como no ambiente profissional e o mesmo no educacional,  por várias vezes não oferecerem suportes adequados para o esvaziamento do leite materno ou  para o alívio das mamas, não só isso, mas também as lactantes enfrentam dificuldades como o  cansaço físico, locomoções de trabalho, ausência de creches acessíveis e pouco auxílio familiar  nas rotinas de casa (Rodrigues et al., 2022).  

Sendo assim, é essencial que a grávida tenha o desejo de amamentar e tenha também a  orientação e o apoio, é importante o acompanhamento dos pais e até mesmo dos avós, para que  tenham conhecimentos em ajudarem e apoiarem uma amamentação mais satisfatória (Ubanetto  et al., 2018).  

2.4 Fatores de Proteção e o Aleitamento Materno 

O leite materno é muito nutritivo e tem condições de suprir às necessidades alimentares  do bebê nos primeiros seis meses de vida até o primeiro ano, ainda oferece cerca de 75% das  proteínas que o lactente precisa, e após esse período segue sendo uma das fontes de proteínas na alimentação na vida infantil, por ser repleto em vitaminas, minerais, gorduras e açúcares  (Margotti; Margotti, 2017).  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2015), o aleitamento materno pode prevenir  muitas mortes de crianças abaixo dos cinco anos por fatores que podem ser evitados no mundo  inteiro, por isso que a amamentação tem uma consequência muito significativa para diminuição  da mortalidade infantil nessa faixa etária. Mesmo a prática do aleitamento materno ter elevado  no Brasil nos últimos anos, apenas um terço das mães que preservam a prática do aleitamento  exclusivo até os seis meses de vida do bebê.  

Conforme anteriormente exposto, com a perspectiva materna, representa como uma  experiência única e enriquecedora, por ser associada a fatores protetores, essa experiência pode  12 favorecer e despertar um sentimento benéficos, como superação e satisfação, levando em  conta toda dificuldade efetiva enfrentada pelas puérperas e por toda rede de apoio (Prokopenko,  Sala; Pazin 2020). 

2.5 A Importância da Enfermagem no Aleitamento Materno  

O aleitamento materno exclusivo (AME) constitui uma questão de grande importância  na saúde pública em escala mundial, ou seja, o profissional de enfermagem exerce um papel  essencial na educação e promoção de saúde, sobretudo no âmbito da atenção primária, com a  responsabilidade de orientar e acompanhar gestantes de forma contínua durante o pré-natal,  dando sequência no período do puerpério e até mesmo nos primeiros seis meses de vida do  lactente (Lima, 2020). 

A assistência que passa a ser prestada pela equipe de enfermagem mostra-se  fundamental no enfrentamento dos obstáculos vivenciados pelas lactantes e suas famílias, além  disso, os enfermeiros por ser o profissional mais próximo das puérperas, exercem um papel  essencial nas promoções de educação em saúde, que cabe a esses profissionais fortalecer, 13  incentivar e ajudar na prática do aleitamento materno, levando em consideração o contexto  sociocultural e familiar de cada mulher, desenvolvendo um cuidado mais humanizado e eficaz  (Palheta; Aguiar, 2021). 

A atuação dos enfermeiros se refere no contexto de política Nacional de Aleitamento  Materno, tem como responsabilidade prevenir, identificar, orientar e solucionar as dificuldades  vistas entre as mães e os filhos, observando-se constantemente ao processo de amamentação e  aos obstáculos que dificultam sua efetivação bem sucedida, tornando-se os profissionais mais qualificados e sensíveis às necessidades maternas durante todo o período de internação  hospitalar e o pós parto, a fim de evitar um desmame precoce (Barroso; Alves, 2020).  Diante dessa perspectiva, verifica-se que os enfermeiros exercem um papel fundamental  voltada ao aleitamento materno, agindo de forma ágil na orientação das puérperas e suas redes  de apoio, reforçando a relevância da amamentação e reforçando para lactante e o recém-nascido  a importância da recomendação da lactação até os seis meses de vida, buscando esclarecer  dúvidas e dificuldades enfrentadas pelas mulheres durante todo o período (Martins et al., 2024).  

2.6 Educação em Saúde no Contexto do Aleitamento Materno  

A educação em saúde, define-se como uma das intervenções mais sugestivas no  fortalecimento de práticas e condutas, nos costumes das comunidades, pois nesse ponto de vista,  os profissionais ajudam no reconhecimento necessário para o fortalecimento o empoderamento  dos pacientes em relação ao seu próprio ciclo saúde-doença, considerando fatores que  identificam a aleitação como associado mais relevante (Sousa et al.,2023).  

Dessa forma, a promoção da saúde e a educação em saúde estabelecem condutas  indispensáveis durante o período gestacional, sendo fundamentais para a preparação da mulher  para o parto, o puérpero e a amamentação, proporcionando momentos de esclarecimento de  dúvidas, segurança e compreensão em toda etapa (Neto, 2019).  

Contanto que as ações de educação em saúde devem ser efetuadas com maior frequência  no campo, comprovando que as gestantes certificam a importância dos benefícios do  aleitamento, tendo um entendimento que despertam o interesse sobre esse método e causando  um impacto positivo nas orientações recebidas (Neto, 2019).  

2.7 Políticas Públicas que Incentivo ao Aleitamento Materno  

Atualmente, os desafios enfrentados pelas políticas públicas de aleitamento materno do  Brasil, estão interiormente relacionados a equidade de gênero no trabalho, extensão das leis de  licença maternidade e paternidade, desigualdade econômica e sociais, além disso, observam as  barreiras que dificultam essas políticas em diferentes circunstâncias sociais e regionais (Paiva  et al., 2024).  

No Brasil, há diversos tipos de políticas públicas de incentivo à amamentação, que ocorrem  especialmente nos primeiros meses de vida do recém-nascido, considerando a frequência com  que ocorre o desmame precoce, trazendo problemas imunológicos para as crianças (Nascimento  et al., 2022). Outra política pública relacionada ao aleitamento materno é ligada a lei da amamentação, Neves 2020 fala que a limitação a comercialização de substituto de leite materno,  promovendo a licença maternidade de 4 a 6 meses com melhora nos processos sistemáticos de  banco de leite, essas políticas mencionadas são algumas entre as iniciativas que contribuíram  consideravelmente para o reconhecimento do Brasil (Nascimento et al., 2022).  

Portanto, constataram que a política pública se aponta essenciais para estabilizar as  estratégias de promoção, educação e incentivo, estabelecendo conjuntos de diretrizes a práticas  de enfermagem, com evolução qualificada e atendimento fornecido ao aumento de índices a  amamentação ao longo dos anos (Rodrigues et al., 2023).

3. METODOLOGIA  

A pesquisa foi submetida à apreciação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), em  consonância com os princípios que norteiam as boas práticas em pesquisa envolvendo seres  humanos. O estudo foi desenvolvido de acordo com os preceitos éticos estabelecidos pela Lei nº 14.874, de 28 de maio de 2024, que institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com  Seres Humanos, assegurando a proteção dos participantes e a transparência nos processos  científicos. Além disso, foram observadas as Resoluções do Conselho Nacional de Saúde  (CNS) nº 466/2012 e nº 510/2016, que regulamentam, respectivamente, as pesquisas na área da  saúde e aquelas vinculadas às ciências humanas e sociais. Após avaliação, o projeto foi  aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário UninCor, sob o parecer nº  7.835.717 e CAAE nº 91614525.5.0000.0295. Essa aprovação garantiu que o estudo fosse  conduzido de acordo com os princípios éticos fundamentais da autonomia, beneficência, não  maleficência e justiça, assegurando o respeito à dignidade e aos direitos dos participantes. Os  participantes assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido – TCLE. 

4. RESULTADOS 

A amostra foi composta por 18 puérperas atendidas na estratégia de saúde da família.  Na tabela 1 apresenta a caracterização do perfil sociodemográfico e obstétrica das  participantes do estudo. 

Tabela 1: Caracterização sociodemográfico e obstétrica das participantes, N.18, Três  Corações, Minas Gerais, Brasil, 2025.

Fonte: Elaborada pelos próprios autores, 2025.

A maioria das participantes (72,2%) iniciou a amamentação ainda na maternidade,  enquanto 27,8% não o fizeram. Em relação ao tempo decorrido após o parto para iniciar a  amamentação, 38,9% amamentaram na primeira hora, 50,0% dentro das primeiras 24 horas e  11,1% após esse período, evidenciando boa adesão ao aleitamento precoce. 

Quanto à orientação recebida do(a) enfermeiro(a) na maternidade, 72,2% relataram ter  sido orientadas, e 27,8% não receberam nenhuma instrução, o que demonstra uma presença  considerável, porém não universal, da educação em saúde no momento do parto. Em relação ao uso de outro tipo de leite para o bebê, 61,1% afirmaram utilizar fórmulas ou complementos,  enquanto 38,9% mantiveram exclusivamente o leite materno. 

No que se refere às dificuldades enfrentadas, 33,3% relataram algum tipo de dificuldade  para amamentar, e 66,7% não tiveram problemas. Já a presença de rede de apoio domiciliar foi  mencionada por 61,1% das mães, sendo um fator relevante para a manutenção da amamentação. Sobre o acompanhamento pós-alta, 61,1% não receberam acompanhamento, contrastando com  38,9% que referiram algum tipo de seguimento, o que aponta para uma lacuna na continuidade  do cuidado. 

Os pontos de maior dificuldade referidos na amamentação foram dor nos seios ou  fissuras (16,7%), pega incorreta do bebê (16,7%) e outros motivos (12,1%), totalizando 45,5%  das respostas distribuídas entre essas categorias, o que reforça a importância da atuação do  enfermeiro na orientação técnica e emocional das nutrizes. 

Quase a totalidade das participantes (94,4%) considerou importante a amamentação  exclusiva até os seis meses, conforme recomendação do Ministério da Saúde e da OMS,  indicando um elevado grau de consciência sobre os benefícios do aleitamento materno. Apenas uma participante (5,6%) demonstrou não atribuir essa importância.

A tabela 2 apresenta a experiência e percepção sobre a amamentação segundo as  participantes.  

Tabela 2: Experiências e percepções sobre a amamentação segundo as participantes, N.18,  Três Corações, Minas Gerais, Brasil, 2025.

Fonte: Elaborada pelos próprios autores, 2025.

Entre as 18 participantes do estudo, observou-se que a maioria (72,2%) iniciou a  amamentação ainda na maternidade, indicando adesão satisfatória às recomendações do  Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde sobre o início precoce da  amamentação. Apenas 27,8% não iniciaram o aleitamento durante a internação hospitalar. 

Quanto ao tempo de início, 38,9% iniciaram a amamentação na primeira hora de vida do recém nascido, 50,0% nas primeiras 24 horas e 11,1% após esse período, reforçando a importância do  contato pele a pele imediato. 

No que se refere à orientação recebida de enfermeiros(as) na maternidade, 72,2% das  mães afirmaram ter recebido instruções sobre aleitamento, enquanto 27,8% não foram  orientadas. Esse achado evidencia atuação relevante do profissional de enfermagem, ainda que  haja necessidade de ampliação desse suporte educativo a todas as puérperas. 

A utilização de outro tipo de leite foi relatada por 61,1% das participantes, enquanto  38,9% mantiveram exclusivamente o leite materno. Tal dado demonstra que, embora o  conhecimento sobre a importância da amamentação seja alto, ainda há uma parcela considerável  que recorre à alimentação mista, possivelmente por insegurança, intercorrências mamárias ou  influência cultural. 

Cerca de um terço das mães (33,3%) relatou ter enfrentado algum tipo de dificuldade  durante a amamentação, sendo as mais mencionadas a dor nos seios e fissuras (16,7%), a pega  incorreta do bebê (16,7%) e outros motivos (12,1%). Esses resultados reforçam a importância  da orientação técnica individualizada e do acompanhamento contínuo. 

A presença de rede de apoio no domicílio foi relatada por 61,1% das mães, o que  favorece a manutenção da amamentação e o enfrentamento de dificuldades. No entanto, 38,9%  não dispunham desse suporte, o que pode contribuir para o desmame precoce. Além disso, 61,1% afirmaram não ter recebido acompanhamento pós-alta, demonstrando falhas na  continuidade do cuidado e na assistência puerperal. 

Quanto à percepção sobre a importância da amamentação exclusiva até os seis meses,  94,4% das participantes reconheceram sua relevância, e apenas uma mãe (5,6%) declarou não  considerar essencial. Nenhuma participante recusou responder ao questionário, o que garante a  completude dos dados

5. DISCUSSÃO 

Os resultados apontam que, embora a maioria das mulheres tenha iniciado a  amamentação precocemente e reconheça sua importância, persistem desafios relacionados à  continuidade do aleitamento, especialmente pela falta de acompanhamento pós-alta e pela  ocorrência de dificuldades técnicas, como fissuras mamilares e pega incorreta. O papel do  enfermeiro se destaca como essencial tanto na maternidade quanto no domicílio, reforçando a  necessidade de estratégias educativas e de apoio contínuo às lactantes. 

O estudo evidenciou que 60% das mulheres iniciaram a amamentação no mesmo dia do  parto, enquanto apenas 20% o fizeram na primeira hora, percentual consideravelmente abaixo  do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (Costa; Barros, 2025). Este dado é  preocupante, considerando que a amamentação na primeira hora é reconhecida como fator  protetor para o sucesso do aleitamento materno exclusivo. Oliveira et al., (2021) identificaram  que intervenções no período pós-parto imediato, como o contato pele a pele, aumentam em 3,5  vezes a probabilidade de amamentação na primeira hora. 

Apesar de 60% das participantes terem recebido orientação de enfermeiros na  maternidade, observa-se uma desconexão entre a orientação recebida e a prática efetiva da  amamentação precoce. Este fenômeno pode ser explicado por fatores institucionais e  assistenciais, por conta de rotinas hospitalares inadequadas e a sobrecarga de trabalho das  equipes de enfermagem frequentemente comprometem a implementação das melhores práticas  de aleitamento (Alves; Barbosa; Alves, 2022). 

5.2 Uso de Substituições do Leite Materno e Rede de Apoio 

O elevado percentual (80%) de utilização de outro tipo de leite além do materno representa  um importante alerta, indicando possíveis dificuldades na manutenção do aleitamento  exclusivo. Estes resultados foram encontrados por pesquisadores que associaram o uso de  fórmulas infantis com à falta de suporte profissional adequado e a mitos culturais sobre a  insuficiência lactacional (Santos; Lopes., 2024). 

Simultaneamente, a divisão igualitária (50%) entre mulheres que possuem e não possuem  rede de apoio para amamentar em casa sugere a necessidade de estratégias que fortaleçam o  suporte social no período pós-alta. Conforme demonstrado na tabela, a existência de uma rede  de apoio eficaz aumenta em 60% a probabilidade de sucesso na amamentação exclusiva até o  sexto mês (Maciel; Melo, 2024).

5.3 Dificuldades e Perspectivas Futuras 

Embora 80% das participantes tenham relatado não enfrentar dificuldades para amamentar,  a análise dos pontos de maior dificuldade aponta que 50% das mulheres identificaram “outros”  fatores como principais obstáculos, seguido por problemas com a pega correta (30%) e dor nos  seios/fissuras (20%). Esta distribuição ressalta as várias das dificuldades lactacionais, exigindo  abordagens individualizadas e multiprofissionais (Vasconcelos et al., 2023). 

É promissor constatar que 90% das mulheres reconhecem a importância da amamentação  exclusiva até os seis meses, demonstrando adequada conscientização sobre as recomendações  vigentes. No entanto, a baixa adesão ao acompanhamento pós-alta (apenas 20%) revela uma  significativa lacuna entre o conhecimento teórico e a busca por suporte profissional continuado,  conforme em estudo com população similar (Vasconcelos et al., 2023). 

Os resultados demonstram uma tendência positiva em relação ao início precoce da  amamentação e ao reconhecimento de sua importância, porém persistem desafios no suporte  técnico e no acompanhamento pós-alta. A atuação do enfermeiro é fundamental tanto na  maternidade quanto na atenção primária, pois o apoio profissional e familiar influencia  diretamente a adesão ao aleitamento materno exclusivo. As principais dificuldades relatadas,  dor, fissuras e pega inadequada, evidenciam a necessidade de estratégias educativas contínuas  e de políticas de incentivo que assegurem às lactantes suporte adequado no período puerperal. 

Limitações do estudo 

Entre as limitações deste estudo, destaca-se o número reduzido de participantes e a  delimitação geográfica a um único município do sul de Minas Gerais, o que restringe a  generalização dos resultados para outras realidades socioculturais. Além disso, o delineamento  descritivo não permite estabelecer relações causais entre as variáveis analisadas, limitando a  amplitude interpretativa dos achados. Recomenda-se que futuras pesquisas sejam realizadas  com amostras ampliadas, incluindo diferentes contextos regionais e abordagens metodológicas  mistas, a fim de aprofundar a compreensão dos fatores que influenciam o sucesso do  aleitamento materno.

Contribuições para a saúde e para a enfermagem 

Este estudo contribui para a área da saúde ao reforçar a importância do aleitamento  materno como prática essencial para a redução da morbimortalidade infantil e para a promoção  da saúde integral da mulher e da criança. Destaca-se a necessidade de políticas públicas que  ampliem o acompanhamento pós-parto e assegurem suporte técnico e emocional às nutrizes. 

Para a enfermagem, os achados evidenciam o protagonismo do enfermeiro na  promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, reafirmando sua atuação educativa e  assistencial como componente essencial do cuidado humanizado. O estudo também aponta a  relevância da educação permanente das equipes de enfermagem, visando qualificar as  intervenções no pré-natal, parto e puerpério, de modo a fortalecer a autonomia materna,  prevenir desmame precoce e consolidar práticas seguras de cuidado à saúde materno-infantil.

6. CONCLUSÃO 

Os resultados deste estudo evidenciam que, embora a maioria das participantes tenha  iniciado a amamentação ainda na maternidade e reconheça sua importância, persistem lacunas  relacionadas à orientação profissional e ao acompanhamento pós-alta. A ocorrência de  dificuldades técnicas, como fissuras mamilares e pega incorreta, demonstra a necessidade de  intervenções educativas contínuas e personalizadas, conduzidas por profissionais de  enfermagem capacitados. 

Assim, reforça-se que o aleitamento materno deve ser compreendido não apenas como  um ato biológico, mas como um processo complexo que envolve aspectos emocionais, sociais  e culturais, exigindo suporte integral à nutriz. A atuação do enfermeiro, sustentada por bases  científicas, competência técnica e sensibilidade humana, é determinante para a promoção,  proteção e manutenção da amamentação, desde o pré-natal até o puerpério. 

Dessa forma, a valorização da assistência de enfermagem representa um eixo estratégico  para fortalecer o vínculo mãe-bebê, prevenir intercorrências e consolidar práticas seguras de  cuidado. Ao contribuir diretamente para o aumento das taxas de aleitamento materno exclusivo,  essa atuação repercute positivamente nos indicadores de saúde pública, reafirmando o papel do  enfermeiro como agente essencial na consolidação de políticas de atenção materno-infantil.

REFERÊNCIAS 

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1Discente do Curso Superior de Enfermagem do Centro Universitário UninCor – UNINCOR. Campus Três  Corações. E-mail: mimibraz92@gmail.com. 0009-0001-0287-9966
2Docente do Curso Superior de Enfermagem do Centro Universitário UninCor – UNINCOR. Campus Três  Corações. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Alfenas. E-mail:  guilhermeluisnquintiliano@hotmail.com. 0000-0003-2470-7943
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